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José Manoel Sobrinho:
meio século de teatro como
projeto de vida e de territórios
Por Ivana Moura

José Manoel Sobrinho reúne nesta quinta-feira (17/09), pessoas amigas, para celebrar 50 anos de teatro. Foto: Rogério Alves

Diretor, professor e gestor cultural, Zé Manoel dirigiu mais de 100 espetáculos e formou mais de mil atores. Foto: Rogério Alves

Alguns artistas fazem carreira; outros fazem história. José Manoel Sobrinho pertence ao segundo grupo. E não por acaso. Sua trajetória de 50 anos não se conta apenas em espetáculos, embora sejam mais de 100; conta-se na capacidade rara de transformar teatro em política cultural, política cultural em formação de gente e formação de gente em cena viva. Celebrar seus 50 anos de arte é, portanto, celebrar uma parte decisiva da história do teatro pernambucano contemporâneo.

A origem explica muito. Agrestino de Bezerros, filho de um pai viajante, Zé Manoel mudou-se 30 vezes até os 11 anos, num vai-e-vem entre Bezerros, Pesqueira, Gravatá, Vitória de Santo Antão, Jaboatão, Sirinhaém e Recife. Essa infância nômade talvez lhe tenha dado cedo duas lições que atravessam toda a sua obra. A de que o fazer artístico não pertence a um único lugar e a de que a cultura precisa circular para existir. Aos 14 anos, o teatro chegou pelas mãos de uma professora de português no Colégio Paola Frassinetti, em Prazeres; a iniciação definitiva veio com o Teatro Experimental de Olinda e Valdi Coutinho, a quem ele credita “todas as oportunidades”. Foi ali que o jovem ator percebeu que o teatro podia problematizar a vida. E decidiu que aquilo seria seu ofício.

O ator, porém, deu lugar ao encenador por necessidade. Faltavam diretores para os grupos da periferia, e foi preciso assumir a direção como uma urgência coletiva. Essa virada é emblemática do seu modo de operar – o artista que se faz na lacuna, que converte ausência em invenção. Em 1979, com Carlos Lira e Mário Antônio Miranda, fundou em Prazeres, Jaboatão dos Guararapes, a TTTrês Produções Artísticas, e com ela o Movimento de Teatro Periférico, articulando a Região Metropolitana do Recife numa época em que Jaboatão vivia um vazio cênico. A sede do grupo era a sua própria casa, onde também nasceu a Biblioteca Orlando Miranda de Carvalho. Mais de quatro décadas depois, a TTTrês segue ativa, um raro exemplo de continuidade na cena independente do estado.

Teatro, gestão e militância sempre caminharam juntos na sua biografia, inclusive na presidência da Feteape, a Federação de Teatro de Pernambuco, primeira entidade representativa da sociedade civil nas artes cênicas do estado, fundada em 1976. Quando ocupou cargo nos anos 1980 chegou a ser persona non grata na Fundação de Cultura do Recife por defender a categoria, ironia que ele próprio conta com humor décadas depois.

Espetáculo Sistema 25. Foto: Divulgação

À frente da Feteape coordenou os projetos Coringa e Alvará de Expressão, levando arte a oito presídios de Pernambuco. Essa experiência, vivida entre extremos e dores, marcou fundo sua visão de mundo: “Vi a arte mudando a vida das pessoas, se não para mudar a condição, mas para fazer refletir sobre os pactos de convivência.” Ela desembocaria, mais tarde, em um dos trabalhos mais emblemáticos de sua carreira: Sistema 25, sobre o sistema prisional brasileiro, inspirado no conto Em Osasco, de Plínio Marcos. A montagem reuniu 25 atores, seis compositores e cerca de 30 cenas construídas coletivamente num processo que o diretor chamou de Jogos de Aproximação – um teatro de resistência puro sangue, realizado sem patrocínio, movido pela paixão dos atores e a militância do encenador.

O capítulo mais longo e estruturante foi o Sesc-PE. Foram 42 anos (de 1977 a 2020) que o viram passar de prestador de serviços a professor, coordenador e, finalmente, gerente de Cultura, o posto mais alto do organograma da área. Sob sua liderança, o Sesc pernambucano deixou de ser uma instituição de serviços para se tornar um dos principais vetores de formação e difusão cultural do estado: cursos, festivais, equipamentos e uma capilaridade impressionante com o interior, que ele sempre defendeu como marca inegociável. Mais de mil alunos passaram por suas aulas em todo o Brasil. Seu nome permanece vivo no Espaço Cultural Fábrica de Criação Popular José Manoel Sobrinho, do Sesc em Triunfo.

Mas os 42 anos de Sesc não foram só de Sesc. Ainda dentro deles, em meados dos anos 1990, um convite da Prefeitura de Camaragibe abriu a José Manoel uma segunda escola, a do poder público. Ele chegou para dar um curso de teatro, três turmas nascidas de um compromisso de campanha; e antes de encerrar as aulas, já era diretor de Cultura da cidade. Ficou dez anos. Quando a gestão do prefeito Paulo Santana criou a Fundação de Cultura, Turismo e Esportes, passou um ano como vice-presidente e seis como presidente. Ali, no corpo a corpo de uma cidade pequena e de orçamento curto, ele aprendeu que a política cultural se decide primeiro no município; e que é lá que ela se torna concreta, ou não passa de intenção. Camaragibe reservou 5% do orçamento para a Cultura, número raro no país, e ergueu as bases de um Sistema Municipal de Cultura, mesmo com resistência na Câmara e dinheiro escasso. “Camaragibe foi uma grande escola de gestão da Cultura para quem viveu a experiência”, diz. Quem o ouve hoje articular município, estado e nação como uma cadeia única de responsabilidades ouve alguém que aprendeu essa lição no chão de Camaragibe.

A saída do Sesc, aos 62 anos, poderia ter sido um ponto final. Foi, ao contrário, um recomeço. E aí reside outra constante de sua trajetória: a recusa ao imobilismo. Em 2021, presidiu por um ano (de 1º de janeiro a 30 de dezembro) a Fundação de Cultura Cidade do Recife (FCCR), braço executivo da política cultural municipal no primeiro mandato do prefeito João Campos, cargo que deixou no fim daquele mesmo ano. Hoje atua como assessor parlamentar de cultura no gabinete da vereadora Cida Pedrosa e está empenhado na campanha dela a deputada estadual pelo PCdoB, nas eleições de outubro. Em 2025, concluiu o mestrado em educação na UFPE, com dissertação sobre a política de cultura na rede pública de ensino do Recife – fechando, aos 50 anos de teatro, um ciclo que ele próprio reconhece ter deixado para tarde. Formou-se em Letras apenas aos 50 anos, depois de entrar e sair de várias faculdades, sempre adiado pelas viagens e pela cena. 

Como a Lua, montagem de 2014. Foto Laryssa Moura / Divulgação

No teatro para crianças e jovens, campo em que poucos sustentam uma obra por tanto tempo, ele encontrou em Vladimir Capella um autor para toda uma vida. O paulista defende um teatro sem faixa etária, e José Manoel fez dessa defesa a sua. Dele dirigiu a delicadeza de Como a Lua, que fala de nascimento e morte sem subestimar a plateia, montada em 1984 e remontada em 2014 com música de João Falcão; a longevidade rara de Avoar, mais de dez anos ininterruptos em cartaz; e ainda Com Panos e Lendas e Píramo e Tisbe. Assinou O Mágico de Oz, O Menino do Dedo Verde e Cantigas ao Pequeno Príncipe. Em 1993, levou à cena As Incríveis Aventuras do Barão Langsdorff, de Sidnei Cruz, sobre o naturalista alemão que percorreu o Brasil no século 19. Mais recentemente, encenou Ave Guriatã, de Robson Teles, livre inspiração do cordel de Marcus Accioly, com alunos do Curso de Interpretação para Teatro do Sesc.

Na cena adulta, as escolhas também dizem quem ele é. Sistema 25, a partir de Plínio Marcos, com 25 atores e dramaturgia construída em sala de ensaio, é o retrato de um teatro de resistência feito sem patrocínio. Esquecidos por Deus, monólogo sobre o livro de Cícero Belmar, com Murilo Freire, investiga memória e apagamento. Formigas bebem absinto no armazém do caos, do paraibano Everaldo Vasconcelos, mergulha nas relações humanas em crise. Janos Adler, de Luiz Felipe Botelho, enfrentou o tema do HIV no início dos anos 1990, quando o assunto ainda era tabu. E Sobre os Ombros de Bárbara, no ano passado, devolveu corpo e voz a Bárbara de Alencar por Augusta Ferraz.

O repertório, aliás, nunca se deixou aprisionar por uma única origem. Montou pernambucanos como Alexandrino Souto, Luiz Felipe Botelho, Marcus Accioly, Robson Teles e Cícero Belmar; paraibanos como Bráulio Tavares (Trupizupe, o Raio da Silibrina), Altimar Pimentel (Viva a Nau Catarineta) e Everaldo Vasconcelos; paulistas como Capella, Plínio Marcos, Oswald de Andrade e Fauzi Arap; e o gaúcho Érico Veríssimo, cujo O Deus Único marcou sua primeira ação em teatro, em 1974.

Hoje, em fase de produção de Araras Vermelhas, novo espetáculo a partir da obra homônima de Cida Pedrosa (livro finalista do Prêmio Jabuti), dividindo com Samuel Bennaton a direção do espetáculo e com Colette Dantas e Rogério Alves no elenco, Zé Manoel segue fazendo o que sempre fez: reunir pessoas em torno da arte. O encontro desta quinta-feira, na Rua Mamede Simões, com música, conversa no Bar Super 8 e a presença de ex-alunos, autores, músicos e amigos, é o retrato fiel do artista que investe na convivência e na troca. “50 anos de teatro, sem nenhum intervalo. Meu Deus, eu nem acredito. Por isso que eu quero comemorar. Mereço esse momento.” Merece – e a cena pernambucana comemora com ele.

Samuel Bennaton, Rogério Alves, José Manoel e Colette Dantas no ensaio de Araras Vermelhas. Foto: Divulgação

Serviço

O quê: Encontro pelos 50 anos de teatro de José Manoel Sobrinho
Quando: quinta-feira, 17 de setembro, a partir das 18h
Onde: Rua Mamede Simões, Recife
Programação: apresentações musicais com artistas convidados e conversa com o homenageado no Bar Super 8

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Agenda de AGOSTO – terceira semana

DOROTÉIA

Rosamaria Murtinho e Letícia interpretam Nelson Rodrigues dias 20 e 21 de agosto, no Teatro RioMar

Rosamaria Murtinho e Letícia Spiller interpretam Nelson Rodrigues dias 20 e 21 de agosto, no Teatro RioMar

Na galeria de personagens de Rosamaria Murtinho predominam as mulheres ricas e sofisticadas. Nos 60 anos de carreira, a atriz quis desconstruir essa imagem. Dona Flávia, a protagonista de Dorotéia, uma mulher feia, frustrada e infeliz busca destruir a beleza da prima Dorotéia, uma criatura voluptuosa, porém arrependida, interpretada por Letícia Spiller. A fera e a bela de Nelson Rodrigues, com encenação de Jorge Farjalla.
Quando: Dia 20 de agosto (sábado), às 21h; Dia 21 de agosto (domingo), às 19h
Onde: Teatro RioMar Recife (Av. República do Líbano, 251, 4º piso – RioMar Shopping)
Informações: (81) 4003-1212
Duração: 90 minutos
Classificação etária: 16 anos
Ingressos
Balcão Nobre:
R$ 90 (inteira) e R$ 45 (meia)
Plateia:
R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia)
Canais de venda oficiais: bilheteria do teatro (terça a sábado, das 12h às 21h, e domingos e feriados, das 14h às 20h) e site Ingresso Rápido (www.ingressorapido.com.br)
* Meia-entrada válida para maiores de 60 anos, professores estudantes e assinantes do Jornal do Commercio.

ESTREIA

GALILEU, GALILEI

Atriz Denise Fraga faz o papel do cientista italiano. Foto: João Caldas / Divulgação

A atriz Denise Fraga interpreta o cientista italiano perseguido pela Inquisição na comédia Galileu Galilei, do dramaturgo alemão Bertolt Brecht. Trata de questões como intolerância, fundamentalismos e disputas político-religiosas. A peça questiona a figura de Galileu e realiza um embate entre o papel social de cada um e o conforto individual. No elenco estão os atores Ary França, Lúcia Romano, Théo Werneck, Maristela Chelala, Vanderlei Bernardino, Jackie Obrigon, Luís Mármora, Silvio Restiffe e Daniel Warren.
Quando: 18, 19, 20 e 21 de agosto; de quinta a sábado, às 20h; domingo, às 19h
Onde: Teatro de Santa Isabel (Praça da República, s/n, Santo Antônio)
Ingresso: R$ 70 e R$ 35 (meia-entrada)
Informações: 3355-3323

HISTÓRIAS BORDADAS EM MIM

Agrinez Melo. Foto: Reprodução da internet

Agrinez Melo. Foto: Reprodução da internet

Primeiro solo da atriz Agrinez Melo, Histórias Bordadas Em Mim, abarca histórias reais e vivências com a costura e com a vida. São depoimentos pessoais que traçam a dramaturgia, que resgata momentos de infância e da tempos recentes.
Quando: De 19 de agosto a 26 de setembro, sextas, às 20h 
Onde: Espaço O Poste (Rua da Aurora, 529, Boa Vista)
Ingresso: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada)
Informações: (81) 98768-5804 / (81) 99505-4201

ESPECIAL

AS CRIADAS MALCRIADAS

Genet com a Trupe do Barulho. Foto: Divulgação

Genet com a Trupe do Barulho. Foto: Divulgação

As diabólicas Clair e Solange não desistem de acabar com o glamour de Madame X, uma poderosa drag queen, que se dedica a concorrer a todos os títulos disponíveis no mercado como Miss Traveca. E que faz de tudo para conquistar os troféus, inclusive comprar jurados. O texto assinado por Luiz Navarro, é baseado na dramaturgia do francês Jean Genet e a direção de Manoel Constantino. O humor irreverente da Trupe do Barulho, ganha pitadas policialesca e carnavalizada. Com um elenco renovado, a Madame X é defendida por Ricardo Silva, ao lado de Filipe Endrrio (Clair) e Thiago Ambriell (Solange) junto com os experientes e talentosos Jô Ribeiro e Aurino Xavier que trazem ainda mais humor na trama policialesca, cômica e carnavalizada.
Quando: 20 De Agosto, às 20h
Onde: Teatro Experimental Roberto Costa – Paulista North Way Shopping
Quanto: R$ 20 (preço único)
Informações: (81)98463-8388

In-di-ví-duo

Espetáculo é dirigido por Santiago

Espetáculo é dirigido por Santiago

In-di-ví-duo, é o nome de uma jornalista que detém segredos comprometedores para alguns poderosos. Ele vive no País Sem Nome, que passa por um momento de crise e abandona os princípios ideológicos para aderir a um sistema totalitário. A construção cênica do espetáculo está calcada na atmosfera fantástica, não linear, de uma trama de cunho político-dialético e no gestual. Com a companhia teatral Artemanha, grupo paulista que firma residência no Recife. A dramaturgia e a encenação de Luciano Santiago. Elenco: Daniel Gomes, Luciana Lemos, Luciano Santiago, Ronald Santos Cruz e Washington Machado.
Onde: Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457, Boa Vista)
Quando: 20 de agosto, Sábado, às 20h.
Ingresso: R$ 20 e R$ 10 (meia).
Informações: 3184-3057.

FESTIVAL PAGUE QUANTO PUDER 

DE SEGUNDA-FEIRA (15/08) A QUARTA-FEIRA (17/08)
Oficina ‘Suzuki’, com Luciana Brandão (BH)
No Edf. Texas, 3º andar, das 9h às 12h
TERÇA-FEIRA (16/08)
Espetáculo Leve cicatriz, com a Cia. TEMO e Luciana Brandão (BH), direção de Léo Kildare Louback, no Edf. Texas, 3º andar, às 20h

Leve Cicatriz, com Luciana Brandão e direção de Léo Kildare Louback – Foto: Claudia Saito /Coletivo Fotomix 2015

Leve Cicatriz, com Luciana Brandão. Foto: Claudia Saito

Show com Juvenil Silva, No Edf. Texas (bar), às 22h
QUARTA-FEIRA (17/08) E QUINTA-FEIRA (18/08)
Oficina Estranha resistência, com Marcelo Castro (BH),  no Edf. Texas, 3º andar, das 14h às 17h
QUARTA-FEIRA (17/08)
Espetáculo Leve cicatriz, com a Cia. TEMO e Luciana Brandão (BH), No Edf. Texas, 3º andar, às 20h
Show de Aninha Martins, No Texas Café Bar, às 22h
QUINTA-FEIRA (18/08)
Performance ‘Ruído’, com Grupo Espanca (BH), No Edf. Texas (bar), às 17h
Cinema e debate ‘Fincar: narrativas experimentais’, com curadoria de Maria Cardoso e Mariana Porto; no Edf. Texas, 3º andar, às 19h
Festa, No Edf. Texas, às 22h

EM CARTAZ

PURO LIXO, O ESPETÁCULO MAIS VIBRANTE DA CIDADE

Marinho e Eduardo em Puro lixo. Foto: Rodrigo Monteiro

Marinho Falcão e Eduardo Filho em Puro lixo. Foto: Rodrigo Monteiro

Puro lixo – O espetáculo mais vibrante da cidade celebra a atuação do Grupo Vivencial, trupe de Olinda que, com coragem e purpurina, protagonizou uma experiência  radicalmente transformadora de arte e liberdade no Brasil sob a repressão da ditadura militar.
A montagem destaca o clima de alegria e festa das montagens e das vivecas.
Última parte da trilogia Transgressão em três atos – projeto de Stella Maris Saldanha, Alexandre Figueirôa e Cláudio Bezerra desde 2008, que exalta o  legado do Teatro Hermilo Borba Filho (THBF), do Teatro Popular do Nordeste (TPN) e do grupo Vivencial. Tem texto de Luís Augusto Reis, com consultoria de João Silvério Trevisan e direção de Antonio Cadengue. No elenco Eduardo Filho, Gil Paz, Marinho Falcão, Paulo Castelo Branco, Samuel Lira e Stella Maris Saldanha.
Quando: Sábado e domingos, às 18h. Temporada de  de 13 de agosto a 4 de setembro. (Nos dia 3 e 4 de setembro, serão duas sessões: às 18h e às 20h)
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho (Rua do Apolo, 121, bairro do Recife)
Quanto: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)

A RECEITA

Solo com Naná Sodré. Foto: Thais Lima

Solo com Naná Sodré. Foto: Thais Lima

O solo A Receita, com a atriz Naná Sodré faz curta temporada no Teatro Luiz Mendonça, nos dias 18 e 25 de agosto (quintas-feiras), às 20h, dentro do projeto Hoje tem Espetáculo. Com texto e direção de Samuel Santos, mostra a história tragicômica de uma mulher anônima, que entra em abstração, depois de maus-tratos e abandono do marido. Morte, violência, loucura e a intolerância são narradas nesse monólogo explorando diversos pontos de vista.
A Receita começou a ser construída em Brasília, no VI Masters-in-Residence com Eugenio Barba e Julia Varley, do grupo dinamarquês Odin Teatret – Edição Comemorativa – O Diálogo das Técnicas 2013. O solo foi exercitado a partir das observações do diretor Eugênio Barba e da atriz Julia Varley. O processo teve sua continuidade no Recife com direção de Samuel Santos que também assina o texto. Tudo que é construído na cena vem do ator, não há subterfúgios na cenografia, no figurino e na luz, garante o diretor.
Quando: Dias 11, 18 e 25 de agosto (Quintas), às 20h
Onde: Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu – Av. Boa Viagem, S/N – Boa Viagem, Recife)
Classificação: 14 anos
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)
Informações: (81) 3355-9821

A GLORIOSA VIDA E O TRISTE FIM DE ZUMBA SEM DENTE

A Gloriosa Vida e o Triste Fim de Zumba sem Dente" fica em cartaz nas terças-feiras de agosto. Foto: Eduarda Portella/ Divulgação

Zumba sem Dente em cartaz nas terças-feiras de agosto. Foto: Eduarda Portella/ Divulgação

Baseado no conto O Traidor, de Hermilo Borba Filho. Narra a história de Zumba, sapateiro de Palmares que foi sequestrado e morto após se candidatar a prefeito da cidade. A montagem tem adaptação e direção de Carlos Carvalho, e direção musical de Juliano Holanda. No elenco Mario Miranda, Andrezza Alves, Flávio Renovatto e Daniel Barros.
Quando: 16, 23 e 30 de agosto, terças, às 19h30
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho (Cais do Apolo, s/n, Bairro do Recife)
Ingresso: Entrada gratuita
Informações: (81) 3355-3318

O MASCATE, A PÉ-RAPADA E OS FORASTEIROS

O Mascate, a Pé rapada e os Forasteiros com o ator Diógenes D. Lima. Foto: Toni Rodrigues

Recife e Olinda têm histórias divertidas que o ator Diógenes D. Lima leva à cena com linguagem do teatro de objetos. Segundo a produção, o espetáculo urde uma trama real baseada em fatos fictícios sobre as duas cidades de forma inusitada, picante e criativa.
Quando: 17, 18, 24, 25 e 31 de agosto. Quartas e quintas, às 20h
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho (Cais do Apolo, s/n, Bairro do Recife)
Ingresso: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada)
Informações: (81) 3355-3320

NA BEIRA

Espetáculo é apresentado na residência do ator Plínio Maciel. Foto: Divulgação

Espetáculo é apresentado na residência do ator Plínio Maciel. Foto: Divulgação

Na Beira é um solo autobiográfico com Plínio Maciel e direção de Rodrigo Dourado, do Teatro de Fronteira. Faz curta temporada aos sábados 13, 20 e 27 de agosto e 3 de setembro, às 20h, numa residência no bairro da Boa Vista. O ator, aderecista, artesão e bonequeiro Plínio resgata suas memórias de menino de Surubim, agreste pernambucano, que se transferiu para o Recife e se encantou com a contação de “causos”. É apontado como um Forrest Gump pernambucano (Forrest Gump é um filme norte-americano de 1994, dirigido por Robert Zemeckis com Tom Hanks no papel-título, baseado no romance homônimo Winston Groom. O protagonista é um homem simples do Alabama que encontra figuras históricas ao viajar pelo mundo e é testemunha de momentos marcantes). Plínio Maciel resgata histórias e lembranças pessoais, personagens e pessoas que marcaram sua vida.
Quando: 20 e 27 de Agost0 e 3 de setembro sábados), às 19h
Onde: Boa Vista/Recife/PE. Endereço completo enviado por email na confirmação da reserva
Ingressos: R$ 20 (meia-entrada para todos)
Lotação: Apenas 20 lugares
Reservas: exclusivamente pelo email teatrodefronteirape@gmail.com
Duração: 1h30min
Classificação: 14 anos

 SISTEMA 25

Sistema 25 Foto: Camila Sérgio

A situação carcerária do Brasil é o tema central da peça, construída em conjunto pelos atores-narradores e pelo diretor José Manoel Sobrinho. O ponto de partida é uma visita a um presídio no dia de uma rebelião. Apenas 25 espectadores por sessão.
Quando: De 4 a 27 de agosto; quintas e sextas, às 19h; sábados, às 15h e às 19h
Onde: Caixa Cultural Recife – Avenida Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Informações: (81) 3425-1915

O DIÁRIO QUASE RIDÍCULO DE AURORA

atores Rose Quirino e Leonardo Bouças. Foto: Divulgação

Atores Rose Quirino e Leonardo Bouças. Foto: Divulgação

O espetáculo da Cia. de Teatro Omoiós traz a história de Aurora, uma mulher em eterna busca por amores, com esperança e desejo de liberdade. Ela narra encontros e desencontros nas páginas de um diário. Faz de uma mesa de bar seu próprio divã e dos goles de uísque a chave para abrir seu coração. Aurora é o alter ego feminino do jornalista, diretor teatral e escritor Manoel Constantino. No elenco, os atores Rose Quirino e Leonardo Bouças.
Quando: 18 e 25 de agosto, quintas, às 19h
Onde: Bar Conchitas (Rua Manoel Borba, 709, Boa Vista)
Ingresso: R$ 5

 FEBRE QUE ME SEGUE

Montagem dirigida por Wellington Jr a partir do conto de Breno Fittipaldi. Foto: Divulgação

A Máquina de Sonhos Cia. de Teatro apresenta Febre que me segue, baseado em conto de Breno Fittipaldi. Conta a história dos encontros amorosos entre Pedro e Lui, um homem de quarenta e um e um garoto de dezoito anos, seus conflitos e desejos. O grupo investiga as relações entre teatro e literatura. Direção Geral de Wellington Júnior. Elenco: Binha Lemos , Diogo Gomes , Diogo Sant´ana, Elisa Nascimento, Ito Soares, Janaina Almeida, Javila Lima , Karol Soares , Júlia Marques , Lígia Buarque, Luiz Carlos Filho, Maria Eduarda Carvalho , Melissa Franzen, Natália Cozzan, Nayara Lane , Landau, Rafael Ummem , Rodrigo Hermínio, Sabrina França, Shica Farias, Thiago Aznavour e Vicente Simas.
Quando: 20 e 27 de agosto, sábados, às 20h
Onde:Espaço O Poste (Rua da Aurora, 529, Boa Vista)
Ingresso: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)
Escrevemos sobre uma leitura dramatizada do texto em 2011. Quando o assunto é homoerotismo, a faca é afiada

OSSOS

Daniel Barros e Robério Lucado interpretam garotos de programa em Ossos. Foto: Ivana Moura

Daniel Barros e Robério Lucado interpretam garotos de programa em Ossos. Foto: Ivana Moura

O amor moveu Heleno de Gusmão para o exílio e lá ele encontrou o prazer fortuito, o sucesso e a morte. O espetáculo Ossos explora essa viagem do protagonista as suas lembranças e origens, a pretexto de entregar os restos mortais do seu amante aos familiares, em Sertânia, no interior de Pernambuco. A montagem do Coletivo Angu de Teatro faz uma curta temporada no Teatro Barreto Júnior. Um coro de Urubus pontua os fatos embaralhados entre passado e presente. A peça tem dramaturgia de Marcelino e direção de Marcondes Lima. A montagem é patrocinada pelo prêmio Myriam Muniz da FUNARTE – Ministério da Cultura – Governo Federal. Com Arilson Lopes, Ivo Barreto, André Brasileiro, Marcondes Lima, Daniel Barros e Robério Lucado. A trilha sonora é assinada por Juliano Holanda.
Quando: de 19/08 a 25/09, sextas e sábados, às 20h, e domingos, às 19h30
Onde: Teatro Barreto Júnior
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada)
Vendas online pelo site: http://vendas.ne10ingressos.com.br

INFANTIL

VENTO FORTE PARA ÁGUA E SABÃO

Segunda montagem da Fiandeiro para o público mirim. Foto: Divulgação

Segunda montagem da Fiandeiro para o público mirim. Foto: Divulgação


Musical mostra a incrível amizade entre uma bolha de sabão chamada Bolonhesa e Arlindo, uma rajada de vento. Os riscos são grandes, mas as recompensas também. É a segunda montagem da Companhia Fiandeiros dedicada ao público infanto-juvenil. O texto é de Giordano Castro, do grupo Magiluth e de Amanda Torres.
Onde:: Teatro Barreto Júnior (Rua Estudante Jeremias Bastos, s/n, Pina).
Quando: De 20 de agosto a 25 de setembro, Sábados e domingos, às 16h30.
Ingresso: R$ 20 e R$ 10 (meia).
Informações: 3355-6398.

AS PERIPÉCIAS DA TRUP DA ALEGRIA

Peça está em temporada em Paulista, região metropolitana do Recife. Foto: Divulgação

Peça está em temporada em Paulista, região metropolitana do Recife. Foto: Divulgação


Os palhaços Bituca, Bu, Leca e a boneca Loli são amigos e nas suas brincadeiras descobrem o valor por trás das palavras amor, perdão, alegria e coragem. Bituca, interpretado por Dodi Fontes, também autor do texto e diretor do espetáculo, se apresenta como valentão e prega uma peça de terror, para que a turma fique apavorada.
Onde: Teatro Experimental Roberto Costa – Paulista North Way Shopping, Região Metropolitana do Recife
Quando: 21 e 28 de agosto, às 16h30.
Ingresso: R$ 20 e R$ 10 (meia).

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Programa de AGOSTO

ESTREIA

PURO LIXO, O ESPETÁCULO MAIS VIBRANTE DA CIDADE

Puro lixo

Grupo Vivencial é homenageado no espetáculo Puro lixo

Puro lixo – O espetáculo mais vibrante da cidade celebra a atuação do Grupo Vivencial, trupe de Olinda que, com coragem e purpurina, protagonizou uma experiência  radicalmente transformadora de arte e liberdade no Brasil sob a repressão da ditadura militar.
A montagem destaca o clima de alegria e festa das montagens e das vivecas.
Última parte da trilogia Transgressão em três atos – projeto de Stella Maris Saldanha, Alexandre Figueirôa e Cláudio Bezerra desde 2008, que exalta o  legado do Teatro Hermilo Borba Filho (THBF), do Teatro Popular do Nordeste (TPN) e do grupo Vivencial. Tem texto de Luís Augusto Reis, com consultoria de João Silvério Trevisan e direção de Antonio Cadengue. No elenco Eduardo Filho, Gil Paz, Marinho Falcão, Paulo Castelo Branco, Samuel Lira e Stella Maris Saldanha.
Quando: Estreia dia 13 de agosto, Sábado,  18h e 20h. Temporada de  de 13 de agosto a 4 de setembro, 18h (Nos dia 13 e 14, serão duas sessões: às 18h e às 20h)
Quanto: R$ 20 e R$ 10.
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho (Rua do Apolo, 121, bairro do Recife).

IN-DI-VÍ-DU-O

Espetáculo In-di-ví-duo. Foto: Alessandro Moura

Espetáculo In-di-ví-duo. Foto: Alessandro Moura

In-di-ví-duo, é o nome de uma jornalista que detém segredos comprometedores para alguns poderosos. Ele vive no País Sem Nome, que passa por um momento de crise e abandona os princípios ideológicos para aderir a um sistema totalitário. A construção cênica do espetáculo está calcada na atmosfera fantástica, não linear, de uma trama de cunho político-dialético e no gestual. Com a companhia teatral Artemanha, grupo paulista que firma residência no Recife. A dramaturgia e a encenação de Luciano Santiago. Elenco: Daniel Gomes, Luciana Lemos, Luciano Santiago, Ronald Santos Cruz e Washington Machado.
Onde: Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457, Boa Vista)
Quando: 12 e 13 de agosto, sexta e sábado, às 20h.
Ingresso: R$ 20 e R$ 10 (meia0.
Informações: 3184-3057.

GALILEU, GALILEI

Atriz Denise Fraga faz o papel d cientista italiano. Foto: João Caldas Divulgação

Atriz Denise Fraga faz o papel do cientista italiano. Foto: João Caldas Divulgação

A atriz Denise Fraga interpreta o cientista italiano perseguido pela Inquisição na comédia Galileu Galilei, do dramaturgo alemão Bertold Brecht. Trata de questões como intolerância, fundamentalismos e disputas político-religiosas. A peça questiona a figura de Galileu e realiza um embate entre o papel social de cada um e o conforto individual. No elenco estão os atores Ary França, Lúcia Romano, Théo Werneck, Maristela Chelala, Vanderlei Bernardino, Jackie Obrigon, Luís Mármora, Silvio Restiffe e Daniel Warren.
Onde: Teatro de Santa Isabel (Praça da República, s/n, Santo Antônio).
Quando: 18, 19, 20 e 21 de agosto; de quinta a sábado, às 20h; domingo, às 19h.
Ingresso: R$ 70 e R$ 35 (meia).
Informações: 3355-3323.

HISTÓRIAS BORDADAS EM MIM

Agrinez Melo. Foto: Reprodução da internet

Agrinez Melo. Foto: Reprodução da internet

Primeiro solo da atriz Agrinez Melo, Histórias Bordadas Em Mim, abarca histórias reais e vivências com a costura e com a vida. São depoimentos pessoais que traçam a dramaturgia, que resgata momentos de infância e da tempos recentes.
Onde: Espaço O Poste (Rua da Aurora, 529, Boa Vista).
Quando: De 19 de agosto a 26 de setembro, sextas, às 20h. 
Ingresso: R$ 30 e R$ 15 (meia).
Informações: 98768-5804 e 99505-4201.

DOROTÉIA

Rosamaria Murtinho e Letícia interpretam Nelson Rodrigues dias 20 e 21 de agosto, no Teatro RioMar

Rosamaria Murtinho e Letícia Spiller interpretam Nelson Rodrigues dias 20 e 21 de agosto, no Teatro RioMar

Na galeria de personagens de Rosamaria Murtinho predominam as mulheres ricas e sofisticadas. Nos 60 anos de carreira a atriz quis desconstruir essa imagem. Dona Flávia, a protagonista de Dorotéia, uma mulher feia, frustrada e infeliz que busca destruir a beleza da prima Dorotéia, uma criatura voluptuosa, porém arrependida, interpretada por Letícia Spiller. A fera e a bela de Nelson Rodrigues, com encenação de Jorge Farjalla.
Quando: Dia 20 de agosto (sábado), às 21h; Dia 21 de agosto (domingo), às 19h
Onde: Teatro RioMar Recife: Av. República do Líbano, 251, 4º piso – RioMar Shopping
Informações: (81) 4003.1212
Duração: 90 minutos
Classificação etária: 16 anos
Ingressos
Balcão Nobre:
R$ 90 (inteira) e R$ 45 (meia)
Plateia:
R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia)
Canais de venda oficiais: bilheteria do teatro (terça a sábado, das 12h às 21h, e domingos e feriados, das 14h às 20h) e site Ingresso Rápido (www.ingressorapido.com.br)
* Meia-entrada válida para maiores de 60 anos, professores estudantes e assinantes do Jornal do Commercio.

 

ESPECIAL

AS CRIADAS MAL-CRIADAS

Com Thiago Ambrieel, Thyna Flyer e Trupe Do Barulho. Foto: Divulgação

Com Thiago Ambrieel, Thyna Flyer e Trupe Do Barulho. Foto: Divulgação

As diabólicas Clair e Solange não desistem de acabar com o glamour de Madame X, uma poderosa drag queen, que se dedica a concorrer a todos os títulos disponíveis no mercado como Miss Traveca. E que faz de tudo para conquistar os troféus, inclusive comprar jurados. O texto assinado por Luiz Navarro, é baseado na dramaturgia do francês Jean Genet e a direção de Manoel Constantino O humor irreverente da Trupe do Barulho, ganha pitadas policialesca e carnavalizada.
Serviço
As Criadas Malcriadas
Quando: 20 De Agosto, às 20h
Onde: Teatro Experimental Roberto Costa – Paulista North Way Shopping
Quanto:
Ingresso antecipado com 50% de desconto na bilheteria do teatro.
Informações: (81)98463-8388.

FESTIVAL PAGUE QUANTO PUDER 

Alegria de Náufragos Foto: Rafael Passos

Alegria de Náufragos, do grupo paraibano Ser Tão Teatro está no Festival Pague quanto Puder  Foto: Rafael Passos

O Grupo Magiluth realiza o Festival Pague Quanto Puder de Artes Integradas, de 6 a de agosto. Apresentações teatrais, musicais e de dança, performances, oficinas, exposições, no Teatro Barreto Júnior, Edf. Texas e Pátio de Santa Cruz. Participam grupos de Pernambuco, Minas Gerais, Paraíba e São Paulo.
DE SEGUNDA-FEIRA (08/08) A QUINTA-FEIRA (11/08) – Oficina de dramaturgia Nem tudo o que eu falei foi pensado, com Giordano Castro (PE), no Edf. Texas, 1º andar, das 14h às 17h
DE TERÇA-FEIRA (09/08) A A QUINTA-FEIRA (11/08)  – Oficina ‘Manifesto de um corpo delirante’, com Carolina Bianchi (SP), no Edf. Texas, 3º andar, das 14h às 17h
TERÇA-FEIRA (09/08) –
Performance Grupo Magiluth e Ex-exus, No Edf. Texas, 3º andar, às 20h

Magiluth e ex-exus. reprodução do facebook

Magiluth e ex-exus. reprodução do facebook

Show ‘Pernalonga, a banda de um homem só’, No Edf. Texas (bar), às 22h
QUARTA-FEIRA (10/08)
Espetáculo ‘Elegún – um corpo em trânsito’, com Jorge Kildery (PE), No Edf. Texas, 3º andar, às 20h
Show com Publius, no Edf. Texas (bar), às 22h
QUINTA-FEIRA (11/05)
Espetáculo 1 Torto, com Grupo Magiluth (PE), No Edf. Texas, 3º andar, às 20h.

1 Torto, terceiro espetáculo do Magiluth está na programção. Foto: Val Lima

1 Torto, terceiro espetáculo do Magiluth. Foto: Val Lima

Festa Vodalevu, No Edf. Texas (bar) e Mundo Novo, às 22h
SEXTA-FEIRA (12/08)
Espetáculo Alegria de náufragos (ou A Capacidade de Suportar), com o Ser Tão Teatro (PB), no Edf. Texas, 3º andar, às 20h.

Alegria de Náufragos (ou A Capacidade de Suportar). Foto: Rafael Passos

Alegria de Náufragos Foto: Rafael Passos

Festa Hellcife Sound System, No Edf. Texas (bar), às 22h
SÁBADO (13/08)
Abertura da exposição, com Java Araújo, Priscila Lins, Raoni Assis, Nathália Queiroz, Hugo Castro, No Edf. Texas, 1º andar, a partir das 18h
Espetáculo Alegria de náufragos, com o Ser Tão Teatro (PB), no Edf. Texas, 3º andar, às 20h.
‘Tatuagem’, com Hugo Castro, No Edf. Texas, 1º andar, às 18h
Show com Semente de Vulcão, No Texas Café Bar, às 19h
Show ‘Forró na Caixa’, No Texas Café Bar, às 22h
DE SEGUNDA-FEIRA (15/08) A QUARTA-FEIRA (17/08)
Oficina ‘Suzuki’, com Luciana Brandão (BH)
No Edf. Texas, 3º andar, das 9h às 12h
TERÇA-FEIRA (16/08)
Espetáculo Leve cicatriz, com a Cia. TEMO e Luciana Brandão (BH), direção de Léo Kildare Louback, no Edf. Texas, 3º andar, às 20h

Leve Cicatriz, com Luciana Brandão e direção de Léo Kildare Louback – Foto: Claudia Saito /Coletivo Fotomix 2015

Leve Cicatriz, com Luciana Brandão. Foto: Claudia Saito

Show com Juvenil Silva, No Edf. Texas (bar), às 22h
QUARTA-FEIRA (17/08) E QUINTA-FEIRA (18/08)
Oficina Estranha resistência, com Marcelo Castro (BH),  no Edf. Texas, 3º andar, das 14h às 17h
QUARTA-FEIRA (17/08)
Espetáculo Leve cicatriz, com a Cia. TEMO e Luciana Brandão (BH), No Edf. Texas, 3º andar, às 20h
Show de Aninha Martins, No Texas Café Bar, às 22h
QUINTA-FEIRA (18/08)
Performance ‘Ruído’, com Grupo Espanca (BH), No Edf. Texas (bar), às 17h
Cinema e debate ‘Fincar: narrativas experimentais’, com curadoria de Maria Cardoso e Mariana Porto; no Edf. Texas, 3º andar, às 19h
Festa, No Edf. Texas, às 22h

 

EM CARTAZ

A RECEITA

Solo com Naná Sodré. Foto: Thais Lima

Solo com Naná Sodré. Foto: Thais Lima

O solo A Receita, com a atriz Naná Sodré faz curta temporada no Teatro Luiz Mendonça, nos dias 11,18 e 25 de agosto (Quintas), às 20h, dentro do projeto Hoje tem Espetáculo. Com texto e direção de Samuel Santos mostra a história tragicômica de uma mulher anônima, que entra em abstração, depois de maus-tratos e abandono do marido. Morte, violência, loucura e a intolerância são narradas nesse monólogo explorando diversos pontos de vista.
A Receita começou a ser construída em Brasília, no VI Masters-in-Residence com Eugenio Barba e Julia Varley do grupo dinamarquês Odin Teatret – Edição Comemorativa – O Diálogo das Técnicas 2013. O solo foi exercitado a partir das observações do diretor Eugênio Barba e da atriz Julia Varley. O processo teve sua continuidade no Recife com direção de Samuel Santos que também assina o texto.
Tudo que é construído na cena vem do ator, não há subterfúgios na cenografia, no figurino e na luz, garante o diretor.
A Receita
Quando: Dias 11,18 e 25 de agosto (Quintas), às 20h
Onde: Teatro Luiz Mendonça fica no Parque Dona Lindu – Av. Boa Viagem, S/N – Boa Viagem, Recife
Classificação: 14 anos.
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
Informações: (81) 3355-9821

A GLORIOSA VIDA E O TRISTE FIM DE ZUMBA SEM DENTE

A Gloriosa Vida e o Triste Fim de Zumba sem Dente" fica em cartaz nas terças-feiras de agosto. Foto: Eduarda Portella/ Divulgação

Zumba sem Dente em cartaz nas terças-feiras de agosto. Foto: Eduarda Portella/ Divulgação

Baseado no conto O Traidor, de Hermilo Borba Filho. Narra a história de Zumba, sapateiro de Palmares que foi sequestrado e morto após se candidatar a prefeito da cidade. A montagem tem adaptação e direção de Carlos Carvalho, e direção musical de Juliano Holanda. No elenco Mario Miranda, Andrezza Alves, Flávio Renovatto e Daniel Barros.
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho (Cais do Apolo, s/n, Bairro do Recife).
Quando: 9, 16, 23 e 30 de agosto, terças, às 19h30. 
Ingresso: Entrada gratuita.
Informações: 3355-3318.

O MASCATE, A PÉ-RAPADA E OS FORASTEIROS

O Mascate, a Pé rapada e os Forasteiroscom o ator Diógenes D. Lima. Foto: Toni Rodrigues

O Mascate, a Pé rapada e os Forasteiros com o ator Diógenes D. Lima. Foto: Toni Rodrigues

Recife e Olinda têm histórias divertidas que o ator Diógenes D. Lima leva à cena com linguagem do teatro de bonecos.
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho (Cais do Apolo, s/n, Bairro do Recife).
Quando: 10, 11, 17, 18, 24, 25 e 31 de agosto. Quartas e quintas, às 20h.
Ingresso: R$ 30 e R$ 15 (meia).
Informações: 3355-3320.

 SISTEMA 25

Ssistema 25. Foto: Rogerio Alves.

Ssistema 25. Foto: Rogerio Alves.

A situação carcerária do Brasil é o tema central da peça, construída em conjunto pelos atores-narradores e pelo diretor José Manoel Sobrinho. O ponto de partida é uma visita a um presídio no dia de uma rebelião. Apenas 25 espectadores por sessão.
Onde: Caixa Cultural Recife – Avenida Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife.
Quando: De 4 a 27 de agosto; quintas e sextas, às 19h; sábados, às 15h e às 19h. 
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia).
Informações: 3425-1915.

A BICHA BORRALHEIRA

Flavio Andrade (Príncipe) e Filipe Enndrio (Burralheira). Foto: Ivana Moura

Flavio Andrade (Príncipe) e Filipe Enndrio (Burralheira). Foto: Ivana Moura

A Bicha Borralheira (Cinderela a estória que sua mãe não contou) faz uma única apresentação no dia 13 de agosto, às 20h no recém inaugurado Teatro Experimental Roberto Costa, em Paulista.  A Cinderela suburbana do Recife, gay e pobre vai à luta pelo sua felicidade, com a ajuda da fada-madrinha. A Bicha Borralheira é a versão original que deu origem ao fenômeno Cinderela, a estória que sua mãe não contou, a peça mais vista nos anos 1990. Henrique Celibi assina texto, direção, produção. No elenco estão Carlos Mallcom (Madrasta), Filipe Enndrio (Burralheira), Flavio Andrade (Príncipe), Renê Ribeiro e Robério Lucado (as irmãs), Henrique Celibi (Bicha Madrinha), Ítalo Lima (vassalo do rei)
Onde: Teatro Experimental Roberto Costa (Paulista no Shopping North Way)
Quando: sábado dia 13 de agosto
Ingresso: R$ 20
Informações:

O DIÁRIO QUASE RIDÍCULO DE AURORA

atores Rose Quirino e Leonardo Bouças. Foto: Divulgação

atores Rose Quirino e Leonardo Bouças. Foto: Divulgação

O espetáculo da Cia. de Teatro Omoiós traz a história de Aurora, uma mulher em eterna busca por amores, com esperança e desejo de liberdade. Ela narra encontros e desencontros nas páginas de um diário. Faz de uma mesa de bar seu próprio divã e dos goles de uísque a chave para abrir seu coração. Aurora é o alter ego feminino do jornalista, diretor teatral e escritor Manoel Constantino. No elenco, os atores Rose Quirino e Leonardo Bouças.
Onde: Bar Conchitas (Rua Manoel Borba, 709, Boa Vista).
Quando: 11, 18 e 25 de agosto, quintas, às 19h.
Ingresso: R$ 5.

ANDARTE ANDARILHO

O ator Marcio Feche em seu primeiro monólogo. Foto: Caio Tiburtino

O ator Marcio Feche em seu primeiro monólogo. Foto: Caio Tiburtino

O monólogo Andarte Andarilho apresenta um personagem que é abandonado pelo autor no início de sua criação. Desamparado, sem rumo e sem saber o que fazer dali pra frente, ele está livre / obrigado a arquitetar seu próprio destino, fazer suas próprias escolhas e superar várias dificuldades para se firmar. Com o ator pernambucano Márcio Fecher.
Onde: Espaço Cênicas (Rua Vigário Tenório, 199, 2º andar, Bairro do Recife – entrada pela rua Vigário Tenório).
Quando: 5 e 12 de agosto,  sextas, às 20h. 
Ingresso: R$ 20 e R$ 10 (meia).
Informações:99609-3838 ou 99166-7344.

ALGUÉM PRA FUGIR COMIGO

Ensaio aberto da montagem assinada por Analice Croccia e Quiercles Santana . Foto: Mariá Villar

Ensaio aberto da montagem assinada por Analice Croccia e Quiercles Santana . Foto: Mariá Villar

O Resta 1 Coletivo de Teatro realiza ensaios abertos do espetáculo Alguém pra fugir comigo, um desabafo contra as banais injustiças do cotidiano. O espetáculo renuncia à coerência dramática e é desenvolvido em ondas. A dramaturgia é inspirada em trechos de textos políticos, líricos, filosóficos; em relatos de fatos verídicos (e fictícios), ocorridos recentemente ou no séc. XIX, no Brasil (mais especificamente no Recife) ou fora dele. Põe em evidência a crise ética, social e humana. De viés político, busca desestabilizar certezas. É uma peça sobre urgências. A encenação é assinada por Analice Croccia e Quiercles Santana. No elenco estão Analice Croccia, Ane Lima, Caíque Ferraz, Gustavo Soares, Ludmila Pessoa, Luís Bringel, Nataly Oliveira, Pollyanna Cabral e Wilamys Rosendo.
Onde: Espaço Cênicas (Avenida Marquês de Olinda, 199, 2º andar, Bairro do Recife – acesso pela rua Vigário Tenório)
Quando: 13 de agosto. Horário: sábado, às 19h.
 Ingresso:Contribuição espontânea a partir de R$ 15.
Informações: <ahref=”mailto:resta1coletivodeteatro@gmail.com”>resta1coletivodeteatro@gmail.com

FEBRE QUE ME SEGUE

Montagem dirigida por Wellington Jr a partir do conto de Breno Fittipaldi. Foto: Divulgação

A Máquina de Sonhos Cia. de Teatro apresenta Febre que me segue, baseado em conto de Breno Fittipaldi. Conta a história dos encontros amorosos entre Pedro e Lui, um homem de quarenta e um e um garoto de dezoito anos, seus conflitos e desejos. O grupo investiga as relações entre teatro e literatura. Direção Geral de Wellington Júnior. Elenco: Binha Lemos , Diogo Gomes , Diogo Sant´ana, Elisa Nascimento, Ito Soares, Janaina Almeida, Javila Lima , Karol Soares , Júlia Marques , Lígia Buarque, Luiz Carlos Filho, Maria Eduarda Carvalho , Melissa Franzen, Natália Cozzan, Nayara Lane , Landau, Rafael Ummem , Rodrigo Hermínio, Sabrina França, Shica Farias, Thiago Aznavour e Vicente Simas.
Onde:Espaço O Poste (Rua da Aurora, 529, Boa Vista)
Quando: 13, 20 e 27 de agosto, sábados, às 20h.
Ingresso: R$ 20 e R$ 10 (meia).
Escrevemos sobre uma leitura dramatizada do texto em 2011. Quando o assunto é homoerotismo, a faca é afiada

 

DANÇA

MORDER A LÍNGUA

Cecilia Colacrai e João Lima dividem a cena nesta turnê. Foto: Tristán Pérez-Martín

Cecilia Colacrai e João Lima dividem a cena nesta turnê. Foto: Tristán Pérez-Martín

O espetáculo de dança contemporânea Morder a Língua, criado em coautoria pelos artistas João Lima (Brasil), Anna Rubirola (Espanha) e Cecilia Colacrai (Argentina), fica em cartaz de. A turnê é contemplada pelo Prêmio Funarte Klauss Vianna 2014, do Ministério da Cultura e já passou por cinco capitais brasileiras.
Morder a língua tem como tema a comunicação entre as pessoas. É um trabalho que investiga as relações entre palavra e gesto, linguagem e movimento, coreografia e possibilidade de gerar diferentes significados. Estreou na Espanha em dezembro de 2014. Nesta circulação, é executado por João Lima e Cecília Colacrai.
SERVIÇO
Morder a Língua
Onde: Teatro Marco Camarotti – Sesc Santo Amaro
Quando: 11 a 14 de agosto. De quinta a sábado às 20h, domingo às 18h.
Ingresso: R$ 20 inteira e R$ 10

 

CIRCULANDO

CAMILE CLAUDEL

Há quase vinte anos a atriz Ceronha Pontes anda as voltas com Camile Claudel

Há quase vinte anos a atriz Ceronha Pontes anda as voltas com Camile Claudel. Foto: Bárbara Umbra

São quase vinte anos de convivência e mais de dez em cena da atriz Ceronha Pontes com a escultora francesa Camille Claudel. Pesquisando, escrevendo, atuando, dirigindo, produzindo. A artista morreu em 1943, aos 79 anos de idade, pobre, sozinha numa cama de hospício, onde ficou por mais de 30 anos. Atormentada pelo um amor que nutria por Rodin, pelos preconceitos da sociedade francesa do século 19 e pela doença que a levou ao isolamento. A própria família a renegou. Apresentação em Petrolina, dia 13 de agosto, às 20h, no Teatro D. Amélia, na programação do Aldeia Velho Chico.
Camille Claudel na Aldeia do Velho Chico – XII Festival de Artes do Vale do São Francisco
Onde: Teatro D. Amélia (Petrolina).
Quando: 13 de agosto, às 20h.
Ingresso: R$ 30 e R$ 15 (meia).
Informações:

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A barra pesa na prisão

Sistema25 aborda a vida na prisão. Na foto de Camila Sergio, Will Cruz e Ricardo Andrade

Sistema 25 aborda a vida na prisão. Na foto de Camila Sergio, os atores Will Cruz e Ricardo Andrade

Sistema 25 é um experimento cênico no sentido mais potente desse termo. Que vai se transformando. Que encara o risco para não cair na acomodação. Com um elenco de 25 atores, com direito a revezamento de papeis e com entradas e saídas de vários integrantes. O espetáculo foi urdido em 12 meses de ensaios para a construção de 30 cenas e 7 canções originais. Os intérpretes compartilham a situação de encarceramento com 25 espectadores que ocupam a mesma geografia. O sistema prisional brasileiro é a camada macro exposta nesta montagem dos grupos Cênico Calabouço e Teatral Risadinha, com direção de José Manoel Sobrinho.

Num dia de visitas no presídio ocorre uma rebelião. E é nesse ambiente tenso, opressor, que esses personagens revelam suas individualidades contaminadas pelo coabitação tão próxima em celas minúsculas.

“Vinte e cinco homens empilhados, espremidos, esmagados de corpo e alma entre grades de ferro e paredes úmidas e frias, num cubículo onde mal caberiam oito pessoas e seus desesperos, seus tédios, suas desesperanças e o tenebroso ócio”, escreveu o dramaturgo Plínio Marcos em texto que inspirou a peça.

A “Cena da Origem” da encenação é o conto Em Osasco, do livro Inútil Canto e Inútil Pranto pelos Anjos Caídos, que forneceu o mote para a criação das narrativas. E para encorpar essa dramaturgia foram somadas pesquisas sobre homens presos. Para criar esse estado-limite de intimidade e de desumanidade

A encenação foi erguida sem patrocínio. Foram mais de 12 meses de ensaios, idas e vindas. Já fez algumas curtas temporadas no Teatro Marco Camarotti, no Espaço Experimental. Faz 16 apresentações na CAIXA Cultural Recife, de quinta a sábado, de 4 a 27 de agosto.

As sessões acontecem às 19h nas quintas e sextas-feiras e às 15h e 19h aos sábados. Os ingressos custam R$ 10 e R$ 5 (meia) e estarão à venda nas quartas-feiras que antecedem o primeiro dia de apresentação da semana, respectivamente: 3, 10, 17, e 24 de agosto. O espetáculo dura 2h40 minutos.
Espetácuo faz 16 apresentações na Caixa Cultural Recife. Foto. Camila Sergio

As partituras de ação foram edificadas pelos atores-dramaturgos-narradores, sob o comando do encenador José Manoel Sobrinho continua em processo.

Criaturas que em condições indignas mas que mantém códigos de honra. Entre lutas por pequenos e podres poderes, os encarcerados expõem também suas fragilidades, afeto, desejo de proteção, medo, lealdade, cumplicidade, traição. Há de tudo, exposto com uma lupa da degradação do ser humana.

A direção musical é de Samuel Lira, e no elenco estão atores Alberto Braynner, André Xavier, Beto Nery, Breno Fittipaldi, Bruno Britto, Cláudio Siqueira, Eddie Monteiro,Edinaldo Ribeiro, Emanuel David D´Lúcard, Flávio Santos, Geraldo Cosmo, Guto Kelevra, Hypolito Patzdorf, Marcílio Moraes, Neemias Dinarte, Nelson Lafayette, Nildo Barbosa, Normando Roberto Santos, Otacilio Júnior, Paulo André Viana, Pedro Dias, Ricardo Andrade, Robson Queiroz, Samuel Bennaton e Will Cruz.

Seminários –  A encenação agrega a ações de debate político-social sobre os sistemas existentes dentro e fora das grades, com três encontros, sempre às 19h. Ensaio sobre o Amor, no dia 10/08, Ensaio sobre a Força, dia 17/08 e Ensaio sobre a Dor, no dia 24/08. Haverá trechos da peça para incitar o debate com especialistas. A entrada é gratuita, com senhas distribuídas a partir das 18h.

Ficha técnica:

Encenação José Manoel Sobrinho
Assistente Direção Breno Fiitipaldi e Neemias Dinarte
Dramaturgia Beto Nery, Breno Fittipaldi, Billé Ares, Bruno Britto, Cláudio Siqueira, Edinaldo Ribeiro, Eddie Monteiro, Emanuel David D´Lúcard, Geraldo Cosmo, José Manoel Sobrinho, Marcílio Moraes, Neemias Dinarte, Robson Queiroz, Samuel Bennaton, Will Cruz
Direção Musical Samuel Lira
Músicas André Filho, Eduardo Espinhara e Geraldo Maia
Letras André Filho, Eduardo Espinhara, Emanuel David D´Lúcard, Marcílio Moraes, Romildo Luis, Samuel Bannaton, Thyago Ribeiro e Will Cruz
Coreografia do Tango Rogério Alves
Elenco Alberto Braynner, André Xavier, Beto Nery, Breno Fittipaldi, Cláudio Siqueira, Eddie Monteiro, Edinaldo Ribeiro, Emanuel David D´Lúcard, Flávio Santos, Gleison Nascimento, Geraldo Cosmo, Guto Kelevra, Hypolito Patzdorf, João Neto, Marcílio Moraes, Neemias Dinarte, Nelson Lafayette, Nildo Barbosa, Normando Roberto Santos, Otacilio Júnior, Paulo André Viana, Pedro Dias, Ricardo Andrade, Robson Queiroz, Samuel Bennaton, Sandro Sant´na e Will Cruz
Design e operação de Iluminação Luciana Raposo
Assis de Operação Júnior Brow
Arte VisualBeto Saulo
Produção Executiva de Carminha Lins, Virginia Grécia e Paulo Ferrera.

Serviço:
SISTEMA 25
Local: CAIXA Cultural Recife
Endereço: Av. Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife, Recife/PE
Data: 4 a 27 de agosto de 2016, de quinta a sábado.
Horário: 19h nas quintas e sextas-feiras e 15 e 19h nos sábados.
Ingresso: R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia) – vendas nas quartas-feiras que antecedem os dias de apresentação da semana, respectivamente: 3, 10, 17 e 24 de agosto, a partir das 10h e exclusivamente na bilheteria do espaço.
Informações: (81) 3425-1915

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Indicados do Janeiro 2016

A entrega do Prêmio Apacepe de Teatro e Dança do 22º Janeiro de Grandes Espetáculos será na quinta-feira, no Teatro de Santa Isabel

Entrega do Prêmio Apacepe do 22º Janeiro de Grandes Espetáculos será na quinta-feira, no Teatro de Santa Isabel

janeiro-de-grandes-espetáculos-SSSSO Prêmio Apacepe de Teatro e Dança das edições do Janeiro de Grandes Espetáculos – Festival Internacional de Artes Cênicas de Pernambuco é um dos poucos legitimadores da construção de valor dos espetáculos no estado. É um processo complexo esse da consagração. Embora o teatro por aqui não possa ser comparado à arte contemporânea enquanto estatuto de mercado. É uma premiação amada e odiada pelos próprios artistas. Of course. O resultado também não está embutido da projeção que os filmes pernambucanos recebem quando abiscoitam prêmios pelo mundo afora (e tem tanto festival de cinema, que é uma beleza). É o que pessoal do teatro daqui tem para seus escambos simbólicos.

Então, quinta-feira, a partir das 19h30, no Teatro de Santa Isabel, com entrada franca, serão conhecidos os eleitos como os melhores dessa 22ª edição. Um show com o Maestro Spok, com participação especial do Véio Mangaba, vai animar a cerimônia, que este ano não será seguida de festa, por questões de custos, segundo os organizadores.

O Festival ficou mais enxuto este ano, com 64 apresentações contra mais de 100 do ano passado. Segundo informações da assessoria o público passou de 12 mil pessoas no Recife, mais 3 mil pelo Circuito BNDES de Música (Recife, Caruaru, Goiana e Olinda), além de 1 mil pessoas nas atividades extras (oficinas, leituras dramatizadas, saraus, lançamento de revista e livros, etc.).

A turma responsável pela felicidade de uns e tristeza de outros é composta pelo encenador e dramaturgo Fernando Limoeiro e pelas atrizes Magdale Alves e Maria Rita Freire Costa. O trio integra a comissão julgadora de Teatro (Adulto e Infância). Já a de dança é formada pelas bailarinas e coreógrafas Sandra Rino, Mônica Lira e Maria Paula Costa Rêgo.

O assessor de imprensa Leidson Ferraz lembra que o Teatro de Santa Isabel não permite entrada de espectadores que estejam de short ou camiseta.

Essa regra, que deve ter sido baixada no Segundo Império (isso é uma ironia), precisa ser revista.

 

PRÊMIO APACEPE DE TEATRO E DANÇA 2016

INDICAÇÕES TEATRO ADULTO

MELHOR ESPETÁCULO
Em Nome do Pai – REC Produtores Associados – Recife/PE
Luas de Há Muito Sóis – Papelão Produções e Projeto Fafe Cidade das Artes – Recife/PE/Fafe/Portugal
O Açougueiro – Produção Alexandre Guimarães – Recife/PE
Sistema 25 – Grupo Cênico Calabouço e Grupo Teatral Risadinha – Recife/Camaragibe/PE
Soledad – A Terra é Fogo Sob Nossos Pés – Cria do Palco – Recife/PE

MELHOR DIRETOR
Cira Ramos – Em Nome do Pai
José Manoel – Sistema 25
Malú Bazan – Soledad – A Terra é Fogo Sob Nossos Pés
Moncho Rodriguez – Luas de Há Muito Sóis
Samuel Santos – O Açougueiro 

MELHOR ATOR
Alexandre Guimarães – O Açougueiro
Cláudio Ferrario – A Invenção da Palavra
Marcelino Dias – Angelicus Prostitutus
Tatto Medinni – Jr.
Walmir Chagas – Saudosiar… A Noite Insone de Um Palhaço…

MELHOR ATRIZ
Hilda Torres – Soledad – A Terra é Fogo Sob Nossos Pés
Marina Duarte – Luas de Há Muito Sóis
Nilza Lisboa – Obsessão

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Antônio Rodrigues – Salmo 91
Carlos Lira – Angelicus Prostitutus
Emanuel David D’lucard – Sistema 25
Neemias Dinarte – Sistema 25
Robson Queiroz – Sistema 25

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Luciana Lemos – Angelicus Prostitutus
Lucrécia Forcioni – Angelicus Prostitutus
Natascha Falcão – Luas de Há Muito Sóis

ATOR REVELAÇÃO
André Xavier – Sistema 25
Filipe Enndrio – Cabaré Diversiones
Glauco Bellardy – Abraço – Nunca Estaremos Sós
Mateus Maia – Abraço – Nunca Estaremos Sós

ATRIZ REVELAÇÃO
Danielle Sena – Abraço – Nunca Estaremos Sós
Duda Martins – Abraço – Nunca Estaremos Sós
Lívia Lins – Abraço – Nunca Estaremos Sós

MELHOR SONOPLASTIA OU TRILHA SONORA
Narciso Fernandes – Luas de Há Muito Sóis
Narciso Fernandes e Walmir Chagas – Saudosiar… A Noite Insone de Um Palhaço…
Samuel Lira – Sistema 25
Vitor Bertonny e Leila Chaves – Abraço – Nunca Estaremos Sós

MELHOR ILUMINAÇÃO
Dado Sodi – Em Nome do Pai
Luciana Raposo – Angelicus Prostitutus
Luciana Raposo – Sistema 25
Moncho Rodriguez – Luas de Há Muito Sóis
Samuel Santos – O Açougueiro

MELHOR CENÁRIO
Antônio Rodrigues – Salmo 91
Célio Pontes – Angelicus Prostitutus
Malú Bazan – Soledad – A Terra é Fogo Sob Nossos Pés
Moncho Rodriguez – Saudosiar… A Noite Insone de Um Palhaço…
O Grupo – Sistema 25

MELHOR FIGURINO
Célio Pontes – Angelicus Prostitutus
Henrique Celibi – Cabaré Diversiones
Marília Martins – A Invenção da Palavra
Moncho Rodriguez – Luas de Há Muito Sóis
Nildo Garbo – A Visita

MELHOR MAQUIAGEM
Vinícius Vieira – O Açougueiro
Célio Pontes – Angelicus Prostitutus

O JÚRI CRIOU UM PRÊMIO ESPECIAL

CORPO DE JURADOS:
Fernando Antônio de Mélo (Fernando Limoeiro):
Magdale Alves
Maria Rita Freire Costa
Coordenação/Produção de Júri: Augusta Ferraz

INDICAÇÕES – TEATRO PARA A INFÂNCIA

MELHOR ESPETÁCULO
Cavaco e Sua Pulga Adestrada – Caravana Tapioca – Recife/PE
Sebastiana e Severina – Teatro Kamikase – Olinda/PE

MELHOR DIRETOR
Helder Vasconcelos – Cavaco e Sua Pulga Adestrada
Claudio Lira – Sebastiana e Severina

MELHOR ATOR
Fábio Caio – Sabores e Saberes do Milho
Anderson Machado – Cavaco e Sua Pulga Adestrada

MELHOR ATRIZ
Zuleika Ferreira – Sebastiana e Severina
Célia Regina – Sebastiana e Severina

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Apenas uma indicação

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Apenas uma indicação

ATOR REVELAÇÃO
Não há Indicados para esta categoria

ATRIZ REVELAÇÃO
Não há Indicadas para esta categoria

MELHOR SONOPLASTIA OU TRILHA SONORA
Fernando Escrich – Sabores e Saberes do Milho
Adriana Millet – Cavaco e Sua Pulga Adestrada
Demétrio Rangel – Sebastiana e Severina

MELHOR ILUMINAÇÃO
Apenas uma indicação

MELHOR CENÁRIO
Fábio Caio – Sabores e Saberes do Milho
Anderson Machado – Cavaco e Sua Pulga Adestrada
Marcondes Lima – Sebastiana e Severina

MELHOR FIGURINO
Fábio Caio – Sabores e Saberes do Milho
Luciano Pontes – Cavaco e Sua Pulga Adestrada
Marcondes Lima – Sebastiana e Severina

MELHOR MAQUIAGEM
Apenas uma indicação

CORPO DE JURADOS:
Fernando Antônio de Mélo (Fernando Limoeiro)
Magdale Alves
Maria Rita Freire Costa
Coordenação/Produção de Júri: Augusta Ferraz

INDICAÇÕES – DANÇA

MELHOR ESPETÁCULO
Bailaora – Cia. Karina Leiro – Recife/PE
Fraturas – Coletivo Trippé – Petrolina/PE
Passo – Compassos Cia. de Danças – Recife/PE

MELHOR COREOGRAFIA
Karina Leiro, Yara Castro, Fábio Rodriguez, Deborah Nefussi, José Sales e Cia. Karina Leiro – Bailaora
Maurício de Oliveira – Fraturas
Raimundo Branco – Passo

MELHOR BAILARINO
Adriano Alves – Fraturas
Gervásio Bráz – Passo
Neto Portela – (L)a (P)lage

MELHOR BAILARINA
Hulli Cavalcanti – (L)a (P)lage
Júlia Gondim – Fraturas
Karina Leiro – Bailaora
Marcela Aragão – Passo

BAILARINO REVELAÇÃO
Apenas uma indicação

BAILARINA REVELAÇÃO
Apenas uma indicação

MELHOR ILUMINAÇÃO
Carlos Tiago e Maurício de Oliveira – Fraturas
Cleison Ramos – Bailaora
Joana Veloso – (L)a (P)lage

MELHOR FIGURINO
Compassos Cia. de Danças – Passo
Dallielle Oliveira, Fernanda Paulino e José Sales – Bailaora
Maurício de Oliveira – Fraturas

MELHOR CENÁRIO
Apenas uma indicação

MELHOR SONOPLASTIA OU TRILHA SONORA
Eduardo Bertussi – Bailaora
Tato Taborda – Fraturas

PRÊMIO ESPECIAL
O júri criou um Prêmio Especial

CORPO DE JURADAS:
Maria Paula Costa Rêgo
Mônica Lira
Sandra Rino
COORDENAÇÃO/PRODUÇÃO DE CORPO DE JÚRI: Augusta Ferraz

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