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Interesse coletivo

No último final de semana, foi realizado o Congresso Brasileiro de Teatro, em Osasco. A ministra da Cultura Ana de Hollanda, envolvida em várias polêmicas desde que assumiu o cargo, participou. Quem esteve por lá também foi o querido Tadeu Gondim (um dos nossos fotógrafos preferidos!) do Coletivo Angu de Teatro. Nós pedimos e ele aceitou contar aqui como foi o encontro (Obrigada, Tadeu!):

“Não é segredo que a luta das pessoas que trabalham com teatro é árdua… Em comparação com outras profissões, nós, artistas, desde sempre tivemos que, literalmente, brigar para conseguir espaço, respeito e, claro, subsídios financeiros para possibilitar a execução do nosso trabalho e conseqüentemente para o nosso sustento (sem desmerecer as lutas de outras categorias). A realização do Congresso Brasileiro de Teatro, nos dias 26 e 27 de março últimos, em Osasco, São Paulo, foi por esses e outros motivos um marco positivo na história do teatro de nosso país.

Com a presença de profissionais de quase todos os estados do Brasil (20 estados e mais o Distrito Federal), foram discutidas na plenária do congresso questões fundamentais para o futuro das artes cênicas. O Prêmio Teatro Brasileiro, o Projeto de Lei Procultura (Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura – PL nº6.722/2010) a ser instituído em substituição à atual Lei Rouanet, a necessidade de execução, por parte da Funarte, dos editais relacionados ao Fundo Setorial de Artes Cênicas e o teatro de rua no país que, em alguns estados, vem sendo reprimido seja por violência física e/ou pela burocracia que “privatiza” espaços públicos ferindo direitos garantidos pela constituição; foram temas centrais do congresso, que contou em seu encerramento com a presença da Ministra da Cultura Ana de Hollanda, do Presidente da Funarte Antônio Grassi, do Secretário de Políticas Culturais do Minc Sérgio Mambertti, do Senador Eduardo Suplicy, entre outros.

Como resultado final, uma carta foi entregue à Ministra, com todas as questões importantes discutidas pela plenária durante o encontro. “Vamos apoiar o Prêmio Teatro Brasileiro, que consta no projeto do ProCultura”, disse Ana de Hollanda, que recebeu o documento.

Ana de Hollanda participa de Congresso de Teatro. Foto: Marcos Fioravanti

Fica deste congresso, além dos pontos positivos citados acima, a necessidade de uma maior articulação por parte dos profissionais de teatro do Nordeste em participar conjuntamente de eventos como esse. As condições propostas por profissionais de teatro das regiões Sul e Sudeste muitas vezes não condizem com a realidade de outras regiões. A proposta do Prêmio Teatro Brasileiro, por exemplo, ainda a ser definido em regulamento, possui disparidades entre os valores propostos para as regiões Sul/Sudeste e para a Norte/Nordeste.

A união de forças será fundamental para a garantia de direitos realmente iguais para todos. O valor da nossa
criação artística não pode ser mensurado por colegas de outro estado (mesmo que queridos), que desconhecem a nossa realidade. A união será importante para garantir os interesses realmente coletivos”.

Confira aqui a carta elaborada durante o Congresso:
O Congresso Brasileiro de Teatro, realizado em Osasco, São Paulo, nos dias 26 e 27 de março de 2011, que reuniu profissionais do teatro nacional de vinte estados e do Distrito Federal, com os objetivos de:
discutir e refletir sobre as atuais políticas públicas culturais executadas pelas instâncias públicas e privadas;
e assegurar o debate e a implantação das propostas do setor teatral elaboradas e apresentadas à sociedade e ao Estado, ao longo dos últimos oito anos, decidiu:
considerando os relatos dos congressistas que comprovam que os espaços públicos no Brasil tem sido privatizados, por meio de cobrança de taxas, proibição aos artistas de exercer seu ofício, com o uso de violência física e moral, apesar do artigo 5º da Constituição Federal Brasileira garantir o direito de ir e vir e a liberdade de expressão, entendemos que a mesma está sendo desrespeitada nas instâncias municipal, estadual e federal;

– elaborar instrumentos jurídicos que regulem a ocupação dos prédios públicos ociosos, bem como imóveis que tenham possibilidade de agregar os artistas;

– criar uma comissão para impetrar uma carta-denúncia que deverá ser entregue em audiência com a Ministra da Secretaria Nacional de Direitos Humanos;

– apoiar o projeto de lei federal apresentado pelo Dep. Fed. Vicente Cândido, lido em plenária, que regulamenta a garantia deste direito.

E, também,

considerando os esforços realizados no Congresso Brasileiro de Teatro (1979, em Arcozelo) Movimento Brasileiro de Teatro de Grupo (anos 80), o Movimento Arte Contra à Barbárie (1998), Redemoinho (2004-2009), Rede Brasileira de Teatro de Rua (2007), que culminaram na elaboração da Lei Prêmio do Teatro Brasileiro,

– exigir, em caráter de urgência, a sua votação pelo Congresso Nacional e, posteriormente, a sua implementação pelo Ministério da Cultura;

– fazer mobilização nacional pela votação imediata do Prêmio Teatro Brasileiro;

A plenária do Congresso Brasileiro de Teatro exige, ainda:

– aprovação imediata do Projeto de Lei PROCULTURA, no qual está inserido o Premio Teatro Brasileiro, com dotação orçamentária própria em Lei especifica;

– a execução, pela FUNARTE, dos editais relacionados ao Fundo Setorial de Artes Cênicas;

– a definição do dia 27 de março como o Dia Nacional de Mobilização do Teatro;

Ficou decidido que a data do 2º. Congresso Brasileiro de Teatro será dias 06,07 e 08 de abril de 2012 em Brasília, Distrito Federal.

Osasco, 27 de março de 2011, Dia Mundial do Teatro.

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Teatro pela net

Vida, da Companhia Brasileira de Teatro

Sim, como diz a campanha veiculada pela Globo Nordeste, “Teatro é ao vivo. Vá ver”. Mas se você nem sempre está no lugar que queria e aquele espetáculo que você ficou doido para assistir desde a estreia ainda não tem previsão de passar pela sua cidade, dê uma olhadinha no site Cennarium – It´s showtime (www.cennarium.com).

O projeto está completando um ano. Resgatei um trecho de uma matéria de Thiago Corrêa para o DP ano passado, falando do lançamento do site:

“Fruto do investimento inicial de R$ 10 milhões e do trabalho desenvolvido nos últimos sete meses pela holding Nortik, o projeto passa a oferecer exibições de espetáculos para o país inteiro, por meio de transmissão via internet. Nesse primeiro momento, serão oferecidas mais de 25 peças. No programa, para ser visto de qualquer lugar e horário, estão peças como Cacilda do Teatro Oficina e La música com a atriz Xuxa Lopes. Outras 40 já estão captadas e o plano é colocar pelo menos duas novas por semana. “Nosso critério é a popularização da cultura, queremos atender um leque grande de produções, atingir todos os níveis de espetáculo”, explicou o diretor da Cennarium, Roberto Lima, durante coletiva de imprensa realizada na última quarta-feira.

Por enquanto só estão disponíveis espetáculos do eixo Rio-São Paulo, mas existe a possibilidade de, num segundo momento, o projeto abrir espaço para produções de outros centros do país. “Ainda não compensa sairmos do eixo, mas se juntarmos umas cinco peças numa cidade aí vale a pena”, justificou o CEO, Harry Fernandes, ressaltando que as gravações envolvem o trabalho de 30 a 40 pessoas. Os vídeos são gravados por cinco a 12 câmeras em uma sessão da peça, com o som captado através de microfones usados em jogos de futebol. “Fazemos a gravação sem mexer na luz e no som da peça, queremos transportar com qualidade a sensação do teatro, de como está sendo produzido no palco”, apontou o diretor da Cennarium.

As peças serão assistidas pela internet em sistema semelhante ao pay-per-view da TV a cabo, podendo ser assistidas várias vezes, no intervalo de 24 horas. Os espetáculos são divididos em blocos de 12 a 16 minutos para facilitar o acesso dos internautas, possibilitar inserções comerciais e se adaptar às comodidades do ambiente familiar. “Se fosse uma câmera só seria muito chato, estamos entre o teatro e uma linguagem de televisão, com closes e planos médios”, avaliou o ator Fúlvio Stefanini, que esteve na coletiva.

As peças custam pelo menos R$ 10 e no máximo metade do ingresso físico. Segundo o diretor do Cennarium, o valor é estipulado pelas próprias companhias teatrais e vão se transformar numa nova fonte de renda para o grupo. “As companhias terão até 50% do lucro líquido das nossas vendas e vão poder vender três inserções comerciais”, disse Lima, lembrando ainda que uma mesma companhia poderá receber por mais de um espetáculo, inclusive pelos que já saíram de cartaz mas podem ser vistos no site. O tempo mínimo de permanência no site é de cinco anos.

Tirando a exibição das peças, o restante do conteúdo é aberto, trazendo fotos, ficha técnica, sinopses e entrevistas com o elenco. Para assistir às peças, os interessados devem se cadastrar no site, efetuar o pagamento e selecionar o espetáculo. “Usamos o sistema de download progressivo, em que o vídeo é carregado enquanto você assiste a ele. Optamos por ele por não saber qual a conexão do público. Mas em média cada cinco minutos de vídeo são carregados em 15 segundos”, explicou o diretor de tecnologia Guto Costa.”

Recebemos um e-mail da assessoria do Cennarium avisando que neste domingo, Dia Mundial do Teatro, todo o portfólio do site, que já conta com mais de 70 opções, estará aberto ao público gratuitamente, das 14h às 20h.

Macbeth estará disponível gratuitamente

Tem, por exemplo, Macbeth, com Renata Sorrah; Um navio no espaço ou Ana Cristina César, com Bel Kutner e Paulo José; Vida, da Companhia Brasileira de Teatro, de Curitiba. E ainda comédia, infantis, musicais, dança. Faça a sua programação e celebre o teatro neste domingo, nem que seja na frente do computador!

Um navio navio espaço ou Ana Cristina César/Foto: Emi Hoshi/ clix.fot.br

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Toda novela tem seu fim?

Na próxima semana, depois de curada toda e qualquer ressaca do carnaval, a Prefeitura do Recife deve anunciar a programação que, finalmente, vai abrir o teatro do Parque Dona Lindu, no bairro de Boa Viagem. A gente tinha ouvido uns comentários – de uns e de outros – dizendo que a principal atração seria a peça As centenárias, com Marieta Severo e Andréa Beltrão, texto do pernambucano Newton Moreno.

Foto: Guga Melgar/Divulgação

Bom, segundo me confirmou o secretário Renato L no primeiro dia da folia de momo, a Prefeitura até tentou. Mas as atrizes não tinham agenda para vir ao Recife. Mais uma vez, a visita desta montagem – de texto engraçadíssimo -, vai ficar para a próxima. A produção também teria tentado trazer Maria do Caritó, outro texto de Moreno, desta vez tendo Lília Cabral como protagonista, mas também não teria sido possível.

A principal atração mesmo Renato L disse que só falava na coletiva; mas confirmou que O amor de Clotilde por um certo Leandro Dantas, sucesso da Trupe Ensaia Aqui e Acolá, deve participar dessa programação. Ah, quem está na direção de todo o Dona Lindu, é Simone Figueiredo, que estava comandando o Santa Isabel.

A data para esta abertura foi marcada logo que o prefeito João da Costa reassumiu o cargo depois do transplante a que foi submetido. Desta vez, parece que não tem mais enrolação: 26 de março. Desde que as obras começaram, lá se vão quase três anos – foi em abril de 2008. E olhe que essa “novela” Dona Lindu vem de antes, já que o projeto sofreu muitas críticas, ainda no tempo de João Paulo.

Renato L garantiu que o teatro do Dona Lindu terá sim espaço para as produções pernambucanas. “Não vai virar um teatro da UFPE?”, perguntei. Ele garantiu que não. Que vai ser aberta pauta. Assim seja!

Secretário de Cultura garante que teatro terá espaço para produção pernambucana

Bom, segundo informações divulgadas pela própria Prefeitura um tempinho atrás, o teatro do Parque Dona Lindu tem capacidade para 587 lugares, sendo dez vagas para cadeirantes. O palco pode ser invertido, o que possibilitaria apresentações também para o público da área externa do parque. Além dos equipamentos de som e luz, que seriam os mais modernos possíveis.

E aí? Algum de vocês artistas recebeu convite para participar desta programação?! Comenta com a gente! 😉

Ops…vocês perceberam que entramos mesmo de recesso no carnaval, mas o blog volta com todo gás! Mandem sugestões, pautas, o que vocês querem ver por aqui…O e-mail da gente é o satisfeitayolanda@gmail.com .

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Indicados do Janeiro de Grandes Espetáculos

A cerimônia de premiação do 17º Janeiro de Grandes Espetáculos será na sexta-feira, dia 4, no Teatro Armazém 14. E tem um sabor especial. A festa marca também a despedida do teatro alternativo, que durante 10 anos foi administrado pela produtora e atriz Paula de Renor. Mas o clima é de festa e não de melancolia. E para garantir uma noitada inesquecível, o programa vai contar com performance da Orquestra Contemporânea de Olinda e discotecagem de Roger de Renor, Tiago de Renor e DJ Dolores.

E depois de quase um mês de uma verdadeira maratona de apresentações teatrais, musicais e de dança, o Janeiro de Grandes Espetáculos anunciou os indicados aos prêmios:

Indicações da Comissão Julgadora para o Prêmio APACEPE de Teatro e Dança no 17º Janeiro de Grandes Espetáculos

TEATRO ADULTO
Comissão julgadora: Clarissa Falbo, Williams Sant’Anna, Paulo de Pontes, Izabel Concessa e Paula Coelho (PB)

Melhor Espetáculo
Senhora dos Afogados (Cênicas Companhia de Repertório)
Um Rito de Mães, Rosas e Sangue (Claudio Lira e Andrêzza Alves)
O Amor de Clotilde Por Um Certo Leandro Dantas (Trupe Ensaia Aqui e Acolá)
Cordel do Amor Sem Fim (O Poste Soluções Luminosas)

Melhor Diretor
– Érico José (por Senhora dos Afogados)
– Samuel Santos (por Cordel do Amor Sem Fim)
– Jorge de Paula (Por O Amor de Clotilde Por Um Certo Leandro Dantas)

Melhor Ator
– Henrique Celibi (por Madleia + ou – Doida)
– Domingos Soares (por O Santo e a Porca)
– Thomás Aquino (por Cordel do Amor Sem Fim)
– Jorge de Paula ( por O Amor de Clotilde por Um Certo Leandro Dantas)
– José Ramos (por Os Fuzis da Senhora Carrar)

Melhor Atriz
– Maria Alves (por Solteira, Casada, Viúva e Divorciada)
– Francine Monteiro (por O Santo e a Porca)
– Naná Sodré (por Cordel do Amor Sem Fim)
– Sandra Possani (por O Acidente)
– Stella Maris Saldanha (por Os Fuzis da Senhora Carrar)

Melhor Ator Coadjuvante
– Paulo Henrique Reis (Por O Santo e a Porca)
– Gilberto Brito (por A Visita da Velha Senhora)
– Flávio Renovatto (por A Peleja da Mãe Nas Terras do Senhor do Açúcar)
– Ronaldo Brian (por Quadrilha- Um Romance Sertanejo)

Melhor Atriz Coadjuvante
– Lêda Oliveira (por Um Rito de Mães, Rosas e Sangue)
– Andrêzza Alves (por Um Rito de Mães, Rosas e Sangue )
– Agrinez Melo (por Cordel do Amor Sem Fim)

Atriz Revelação:
– Houve apenas uma indicada / premiada

Melhor Sonoplastia/Trilha Sonora
– Rafael Barros (por Improvável)
– Diogo Lopes (Cordel do Amor Sem Fim)
– Pedro Wagner (por Um Torto)
– Trupe Ensaia Aqui e Acolá (por O Amor de Clotilde por Um Certo Leandro Dantas)

Melhor Iluminação
– Luciana Raposo (por Senhora dos Afogados)
– Luciana Raposo (por Um Rito de Mães, Rosas e Sangue )
– O Poste Soluções Luminosas (por Cordel do Amor Sem Fim)
– Luciana Raposo (por O Acidente)
– Elias Mouret (por Quase Sólidos)

Melhor Cenário
– Sebastião Simião Filho (por Odemar)
– George Cabral (por Senhora dos Afogados)
– Samuel Santos ( por Cordel do amor Sem Fim)
– Marcondes Lima (por Lágrimas de Um Guarda-Chuva)

Melhor Figurino
– Henrique Celibi ( por Madleia + ou – Doida)
– Luciano Pontes (por Um Rito de Mães, Rosas e Sangue)
– Agrinez Melo (por Cordel do Amor Sem Fim)
– Marcondes Lima (por O Amor de Clotilde Por Um Certo Leandro Dantas)
– Claudiney Mendes (por Quadrilha- Um Romance Sertanejo)

Melhor Maquiagem
– Thaianne Cavalcanti (por Improvável)
– Trupe Ensaia Aqui e Acolá (por O Amor de Clotilde Por Um Certo Leandro Dantas )
– Claudiney Mendes (por Quadrilha- Um Romance Sertanejo)

TEATRO PARA CRIANÇAS
Comissão julgadora: Janaína Lima, Cícero Belmar, Zuleika Ferreira, Isa Fernandes e Manoel Constantino

Melhor Espetáculo
Reprilhadas e Entralhofas- Um Concerto Para Acabar Com a Tristeza (Cia. 2 Em Cena de Teatro, Circo e Dança)
O Fio Mágico (Mão Molenga Teatro de Bonecos)
No Meio da Noite Escura Tem Um Pé de Maravilha (Andrêzza Alves, Fábio Caio e Jorge de Paula)

Melhor Diretor
– Alexsandro Silva (por Repriladas e Entralhofas – Um Concerto Para Acabar Com a Tristeza))
– Marcondes Lima (por Fio Mágico)
– Andrêzza Alves/ Fábio Caio / Jorge de Paula (por No Meio da Noite Escura Tem Um Pé de Maravilha)

Melhor Ator
– Arnaldo Rodrigues (por Reprilhadas e Entralhofas – Um Concerto Para Acabar Com a Tristeza) )
– Marcondes Lima) (por Fio Mágico)
– Fábio Caio (por Fio Mágico)
– Jorge de Paula (por No Meio da Noite Escura Tem Um Pé de Maravilha)

Melhor Atriz
– Paula de Tássia (por Reprilhadas e Entralhofas – Um Concerto Para Acabar Com a Tristeza))
– Andrêzza Alves (por No Meio da Noite Escura Tem Um Pé de Maravilha)

Melhor Ator Coadjuvante
– Diogo Barbosa (por A Revolta dos Brinquedos)
– Alisson Castro (por A Revolta dos Brinquedos)
– Alexsandro Silva ( por Reprilhadas e Entralhofas – Um Concerto Para Acabar Com a Tristeza) )

Melhor Atriz Coadjuvante
– Roberta Marcina (por A Revolta dos Brinquedos)
– Michele Sant’Ana (por A Revolta dos Brinquedos)
– Fátima Caio (por Fio Mágico)

Ator Revelação
– Não houve indicação

Atriz Revelação
– Não houve indicação

Trilha Sonora
– Henrique Macedo (por Reprilhadas e Entralhofas – Um Concerto Para Acabar Com a Tristeza))
– Henrique Macedo (por Fio Mágico)
– Hugo Leonardo e Fernando Torres (por Minha Cidade)

Melhor Sonoplastia
– Flávio Santana (por Reprilhadas e Entralhofas – Um Concerto Para Acabar Com a Tristeza))
– Ana Elizabeth Japiá (por Minha Cidade)
– Henrique Macedo (por No Meio da Noite Escura Tem Um Pé de Maravilha)

Melhor Iluminação
– O Poste: Soluções Luminosas (por Minha Cidade)
– Andrêzza Alves/ Caio Fábio / Jorge de Paula/ (por No Meio da Noite…)
– Sávio Uchôa- (por Fio Mágico)

Melhor Cenário
– Marcondes Lima (por Reprilhadas e Entralhofas – Um Concerto Para Acabar Com a Tristeza))
– Ana Elizabeth Japiá (por Minha Cidade)
– Marcondes Lima (por Fio Mágico)
– George Cabral, Jorge de Paula, Fábio Caio e Andrêzza Alves ( por No Meio da Noite Escura tem um pé…)

Melhor Figurino
– Marcondes Lima (por Reprilhadas e Entralhofas – Um Concerto Para Acabar Com a Tristeza))
– Marcondes Lima (por Fio Mágico)
– Marcondes Lima ( por No Meio da Noite...)

Melhor Maquiagem
– Não houve indicação

DANÇA

Comissão julgadora: Ângela Navarro (RS/PB), Francine Pontes, Mariza Pontes, Maria de Fátima Guimarães e Viviane Madureira

Melhor Espetáculo
Travessia (Grupo Grial de Dança)
Guarda Sonhos (Grupo Peleja)
Em caixa (Trupp Cia. de Dança)

Melhor Bailarino
– Houve apenas uma indicação

Melhor Bailarina
– Fláira Ferro (por O frevo. É teu?)
– Tainá Barreto (por Guarda Sonhos)
– Isabel Ferreira (por Palavra Úmida)
– Iara Sales (por Travessia)
– Roberta Cunha (por Em Caixa)

Trilha Sonora ou Sonoplastia
– Publius Lentulus e Claudio Rabeca Travessia
– Helder Vasconcelos e Johann Brehmer Guarda Sonhos

Melhor Iluminação
– Luciana Raposo (por Travessia)
– Saulo Uchôa- (por Silêncio)

Melhor Cenografia
– Dantas Suassuna Travessia
– Cláudio Lacerda e Rodrigo Braga Real / Duplo
– Ivaldo Mendonça e Trupp Cia. de Dança Em Caixa

Melhor Figurino
– Andrea Monteiro Travessia
– Maria Agrelli e Tainá Barreto Guarda sonhos

Coreografia
– Houve apenas uma indicação

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