Agenda 4ª semana de Novembro

FESTIVAL RECIFE DO TEATRO NACIONAL

O PÃO E A PEDRA – Cia. do Latão – SP

Foto: Sérgio de Carvalho

Foto: Sérgio de Carvalho

Pulsa em O pão e a pedra a crise política brasileira, mas sem paralelos explícitos com a atualidade. O novo espetáculo da Companhia do Latão trata dos impasses e esperanças de um grupo de trabalhadores durante a greve do ABC paulista, em 1979. O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, na época metalúrgico ganhava protagonista naquele momento da pré-fundação do Partido dos Trabalhadores. A encenação acompanha várias personagens do mundo trabalho – esquerdista intelectual, o padre comunista, o jovem militante e o fura-greve, com destaque para uma mulher operária que se disfarça de homem para melhorar de vida. O pão e a pedra leva para o palco discussões sobre religião, poder, sindicalismo e direitos trabalhistas. A direção é de Sérgio de Carvalho.
FICHA TÉCNICA:
DIREÇÃO E DRAMATURGIA: Sérgio de Carvalho.
DIREÇÃO MUSICAL: Lincoln Antonio.
ELENCO: Beatriz Bittencourt / Beto Matos/ Érika Rocha/ Helena Albergaria/ João Filho/ Ney Piacentini / Rogério Bandeira / Sol Faganello / Thiago França
Duração: 170 minutos/ Ato I: 95 min – Intervalo: 15 min – Ato II: 60 min
Quando: 23, 24, 25 e 26/11 (de quarta a domingo), às 19h
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Duração: 2h50, com intervalo / Indicado para maiores de 16 anos

NÓS – Grupo Galpão – MG

Júlio Maciel, Antonio Edson e Teuda Bara. Foto: Guto Muniz / Divulgação

Júlio Maciel, Antonio Edson e Teuda Bara. Foto: Guto Muniz / Divulgação

O Galpão é um dos mais admiráveis grupos teatrais do Brasil e aos 34 anos não tem medo de se reinventar. O espetáculo de teatro contemporâneo Nós fricciona situações públicas e privadas e encara questões da democracia em tempos de intolerância. A peça trata da ambiguidade em extensão coletiva, que acolhe com festa, mas também exerce o poder de excluir, de rejeitar. A montagem, que leva a assinatura do dramaturgo, diretor e ator Marcio Abreu, expõe amarras dos pertencimentos na celebração de uma última sopa coletiva. Teuda Bara está maravilhosa e já prepara os acordes da emoção no início da peça com os versos “comendo a mesma comida, bebendo a mesma bebida, respirando o mesmo ar”, do samba Lama, antigo sucesso de Paulo Marques e Ailce Chaves. É imperdível.
FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO
Elenco: Antonio Edson, Chico Pelúcio, Eduardo Moreira, Júlio Maciel, Lydia Del Picchia, Paulo André, Teuda Bara
Equipe de criação
Direção: Marcio Abreu
Dramaturgia: Marcio Abreu e Eduardo Moreira
Cenografia: Play Arquitetura – Marcelo Alvarenga
Figurino: Paulo André
Iluminação: Nadja Naira
Trilha e Efeitos Sonoros: Felipe Storino
Assistência de Direção: Martim Dinis e Simone Ordones
Preparação musical e arranjos vocais/instrumentais: Ernani Maletta
Preparação vocal e direção de texto: Babaya
Colaboração artística: Nadja Naira e João Santos
Assistência de Figurino: Gilma Oliveira
Assistência de Cenografia: Thays Canuto
Cenotécnica e construção de objetos: Joaquim Pereira e Helvécio Izabel
Operação e assistência de luz: Rodrigo Marçal
Operação de som: Fábio Santos
Assistente técnico: William Teles
Assistente de produção: Cleo Magalhães
Confecção de figurino: Brenda Vaz
Técnica de Pilates: Waneska Torres
Fotos de divulgação: Guto Muniz
Fotos do programa: Fernando Lara, Gustavo Pessoa e Guto Muniz
Imagens escaneadas: Tibério França e Lápis Raro
Registro e cobertura audiovisual: Alicate
Projeto gráfico: Lápis Raro
Design web: Laranjo Design (Igor Farah)
Direção de produção: Gilma Oliveira
Produção executiva: Beatriz Radicchi
Produção: Grupo Galpão
Classificação indicativa: 16 anos
18º Festival Recife do Teatro Nacional de Artes Cênicas
Quando: 23 e 24 de novembro, Quarta e quinta – 20h30
Onde : Teatro Luiz Mendonça- Parque Dona Lindu (Av. Boa Viagem, s/nº – Boa Viagem)
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Informações: (81) 3355-9821
Duração: 1h30 / Indicado para maiores de 14 anos

Saudosear – A noite insone de um Palhaço – Walmir Chagas – PE

Walmir Chagas. Foto Pedro Portugal / Divulgação

Walmir Chagas. Foto Pedro Portugal / Divulgação

O multiartista Walmir Chagas, famoso em Pernambuco por seu personagem Véio Mangaba, comemora 40 anos de carreira com o espetáculo Saudosiar… A Noite Insone de Um Palhaço… A montagem é fruto de um intercâmbio entre o artista e o projeto Fafe Cidade das Artes, liderado pelo espanhol radicado em Portugal Moncho Rodriguez. Walmir leva sua experiência como palhaço e artista popular para a cena. Na peça, um velho palhaço que não consegue dormir revê sua vida como num filme. O espetáculo conta com um repertório música que inclui antigas modinhas, de marchas-de-bloco e duas canções compostas por Beto do Bandolim.
Quando: 24/11 (quinta-feira), às 19h
Onde: Teatro Apolo
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Duração: 1h10 / Indicado para maiores de 14 anos

Dois idiotas sentados cada qual em seu barril – Borbolina Prod. – SP

Giuliano Caratori e Paulo de Pontes. Foto: Bruno Lemos/ Divulgação

Giuliano Caratori e Paulo de Pontes. Foto: Bruno Lemos/ Divulgação

Um é teimosinho. O outro é mandão. Com Paulo de Pontes e Giuliano Caratori. Essa peça inspirada na obra de Ruth Rocha, mostra dois combatentes de guerra, que carregam cada qual um barril cheio de pólvora e que usam como forma de poder e intimidação do outro. O que pode acontecer quando esses dois idiotas tentam provar sua valentia? Egoístas e autoritários, não conseguem dialogar pacificamente. São personagens que beiram o ridículo e o texto chama a atenção para o fato de que alguns conflitos poderiam ser evitados se o orgulho e o egoísmo fossem freiados nas relações.
Com Paulo de Pontes e Giuliano Caratori.
Dramaturgia: Dario Uzan.
Direção artística: Stella Tobar.
Quando: 25/11 (sexta-feira), às 20h
Onde: Teatro Barreto Jr, no Pina
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Duração: 50 min – Indicado para todos os públicos

O menino e a cerejeira – Borbolina Produções – SP

Montagem é baseada na obra do escritor humanista Daisaku Ikeda. Foto: Eduardo Petrini

Montagem é baseada na obra do escritor humanista Daisaku Ikeda. Foto: Eduardo Petrini

Baseado na obra do escritor pacifista Daisaku Ikeda, o espetáculo infantil conta a história de sobrevivência de uma árvore. A amizade, carinho e coragem unem o garoto Taiti e a cerejeira. O menino vive em meio aos destroços deixados pela Segunda Guerra Mundial e luta para sobreviver superando os sofrimentos causados pela devastação bélica.
Quando: 26/11 (sábado-feira),  às 16h30
Onde: Teatro Barreto Jr. , no Pina
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Duração: 60 min / Livre para todos os públicos

Medida por medida – Teatro Popular de Ilhéus – BA

Medida por medida. Foto: Karoline Vital

Medida por medida. Foto: Karoline Vital

Inspirada na obra homônima de William Shakespeare, a comédia Medida Por Medida, do grupo Teatro Popular de Ilhéus (TPI) aborda temas como o poder, a corrupção e os dilemas éticos e morais da vida pública e privada. Na peça as ações se desdobram a partir das decisões de Ângelo, juiz implacável que substitui o Duque de Viena, cumprindo à risca as leis contra a fornicação. A adaptação é dos diretores Romualdo Lisboa (TPI) e Fernando Yamamoto (Clows de Shakespeare), com figurinos e adereços de Shicó do Mamulengo e Justino Vianna ( também responsável pela criação da maquiagem). A direção musical é de Elielton Cabeça (TPI) e Marco França (Clows).
Onde: Teatro Luiz Mendonça, Recife
Quando: 26/11 (sábado-feira), às 20h30
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Classificação Indicativa: 12 anos
Duração: 1h30h – Indicado para maiores de 12 anos

Vento Forte para Água e Sabão

Vento forte

Montagem do Grupo de Teatro Fiandeiros. Foto: Rogério Alves /Divulgação

Musical mostra a incrível amizade entre uma bolha de sabão chamada Bolonhesa e Arlindo, uma rajada de vento. Os riscos são grandes, mas as recompensas também. É a segunda montagem da Companhia Fiandeiros dedicada ao público infanto-juvenil. O texto é de Giordano Castro, do grupo Magiluth e de Amanda Torres.
Onde: Teatro de Santa Isabel, às 16h
Quando: Dia 27/11 (domingo)
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Duração: 55 min – Livre para todos os públicos

Sebastiana e Severina – Kamio Kaze – PE

Foto: Pedro Portugal

Foto: Pedro Portugal

Baseado no livro homônimo do pernambucano André Neves, o espetáculo Sebastiana e Severina, conta a história das rendeiras Sebastiana e Severina que, na meia idade acalentam o sonho de se casar. A chegada do forasteiro Chico, na cidade de Umbuzeiro (PB), reacende a chama nas duas. Moço bonito e inteligente e ainda cantador. A paixão estremece a amizade. A peça tem adaptação dramatúrgica e encenação de Claudio Lira. A montagem foi contemplada com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2013.
Quando: Dia 27/11 (domingo)
Onde: Teatro Barreto Junior, às 16h30
Quanto: R$ 10 e R$ 5 (meia).
Duração 1h10 – Indicado para todos os públicos

Fishman – Grupo Bagaceira – CE

Rogerio . foto Lina Sumizonc

Rogerio . foto Lina Sumizonc

Dois homens estão em um pequeno bote sobre as águas de um lago, frente a frente, sem saber o que dizer, sem conseguir fisgar qualquer assunto, qualquer coisa que valha a pena ser dita entre dois seres humanos. Fishman é o o mais recente espetáculo do Bagaceira,
Com texto de Rafael Martins e direção de Yuri Yamamoto. A ação do tempo, as escolhas, a relação com o outro e consigo mesmo, as possibilidades de reinventar-se são tematizados em Fishman.
Ficha Técnica
Texto: Rafael Martins
Direção: Yuri Yamamoto
Assistência de direção: Rafael Martins
Elenco: Ricardo Tabosa e Rogério Mesquita
Colaboração artística: Juliana Galdino
Cenário e figurinos: Yuri Yamamoto
Iluminação: Tatiana Amorim
Técnica: Rafael Martins e Yuri Yamamoto
Interlocução artística: Georgette Fadel e Grace Passô
Produção: Rogério Mesquita
Produção executiva: Mikaelly Damasceno
Onde: Teatro Apolo, 
Quando: Dia 27/11 (domingo), às 19h
Duração: 1h10 – Indicado para maiores de 14 anos
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)

Teodorico Majestade – Teatro Popular de Ilhéus – BA

Foto: Larissa Paixão

Foto: Larissa Paixão

A sátira em cordel Teodorico Majestade – as últimas horas de um prefeito é, segundo a produção, um protesto bem-humorado, que amplifica o lado ridículo dos bastidores da política. O prefeito beberrão e corrupto está prestes a ser expulso do seu cargo pela população da cidade fictícia Ilha Bela. acuado em seu gabinete, cercado pela população revoltada com suas trapaças, abandonado por seus comparsas ele tenta negociar com o povo para se manter no poder. Escrita e dirigida por Romualdo Lisboa, a peça surgiu como um posicionamento do Teatro Popular de Ilhéus diante dos escândalos vividos em Ilhéus, em 2006.
Texto e direção: Romualdo Lisboa
Direção musical: Elielton Cabeça
Elenco: Ely Izidro, Tânia Barbosa, Takaro Vítor, Aldenor Garcia, Elielton Cabeça
Quando: Dia 27/11 (domingo)
Onde: Teatro Luiz Mendonça, às 20h30
Duração: 1h30 / Indicado para todos os públicos

MEDEAponto – Grupo Pharcas Sertanejas – PE

Augusta Ferraz em MEDEAponto. Foto: Alcides Ferraz/Divulgação

Augusta Ferraz em MEDEAponto. Foto: Alcides Ferraz/Divulgação

Adaptação da tragédia grega de Eurípedes, com texto da portuguesa Sophia Andersen e atuação de Augusta Ferraz no papel de Medea. O solo expõe a trajetória de uma mulher honrada e respeitada em sua comunidade, filha do rei da Cólquida, que foge para Corinto com Jasão. Esse homem trai Medea ao desposar a filha de Creonte, rei de Corinto. Medea se vinga e chega a matar os próprios filhos para atingir o ex-marido. Na montagem dirigida por Marcondes Lima são utilizadas vozes radiofônicas, celular, televisão e fados interpretados ao vivo por Augusta, com arranjos de Henrique Macedo.
Quando: 21 de novembro, segunda-feira, às 19h
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho (Cais do Apolo, s/n, Bairro do Recife)
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Informações: (81) 3355-3320
Duração: 1h10 / Indicado para maiores de 14 anos

SEVERINOS, VIRGULINOS E VITALINOS – Dispersos Cia. de Teatro – PE

 SEVERINOS, VIRGULINOS E VITALINOS Foto: Ivana Moura

Lívia Lins e Madson de Paula, na peça dirigida por Samuel Santos. Foto: Ivana Moura

O segundo musical da Dispersos Cia de Teatro mergulha no universo do circo. Dois filhos de artistas tentam encontrar seus pais: um palhaço e uma atriz mambembe que fugiram com o Circo e a Carroça da Divina Inspiração. Eles seguem rumo ao Sertão e encontram no caminho a morte (Severina), a violência (Virgulino) e com o sonho (Vitalino). O texto e a direção são de Samuel Santos. O espetáculo conta com Lívia Lins (Abraço) e Madson de Paula (Cordel do Amor sem Fim) no elenco e Victor Chitunda (Vento Forte Para Água e Sabão; Abraço), Leila Chaves (Abraço), Danielle Sena (Abraço) e Tiago Nunes (A Terra dos Meninos Pelados) executando a trilha sonora ao vivo.
Quando: Dias 20 e 21 de novembro (domingo e segunda-feira), às 19h
Onde: Teatro Apolo.
Quanto: R$ 10 e R$ 5 (meia).
Duração: 1h20 – Livre para todos os públicos
FICHA TÉCNICA
ELENCO
Lívia Lins (Muriquêta /Severina)
Madson de Paula (Tramboêta/ Virgulino)
BANDINHA
Leila Chaves (violão, banjo, zabumba, caixa, kazoo, efeitos)
Victor Chitunda (violão, congas, kazoo, efeitos)
Tiago Nunes (pandeiro, cajón, alfaia, kazoo, efeitos)
Danielle Sena (claves, triângulo, agogô, alfaia, kazoo, efeitos )
EQUIPE DE CRIAÇÃO
Texto e Direção: Samuel Santos
Direção Musical: Leila Chaves e Victor Chitunda
Direção de arte: Álcio Lins
Figurino e adereços: Álcio Lins
Cenário: Samuel Santos e Álcio Lins
Luz: Cleison Ramos
Consultoria de mágicas: Raphael Santacruz
Preparação vocal: Leila Chaves
Fotos: Nathalia Timba e Fernanda Acioly
Produção executiva: Duda Martins
Coordenação de produção: Lívia Lins
Produção: Dispersos Produções Criativas
Duração: 1h10 – Livre para todos os públicos

H(EU)stória – O tempo em transe

Foto Arthur

Júnior Aguiar e Márcio Fecher. Foto Arthur

O cineasta baiano Glauber Rocha alimentou seu cinema com discursos políticos ácidos e uma violenta inquietação social. Seu cinema que começava  com “uma câmera na mão e uma ideia na cabeça!” desafiou o poder da época e as barbáries. H(EU)stória – O tempo em transe apresenta a trajetória de Glauber na vida brasileira. Júnior Aguiar e Márcio Fecher interpretam o polêmico e incansável Glauber Rocha, um personagem denso, artífice de uma dos mais importantes movimentos de ruptura estética, ideológica e discursiva na produção audiovisual brasileira: o Cinema Novo. No palco, um homem que pensava o seu país, a sua produção cultural, e que pensava a si mesmo como parte dessa história. As cartas trocadas por Glauber Rocha e Jomard Muniz de Britto são a inspiração do texto da peça do Coletivo Grão Comum e da produtora Gota Serena, a que deu início à Trilogia Vermelha.
Ficha técnica
ATORES – Márcio Fecher e Júnior Aguiar
PESQUISA, ENCENAÇÃO, ROTEIRO e ILUMINAÇÃO – Júnior Aguiar
OPERADOR DE LUZ e ÁUDIO – Daniel Barros
PREPARAÇÃO DE ATOR – Quiercles Santana MÚSICA ORIGINAL – Geraldo Maia (Palavra), Juliano Muta (Brisa) e Leonardo Villa Nova (DiAngola)
ÁUDIOS – Glauber Rocha (programa Abertura), Marisa Santanafessa (italiano) e Manuela Ripane (espanhol) e Darcy Ribeiro (enterro de Glauber – Òlme Glauber o Òlme – Labirinto do Brasil). Trecho dos Òlmes Deus e o diabo na terra do Sol e Terra
AUDIOVISUAL – Gê Carvalho
DESENHO DOS FIGURINOS – Asaías Lira
FOTOGRAFIAS – Arthur Canavarro
PROGRAMAÇÃO VISUAL – Arthur Canavarro
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO – Rebeka Barros
PESQUISA SONORA – Lambarena (mamoudou), Heitor Villa
Lobos (Bachiana brasileiras nº1), Nativi Americana Eagle Dance,
Leo Artese (caboclo curador – Santo Daime)
PRODUÇÃO e REALIZAÇÃO – Gota Serena e Coletivo Grão
Comum
SERVIÇO
Quando: 22/11 (terça-feira), às 20h 
Onde: Teatro Barreto Jr, às 20h
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Duração: 1h30 / Indicado para maiores de 14 anos

O MASCATE, A PÉ-RAPADA E OS FORASTEIROS

o mascate. foto: Toni Rodrigues

O mascate. Foto: Toni Rodrigues

Recife e Olinda têm histórias divertidas que o ator Diógenes D. Lima leva à cena com linguagem do teatro de objetos. O espetáculo utiliza fatos históricos das duas cidades para tratar das mazelas e desmandos políticos para criar uma ficção picante, criativa e despudorada.
Quando: 22 de novembro. Terça-feira, às 19h
Onde: Teatro Apolo (Rua do Apolo, Bairro do Recife)
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Informações: (81) 3355-3320
Duração: 60 min – Indicado para maiores de 14 anos
FICHA TÉCNICA
Texto e Atuação: Diógenes D. Lima
Supervisão Artística: Marcondes Lima e Jaime Santos
Coreografias: Jorge Kildery
Adereços: Triell Andrade e Bernardo Júnior
Iluminação: Jathyles Miranda
Execução de Iluminação: Rodrigo Oliveira
Execução de sonoplastia: Júnior Melo
Programação Visual: Arthur Canavarro
Fotografia: Ítalo Lima
Gerente de Produção: Luciana Barbosa
Produção: AGM Produções

EM CARTAZ

Flávia Pinheiro. Foto: Peter Michael Dietz

Flávia Pinheiro. Foto: Peter Michael Dietz

COMO MANTER-SE VIVO?
A performer Flávia Pinheiro explora os limites da dança como conceito de arte e a sobrevivência do artista no atual estágio do capitalismo e mais especificamente no momento que o Brasil atravessa. Ela transita no espaço com seu corpo pensante e convoca a tecnologia como um procedimento para repensar os próprios códigos de programação.
Quando: 25 ,26, 27 de novembro e 2, 3, 4, 9, 10 e 11 de dezembro; sextas, sábados e domingos, às 19h.
Onde: Tulasi Mercado Orgânico (Rua das Graças, 178, Graças).
Quanto: R$ 10 e R$ 5 (meia).

Marcondes Bispo. Foto: Ricardo Maciel / Divulgação

Marcondes Bispo. Foto: Ricardo Maciel / Divulgação

LUZIR É NEGRO!
Solo autobiográfico do ator e cantor Marconi Bispo investiga o racismo homofobia e intolerância religiosa. A direção é de Rodrigo Dourado.
Quando: 19, 20, 26 e 27 de novembro. Sábados, às 19h e domingos, às 18h.
Onde: Espaço O Poste (Rua da Aurora, 529, Boa Vista.
Quanto: R$ 30 e R$ 15 (meia).
Informações: 99594-0626.
FICHA TÉCNICA:
Realização: Teatro de Fronteira.
Atuação: Marconi Bispo.
Direção: Rodrigo Dourado.
Dramaturgia: Marconi Bispo e Rodrigo Dourado.
Preparação Corporal: Pollyanna Monteiro.
Direção de Arte: Marcondes Lima (figurinos) e Plínio Maciel (elementos cenográficos e adereços).
Coreografias: Edson Vogue.
Iluminação: João Guilherme de Paula.
Edição de trilha: Rodrigo Porto.
Assessoria de Imprensa: Cleyton Cabral.
Músicos: Kiko Santana (guitarra e direção musical) e Basílio Queiroz (contrabaixo).
Fotos e vídeos: Ricardo Maciel.
Identidade Visual: Arthur Canavarro.
Assistência de Produção: Rodrigo Cavalcanti.

Naná Sodré e Agrinês Melo. Foto: Lucas Emanuel/Divulgação

Naná Sodré e Agrinês Melo. Foto: Lucas Emanuel/Divulgação

OMBELA
Inspirada no poema épico Ombela (chuva em português), do escritor africano Manuel Rui, a peça transforma as atrizes Agrinez Melo e Naná Sodré em duas gotas de chuva que se transformam em entidades. A direção é de Samuel Santos. O espetáculo terá audiodescrição e tradução em LIBRAS.
Quando: 18 e 25 de novembro, às 20h.
Onde: Espaço O Poste (Rua da Aurora, 529, Boa Vista.
Quanto: R$ 20 e R$ 10 (meia).
Informações: 99594-0626.

Daniel Barros e Júnior Aguiar. Foto: Léo Caldas/ Divulgação

Daniel Barros e Júnior Aguiar. Foto: Léo Caldas/ Divulgação

pa(IDEIA) – pedagogia da libertação
A peça narra a trajetória do educador pernambucano Paulo Freire, o exílio por 16 anos pela América Latina, Europa e África. A montagem destaca a educação como um instrumento essencial na transformação da humanidade. Com os atores Daniel Barros e Júnior Aguiar. O espetáculo, que integra a Trilogia Vermelha.
Quando: 11 a 26 de novembro. Sextas e aos sábados, às 20h.
Onde: Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457, Boa Vista).
Quanto: R$ 30 e R$ 15 (meia).
Informações: 3184-3057.
Classificação: livre.

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A barbárie brasileira pelos olhos de um cão

Memóri de um cão. foto: Arthur Chagas

Memórias de um cão abre programação do Festival Recife do Teatro Nacional neste sábado. Foto: Arthur Chagas

O Coletivo de Teatro Alfenim chamou para si um desafio e tanto. Transpor para a cena o romance Quincas Borba, de Machado de Assis. Um trabalho de prospecção interior difícil segundo estudo do crítico e historiador Décio de Almeida Prado, em A Personagem do Teatro[1], sem que essa recriação perca “sua imponderabilidade, a sua atmosfera feita menos de fatos que de sugestões” do original. O teatro ampliou infinitivamente os seus procedimentos da cena desde a década de 1960 e neste sábado a versão do grupo paraibano para a obra machadiana abre o 18º Festival Recife do Teatro Nacional, no Teatro de Santa Isabel, às 20h, com Memórias de um Cão, montagem com direção de Márcio Marciano.  

O protagonista Rubião é um mestre-escola interiorano que, às vésperas da abolição da escravatura, recebe uma herança de seu benfeitor, o filósofo maluco Quincas Borba, com a condição de cuidar do cão de mesmo nome. Rubião se muda para a Corte. No caminho conhece o casal Palha. O herói machadiano se apaixona por Sofia, mulher de Cristiano.  Com toda a falsidade do mundo, Cristiano extraí o dinheiro do mineiro, enquanto incentiva a esposa a alimentar falsas esperanças. O casal leva Rubião à pobreza e à loucura.

Muda a beca, mas os vilões e enganadores são os mesmos de sempre.

A exigência testamentária é uma aplicação prática do “Humanitismo”, doutrina heterodoxa criada por Quincas Borba, que pode ser resumido na frase “Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas”. O mais forte sobrevive, e esse não foi Rubião.

Enquanto o protagonista busca implantar-se num meio de relações de favor, são expostas as marcas do preconceito de todas as ordens, o luxo que espelho de futilidades e as aspirações deformadas da elite brasileira de galgar um lugar de nação de primeiro mundo. Nosso pobre Rubião chega ao ponto de pensar ser o próprio imperador francês Napoleão III.

Foto: Arthur Chagas

A elite e suas estratégias de enganação. Foto: Arthur Chagas

Memórias de um Cão esquadrinha criticamente as estratégias de dissimulação, engodo e autoengano das relações sociais do Brasil no campo subjetivo e político. A montagem expõe as contradições do país, como a apropriação da riqueza nacional a partir da instrumentalização do poder público.

A peça começa com uma cena do cortejo, em que um escravo é condenado pelo assassinato de seu senhor e dono. O Coletivo Alfenim investiga a face da barbárie brasileira, amplificada com o desejo de modernização a partir de meados do século XIX, com a equação mercantil e financeira associada ao (in)disfarçável trabalho escravo, e todas as formas de crueldade para gerar lucro.

Brecht, referência estética e política do coletivo teatral,  está presente em outras peças do repertório do grupo paraibano, no exercício dialético de Quebra quilos, Milagre brasileiro, O deus da fortuna e Brevidades.

 

[1]  PRADO, Décio de Almeida. A personagem no teatro, p. 88-89. IN CÂNDIDO, Antonio. A personagem de ficção. São Paulo, Perspectiva, 1968. 

ENTREVISTA: Márcio Marciano

MMárcio Marciano é diretor do Coletivo Alfenim. Foto: Primeiro Sinal / Reprodução do Youtube

Márcio Marciano é diretor do Coletivo Alfenim. Foto: Primeiro Sinal / Reprodução do Youtube

Os títulos sinalizam escolhas. Por que Memórias de um cão?
A ideia surgiu da necessidade de narrar a história a partir de um ponto de vista que pudesse ser ao mesmo tempo objetivo e suspeito: objetivo por se tratar do ponto de vista de uma testemunha dos fatos, no caso o cão Quincas, e suspeito, por serem essas memórias, as memórias de um cão. A escolha do título reproduz em chave derrisória o mesmo mecanismo criado por Machado de Assis em Memórias póstumas de Brás Cubas: se no romance, somos levados a colocar sob suspeição crítica as memórias de um proprietário, aqui, trata-se de colocar em dúvida o quanto a narrativa pode ser fiel à verdade dos fatos narrados. Cabe ao público esse julgamento.

Gostaria que você explicasse como essas estratégias de dissimulação, engodo e autoengano entram na cena concretamente.
O espetáculo procura acirrar as contradições entre ação e discurso de uma elite que procurar refletir-se no espelho da modernidade sem abrir mão de meios bárbaros de dominação e sujeição do outro. Essas estratégias de autoengano e dissimulação são reveladas à medida que as personagens falam de si para os outros, ou tentam convencer a si mesmas de sua civilidade e nobreza de propósitos, ao mesmo tempo em que agem de modo mesquinho, violento e até escabroso.

O Coletivo Alfenim aponta a elite econômica e cultural brasileira como responsável histórica pela barbárie? O que chega aos dias de hoje a partir do palco?
A semelhança entre a atualidade e o modo bárbaro de dominação das elites retratadas na peça não é mera coincidência. Guardando-se as devidas proporções, são os mesmos sujeitos históricos operando num novo estágio da acumulação do capital. Essa responsabilidade histórica não é privilégio apenas da elite econômica e cultural brasileira. O Brasil tem sido desde os tempos mercantilistas apenas um apêndice no concerto das nações. Num certo sentido, nossas elites não passam de capatazes de patrões internacionais. A cor local de nossa barbárie não impede que vejamos suas raízes de além-mar.

De que forma vocês leem a atual escravidão?
Certo verniz antropológico escondeu a chibata por debaixo do tapete das etiquetas politicamente corretas, mas é só adentrarmos um pouquinho rumo ao Brasil profundo para vermos uma nova ordem de práticas escravistas. Seja nas oficinas clandestinas das grifes da moda, seja nos mega-latifúndios do agro-negócio, seja na casa da madame ou no núcleo pobre da novela das oito, a violência e o mandonismo permanecem quase inalterados. O emblema da escravidão assumiu uma diversidade incrível na atualidade, é evidente que não se trata de acorrentar seres humanos, mas a questão de fundo permanece a mesma: a lógica perversa do capital e sua divisão social do trabalho. E isso é só o começo, a direita reacionária e golpista atualmente no comando não parece nada preocupada com as aparências. Como bem diz a máxima do Humanitismo “ao vencido, ódio ou compaixão, ao vencedor as batatas”.

Você está há alguns anos fora de São Paulo, trabalhando com outra realidade do Nordeste. Como você encara as dificuldades de produção e de criação artísticas? E existem vantagens em relação ao sudeste?
É preciso frisar que o Coletivo Alfenim surgiu e vem se mantendo nos últimos dez anos de atividades graças às políticas de fomento à cultura dos governos de Lula e Dilma. A realidade que encontrei no Nordeste não seria nada favorável se não fosse a política de descentralização da cultura colocada em prática durante esses governos, com os devidos apoios em nível municipal e estadual. Muito se diz sobre a diferença de produção entre as regiões do Brasil. De fato, cada localidade tem suas limitações e particularidades, mas o tipo de trabalho que desenvolvemos, de politização da forma e sempre à margem da circulação mercadológica, esse trabalho encontra dificuldades em qualquer lugar do país, seja no Nordeste ou em São Paulo.

Esteticamente vocês se consideram na contramão?
Penso que o público e a crítica podem responder a essa pergunta. De nossa parte, temos consciência de que nossa cena parte da necessidade de acirrar as contradições do assunto de modo a dotar sua forma de algum interesse estético. Se “estar na contramão” significa não ceder às facilitações do “bom-gostismo”, ao sentimentalismo das boas intenções, ao lirismo auto-referente, às formas falseadas de uma metafísica pretensamente universalizante, podemos dizer que estamos contra a corrente, mas isso não significa que não corremos o risco de também nos afogar. Em suma, se o esteticamente vigente se pauta por uma espécie de fruição acrítica e celebratória de nosso lugar no mundo, penso que estamos um pouco fora do lugar.

O que é importante que o público saiba sobre o espetáculo antes de chegar ao teatro?
Que fazemos um convite para a leitura crítica de nossas misérias.

Como equalizar munição crítica, método dialético de construção da narrativa com prazer e divertimento?
Não sei se existe uma fórmula para isso, mas o que tentamos honestamente com nosso Memórias de um cão foi pôr em prática o que pudemos aprender com Machado de Assis.

Foto: Felipe Ando

Cena de abertura do espetáculo. Foto: Felipe Ando

Ficha técnica
Direção e dramaturgia: Márcio Marciano
Assistência dramatúrgica: Gabriela Arruda
Elenco: Adriano Cabral; Lara Torrezan; Paula Coelho; Ricardo Canella; Verônica Cavalcanti; Vítor Blam; e Zezita Matos
Direção musical: Mayra Ferreira; e Nuriey Castro
Composição musical: Márcio Marciano; Marília Calderón; Mayra Ferreira; Nuriey Castro; Paula Coelho; Vítor Blam; e Walter Garcia
Músicos: Mayra Ferreira; e Nuriey Castro
Figurino: Patrícia Brandstatter
Máscaras e caracterização: Coletivo Alfenim
Consultoria Literária: José Antônio Pasta; e Iná Camargo Costa
Produção Executiva: Gabriela Arruda
Realização: Coletivo Alfenim.

SERVIÇO
Memórias de um Cão
Quando: Neste sábado,19 de novembro, às 20h
Onde: Teatro de Santa Isabel (Praça da República, Santo Antonio – Recife – Pernambuco)
Fones: 81 3355.3323 / 81 3355.3324
Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia entrada)
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos

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Seminário de Crítica teatral no Recife

Professora Elena Vássina. Foto: Divulgação

Professora Elena Vássina. Foto: Divulgação

O teatro do século 21 é um espaço propício para a experimentação. A pluralidade de práticas cênicas exige leituras outras da crítica. Os desafios se apresentam e o pensamento crítico se abre para discutir sua atuação. Semana passada o Satisfeita Yolanda participou da 1ª Mostra DocumentaCena, promovida pela DocumentaCena – Plataforma de Crítica, e o Idiomas – Fórum Ibero-Americano de Crítica de Teatro, em Curitiba, numa semana rica de diálogos e reflexões.

No Recife, o Seminário Internacional de Crítica Teatral volta a ser realizado com incentivo do FUNCULTURA, pela Renascer Produções Culturais, com produção executiva é de Luciano Rogério. O evento ocorre de domingo a terça-feira (20 a 22 de novembro), das 14 às 18h, no Teatro Apolo (Bairro do Recife), e tem como tema desta edição o “Teatro como encontro entre mestres e aprendizes”. A crítica e professora de literatura russa da USP Elena Vássina abre programação com a palestra: Como se forma e se quebra a tradição teatral: mestres e discípulos do teatro russo.

O Seminário integra a programação do 18º Festival Recife do Teatro Nacional. Além de Elena Vassina os outros convidados são João Denys, Elton Bruno Siqueira, Ivana Moura (PE), Astier Basílio e Paulo Vieira (PB).

As inscrições gratuitas estão abertas e podem ser feitas pelo https://www.facebook.com/Semin%C3%A1rio-Internacional-de-Cr%C3%ADtica-Teatral-333871086962446/

PROGRAMAÇÃO

Dia: 20/11/2016 (domingo), das 14 às 18h, no Teatro Apolo

Homenagem a Luiz Maranhão Filho, cronista teatral do Diario de Pernambuco na década de 1940, também jornalista, radialista, professor, dramaturgo e diretor teatral.

Palestra: Como se forma e se quebra a tradição teatral: mestres e discípulos do teatro russo, com Elena Vassina (Rússia/SP)

Dia: 21/11/2016 (segunda-feira), das 14 às 18h, no Teatro Apolo

Palestra: A arte solitária do autor.  A criação dramatúrgica. Com João Denys (PE) e Paulo Vieira (PB).

Dia: 22/11/2016 (terça-feira), das 14 às 18h, no Teatro Apolo

Temas das palestras: A arte secreta da crítica. O crítico como leitor de crítica. O exemplo de Sábato Magaldi. Com Ivana Moura (PE), Astier Basílio (PB) e Elton Bruno Siqueira (PE)

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Agenda 3ª semana de Novembro

FESTIVAL RECIFE DO TEATRO NACIONAL

Coletivo Alfenim tem direção de Márcio Marciano. Foto: Arthur Chagas

Coletivo Alfenim tem direção de Márcio Marciano. Foto: Arthur Chagas

MEMÓRIAS DE UM CÃO – Coletivo Alfenim – PB
Um professor recebe herança na época da abolição da escravatura e se muda para a Corte. Mas para usufruir a fortuna, ele terá que cuidar do cão deixado por Quincas Borba. A partir de estudos sobre o livro “Quincas Borba”, o Coletivo Alfenim expõe as contradições de uma sociedade que ainda produz graças à exploração da mão de obra escrava. Com direção de Márcio Marciano. No elenco: Adriano Cabral, Lara Torrezan, Paula Coelho, Ricardo Canella, Verônica Sousa, Vítor Blam e Zezita Matos.
Quando: 19 de novembro, às 20h.
Onde: Teatro de Santa Isabel (Praça da República, s/n, Santo Antônio)
Quanto: R$ 10 e R$ 5 (meia).
Informações: 99594-0626.
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia)
Duração: 1h20 – indicado para maiores de 14 anos

Foto: Samuel Santos

Madson de Paula e Livia Lins. Foto: Samuel Santos

SEVERINOS, VIRGULINOS E VITALINOS – Dispersos Cia. de Teatro – PE
O segundo musical da Dispersos Cia de Teatro mergulha no universo do circo. Dois filhos de artistas tentam encontrar seus pais: um palhaço e uma atriz mambembe que fugiram com o Circo e a Carroça da Divina Inspiração. Eles seguem rumo ao Sertão e encontram no caminho a morte (Severina), a violência (Virgulino) e com o sonho (Vitalino). O texto e a direção são de Samuel Santos. O espetáculo conta com Lívia Lins (Abraço) e Madson de Paula (Cordel do Amor sem Fim) no elenco e Victor Chitunda (Vento Forte Para Água e Sabão; Abraço), Leila Chaves (Abraço), Danielle Sena (Abraço) e Tiago Nunes (A Terra dos Meninos Pelados) executando a trilha sonora ao vivo.
Quando: dias 20 e 21 de novembro (domingo e segunda-feira), às 19h
Onde: Teatro Apolo.
Quanto: R$ 10 e R$ 5 (meia).
Duração: 1h20 – Livre para todos os públicos
FICHA TÉCNICA
ELENCO
Lívia Lins (Muriquêta /Severina)
Madson de Paula (Tramboêta/ Virgulino)
BANDINHA
Leila Chaves (violão, banjo, zabumba, caixa, kazoo, efeitos)
Victor Chitunda (violão, congas, kazoo, efeitos)
Tiago Nunes (pandeiro, cajón, alfaia, kazoo, efeitos)
Danielle Sena (claves, triângulo, agogô, alfaia, kazoo, efeitos )
EQUIPE DE CRIAÇÃO
Texto e Direção: Samuel Santos
Direção Musical: Leila Chaves e Victor Chitunda
Diração de arte: Álcio Lins
Figurino e adereços: Álcio Lins
Cenário: Samuel Santos e Álcio Lins
Luz: Cleison Ramos
Consultoria de mágicas: Raphael Santacruz
Preparação vocal: Leila Chaves
Fotos: Nathalia Timba e Fernanda Acioly
Produção executiva: Duda Martins
Coordenação de produção: Lívia Lins
Produção: Dispersos Produções Criativas
Duração: 1h10 – Livre para todos os públicos

Raphael Santa Cruz. Foto: Divulgação

Raphael Santa Cruz. Foto: Divulgação

HARU – A primavera do Aprendiz – Rapha Santacruz Produções – PE
Um jovem aprendiz procura orientação de um mestre para aperfeiçoar seus truques de ilusionismo. O mestre também está em busca de um sucessor. O aprendizado ocorre numa tenda colorida, inspirada na feira de Caruaru, cidade-natal do mágico Rapha Santacruz, e foi enriquecida com referências de feiras do Oriente Médio, Japão e Marrocos. Do Japão vem o nome do espetáculo. Haru significa primavera e simboliza o momento em que o aprendiz ganha o reconhecimento do mestre.
Com: Rapha Santacruz.
Duração: 50 minutos
Onde: Teatro Barreto Júnior
Quando: Dia 20 de novembro, Às 16h30
Quanto: R$ 10 e R$ 5 (meia).
Duração: 60 min – Livre para todos os públicos

O diretor Marcondes Lima interpreta Estrela no espetáculo. Foto: Divulgação

O diretor Marcondes Lima interpreta Estrela no espetáculo. Foto: Divulgação

OSSOS – Coletivo Angu de Teatro – PE
O amor moveu Heleno de Gusmão para o exílio e lá ele encontrou o prazer fortuito, o sucesso e a morte. O espetáculo Ossos explora essa viagem do protagonista as suas lembranças e origens, a pretexto de entregar os restos mortais do seu amante aos familiares, em Sertânia, no interior de Pernambuco. A montagem do Coletivo Angu de Teatro faz uma curta temporada no Teatro Barreto Júnior. Um coro de Urubus pontua os fatos embaralhados entre passado e presente. A peça tem dramaturgia de Marcelino e direção de Marcondes Lima. A montagem é patrocinada pelo prêmio Myriam Muniz da FUNARTE – Ministério da Cultura – Governo Federal. Com Arilson Lopes, Ivo Barreto, André Brasileiro, Marcondes Lima, Daniel Barros e Robério Lucado. A trilha sonora é assinada por Juliano Holanda.
Quando: Dia 20 de novembro, às 19h
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Duração: 1h20 – Indicado para maiores de 14 anos

EM CARTAZ

Flávia Pinheiro. Foto: Peter Michael Dietz

Flávia Pinheiro. Foto: Peter Michael Dietz

COMO MANTER-SE VIVO?
A performer Flávia Pinheiro explora os limites da dança como conceito de arte e a sobrevivência do artista no atual estágio do capitalismo e mais especificamente no momento que o Brasil atravessa. Ela transita no espaço com seu corpo pensante e convoca a tecnologia como um procedimento para repensar os próprios códigos de programação.
Quando: 25 ,26, 27 de novembro e 2, 3, 4, 9, 10 e 11 de dezembro; sextas, sábados e domingos, às 19h.
Onde: Tulasi Mercado Orgânico (Rua das Graças, 178, Graças).
Quanto: R$ 10 e R$ 5 (meia).

Marcondes Bispo. Foto: Ricardo Maciel / Divulgação

Marcondes Bispo. Foto: Ricardo Maciel / Divulgação

LUZIR É NEGRO!
Solo autobiográfico do ator e cantor Marconi Bispo investiga o racismo homofobia e intolerância religiosa. A direção é de Rodrigo Dourado.
Quando: 19, 20, 26 e 27 de novembro. Sábados, às 19h e domingos, às 18h.
Onde: Espaço O Poste (Rua da Aurora, 529, Boa Vista.
Quanto: R$ 30 e R$ 15 (meia).
Informações: 99594-0626.
FICHA TÉCNICA:
Realização: Teatro de Fronteira.
Atuação: Marconi Bispo.
Direção: Rodrigo Dourado.
Dramaturgia: Marconi Bispo e Rodrigo Dourado.
Preparação Corporal: Pollyanna Monteiro.
Direção de Arte: Marcondes Lima (figurinos) e Plínio Maciel (elementos cenográficos e adereços).
Coreografias: Edson Vogue.
Iluminação: João Guilherme de Paula.
Edição de trilha: Rodrigo Porto.
Assessoria de Imprensa: Cleyton Cabral.
Músicos: Kiko Santana (guitarra e direção musical) e Basílio Queiroz (contrabaixo).
Fotos e vídeos: Ricardo Maciel.
Identidade Visual: Arthur Canavarro.
Assistência de Produção: Rodrigo Cavalcanti.

Naná Sodré e Agrinês Melo. Foto: Lucas Emanuel/Divulgação

Naná Sodré e Agrinês Melo. Foto: Lucas Emanuel/Divulgação

OMBELA
Inspirada no poema épico Ombela (chuva em português), do escritor africano Manuel Rui, a peça transforma as atrizes Agrinez Melo e Naná Sodré em duas gotas de chuva que se transformam em entidades. A direção é de Samuel Santos. O espetáculo terá audiodescrição e tradução em LIBRAS.
Quando: 18 e 25 de novembro, às 20h.
Onde: Espaço O Poste (Rua da Aurora, 529, Boa Vista.
Quanto: R$ 20 e R$ 10 (meia).
Informações: 99594-0626.

Daniel Barros e Júnior Aguiar. Foto: Léo Caldas/ Divulgação

Daniel Barros e Júnior Aguiar. Foto: Léo Caldas/ Divulgação

pa(IDEIA) – pedagogia da libertação
A peça narra a trajetória do educador pernambucano Paulo Freire, o exílio por 16 anos pela América Latina, Europa e África. A montagem destaca a educação como um instrumento essencial na transformação da humanidade. Com os atores Daniel Barros e Júnior Aguiar. O espetáculo, que integra a Trilogia Vermelha.
Quando: 11 a 26 de novembro. Sextas e aos sábados, às 20h.
Onde: Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457, Boa Vista).
Quanto: R$ 30 e R$ 15 (meia).
Informações: 3184-3057.
Classificação: livre.

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Festival Recife 2016 divulga programação

Memórias de um cão é baseada na história de Quincas Borbas, obra de Machado de Assis. Foto: Arthur Chagas

Memórias de um cão é baseada na história de Quincas Borbas, obra de Machado de Assis. Foto: Arthur Chagas

A programação do 18º Festival Recife do Teatro Nacional (FRTN) foi divulgada oficialmente nesta quinta-feira (10) pela Prefeitura do Recife. Nos últimos anos, o festival vem sofrendo com cortes orçamentários, crise de identidade e até mesmo com a ameaça de sua extinção. Em 2013, primeiro ano da gestão Geraldo Júlio, recebeu duras críticas; em 2014, não foi realizado. Ano passado, ocorreu a duras penas, com uma programação arranjada às pressas e sem recursos suficientes.

Nesta edição, 17 espetáculos de grupos de Pernambuco, Paraíba, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Ceará integram a programação, que começa no sábado (19) e segue até o dia 27 de novembro, nos Teatros de Santa Isabel, Apolo, Barreto Junior, Hermilo Borba Filho e Luiz Mendonça. O FRTN é uma realização da Prefeitura do Recife, através da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife. Desde o ano passado, a Gerência de Artes Cênicas, sob a coordenação de Romildo Moreira, é a responsável pelo festival. Nos anos anteriores, a função era do Centro Apolo-Hermilo.

Em Nós, sete pessoas partilham angústias e esperanças enquanto preparam a última sopa. Foto: Guto Muniz

Em Nós, sete pessoas partilham angústias e esperanças enquanto preparam a última sopa. Foto: Guto Muniz

Latão volta ao Recife com peça sobre movimento grevista no ABC. Foto:

Latão volta ao Recife com peça sobre movimento grevista no ABC. Foto: Sérgio de Carvalho/divulgação

Entre os destaques da programação, o grupo Galpão, com o espetáculo Nós, dirigido por Márcio Abreu, um manifesto poético-político sobre o nosso tempo, com atuação impactante especialmente de Teuda Baura; o grupo Latão, que volta ao FRTN com O pão e a pedra, um espetáculo politicamente engajado, sobre a greve que aconteceu na região do ABC, em São Paulo, em 1979; e Memórias de um cão, do Coletivo Alfenim, que abre o festival.

Entre os espetáculos locais, Nossos Ossos, do Coletivo Angu de Teatro; MEDEIAPonto, com Augusta Ferraz; e Saudosear – A noite insone de um Palhaço, com Walmir Chagas.

Ainda na programação, o Conta Causos, do Doutores da Alegria. Os atores/palhaços Enne Marx, Fábio Caio, Greyce Braga, Juliana de Almeida e Tamara Floriano apresentam uma espécie de relato encenado das vivências dos palhaços nos hospitais.

Doutores da Alegria contam vivências dos hospitais. Foto: Léo Caldas

Doutores da Alegria contam vivências dos hospitais. Foto: Léo Caldas

Entre as ações formativas, o festival promove uma oficina/residência com o diretor e professor Sérgio de Carvalho, da Cia do Latão, sobre o teatro épico-dialético.

O homenageado da edição 2016 do festival é o Mamulengo Só-Riso, fundado há 42 anos em Olinda. Para celebrar o grupo, será instalada uma exposição, narrando a trajetória da trupe, no Centro Apolo Hermilo.

Os ingressos para as apresentações do festival custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada).

PROGRAMAÇÃO FESTIVAL RECIFE DO TEATRO NACIONAL 2016

19/11 (sábado)
Memórias de um Cão – Coletivo Alfenim – PB
Teatro de Santa Isabel, às 20h
Duração: 1h20 / Indicado para maiores de 14 anos

20/11 (domingo)
Severinos, Virgulinos e Vitalinos – Dispersos Cia. de Teatro – PE
Teatro Apolo, às 19h
Duração: 1h10 / Livre para todos os públicos

HARU – A primavera do Aprendiz – Rapha Santacruz Produções – PE
Teatro Barreto Júnior, às 16h30
Duração: 60 min / Livre para todos os públicos

Nossos Ossos – Coletivo Angu de Teatro – PE
Teatro Hermilo Borba Filho, às 19h
Duração: 1h20 / Indicado para maiores de 14 anos

21/11 (segunda)
Severinos, Virgulinos e Vitalinos – Dispersos Cia. de Teatro – PE
Teatro Apolo, às 16h30
Duração: 1h10 / Livre para todos os públicos

MEDEIAPonto – Grupo Pharcas Sertanejas – PE
Teatro Hermilo Borba Filho, às 19h
Duração: 1h10 / Indicado para maiores de 14 anos

O Mascate, a Pé rapada e os Forasteiros – Cia. de Artes Cínicas com Objetos – PE
Teatro Apolo, às 19h
Duração: 60 min / Indicado para maiores de 14 anos

22/11 (terça-feira)

O Mascate, a Pé rapada e os Forasteiros – Cia. de Artes Cínicas com Objetos – PE
Teatro Apolo, às 19h
Duração: 60 min – Indicado para maiores de 14 anos

H(EU)stória – O tempo em transe – Júnior Aguiar – PE
Teatro Barreto Jr, às 20h
Duração: 1h30 / Indicado para maiores de 14 anos

23/11 (quarta-feira)
O Pão e a Pedra – Cia. do Latão – SP
Teatro Hermilo Borba Filho, às 19h
Duração: 2h50, com intervalo / Indicado para maiores de 16 anos

NÓS – Grupo Galpão – MG
Teatro Luiz Mendonça, às 20h30
Duração: 1h30 / Indicado para maiores de 14 anos

24/11 (quinta-feira)
O Pão e a Pedra – Cia. do Latão – SP
Teatro Hermilo Borba Filho, às 19h
Duração: 2h50, com intervalo / Indicado para maiores de 16 anos

Saudosear – A noite insone de um Palhaço – Walmir Chagas – PE
Teatro Apolo, às 19h
Duração: 1h10 / Indicado para maiores de 14 anos

Walmir Chagas é dirigido por Moncho Rodriguez. Foto: Pedro Portugal

Walmir Chagas é dirigido por Moncho Rodriguez. Foto: Pedro Portugal

NÓS – Grupo Galpão – MG
Teatro Luiz Mendonça, às 20h30
Duração:1h30 / Indicado para maiores de 14 anos

25/11 (sexta-feira)
O Pão e a Pedra – Cia. do Latão – SP
Teatro Hermilo Borba Filho, às 19h
Duração: 2h50, com intervalo – Indicado para maiores de 16 anos

Dois idiotas sentados cada qual em seu barril – Borbolina Produções – SP
Teatro Barreto Jr, às 20h
Duração: 50 min – Indicado para todos os públicos

26/11 (sábado-feira)
O menino e a cerejeira – Borbolina Produções – SP
Teatro Barreto Jr. , às 16h30
Duração: 60 min / Livre para todos os públicos

O Pão e a Pedra – Cia. do Latão – SP
Teatro Hermilo Borba Filho, às 19h
Duração: 2h50, com intervalo / Indicado para maiores de 16 anos

Medida por medida – Teatro Popular de Ilhéus – BA
Teatro Luiz Mendonça, às 20h30
Duração: 1h30h – Indicado para maiores de 12 anos

Dia 27/11 (domingo)
Vento forte para água e sabão – Cia Fiandeiros de Teatro – PE
Teatro de Santa Isabel, às 16h
Duração: 55 min – Livre para todos os públicos

Sebastiana e Severina – Kamio Kaze – PE
Teatro Barreto Junior, às 16h30
Duração 1h10 – Indicado para todos os públicos

Fishman – Grupo Bagaceira – CE
Teatro Apolo, às 19h
Duração: 1h10 – Indicado para maiores de 14 anos

Fishman, do grupo cearense Bagaceira. Foto: Lina Sumizono

Fishman, do grupo cearense Bagaceira. Foto: Lina Sumizono

O Pão e a Pedra – Cia. do Latão – SP
Teatro Hermilo Borba Filho, às 19h
Duração: 2h50, com intervalo / Indicado para maiores de 16 anos

Teodorico Majestade – Teatro Popular de Ilhéus – BA
Teatro Luiz Mendonça, às 20h30
Duração: 1h30 / Indicado para todos os públicos

Programação Extra:

Dia 20/11
Exposição Mamulengo Só-Riso
Local: Teatro Hermilo Borba Filho
Abertura: às 10h
Entrada franca

Dia 22/11
Leitura Dramatizada
Medéia – O Evangelho – Albemar Araújo
Adaptação da obra de Eurípides
Teatro Joaquim Cardozo, às 20h
Livre para todos os públicos. Entrada Franca.

Dia 23/11
Conta Causos – Doutores da Alegria – PE.
Teatro Joaquim Cardozo, às 20h
Livre para todos os públicos. Entrada Franca.

Dia 26/11
Lançamentos: Livros, revista e o projeto: Teatro tem programa.
Com: Paulo Vieira, Pedro Vilela e Leidson Ferraz.
Centro Apolo Hermilo, às 15h. Entrada Franca.

Programação formativa:

De 16 a 19/11
Oficina/residência: O teatro épico-dialético
Ministrada por: Sérgio de Carvalho – SP
Local: Centro Apolo/Hermilo
Das 9 às 13h. Participação gratuita.

Dia 20/11
Seminário de Crítica Teatral – 2016
Tema Geral: A arte secreta do teatro – encontros infinitos
Como se forma e se quebra tradição teatral: Mestres e discípulos do teatro russo
Palestrante: Helena Vassina
Mediador: Diego Albuck
Local: Centro Apolo Hermilo

Dia 21/11
A arte solitária do autor – a criação dramatúrgica
Palestrantes: Paulo Vieira e João Denys
Mediador: Vinícius Vieira

Dia 22/11
A arte secreta da crítica – o exemplo de Sábato Magaldi
Palestrantes: Bruno Siqueira, Astier Basílico e Ivana Moura.
Mediadora: Isabelle Barros

Dia: 26/11
Mesa de debates: Pesquisa de grupo / investimentos e resultados
Palestrantes: Sérgio de Carvalho; Luiz Reis e Rudimar Constâncio.
Mediador: Romildo Moreira
Centro Apolo/Hermilo, às 09h30

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