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Segundo Bazar para Copi

Angu promove segundo encontro para levantar O Homossexual ou a dificuldade de expressar-se

Angu de Teatro promove segundo encontro para levantar O Homossexual ou a dificuldade de expressar-se

A batalha para arrecadar fundos para a encenação O Homossexual ou a dificuldade de expressar-se continua neste sábado. A peça do dramaturgo, performer e artista gráfico franco-argentino Raul Damonte Botana, mais conhecido como Copi (1939-1987) é um dos projetos do Coletivo Angu de Teatro. A primeira edição do Bazar Copi Pop da Madame Garbo ocorreu em junho, na Casa da Encruzilhada, e neste sábado é realizada a segunda edição, das 11 às 20h.

Desta vez as atrações são um pocket show com cantor Gonzaga Leal e participação de Ceronha Pontes. Os DJs Cláude Marmottáge e Marcondes Lima assinam a playlist musical durante o evento. E o bazar disponibiliza novas peças de roupas, sapatos, acessórios, CDs, DVDs.

Serviço
Bazar Copi Pop da Madame Garbo
Quando: Sábado(03/10) das 11h às 20h
Onde: Casa da Encruzilhada (Rua Dr. José de Sá Carneiro, 60, Encruzilhada. Rua da concessionária Renaut Regence)
Entrada gratuita
Informações: 99735.4241

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Um beijo para Wilde

Marco Nanini encabeça elenco de peça de Jô Bilac. Foto: Cabéra

Marco Nanini encabeça elenco de peça de Jô Bilac. Foto: Cabéra

Estava na estreia de Beije Minha Lápide, com Marco Nanini e elenco, no Teatro Ducina, no Rio de Janeiro, no ano passado. Foi lá que avistei pela última vez a crítica teatral Barbara Heliodora. Altiva, como sempre. Um ano depois o espetáculo circula pelo Nordeste com apoio do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, o que possibilita ingressos a preços populares [R$ 25 (inteira) e R$ 12,50 (meia)]. Beije Minha Lápide faz duas sessões no Recife, hoje e amanhã, às 20h30, no Teatro RioMar. Os ingressos estão esgotados.

A peça mostra a história de um fã de Oscar Wilde (1854-1900), que quebra a barreira de vidro que isola o túmulo do escritor no cemitério Père Lachaise, em Paris. E é preso por isso. O admirador exaltado (Bala) é interpretado por Nanini. O protagonista está encarcerado em uma cela de vidro. Foi numa prisão que Wilde escreveu De Profundis, que traduz a conturbada relação de amor e ódio que manteve com Lord Alfred Douglas.

Beije Minha Lápide tem texto de Jô Bilac (autor de Cachorro!, Rebu e Cucaracha), que se inspirou nas mudanças de sentimentos e temperatura da criação wildeana, no fato de existir uma proteção real da sepultura do escritor irlandês para controlar os fãs ardorosos, e nos desvaneios do autor quando estava confinado.

A direção é de Bel Garcia e a produção é assinada por Fernando Libonati (Pequena Central). Além de Nanini, estão no elenco Julia Lund (advogada de Bala), Júlia Marini (filha do prisioneiro) e Paulo Verlings (carcereiro).

Serviço

Beije Minha Lápide
Quando: Dia 30 de setembro (quarta) e 1º de outubro (quinta), às 20h30
Onde: Teatro RioMar: 4º piso do RioMar Shopping – Av. República do Líbano, 251, Pina, Recife
Informações: (81) 4003.1212
Ingressos: R$ 25 (inteira) e R$ 12,50 (meia)
À venda na bilheteria do teatro, lojas Reserva dos shoppings Recife e Plaza, Livraria Jaqueira e site Ingresso Rápido.
* Meia-entrada válida para maiores de 60 anos, professores, estudantes e assinantes do Jornal do Commercio. Sócios do Náutico têm 20% de desconto sobre o valor da inteira na bilheteria do teatro.
Classificação: 16 anos
Duração: 80 minutos

FICHA TÉCNICA

Texto: Jô Bilac
Direção: Bel Garcia
Com: Marco Nanini, Julia Lund, Julia Marini, Paulo Verlings
Produzido por Fernando Libonati
Idealização: Marco Nanini e Felipe Hirsch
Figurino: Antônio Guedes
Iluminação: Beto Bruel
Cenografia: Daniela Thomas
Concepção e Direção de Vídeo: Julio Parente e Raquel André
Videografismo: Júlio Parente
Trilha Sonora: Rafael Rocha
Design Gráfico: Felipe Braga
Fotografia: Cabéra
Visagismo: Ricardo Moreno
Visagismo Marco Nanini: Graça Torres
Assistente de Direção: Raquel André
Equipe de Produção:
Coordenação e Gestão de Projetos: Carolina Tavares
Direção de Produção: Leila Maria Moreno
Produção: Pequena Central
Produção Local: Art Rec Produções

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Uma Antígona para Lúcia

Daniele Travassos no solo Uma Antígona para Lúcia. Fotos: Morgana Narjara

Daniela Travassos no solo Uma Antígona para Lúcia. Fotos: Morgana Narjara

As notícias de violação da dignidade da pessoa humana chegam de toda parte do planeta. De perto e de longe. No caminho inverso, da valoração das criaturas, temos Antígona, de Sófocles (± 496 a.C.- ±406 a.C.) a nos apontar caminhos de ética e compaixão, de beleza e desejo levado às últimas consequências. A tragédia composta há mais de 2.500 anos (442 A.C.) expõe a coragem da protagonista em desafiar as ordens do rei Creonte (seu tio) de não sepultar o corpo do irmão Polinices, morto em combate contra o outro irmão Etéocles, pelo trono de Tebas. Os três, além da frágil e temerosa Ismene, são filhos de Édipo e Jocasta. Antígona faz parte da trilogia tebana, composta também por Édipo Rei e Édipo em Colono.

Creonte reserva honras para Etéocles e planeja que os abutres e cães consumam o corpo de Polinices insepulto, julgado pelo tirano como traidor da pátria. Essa punição contrariava os costumes. A altiva Antígona não aceita e resolve cumprir as exéquias e sepultar o irmão, mesmo arriscando a própria vida por essa causa.

Segundo Jacques Lacan “O bem não poderá reinar sobre tudo sem que apareça um excesso, de cujas consequências fatais nos adverte a tragédia”. A posição de Creonte, de acordo com o psicanalista está calcando em razões de um tirano equivocado. “Tuas ordens não têm o poder de superar as leis dos deuses (pois és mortal)”, desafia Antígona. E em outra passagem o cego Tirésias tenta dissuadir Creonte sobre Polinices: “Não queiras matar quem já morreu. Que bravura há em exterminar um cadáver?”.

Antígona, de Sófocles, é a base da primeira performance da segunda etapa do projeto Dramaturgia Clássica, que a Cia Fiandeiros de Teatro apresenta neste sábado (26) e domingo (27), às 19h, na sede do grupo, no bairro da Boa Vista, com entrada gratuita.

O poema cênico Uma Antígona para Lúcia apresenta o encontro de uma atriz jovem com uma experiente, em volta do universo de Antígona. O título do programa faz alusão a Lúcia Neuenschwander, atriz pernambucana que morreu no ano passado. Neuenschwander interpretou Antígona numa produção do Teatro Popular do Nordeste – TPN, nos anos 1960. O solo é interpretado por Daniela Travassos e aproveita o clássico para falar do oficio do ator. A direção é de Luís Reis e Durval Cristovão.

No próximo fim de semana (3 e 4 de outubro), Manuel Carlos assume O canto do cisne, de Anton Tchékhov, com tradução e adaptação de André Filho e João Denys. A performance de A tempestade, de William Shakespeare, encerra a programação nos dias 10 e 11 de outubro, com André Filho dirigido por Marianne Consentino.

Performance faz parte do projeto Dramaturgia Clássica, da Cia Fiandeiros de Teatro

Performance faz parte do projeto Dramaturgia Clássica, da Cia Fiandeiros de Teatro

Ficha Técnica da Performance
Autoria: Sófocles
Adaptação: Luís Reis
Encenação: Luís Reis e Durval Cristovão
Atuação: Daniela Travassos
Iluminação: João Guilherme de Paula
Direção de arte: Manuel Carlos
Vozes do coro: André Filho e Manuel Carlos
Música de cena: Sandro Júnior
Preparação de elenco: Durval Cristovão

Ficha Técnica do Projeto
Concepção e coordenação geral: Daniela Travassos
Produção executiva: Renata Teles e Jefferson Figueirêdo
Realização: Companhia Fiandeiros de Teatro / Espaço Fiandeiros
Incentivo: Funcultura

SERVIÇO
Uma Antígona para Lúcia
Quando: Dias 26 e 27 de setembro, às 19h
Onde: Espaço Cultural Fiandeiros: Rua da Matriz, 46, 1º andar, Boa Vista, Recife
Informações: (81) 4141.2431
Quanto: Entrada franca
Capacidade: 60 lugares

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Espaço O Poste celebra um ano de resistência

Agri Melo, Naná Sodré e Samuel Santos celebram um ano do Espaço

Agri Melo, Naná Sodré e Samuel Santos festejam o Espaço

Em tempos de teatros fechados e poucos questionamentos sobre a política cultural em Pernambuco, manter um espaço privado é um feito. E completar um ano torna-se um ato de resistência digno de aplausos. Pois então é hora de bater palmas para a turma de O Poste Soluções Luminosas, que que comemora neste sábado um ano de atividades do Espaço O Poste, situado na Rua da Aurora, esquina com Princesa Isabel. Só eles sabem os sacrifícios para chegar a esse dia festivo. Nós imaginamos.

O espetáculo Cordel do amor sem fim, que está em temporada no local, é apresentado normalmente. Seguido de uma performance do texto Navio Negreiro, de Castro Alves, com Samuel Santos acompanhado da bailarina Luzii Santos. A cantora Jéssica Gabriella exibe um repertório de canções africanas.

A noitada ainda prevê presentes para o público. Serão sorteados o livro A história do negro no teatro brasileiro, de Joel Rufino, que dedica um capítulo ao grupo O Poste, e uma tela do artista plástico Fernando Duarte.

Ao longo deste primeiro ano, o Espaço O Poste promoveu sessões de teatro, dança e música, oficinas de artes cênicas e abrigou apresentações dos festivais O Trema e Janeiro de Grandes Espetáculos.

As próximas batalha são a criação da Biblioteca Luminosa! e a campanha Sócio Iluminado, com a criação de um quadro de sócios. Parabéns Samuel Santos, Naná Sodré e Agri Melo, o núcleo criativo do grupo.

Teatro fica na esquina da Princesa Isabel com a Rua da Aurora

Teatro fica na esquina da Princesa Isabel com a Rua da Aurora

Serviço
Festa de um ano do espaço O Poste
Quando: Sábado, 5 setembro, às 20h
Onde: O Poste, Rua da Aurora, nº 529, loja 1 (prédio amarelo vizinho à Secretaria de Polícia)
Ingressos: R$ 20 e R$ 10, meia

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Provocações do Cena Contemporânea

Salina (A última vértebra), em montagem da Amok Teatro, Junior Aragão

Salina (A última vértebra), em montagem da Amok Teatro. Foto: Junior Aragão

log-cena-bsbÉ uma alegria voltar ao Cena Contemporânea, um ano depois com a programação mais robusta. A 16ª edição do Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília começou terça-feira passada (18/08) e abriga 27 espetáculos cênicos, sendo nove internacionais, outros nove de seis estados brasileiros e mais nove produzidos no Distrito Federal. A edição de 2015 comemora os 20 anos de festival.  E neste ano voltaram as oficinas teatrais, os debates e os shows musicais. A maratona do Satisfeita Yolanda para acompanhar as peças começa hoje, com A geladeira, com o Antikartátika Teatral, direção de Nelson Baskerville e atuação de Fernando Fecchio.

O teatro contemporâneo, com as possibilidades de intervenções tecnológicas e diálogos com o cinema, e o chamado “teatro puro” são vértices da programação. Uma epopeia africana sobre exílio, ódio e perdão da companhia Amok Teatro foi uma das atrações. Levou ao palco o Salina (A última vértebra), com texto inédito no Brasil, do francês Lurent Gaudé, um espetáculo com mais de três horas e apenas atores negros em cena. Outro destaque foi a exibição de The mother, um texto de Stanislaw Ignacy Witkiewicz também inédito no Brasil, com a célebre atriz polonesa Jolanta Juszkiewicz.

Também já passaram por aqui os delicados e instigantes Jacy, do Grupo Teatro Carmin, de Natal e Isso te interessa?, da companhia brasileira de teatro. Uma adaptação do texto Bon, Saint Cloud, da dramaturga francesa Noëlle Renaude, com direção de Marcio Abreu.

E se elas fossem para Moscou?, foto: Junior Arag

E se elas fossem para Moscou?. Foto: Junior Aragão

A abertura foi E se elas fossem pra Moscou?, da Cia Vértice, do Rio de Janeiro, obra que mescla teatro e cinema ao produzir, simultaneamente, uma peça e um filme.  Sob direção de Cristiane Jatahy, o trabalho de intercâmbio entre as linguagens cênica e fílmica é inspirado em As três irmãs, de Anton Tchekhov.

Alaôr Rosa, um dos coordenadores do Cena Contemporânea, na abertura do festival. Foto: Junior Aragão

Alaôr Rosa, um dos coordenadores do Cena Contemporânea, na abertura do festival. Foto: Junior Aragão

A provocação do cena a partir do palco começou em 25 de agosto de 1995, por iniciativa do ator, diretor Guilherme Reis, que assumiu a Secretaria de Cultura no começo do ano. Quem coordena o evento em 2015 é o produtor Alaôr Rosa ao lado de Michele Milani. Alaôr divide a curadoria do festival com o diretor Francis Wilker.

A DocumentaCena – Plataforma de Crítica, que articula ideias e ações dos blogs Horizonte da Cena e Satisfeita, Yolanda?, da Questão de Crítica – Revista eletrônica de críticas e estudos teatrais e do site Teatrojornal – Leituras de Cena participa do 16º Cena Contemporânea. As críticas referentes aos espetáculos da programação são postadas no site do festival e também nos blogs que integram a plataforma do DocumentaCena:

www.cenacontemporanea.com.br

www.satisfeitayolanda.com.br/blog

www.horizontedacena.com

www.teatrojornal.com.br

www.questaodecritica.com.br

The Mother, com a célebre atriz polonesa. Foto: Rômulo Juracy

The Mother, com a célebre atriz polonesa Jolanta Juszkiewicz . Foto: Rômulo Juracy

Programação Completa – Cena 2015
18/08 – TERÇA

20h – Teatro Sesc Newton Rossi – Ceilândia
Albert Herring – Casa da Cultura Brasília (DF)

19h e 21h30 – Teatro Funarte Plínio Marcos
E Se Elas Fossem Pra Moscou? – Cia Vértice (RJ)

19/08 – QUARTA

20h – Teatro Sesc Newton Rossi – Ceilândia
Albert Herring – Casa da Cultura Brasília (DF)

21h – Teatro SESC Garagem
Quarteto – Teatro NU (BA)

19h e 21h30 – Teatro Funarte Plínio Marcos
E Se Elas Fossem Pra Moscou? – Cia Vértice (RJ)

21h – Teatro da Caixa
D’eux #2 E Gravité – Fabrice Lambert (França)

20h – Teatro Sesc Paulo Gracindo – Gama
2 + 2 = 2 – Akhmeteli Theatre/Rodrigo Fischer (Geórgia/Brasil)

19h – Teatro Goldoni
The Mother – Kropka Theatre (Polônia/Austrália)

21h – Teatro Dulcina
Casaverde – Cia de Teatro O Bando (Portugal)

20/08 – QUINTA

21h – Teatro SESC Garagem
Quarteto – Teatro NU (BA)

21h – Teatro da Caixa
D’eux #2 E Gravité – Fabrice Lambert (França)

20h – Teatro Sesc Newton Rossi – Ceilândia
2 + 2= 2 – Akhmeteli Theatre/Rodrigo Fischer (Geórgia/Brasil)

19h – Teatro Goldoni
The Mother – Kropka Theatre (Polônia/Austrália)

19h – Teatro Funarte Plínio Marcos
Salina (A Última Vértebra) – Amok Teatro (RJ)

21h – Teatro Dulcina
Casaverde – Cia de Teatro O Bando (Portugal)

21/08 – SEXTA

20h – Teatro Sesc Paulo Gracindo – Gama
Albert Herring – Casa Da Cultura Brasília (DF)

20h – Espaço Pé Direito da Vila Telebrasília
Uma História Simples – Trapusteros Teatro (DF)

20h – Teatro Sesc Paulo Autran – Taguatinga
Iara – O Encanto Das Águas – Cia. Lumiato Teatro De Formas Animadas (DF)

19h – Teatro Funarte Plínio Marcos
Salina (A Última Vértebra) – Amok Teatro (RJ)

21h – Teatro Dulcina
2 + 2 = 2 – Akhmeteli Theatre/Rodrigo Fischer (Geórgia/Brasil)

22/08 – SÁBADO

20h – Teatro Sesc Paulo Gracindo – Gama
Albert Herring – Casa Da Cultura Brasília (DF)

20h – Centro Social Comunitário Zilda Arns – Varjão
Quando O Coração Transborda – Esquadrão Da Vida (DF)

19h – Teatro Goldoni
Jacy – Grupo Teatro Carmin (RN)

21h – Teatro da Caixa
Isso Te Interessa? – companhia brasileira de teatro (PR)

20h – Teatro Sesc Paulo Autran – Taguatinga
2 + 2= 2 – Akhmeteli Theatre/Rodrigo Fischer (Geórgia/Brasil)

21h – Teatro SESC Garagem
Staying Alive – Matarile Teatro (Espanha)

19h – Local Secreto
En Contra #experimento 1 – Teatro do Instante (DF)

23/08 – DOMINGO

19h – Teatro Funarte Plínio Marcos
Iara – O Encanto Das Águas – Cia. Lumiato Teatro De Formas Animadas (DF)

20h – Teatro Dulcina
Desbunde – Juliana Drummond (DF)

18h – Teatro Goldoni
Jacy – Grupo Teatro Carmin (RN) 

20h – Teatro da Caixa
Isso Te Interessa? – companhia brasileira de teatro (PR)

20h – Teatro SESC Garagem
Staying Alive – Matarile Teatro (Espanha)

19h – Local Secreto
En Contra #experimento 1 – Teatro do Instante (DF)

25/08 – TERÇA

20h – Teatro Sesc Paulo Autran – Taguatinga
Albert Herring – Casa Da Cultura Brasília (DF)

21h – Teatro Dulcina
Ricardo III – Gustavo Gasparani (RJ)

20h – Espaço Usina – Centro de Arte e Entretenimento
A Geladeira – Antikatártika Teatral – AKK (SP)

21h – Teatro SESC Garagem
Teatro Invisible – Matarile Teatro (Espanha)

26/08 – QUARTA

20h – Teatro Sesc Paulo Autran – Taguatinga
Albert Herring – Casa Da Cultura Brasília (DF)

20h – Teatro Sesc Paulo Gracindo – Gama
Vinil De Asfalto – Edson Beserra E Seu Composto De Ideias (DF)

20h – Teatro Sesc Newton Rossi – Ceilândia
Los Cuerpos – Federico Fontán e Ramiro Cortez (Argentina)

21h – Teatro Dulcina
Ricardo III – Gustavo Gasparani (RJ)

20h – Espaço Usina – Centro de Arte e Entretenimento
A Geladeira – Antikatártika Teatral – AKK (SP) 

21h – Teatro Funarte Plínio Marcos
Brickman Brando Bubble Boom – Agrupación Señor Serrano (Espanha)

21h– Teatro SESC Garagem
Teatro Invisible – Matarile Teatro (Espanha)

27/08 – QUINTA

19h – Teatro Goldoni
Para Acabar Com O Julgamento De Deus – Adeilton Lima (DF)

20h – Teatro Sesc Paulo Gracindo – Gama
Los Cuerpos – Federico Fontán e Ramiro Cortez (Argentina)

21h – Teatro Funarte Plínio Marcos
Brickman Brando Bubble Boom – Agrupación Señor Serrano (Espanha)

28/08 – SEXTA

21h – Teatro Dulcina
Vinil De Asfalto – Edson Beserra E Seu Composto De Ideias (DF)

19h – Teatro Goldoni
Quando O Coração Transborda – ESQUADRÃO DA VIDA (DF)

19h – Teatro Sesc Newton Rossi – Ceilândia
Desbunde – Juliana Drummond (DF)

17h e 21h – Teatro da Caixa
Hamlet – Processo De Revelação – Coletivo Irmãos Guimarães (RJ/DF)

21h – Teatro SESC Garagem
Capivara – Lina do Carmo (Alemanha)

20h – Teatro Sesc Paulo Autran – Taguatinga
Los Cuerpos – Federico Fontán e Ramiro Cortez (Argentina)

29/08 – SÁBADO

20h – Teatro Levino de Alcântara – Escola de Música de Brasília
Albert Herring – Casa Da Cultura Brasília (DF)

20h – Teatro Sesc Paulo Gracindo – Gama
Nó Na Garganta – Estupenda Trupe (DF)

21h – Teatro Funarte Plínio Marcos
Punaré & Baraúna – Ata – Agrupação Teatral Amacaca (DF)

17h e 21h – Teatro da Caixa
Hamlet – Processo De Revelação – Coletivo Irmãos Guimarães (RJ/DF)

21h – Teatro SESC Garagem
Capivara – Lina do Carmo (Alemanha)

19h – Teatro Goldoni
Los Cuerpos – Federico Fontán e Ramiro Cortez (Argentina)

19h – Local Secreto
En Contra #experimento 1 – Teatro do Instante (DF)

30/08 – DOMINGO

20h – Teatro Levino de Alcântara – Escola de Música de Brasília
Albert Herring – Casa Da Cultura Brasília (DF)

20h – Teatro da Caixa
Nó Na Garganta – Estupenda Trupe (DF)

19h – Teatro Sesc Garagem
Uma História Simples – Trapusteros Teatro (DF)

20h – Teatro Funarte Plínio Marcos
Punaré & Baraúna – Ata – Agrupação Teatral Amacaca (DF)

15h e 17h – Teatro Dulcina
GIBI – Grupo Lamira (TO)

18h – Teatro Goldoni
Los Cuerpos – Federico Fontán e Ramiro Cortez (Argentina)

19h – Local Secreto
En Contra #experimento 1 – Teatro do Instante (DF)

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