Dupla Anderson Machado e Giulia Cooper estreia novo espetáculo. Foto: Renata Pires
O público recifense já conhece a alegria e inventividade da Caravana Tapioca, trupe formada pela dupla de atores, circenses e músicos, Giulia Cooper e Anderson Machado, paulistanos radicados na capital pernambucana há cinco anos. Nesta sexta-feira o dueto estreia o espetáculo Flor do Lixo, a partir das 19h, na área externa do Parque Dona Lindu (Boa Viagem).
Essa montagem direciona suas preocupações com o destino do lixo e a riqueza que é possível tirar do material reciclado.
Dois artistas e amigos descobrem o Beco da Ilusão e resolvem desenvolver seu trabalho no local. Uma série de contratempos os obriga a usar a imaginação e improvisar com coisas descartáveis para superar os problemas. Garrafas plásticas são usadas como malabares, bolas de papel e sacos de lixo se transformam em objetos animados.
Ilusionismo, malabarismo, música, humor e poesia são substâncias desse espetáculo sem palavras.
A Caravana Tapioca já montou Brincando no Picadeiro, Cavaco e Sua Pulga Adestrada e O Circo de Lampezão e Maria Botina. E também assinou a realização, em 2013, do I Festival de Circo a Céu Aberto, com nova edição programada ainda para este ano.
A montagem Flor do Lixo foi concebida desde 2013 e tem roteiro e direção de Anderson Machado e supervisão cênica de Marcelo Oliveira. “Queremos tratar desses seres invisíveis, garis, pedintes, moradores de rua, etc., e propondo também uma reflexão sobre o consumo desenfreado que nos faz gerar tanto lixo. Outro ponto importante é a necessidade de valorizarmos mais os espaços que temos na nossa cidade, lugares esquecidos que podem, sim, ganhar outra utilidade, outra vida”, explica Giulia Cooper.
AGENDA DE APRESENTAÇÕES GRATUITAS NO RECIFE E OLINDA Dia 15/05 – Parque Dona Lindu, 19h Dia 16/05 – Parque 13 de Maio, 16h30 Dia 17/05 – Praça do Arsenal da Marinha, 16h Dia 18/05 (segunda-feira) – Ilha de Deus, no Centro Educacional Saber Viver, 17h Dia 20/05 (quarta-feira) – Escola Governador Barbosa Lima, 9h Dia 21/05 (quinta-feira) – Escola Vidal de Negreiros, 10h30 Dia 21/05 (quinta-feira) – Comunidade de Santo Amaro, no Largo do Albuquerque, ONG Pé no Chão, 17h30 Dia 22/05 (sexta-feira) – Rua da Alfândega, 21h Dia 23/05 (sábado)- Praça de Boa Viagem, 17h e 20h Dia 24/05 (domingo) – Parque da Jaqueira, 10h Dia 24/05 (domingo) – Alto da Sé/Olinda, 16h30 Classificação indicativa: livre para todas as idades e públicos.
O Teatro de Santa Isabel, que já foi palco de ações libertárias no seu passado glorioso, comemora 165 anos com uma programação amena. Lá o poeta-cidadão Castro Alves levantou sua voz, com “um punhado de versos” pela defesa dos excluídos e proscritos. Contra a injustiça, a barbárie e a tirania. Bem, os tempos são outros. E as batalhas importantes, como o Ocupe Estelita, são travadas nas ruas – e tem como armas (entre outras) vídeos e filmes inteligentes e demolidores por seu humor como Novo Apocalipse Recife (Ocupe Estelita contra GeJu) – e nas redes sociais.
Bem, mas o Teatro de Santa Isabel completa 165 anos no dia 18 de maio. E para a data não passar em branco, a Secretaria de Cultura do Recife juntou algumas atrações para serem exibidas sábado (16) e domingo (17), a partir das 15h, com entrada franca.
A programação de sábado começa com Contação de Histórias. A atriz Kika Farias defende Dona Mocinha no vaivém da vida, sobre uma andarilha que coleciona contos e distribui sua riqueza com quem encontra pelo caminho. Em seguida, o ator Flávio Renovatto, acompanhado dos músicos André Eugênio (percussão) e Rafael Meira (flauta e violão), comanda o recital O Guardador de Poetas. O espetáculo reúne literatura, teatro e música durante 60 minutos e é apoiado nos textos de Cecília Meireles, Mario Quintana e Manoel Bandeira.
Cara da Mãe, com o Coletivo Cênico Tenda Vermelha completa as apresentações de sábado. As bailarinas Ana Luiza Bione, Íris Campos e Janaína Gomes conduzem o público por reflexões sobre a maternidade, suas inquietudes e conquistas no mundo contemporâneo.
Histórias Cantadeiras. Foto: Janela Fotografia
Os contos populares brasileiros O macaco e a viola, O cabra cabrês e A sopa de pedra, além de Histórias à brasileira, da escritora Ana Maria Machado compõem a apresentação Histórias Cantadeiras, que a Companhia “Agora eu era …” exibe domingo. Participam a contadora Nanda Melo e a musicista Cacau Nóbrega.
Odília Nunes como a encantadora Bandeira. Foto: Divulgação
Decripolou Totepou é um afogo no coração, com a artista Odília Nunes. Ela buscou na magia do circo os ingredientes para compor a fábula de Bandeira, uma brincante que anda pelo mundo seduzindo a todos com suas narrativas.
Sebastiana e Severina leva ao palco os anseios de duas rendeiras solteironas, que depositam no mesmo forasteiro a esperança de amor. E isso abala a amizade delas. A direção de Cláudio Lira.
Na Beira, com Plínio Maciel. Foto: Ricardo Maciel
Plínio Maciel encerra a programação de aniversário com a performance Na Beira, a ser apresentada no Camarim Coletivo para 30 pessoas apenas. A direção é de Rodrigo Dourado e faz parte do projeto do Teatro de Fronteira.
Serviço Aniversário de 165 anos do Teatro de Santa Isabel Quando: sábado (16) e domingo (17) Horário: a partir das 15h Onde: Teatro de Santa Isabel, Praça da República, s/n, bairro de Santo Antônio, Recife Informações: 3355.3323/3322 Entrada franca
PROGRAMAÇÃO
Sábado – 16 de maio 15h – CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS – Dona Mocinha no vaivém da vida
Saguão do TSI
Classificação: Livre 16h40 – O GUARDADOR DE POETAS
Anfiteatro
Classificação: Livre 20h – CARA DA MÃE
Palco
Classificação: Livre
Domingo, 17 de maio 15h – CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS – Histórias Cantadeiras
Saguão do TSI
Classificação: Livre 16h – DECRIPOLOU TOTEPOU
Anfiteatro
Classificação: Livre 17h – SEBASTIANA E SEVERINA
Palco
Classificação: Livre 18h30 – NA BEIRA
Camarim Coletivo
(Lotação: 30 pessoas)
Classificação: 12 anos
Espetáculo de dança contemporânea faz duas apresentações no Recife. Foto: Ana Meinhardt
Em A hora da Estrela Clarice Lispector sentenciou: “O destino de uma mulher é ser mulher”. Ampla e profunda essa reflexão. Já em Perto do Coração Selvagem, a escritora deixou gravado: “Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome”. As escolhas determinam o percurso na vida. O espetáculo de dança contemporânea Teresinhas fala um pouco dessas coisas. Expõe em coreografias a trajetória de uma criatura do sexo feminino. Para mostrar as várias etapas da vida, sete bailarinas entre 30 e 70 anos interpretam a personagem principal.
Teresinhas faz duas apresentações no Recife dias 15 e 16 de maio, às 20h, no Teatro Luiz Mendonça. A montagem é assinada pelo coreógrafo Paulo Guimarães, que se inspirou em um texto de Vinícius de Moraes e no depoimento de sua mãe, Teresinha Jardim Machado.
As atrizes-bailarinas Ângela Coelho, Fernanda Stein, Gabriela Rutkoski, Julia Trevisan, Sônia Guasque, Thais Freitas e Nury Salazar assumem os papéis de mãe, mulher, filha, amiga, companheira e outros mais subjetivos.
No dia 16, o diretor Paulo Guimarães ministrará um workshop gratuito de dança contemporânea, das 9h às 12h, no mesmo teatro.
Sete atrizes-bailarinas participam da encenação. Foto: Divulgação
A encenação conta com trilha sonora executada ao vivo pelo músico Tiago Rinaldi, premiado no 11º Festival de Música de Porto Alegre.
O projeto do Grupo Meme, de Porto Alegre/RS, tem financiamento da Lei de Incentivo à Cultura do Estado do RS, patrocínio dos Correios e do O Boticário na Dança e realização do Ministério da Cultura.
SERVIÇO
Espetáculo de dança Teresinhas Quando: 15 (sexta-feira) e 16 (sábado), às 20h Onde: Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu), Av. Boa Viagem, S/N – Boa Viagem, Recife Quanto: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)
FICHA TÉCNICA Concepção, direção e coreografia: Paulo Guimarães Elenco: Ângela Coelho, Fernanda Stein, Gabriela Rutkoski, Julia Trevisan, Sônia Guasque, Thais Freitas, Nury Salazar Trilha sonora e execução: Tiago Rinaldi Depoimentos e locução: Teresinha Jardim Machado e Rodrigo Shalako Cenário: Rudinei Morales Figurino: Francisco Pimentel Criação de luz: Fabrício Simões Operador de luz: Vagner Duarte Fotografia: Cláudio Etges e Fábio Zambom Divulgação e design gráfico: Tiago Rinaldi Produção: Grupo MEME
A dança do frevo tem passos bem difíceis, de forma acrobática. Na foto de Ju Brainer, o espetáculo Frevo de casa
É contagiante. Quando uma pequena orquestra executa o frevo Vassourinhas no Carnaval pernambucano ninguém fica parado, a multidão se movimenta freneticamente. Esse ritmo musical que mistura marcha, maxixe e elementos da capoeira é Patrimônio Imaterial do Brasil desde 2007 e da Humanidade pela UNESCO desde 2012. O estudo da dança do frevo é motivo do projeto Frevo para aprender e ensinar, dos pesquisadores e coreógrafos Valéria Vicente e Giorrdani de Souza (Kiran). Trata-se da primeira obra com conteúdo específico para a prática do frevo. Na publicação os autores refletem sobre o ensino de dança através de estudos práticos, de forma profunda e atualizada, mas que possa alcançar os mais variados públicos.
Frevo para aprender e ensinar em formato livro e também no site www.frevopesquisa.com.br tem lançamento nesta quinta-feira (14), no Paço do Frevo (Bairro do Recife). A noite de autógrafos conta com apresentação da Orquestra de Frevo Zezé Correia, mantida pela Sociedade Musical 15 de Novembro de Upatininga (distrito de Aliança, Zona da Mata Norte pernambucana). A edição custa R$ 15 durante o evento e por R$ 20 pelo email:editora@associacaoreviva.org.br
“Frevo para aprender e ensinar reúne aprendizados que tive nos últimos seis anos, atuando como professora universitária e lidando com diferentes corpos, interesses e sensibilidades”, situa Valéria Vicente. “Com certeza os conhecimentos que compartilhamos no livro e no site transformaram minha forma de entender o frevo, de dançar e de criar. Fico feliz em poder compartilhar isso com mais pessoas”.
“Para nós é muito importante levar ao público as informações resultantes de nossa pesquisa”, diz Kiran. “O livro traz propostas pedagógicas baseadas em cinesiologia, fisiologia do exercício e biomecânica numa perspectiva de contribuir para expansão do entendimento do corpo em movimento entre aqueles que se dedicam ao ensino e a prática do frevo”.
A obra tem ilustrações e programação visual de Iara Sales, a partir de desenhos feitos pela artista Isa Trigo. E inclui fotografias de Tonlin Cheng feitas com integrantes do grupo Guerreiros do Passo, formado por discípulos do mestre Nascimento do Passo.
Frevo para aprender e ensinar é uma publicação das editoras Universitária da UFPE e Associação Reviva, com o incentivo do Funcultura / Fundarpe, Secretaria de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco.
Orquestra de Frevo Zezé Corrêa toca no lançamento. Foto: Ederlan Fábio
O livro está dividido em sete capítulos: Capítulo 1: O frevo patrimônio imaterial e sua dança original – apresenta uma breve descrição da história do frevo, especialmente da dança e sua escolarização. Capítulo2: Princípios pedagógicos e ensino do frevo – apresenta discussão sobre educação na contemporaneidade e um diálogo com os princípios positivos do Método Nascimento do Passo e de elementos que poderiam ser revistos ou ampliados. Capitulo 3: Princípios do treinamento físico e aulas de dança – aborda práticas que, apesar de comuns na área de dança, precisam de ajustes diante das evidências científicas por colocarem em risco a saúde dos alunos. Capítulo 4: Fortalecimento muscular complementar – uma prática necessária – apresenta revisão bibliográfica para definir e qualificar práticas complementares ao frevo para organização eficiente das musculaturas dos membros inferiores. Capítulo 5: Sugestão de progressão para a aula de frevo – apresenta e explica uma proposição de progressão para a aula de frevo com base no conjunto das informações adquiridas na pesquisa e pela prática dos seus autores após a aplicação dessas informações. Capítulo 6: Resultados das análises cinesiológicas e indicações para a realização dos movimentos – apresenta a pesquisa cinesiológicas, seus procedimentos e resultados e apontamos algumas indicações para execução dos movimentos analisados. Capítulo 7: Depoimentos de Luciano Amorim e Flaira Ferro.
Kiran e Valéria Vicente. Foto Afonso Oliveira
OS AUTORES Giorrdani de Souza (Kiran) é fisioterapeuta graduado pela Hogeschool van Amsterdam (European School of Physiotherapy) na Holanda e pela Faculdade Integrada do Recife. Mestrando em dança pela UFBA, pós-graduado em Fisiologia do Exercício aplicada a grupos especiais pela Universidade Gama Filho e em Dança como Prática Terapêutica pela Faculdade Angel Vianna. Bailarino e ator com carreira internacional, atua como coreógrafo, professor de Técnicas Contemporâneas de Dança, Dança-teatro, trabalho de corpo para atores, pesquisador do movimento humano e professor de anatomia, fisiologia do exercício e cinesiologia para bailarinos. Professor da Pós-Graduação em Dança Educacional e Artes Cênicas pela CENSUPEG (Centro Sul-Brasileiro de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação).
Valéria Vicente é dançarina, co¬reógrafa e passista. Professora da Licenciatura em Dança da UFPB, doutoranda do Programa de pós-graduação em Artes Cênicas da UFBA e uma das coordenadoras do Acervo Recordança (PE). Publicou o DVD Trançados Musculares: saúde corporal e ensino do frevo (2011) e os livros Entre a Ponta de pé e o Calcanhar: Reflexões sobre como o frevo encena o povo, a nação e a dança no Recife (2009); Brincando Maracatu (2008) e Maracatu Rural: O espetáculo como Espaço Social (2005). Na prática de dança, suas pesquisas resultaram nos espetáculos: Frevo de Casa (2014), Fervo (2006) e Pequena Subversão (2007). Relativo a prática pedagógica, também participou da elaboração dos Projetos Pedagógicos dos Cursos de Licenciatura em Dança da UFPE (2008) e UFPB (2012).
Serviço
Lançamento do livro Frevo para aprender e ensinar, de Giorrdani de Souza e Valéria Vicente (Editora UFPE) Quando: Quinta-feira, 14 de maio, às 18h30 Onde: Paço do Frevo (Rua da Guia, s/n – Bairro do Recife) Informações: 3355-9527 Entrada franca
Críticos dizem que Emílio Dantas interpreta um Cazuza de forma quase mediúnica. Fotos: Leo Aversa
O músico Cazuza era um facho de luz no universo rock’n’roll brasileiro dos anos 1980. Suas músicas irreverentes, sua rebeldia, sua poesia tocava nos nervos dos jovens da época e falavam de coisas importantes para o momento político brasileiro. Morreu jovem, no auge da carreira, exibindo sua dor e revolta, sua urgência de viver nos palcos. Esteve no Recife com o último show em que já definhava. Comovente.
Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, O Musical já foi aplaudido por mais de 200 mil pessoas, segundo a produção, e já circulou por 12 cidades brasileiras. O espetáculo tem direção de João Fonseca – que vem desenvolvendo uma cena musical brasileira mais despojada e teatral, que vai de Gota d’Água a Tim Maia – e texto de Aloisio de Abreu. A peça vai fazer três apresentações no Recife, de 5 a 7 de junho, no Teatro RioMar. Os ingressos já estão à venda na bilheteria do teatro, loja Maria Filó (Shopping Recife), loja Reserva (Plaza Shopping) e www.ingressorapido.com.br. Custam de R$ 25 a R$ 150.
Mesmo sem querer, o artista virou mito. Sua linguagem libertária, o temperamento explosivo, o talento e a morte prematura aos 32 anos em 1990 contribuíram para esse lugar de ícone.
A encenação é protagonizada pelo músico e ator Emílio Dantas. Os outros intérpretes assumem figuras como Lucinha e João Araújo, Ney Matogrosso, Bebel Gilberto, Frejat, Caetano Veloso, entre outros.
O autor Aloisio de Abreu fez uma pesquisa com pessoas próximas ao músico para compor a dramaturgia. Aloisio levou para a cena “um quê de crônica daqueles anos 1980 e comportamentos típicos dos jovens da época”. O dramaturgo imprime agilidade nessa história para traduzir a vida curta e intensa do artista.
A formação da banda Barão Vermelho tem destaque na peça
As canções embalam os momentos na vida de Cazuza, a revelação do teatro, o Barão Vermelho, o estouro, as brigas, o estrelato solo, a descoberta da doença, a pressa poética dos últimos dias. E nesse percurso entram os maiores sucessos do artista, em bando ou sozinho, como Pro Dia Nascer Feliz, Codinome Beija-Flor. Bete Balanço, Ideologia, O Tempo Não Para, Exagerado, Brasil, Preciso Dizer Que Te Amo e Faz Parte do Meu Show. Além de canções que Cazuza nunca gravou, como Malandragem, Poema e Mais Feliz.
A cenografia de Nello Marrese é formada por seis praticáveis que representam palafitas. A areia do chão simboliza o Arpoador, um dos recantos preferidos de Cazuza. O elemento fixo é uma mesa multiuso, que se transforma em bar, quarto, hospital.
A nossa saudosa Barbara Heliodora escreveu sobre o espetáculo para O Globo: “O espetáculo é envolvente em todos os seus aspectos. A direção de João Fonseca é um total acerto, pois cria exatamente o clima sugerido pelo texto. Emilio Dantas é um excelente Cazuza, com grande segurança nas enormes variações de humor e emoção.”
SERVIÇO Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, O Musical Onde: Teatro RioMar: 4º piso do RioMar Shopping – Av. República do Líbano, 251, Pina, Recife Quando:
Dia 5 de junho, às 21h
Dia 6 de junho, às 21h30
Dia 7 de junho, às 20h Sessão extra dia 6 de junho, sábado, às 18h Sessão extra dia 7 de junho, domingo, às 16h30 Ingressos: Plateia: R$ 150 (inteira) e R$ 75 (meia) Balcão promocional: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia) À venda na bilheteria do teatro, loja Maria Filó (Shopping Recife), loja Reserva (Plaza Shopping) ewww.ingressorapido.com.br * Meia-entrada válida para maiores de 60 anos, professores, estudantes até 12 anos e assinantes do Jornal do Commercio. Sócios do Náutico têm 20% de desconto sobre o valor da inteira na bilheteria do teatro. Informações: (81) 3207-1144 Classificação: 14 anos Duração:150 minutos
FICHA TÉCNICA Texto: Aloísio de Abreu Direção Geral: João Fonseca Produção Geral: Sandro Chaim Direção Musical: Daniel Rocha Supervisão Musical: Carlos Bauzys Preparador Vocal: Felipe Habib Coreografias: Alex Neoral Cenário: Nello Marrese Figurino: Carol Lobato Visagismo: Juliana Mendes Design de Luz: Daniela Sanches e Paulo Nenem Design de Som: Gabriel D´Angelo Apresentado pelo Ministério da Cultura Realização: Miniatura 9, Chaim XYZ Produções Produção Local: Art Rec Produções Elenco:
Emílio Dantas ou Osmar Silveira (Cazuza), Stella Rodrigues (Lucinha Araújo), Marcelo Várzea (João Araújo), André Dias (Ezequiel Neves), Fabiano Medeiros (Ney Matogrosso), Brenda Nadler (Bebel Gilberto), Arthur Ienzura (Frejat), Igor Miranda (Maurício Barros e sub Cazuza), Oscar Fabião (Serginho e sub Frejat), André Vieri (Guto Goffi), Marcelo Ferrari (Dé Palmeira), Dezo Mota (Caetano Veloso), Carol Dezani (Yara Neiva / vizinha / médica/ feia / Swing feminino), Sheila Matos (Tereza / mãe / enfermeira / sub Lucinha), Philipe Carneiro (Zeca Camargo / traficante / repórter / swing masculino), João Fonseca (sub Ezequiel Neves) e Carlo Leça (swing masculino)