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Mostra de esquetes no Espaço Cênicas

Cenas curtas inspiradas na literatura brasileira. Foto: Cênicas Cia. de Repertório

Cenas curtas inspiradas na literatura brasileira. Foto: Cênicas Cia. de Repertório

Contos da literatura brasileira são a base para as cenas curtas articuladas nos exercícios de interpretação dirigidos por Antonio Rodrigues, da Cênicas Companhia de Repertório. A 3ª edição da Mostra Pequenos Grandes Trabalhos ocorre neste fim de semana, no Espaço Cênicas. nos dois dias são exibidas as atividades artísticas, sábado (17) às 20h e domingo (18) às 19h. No sábado são apresentadas Caixinha de música, A Coroa de Orquídeas, Triangulo em Cravo e <em>Flauta Doce, Totonha e Nossa Rainha; no domingo terão Terça-Feira Gorda, A Cartomante, Réquiem Para um Fugitivo, Despeito, Vestido Longo e Aqueles Dois.

PROGRAMAÇÃO


Sábado (17/12)às 20H:

Caixinha de Música, de Caio Fernando Abreu, por Sophia Coutinho e Ricardo Andrade.
A Coroa de Orquídeas, de Nelson Rodrigues, por Almir Guilhermino.
Triângulo em Cravo e Flauta Doce, de Caio Fernando Abreu, por Thayana Monteiro, João Victor e Flávio Moraes.
Totonha, de Marcelino Freire, por Vitória Medeiros.
Nossa Rainha, de Marcelino Freire, por Bero Andrade.

Domingo (18/12), ÀS 19H
Terça-feira Gorda, de Caio Fernando Abreu, por Fábio Queiroz.
Réquiem Para um Fugitivo, de Caio Fernando Abreu, por Fernando Pessôa.
A Cartomante, de Machado de Assis, por Emília Marques, Nemu Campos, Surete Martins e Marcionillo Pedrosa.
Despeito, de Nelson Rodrigues, por Jandson Miranda, Heloísa Medeiros, Fernanda Brasil e Ricardo Andrade.
Vestido Longo, de Marcelino Freire, por Cássia Souza.
Aqueles Dois, de Caio Fernando Abreu, por Milton Raulino e Marcionillo Pedrosa.

SERVIÇO
3ª Mostra Pequenos Grandes Trabalhos
Quando: 17 E 18 de Dezembro De 2016
Sábado 20:00h e Domingo às 19:00h
Onde: Espaço Cênicas (Rua Marques de Olinda,199 – segundo andar. Bairro do Recife Antigo – entrada pela Vigário Tenório.
Quanto: R$ 20,00 e 10,00 meia
Plateia limitada 80 lugares
16 anos
Informação 81 99609-3838

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Picadeiro para as crianças

Espetáculo da Escola Pernambucana de Circo

Espetáculo da Escola Pernambucana de Circo

Elas já aprenderam alguns truques e técnicas circenses e exibem seus talentos neste fim de semana. Crianças e adolescentes ocupam o picadeiro na Escola Pernambucana de Circo, sábado e domingo, às 19h, na sede da instituição, no bairro da Macaxeira. Os formandos do Projeto Brincar e Aprender pra Crescer com Você! Ações conjuntas na Prevenção de Uso e Abuso de Drogas realizado em convênio com a COMDICA (Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do Recife (PE), exibem Acrobacias Aéreas (trapézio, tecido e lira) e Acrobacias de Solo (pirâmide humana, adágio/mão a mão, mini-tramp e pista acrobática), Malabares e Equilíbrio.

As apresentações de encerramento estão divididas em dois dias, com entrada gratuita. No primeiro, sábado (17), as crianças de 6 a 10 anos participam do espetáculo Avoar no Universo Circense, inspirado no texto Avoar, do dramaturgo Vladimir Capela, falecido em 2015. O texto foi adaptado para o universo do circo pelos educadores Karolaine Camila, Hammai de Assis e Hosani Gomes. Os alunos levam para a cena as brincadeiras e cantigas típicas infantis, com acrobacia, números de tecido, lira e equilíbrio.

Já no segundo dia, o domingo (18), o protagonismo é dos adolescentes de 11 a 15 anos. Eles encenam A Bailarina em um Musical Circense, que explora a aventura da dançarina em meio a novos ritmos. O grupo apresenta números de malabarismo, trapézio, acrobacia, equilíbrio, molas, tecido e pirâmide. O roteiro foi sugerido por duas alunas adolescentes e o texto final construído pelos educadores, Thiago Oliveira, Raquel Franco e Maicon Francisco Torres.

O Projeto Brincar e Aprender para Crescer com Você é destinado para crianças dos 6 aos 10 anos e adolescentes dos 11 aos 15. As aulas regulares ocorrem à tarde. Em março serão abertas as inscrições para novas turmas. Informações no site (www.escolapecirco.org.br).

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Odin Teatret no Recife

Samuel, Eugenio, Agri, Julia e Naná: encontro do Odin no Recife. Foto: S.Santos

Samuel Santos, Eugenio Barba, Agri Melo, Julia Varley e Naná Sodré: encontro do Odin no Recife. Foto: S.Santos

“Dou ao ofício teatral um valor muito profundo”, comenta o encenador e teórico Eugenio Barba, 80 anos, numa mistura de português, espanhol e italiano. Referência incontestável para as artes cênicas desde meados do século 20 o pensador italiano é uma figura que os artistas da cena, estudantes ou espectadores cultos e interessados em artes sabem, ou deveriam saber, da importância. Barba ainda pensa o teatro de forma inovadora – da criação artística, passando pela pedagogia, pesquisa e reflexão ética. Fundador do Odin Teatret, localizado em Holstebro, na Dinamarca, em 1964 e criador da Antropologia teatral, um estudo comparativo das diferentes habilidades cênicas do ator, performer ou bailarino a partir da sua presença física e mental aperfeiçoadas em algumas partes do mundo, durante várias gerações.

Barba e a atriz e diretora inglesa Julia Varley, companheira de Eugenio, que está no grupo desde 1976, estiveram no Recife de segunda a quarta-feira, a convite do grupo O Poste Soluções Luminosas, cumprindo uma intensa programação no Teatro Hermilo Borba Filho e sede dO Poste) que incluiu o workshop de voz O Eco do Silêncio ministrado por Varley, com demonstração de trabalho; conversa com Eugenio Barba sobre Antropologia Teatral, o que é? e exibição do espetáculo Ave Maria, que tem a morte como tema e traz Mr. Peanut, um alter-ego de Varley, em diversas identidades.

O espetáculo dirigido por Eugenio, faz uma homenagem à atriz chilena María Canépa, amiga de Julia. Ave Maria leva para a cenas as impressões, vivências de Julia ao lado da atriz chilena, que recebeu o Odin em seu país pela primeira vez na época da ditadura de Augusto Pinochet. Ave Maria trata do sentido de fazer teatro e da figura singular que depositava uma grande confiança no ser humano.

A frequência às atividades do Odin no Recife não esteve à altura da relevância do grupo sediado na Dinamarca. A apresentação de Ave Maria foi a mais atingida. Ocorreu no dia seguinte à manifestação contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Teto dos Gastos Públicos, que começou pacífica, mas que terminou com depredações no centro da cidade e alguns detidos. O dia 14 de dezembro foi de comentários temerosos nas redes sociais (alguns anunciando arrastões), ruas do centro desertas e teatro esvaziado.  

Eugenio Barba e Julia Foto:

Eugenio Barba e Julia Foto: Marcelo Dischinger

O Odin veio à capital pernambucana em 2012, numa ação do projeto Palco Giratório, do Sesc, em que Eugenio participou de uma conversa pública e Julia expôs também O eco do silêncio.

O coletivo anfitrião também exibiu dois espetáculos que têm como norte alguns princípios da antropologia teatral: A Receita, solo com a atriz Naná Sodré que investiga a violência contra a mulher, e Ombela, dueto entre Naná e Agrinez Melo a partir da obra do escritor africano Manuel Rui, ambos dirigidos por Samuel Santos.

Barba tem mais de 20 livros publicados já dirigiu mais de 70 produções, entre as quais Ferai (1969), My Father’s House (1972), Brecht’s Ashes (1980), The Gospel according to Oxyrhincus (1985), Talabot (1988), Kaosmos (1993), Mythos (1998), Andersen’s Dream (2004), Ur-Hamlet (2006), Don Giovanni all’Inferno (2006), The Marriage of Medea (2008), The Chronic Life (2011), Ave Maria (2012) e A Árvore (2016).

Há nove anos o encenador participa com o seu Odin Teatret da residência intitulada A Arte Secreta do Ator, realizada em Brasília (DF) e produzida pela TAO filmes e da Cia. YinsPiração Poéticas Contemporâneas. 

A entrevista em vídeo foi concedida após a demonstração de trabalho O eco do silêncio, de Júlia Varley, e da palestra com Eugenio Barba, no saguão do Teatro Hermilo Borba Filho, no dia 13 de dezembro, terça-feira.  Contei com a colaboração do professor da UFPE Everson Melquíades.

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João Pernambuco realiza Mostra A Porta Aberta

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Retomada, do Totem, está na programação Foto: Fernando Figueiroa / Divulgação

Fred Nascimento e sua trupe prosseguem com a guerrilha pela arte e pelo teatro a partir da atuação na Escola Municipal de Arte João Pernambuco/PCR. Um dos resultados dessa ação pode ser conferido na 17ª Mostra A Porta Aberta – 2016.2, que ocorre de 12 a 16 de dezembro. A programação junta a produção de artes cênicas da EMAJPE, grupos e profissionais convidados. E consolida a parceria com o SATED-PE, que acompanha o desempenho dos formandos do Curso Profissional de Teatro na última noite do encontro.

A clássica narrativa da tradição oriental é o alicerce para a peça A Conferência dos Pássaros, de Peter Sís que abre a mostra nesta segunda-feira, às 16h. O exercício cênico desenvolvido na disciplina Interpretação 3, do Curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Federal de Pernambuco, tem direção de Marianne Cosentino.

Ainda estão agendados para esta segunda-feira os espetáculos Mar e Placebo, encenado por Otacílio Júnior e Experimentos Brechtianos 1, dirigido por Júnior Foster. À noite será lançada a oitava edição da Trema Revista de Teatro, a Edição do Esquecimento. E a jornalista Tatiana Meira recebe homenagem da Mostra.

A principal atração da noite é a performance do Totem Retomada, fruto da pesquisa Rito Ancestral Corpo Contemporâneo, junto aos povos Pankararu, Xukuru e Kapinawá. O grupo entende a performance como ritual contemporâneo e desse mergulho nos processos ritualísticos das tribos leva para a cena questões como pertencimento, memória e identidade.

O espetáculo estreou no Trema Festival de Teatro, passou pelo Cirkula e participou da 1ª Mostra de Teatro Alternativo do Recife-Outubro ou Nada. Com direção de Fred Nascimento, Retomada conte no seu elenco com as performers Lau Veríssimo, Gabi Cabral, Gabi Holanda, Inaê Veríssimo, Juliana Nardin, Taína Veríssimo e Tatiana Pedrosa.

17º A Porta Aberta 2016.1 – Mostra de Artes Cênicas
De 12 a 16 de dezembro de 2016
Escola Municipal de Arte João Pernambuco/PCR
Homenagem a Tatiana Meira

PROGRAMAÇÃO
SEGUNDA 12/12
16H – A Conferência dos Pássaros
Texto Peter Sís
Lic. em Teatro-UFPE – Int.3
Dir. Mariane Cosentino

– Mar e Placebo
Experimento Coreográfico
Otacílio Júnior

17h – Curtas Cenas
Of. Teatro Adulto
Dir. Tatiana Pedrosa

17h – Experimentos Brechtianos 1
Básico de Teatro- 2ºper. EMAJPE
Dir. Júnior Foster

19h – Lançamento da oitava edição da Trema Revista de Teatro – Edição do Esquecimento
Homenagem à Tatiana Meira

19h30 – Retomada
Performance
Grupo Totem.
Dir. Fred Nascimento

TERÇA 13/12
9h30 Ombela
Texto do Tablado
Of. Inf. de Teatro e Of. Inf. de Musicalização-EMAJPE
Dir. Tatiana Pedrosa e Bruna

15hOmbela
Texto do Tablado
Of. Inf. de Teatro e Of. Inf. de Musicalização-EMAJPE
Dir. Tatiana Pedrosa e Bruna

17hO Caso do Recenciamento
Of. Inf. de Teatro – EMAJPE
Dir. Tatiana Pedrosa

17h30Curtas Cenas
Of. Teatro Adulto
Dir. Tatiana Pedrosa

19hO Segredo da Arca de Trancoso
Texto Luiz Felipe Botelho
Básico de Teatro – 1º per. EMAJPE
Dir. Givaldo Tenório

20hExperimentos Brechtianos 2
Curso Prof. de Teatro-2º per. EMAJPE
Dir. Júnior Foster

QUARTA 14/12
16hA Tarde dos Palhaços Adestrados
Lic. em Teatro-UFPE – 6º per.
Dir. Marianne Cosentino

16h30Quanto Pesa sua Bagagem?
Curso Básico de Teatro – 3º per.-EMAJPE
Texto Coletivo
Dir. Júnior Foster

17hFofocas
Curso Bas.de Teatro-1º per.-EMAJPE
Texto Coletivo do Tablado
Dir. Patrícia Barreto

19hPantone
Sonância em Cena
Curso Prof. de Teatro-2º per. EMAJPE
Dir. Gabriela Martinez

20hCabareth Valentin – (recorte)
Dramaturgia Bertold Brecht
Básico de Teatro-2º per.
Dir. Patrícia Barreto

QUINTA 15/12
16h – Grupo de Flauta Doce da EMAJPE
Curso de Música
Regência Prof. Rogério

16h30 – As Dez mais do Córtex Cerebral
Grupo Teatral do IFPE
Texto Cyrano Rosalén
Dir. Eduardo Bringuel

17h – Roda Espetáculo de Capoeira Angola
Mestre Jorge Augusto
Ayres Sales

19h – Através de Si
Básico de Teatro-3º per. EMAJPE
Texto Coletivo e colagem de diversos autores
Dir. Júnior Foster

19h30 – Viva La Vida – versão pocket performance
Coletivo Multus
Dramaturgia e direção Fred Nascimento

Peça inspirada na obra de Charles Bukowski. Foto: Fernando Figueiroa / Divulgação

Peça inspirada na obra de Charles Bukowski. Foto: Fernando Figueiroa / Divulgação

20h – Bukowski Blues Bar – 1º episódio
Curso Básico de Teatro-1º per.-EMAJPE
A partir da obra de Charles Bukowski
Dramaturgia e direção Fred Nascimento

SEXTA 16/12
19h – Bukowski Blues Bar – 2º episódio
Curso Prof. de Teatro-4º per. EMAJPE
A partir da obra de Charles Bukowski
Dramaturgia e direção Fred Nascimento

Todas as atividades são abertas ao público.
17º A Porta Aberta – 2016.1 – De 13 a 17 de junho de 2016
Escola Municipal de Arte João Pernambuco/PCR.
Av. Barão de Muribeca, 216 – Várzea – Recife – fone: 3355-4092 / 93 / 94.

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Vivência contra preconceitos

Espetáculo autobiográfico toca nas feridas do racismo, da homofobia e dos fundamentalismos religiosos

“Quando você descobriu que era negro?”, questiona o ator Marconi Bispo no espetáculo Luzir é Negro, do coletivo Teatro de Fronteira, com direção de Rodrigo Dourado. Pergunta carregada de história de discriminação e preconceito racial de um Brasil hipócrita e desigual. Luzir é Negro faz uma sessão especial de despedida da temporada deste ano no Espaço O Poste, neste domingo (04/12), às 17h.

De acordo com Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo IBGE em 2014, 53% dos brasileiros se afirmaram como negros e pardos, num acréscimo de 5 pontos porcentuais em analogia com pesquisa idêntica feita há dez anos.

O geógrafo brasileiro Milton Santos (1926 –2001), em uma palestra lembrou que os professores Florestan Fernandes e Otavio Ianni, escreveram “que os brasileiros, de um modo geral, não têm vergonha de ser racista, mas têm vergonha de se dizer que são racistas”. Essa tese provoca uma reflexão pertinente sobre discursos e aparências, sentimentos que mobilizam e processos de exclusão.

Marconi Bispo sentiu na pele a segregação no ambiente de trabalho, a desconfiança sobre suas guias ritualísticas do candomblé e a rejeição na vida afetiva.  O ator partiu para investigar essas cicatrizes do corpo e da alma a partir de sua própria vivência. E foi justamente o insucesso (?) na vida amorosa o gatilho para transformar suas experiências em  material dramatúrgico da montagem.

Marconi Bispo em Luzir é Negro

Marconi Bispo em Luzir é Negro. Fotos: Ricardo Maciel / Divulgação

A mentalidade misógina, homofóbica e racista e o fundamentalismo religioso e político são interrogados na montagem Luzir é Negro, a partir das experiências do intérprete, das violências simbólicas (e físicas) a que está exposto como homem negro, homossexual e do candomblé. Para traduzir a dimensão das ofensas e mágoas, a peça utiliza os procedimentos do biodrama e do teatro documental.

A dramaturgia é complementada por referências a textos como Os Negros, de Jean Genet, de Arena Conta Zumbi, musical escrito por Gianfrancesco Guarnieri e Augusto Boal, Gota D’água, de Chico Buarque e Paulo Pontes. Além de referências a acontecimentos como o que envolveu o diretor Cláudio Botelho, gravado em um rompante racista e em outras matrizes documentais: redes sociais, matérias e artigos de jornal, documentos históricos, etc.

Marconi, também cantor, é acompanhado em cena pelos músicos Kiko Santana e Basílio Queiroz.

O racismo mata. Das mortes físicas, o relatório final da CPI do Senado sobre o Assassinato de Jovens, deste ano, aponta que 23.100 jovens negros de 15 a 29 anos são assassinados: 63 por dia, um a cada 23 minutos.

Mas há muitas outras formas de apagamento. Também cruéis. Luzir é Negro trata um pouco disso tudo a partir das histórias e memórias de um homem negro de 39 anos – destes, 21 dedicados ao teatro – situado no Pernambuco do Recife, no Nordeste do Brasil, um país que vem dando macha a ré nas conquistas pelos direitos e cidadania.

FICHA TÉCNICA
Atuação: Marconi Bispo.
Direção: Rodrigo Dourado.
Dramaturgia: Marconi Bispo e Rodrigo Dourado.
Preparação Corporal: Pollyanna Monteiro.
Direção de Arte: Marcondes Lima (figurinos) e Plínio Maciel (elementos cenográficos e adereços).
Coreografias: Edson Vogue.
Iluminação: João Guilherme de Paula.
Edição de trilha: Rodrigo Porto.
Assessoria de Imprensa: Cleyton Cabral.
Músicos: Kiko Santana (guitarra e direção musical) e Basílio Queiroz (contrabaixo).
Fotos e vídeos: Ricardo Maciel.
Identidade Visual: Arthur Canavarro.
Assistência de Produção: Rodrigo Cavalcanti.
Realização: Teatro de Fronteira.

SERVIÇO
Luzir é Negro, do Teatro de Fronteira
Quando: Sessão especial neste domingo (04/12), às 17h.
Onde: Espaço O Poste (rua da Aurora, 529, Boa Vista)
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia)

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