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Festival celebra infâncias no Recife em julho

 

O 22º Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco reúne 15 espetáculos, inclusive a produção portuguesa Vamos para Bremen, da companhia TeatroPlage, de Lisboa.  

Pluft, o Fantasminha, da Cênicas Cia de Repertório Foto: Wilson Lima / Divulgação 

Edição homenageia os 40 anos do Mão Molenga. Foto: Reprodução do Youtube

Um balão que não consegue voar, um burrinho que decide sair de casa, uma menina em busca de um baobá sagrado, um Pinóquio em versão musical e até um Hamlet levado para o circo. A 22ª edição do Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco aposta na versatilidade de linguagens, temas e formatos. De 4 a 26 de julho, o evento ocupa os teatros de Santa Isabel, do Parque e Barreto Júnior com 15 espetáculos, além de programação gratuita em espaços públicos e ações formativas voltadas a artistas, educadores e público.

Com o tema “Aplausos para a Imaginação”, essa edição se organiza em três frentes: palco, com os espetáculos apresentados nos teatros; rua, com atrações gratuitas de artes cênicas e circo; e formação, com o 12º Colóquio do Teatro para Infâncias e Juventude, oficinas e palestras presenciais e online. A realização é da Métron Produções, de Edivane Bactista e Ruy Aguiar, com incentivo do SIC – Sistema de Incentivo à Cultura do Recife, Fundação de Cultura Cidade do Recife, Secretaria de Cultura e Prefeitura do Recife.

A curadoria deste ano é assinada por Marcondes Lima, Ruy Aguiar e Williams Sant’Anna. Marcondes atua como encenador, cenógrafo, figurinista, maquiador, ator e docente; Ruy Aguiar reúne trabalhos em coordenação de produção, dramaturgia, direção e gestão cultural; e Williams Sant’Anna transita entre teatro e circo, com atuação como pesquisador, encenador, palhaço, ator, dramaturgo e gestor cultural. O festival homenageia os 40 anos do Mão Molenga Teatro de Bonecos, grupo pernambucano de referência na cena para infâncias.

A abertura, no Teatro de Santa Isabel, será com Vamos para Bremen, da companhia portuguesa TeatroPlage, de Lisboa. Inspirado em Os Músicos de Bremen, dos irmãos Grimm, o espetáculo parte da história de personagens que seguem juntos em busca de outro lugar, apoiando-se na ideia de cooperação. Ainda no Santa Isabel, o festival reúne dois títulos baseados em contos já conhecidos do público infantil. O Sapatinho de Cristal, de Roberto Costa Produções / Yuri Costa, retoma a história de Cinderela, a jovem explorada pela madrasta e pelas irmãs até ter o destino alterado pelo baile e pelo famoso sapato perdido. Já Bonezinho Vermelho, da Métron Produções, parte do universo de Chapeuzinho Vermelho para uma encenação musical. Fecha a programação no Santa Pluft, o Fantasminha, da Cênicas Cia de Repertório, nova passagem do clássico de Maria Clara Machado sobre o fantasma que teme gente e acaba encontrando amizade na convivência com a menina Maribel.

Dia da Libélula. Foto: Raffael Quirino / Divulgação

A programação vem com um recorte mais heterogêneo no Teatro do Parque. Hélio, o Balão que não Consegue Voar, de Cleyton Cabral e Coletivo de Artistas, usa formas animadas e manipulação de objetos para contar a história de um balão de loja de festas que não consegue fazer aquilo que todos esperam dele. A peça tem dramaturgia premiada no Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia e trata do autismo por meio da trajetória desse personagem. Em O Dia da Libélula, da Companhia Teatralizar, o centro da ação é Babete, uma jovem libélula que descobre que viverá apenas um dia e, a partir daí, atravessa um pântano habitado por figuras estranhas e poéticas. É uma peça construída como jornada: há uma personagem, uma descoberta e um percurso.

Também no Parque, Helô, em Busca do Baobá Sagrado, da DoceAgri, acompanha uma menina negra de cabelos crespos que percebe a tristeza se espalhar pelo lugar onde vive. Orientada pela avó, conhecida como Velha Cachimbeira, e acompanhada pelo pai, Helô sai em busca do baobá sagrado, numa história que articula aventura, ancestralidade e identidade. João e o Pé de Feijão, da Capibaribe Produções, leva ao palco a narrativa do menino que troca a vaca da família por feijões mágicos e sobe até o território do gigante. Os 3 Super Porquinhos, de Roberto Costa Produções / Yuri Costa, transforma o conto dos porquinhos e do lobo em comédia musical. Já Queijo & Goiabada, da Cia 2 em Cena, aparece como uma das estreias da grade e parte de uma recriação para infâncias de Romeu e Julieta, filtrada por referências populares. Encerrando a programação do Parque, Quem Mente o Nariz Cresce, uma História de Pinóquio, da Arretado Produções, retoma o personagem criado por Carlo Collodi em montagem que combina teatro, música, circo e bonecos animados.

No Teatro Barreto Júnior, a sequência convoca alguns dos trabalhos mais marcados pela visualidade. O Burro Errante, da dupla Habib e Valeria, é baseado no livro homônimo de Habib Zahra e acompanha um burrinho criado numa família superprotetora que decide partir. A montagem utiliza teatro de sombras coloridas e música ao vivo, apoiando-se mais na construção imagética da travessia. Os Protetores dos Oceanos, do Espaço Cultural Vovozito/Falcões Produções, usa teatro de bonecos para narrar a saga de animais marinhos e, a partir dela, discutir a relação humana com o mar e com a preservação ambiental. Em Histórias Pontilhadas, da Companhia Conta Gotas, o público acompanha Zeca, Olga e Bina, uma família de alfaiates e costureiras que percorre caminhos reais e imaginários com sua carroça-casa. Já Hamlet no Circo, da Circus Produções Artísticas / Davison Wescley, desloca a tragédia de Shakespeare para a linguagem do circo e da palhaçaria.

No festival convivem clássicos reencenados, dramaturgias recentes, teatro de bonecos, sombras, musicais, circo e formas animadas. E com isso apresenta um recorte do que diferentes grupos têm produzido para crianças hoje, com companhias de Pernambuco, Paraíba e Portugal.

Ao homenagear os 40 anos do Mão Molenga Teatro de Bonecos, o festival celebra nesta edição uma referência importante da cena pernambucana para crianças. Fundado em 1986, o grupo construiu uma trajetória ligada ao teatro de bonecos e ao diálogo entre elementos visuais, música e atuação. A escolha do Mão Molenga também encontra eco na própria programação, marcada pela presença de bonecos, formas animadas e encenações em que a visualidade tem peso decisivo.

O Burro Errante. Foto: José Rebelatto / Divulgação

Programação

Teatro de Santa Isabel

04 de julho, 16h30Vamos para Bremen – TeatroPlage (Lisboa, Portugal)
05 de julho, 11hO Sapatinho de Cristal – Roberto Costa Produções / Yuri Costa (Paulista-PE)
11 de julho, 11hBonezinho Vermelho – Métron Produções (Recife-PE)
12 de julho, 16h30Pluft, o Fantasminha – Cênicas Cia de Repertório (Recife-PE)

Teatro do Parque

05 de julho, 11hHélio, o Balão que não Consegue Voar – Cleyton Cabral e Coletivo de Artistas (Recife-PE)
11 de julho, 11hO Dia da Libélula – Companhia Teatralizar (Abreu e Lima-PE)
12 de julho, 16hHelô, em Busca do Baobá Sagrado – DoceAgri (Recife-PE)
18 de julho, 11hJoão e o Pé de Feijão – Capibaribe Produções (Moreno-PE) – estreia
19 de julho, 11hOs 3 Super Porquinhos – Roberto Costa Produções / Yuri Costa (Paulista-PE)
25 de julho, 16hQueijo & Goiabada – Cia 2 em Cena (Recife-PE) – estreia
26 de julho, 16h – Quem Mente o Nariz Cresce, uma História de Pinóquio – Arretado Produções (João Pessoa-PB)

Teatro Barreto Júnior

11 de julho, 11h – O Burro Errante – Habib e Valeria (Olinda-PE)
12 de julho, 16hOs Protetores dos Oceanos – Espaço Cultural Vovozito / Falcões Produções (Igarassu-PE)
18 de julho, 11hHistórias Pontilhadas – Companhia Conta Gotas Produções / Tarcísio Vieira (Recife-PE)
19 de julho, 11hHamlet no Circo – Circus Produções Artísticas / Davison Wescley (Jaboatão dos Guararapes-PE)

Rua

A programação inclui apresentações gratuitas de artes cênicas e circo em espaços públicos do Recife

Formação

12º Colóquio do Teatro para Infâncias e Juventude
Oficinas e palestras presenciais e online
Atividades gratuitas para artistas, educadores e público

Serviço

22º Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco
Quando: de 4 a 26 de julho de 2026, aos sábados e domingos
Horários: 11h, 16h e 16h30
Onde: Teatro de Santa Isabel, Teatro do Parque e Teatro Barreto Júnior, no Recife
Ingressos: entre R$ 30 e R$ 120; ingressos sociais entre R$ 40 e R$ 50
Realização: Métron Produções
Incentivo: SIC – Sistema de Incentivo à Cultura do Recife / Fundação de Cultura Cidade do Recife / Secretaria de Cultura / Prefeitura do Recife
Informações: teatroparacrianca.com.br

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20º Festival de Teatro para Crianças
de Pernambuco ocupa o mês de julho

Hélio o balão que não consegue voar. Foto Ricardo Maciel / Divulgação

Pluft e a menina Maribel Foto Wilson Lima / Divulgação

O 20º Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco (FTCPE) começa neste final de semana. No sábado, 6 de julho, às 16h30, o Teatro de Santa Isabel recebe Brincando no Escuro, da Maktub Teatro e Outras Invencionices, de Caruaru. O espetáculo, com texto de Carlos Antonholi e direção da premiada atriz caruaruense Maria Alves, homenageada do Festival, promete encantar o público com uma narrativa envolvente, que o título já dá pistas. 

No domingo, 7 de julho, também às 16h30, o Teatro de Santa Isabel será a vez de Hélio, o Balão que não Consegue Voar, uma produção do Coletivo de Artistas, do Recife. Escrita por Cleyton Cabral, a peça estreou este ano no Palco Giratório e traz uma história sobre amizade e superação.

Hélio é um balão diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA) que vive em uma loja de festas. Hélio pertence a uma rara categoria de balões que não voam. A obra busca utilizar de leveza e sensibilidade para explorar os desafios que Hélio enfrenta no convívio social, destacando suas potencialidades e habilidades que vão além da capacidade de voar. A montagem busca proporcionar uma experiência visual e emocionalmente rica para o público, utilizando técnicas do teatro de formas animadas.

Paralelamente, o clássico Pluft, o Fantasminha, de Maria Clara Machado, será apresentado pela Cênicas Cia. de Repertório, do Recife, no Teatro Luiz Mendonça, localizado no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem. As apresentações ocorrem no sábado (6) e domingo (7), às 16h30. É uma oportunidade para as novas gerações conhecerem uma das obras mais queridas do teatro infantil brasileiro.

O Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco, que se estende até o dia 28 de julho, é uma realização da Métron Produções, de Edivane Bactista e Ruy Aguiar, com a parceria dos grupos teatrais e artistas de Pernambuco. O evento conta com o apoio cultural da Fundação de Cultura Cidade do Recife, Secretaria de Cultura e Prefeitura do Recife.

Este ano, o tema escolhido pelos curadores Marcondes Lima, Ruy Aguiar e Williams Sant’Anna é “Magia e Encantamento”, na perspectiva de transportar o público para um mundo de sonhos e fantasia.

A programação do festival inclui 15 montagens teatrais criadas exclusivamente para a infância, entre obras clássicas e textos de novos autores, interpretadas por companhias de Olinda, Recife, Paulista, Moreno e Caruaru. Serão ao todo 18 sessões, às 16h ou 16h30, com ingressos que variam entre R$ 30 e R$ 80, à venda no site do Festival https://www.teatroparacrianca.com.br. No site, também estão acessíveis todas as informações sobre os espetáculos, incluindo sinopses, horários e a programação completa.

Maria Alves é a homenageada do 20º FTCPE

Nesta edição, o FTCPE presta uma homenagem especial à atriz Maria Alves, que desenvolve um trabalho em defesa da infância e juventude há 40 anos por meio do teatro e da educação. Atuando há 30 anos como professora de teatro no Colégio Diocesano de Caruaru, Maria Alves produziu 23 espetáculos para as infâncias com o Grupo Estudantil de Teatro Ená Iomerê. Sua pesquisa de mestrado virou livro em 2019: Arte e seu Ensino: Sentidos Atribuídos pelas Vozes das Crianças dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, editado e lançado pelo SESC de Pernambuco. Maria Alves é encenadora, arte-educadora, professora de teatro, produtora cultural, pedagoga e mestra em Educação Contemporânea pela Universidade Federal de Pernambuco, Campus Acadêmico do Agreste. Em 2016, fundou a Maktub Teatro e Outras Invencionices.

Serviço: 
20º Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco
Quando: De 6 a 28 de julho (sábados e domingos) 
Onde: Teatro de Santa Isabel, Teatro Luiz Mendonça, Teatro do Parque (16h30) e Teatro Barreto Júnior (16h) 
Quanto: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia); R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia) 
Meia entrada: Para crianças a partir de 2 anos, autistas e acompanhantes, estudantes, professores, doadores regulares de sangue ou de medula óssea e idosos com apresentação da carteira. 
Venda de ingressos: Antecipados pelo site https://www.teatroparacrianca.com.br e nos dias das apresentações nas bilheterias dos teatros a partir das 15h (sujeito à lotação).

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Vamos ao teatro com as crianças

Bailarina, teatro para bebês, com o Grupo Sobrevento

Ogroleto, do Pavilhao da Magnolia. Foto: Paula Yemanjá

Historias para Voar. Foto: Jair Ferreira / Divulgação

Chapeuzinho Vermelho. Foto: Sayonara Freire / Divulgação

Muita infância já foi embalada, estimulada, acarinhada, aguçada a criticidade por esse festival conduzido há quase duas décadas por Edivane Bactista e Ruy Aguiar. No mês de férias, o evento está ali firme, como ato de resistência e alimento da ludicidade para o coração dos pequenos, e porque não dizer, dos seus pais. Neste 2022, o 18º Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco oferece um cardápio de adaptações de clássicos da literatura universal, textos autorais de dramaturgos contemporâneos e uma peça para bebê.

O FTCP conta com 25 espetáculos e 42 sessões nos finais de semana até 31 de julho. Companhias teatrais de Pernambuco, Ceará e São Paulo estão na programação.

Para contar a jornada do boneco de madeira que sonha em ser um menino de verdade, em Pinóquio e suas Desventuras, a Cênicas Cia. de Repertório utiliza da linguagem das histórias em quadrinhos e desenhos animados, da metateatralidade e do teatro de bonecos.

Com dramaturgia da canadense Suzanne Lebeau e direção de Miguel Vellinho o espetáculo Ogroleto, do grupo cearense Pavilhão da Magnólia trata da aceitação das diferenças na infância e amplia os limites do que se pode dizer às crianças.

Em Mateus, o Sonhador,  da Cia. Tanto de Teatro, o brincante usa de suas artimanhas para ajudar seu amigo boi Mimoso Estrela, ameaçado de ter a língua devorada por Catirina grávida e cheia de desejos. Já os contadores de Histórias para voar, do Centro de Criação Galpão das Artes, de Limoeiro, apostam na leveza para melhorar o mundo. Assim, A história do brinquedo Mané Gostoso se encontra com a da Menina do Laço de Fita e cantarolam com A Cigarra e a Formiga.

Bailarina – Teatro para Bebês, do Grupo Sobrevento, de São Paulo, destinado a crianças de seis meses a 3 anos de idade, é um espetáculo delicado, que valoriza as mínimas ações, os silêncios e od pequenos objetos. Em cena, a atriz Sandra Vargas interpreta uma mãe que recebe de presente uma caixinha de música com uma bailarina. Com isso, sonhos esquecidos são despertados. Ela reflete sobre equilíbrio físico e emocional que a afastou do risco e aponta que o medo pode paralisar as pessoas de sentir emoções mais profundas.

A versão de Chapeuzinho Vermelho, da Roberto Costa Produções, é a única montagem desse fim de semana do Festival com tradução em libras. Outras sete sessões também têm  acessibilidade em Libras: Haru – A Primavera do Aprendiz (16/07, 16h30 / Teatro do Parque),
Um Menino Num Rio Chamado Tempo (16/07, 16h30 / Teatro Barreto Júnior), O Soldadinho de Chumbo (17/07, 16h30 / Teatro Luiz Mendonça), Ogroleto (23/07, 16h30 / Teatro de Santa Isabel), Meu Reino Por Um Drama – O Musical das Abelhinhas (24/07, 16h30 / Teatro do Parque), Pluft, o Fantasminha (30/07, 16h30 / Teatro Luiz Mendonça), Palhaçada – Histórias De Um Circo Sem Lona (31/07, 16h30 / Teatro do Parque).

Mais de uma centena de companhias de várias regiões do Brasil já se apresentaram no FTCP, ao logo dos 18 anos, engajando um público de mais de 120 mil espectadores. A expectativa da produção para 2022 é de um público de 10 mil pessoas.

Os homenageados do evento deste ano são os produtores culturais Ivanildo dos Anjos e Roberto Oliveira. O 18º Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco é uma realização da Métron Produções (Edivane Bactista e Ruy Aguiar), com patrocínio da Secretaria de Cultura do Recife, Fundação de Cultura Cidade do Recife e Prefeitura do Recife e apoio cultural da CEPE (Companhia Editora de Pernambuco), SESC Pernambuco – Fecomércio, Rede Globo, rádios Nova Brasil e Music FM, Virtual Filmes, Masartes – Oficina de Sonhos, PJ Eventos e Vision Mídia.

Espetáculo Mateus, o Sonhador. Foto: Ruy Aguiar/Divulgação

SERVIÇO
18º Festival Para Crianças De Pernambuco

Programação:

Teatro de Santa Isabel – Praça da República, s/n, Santo Antonio – Recife

  • 09 e 10/07 – Pinóquio e suas Desventuras (Cênicas Cia. de Repertório – Recife-PE)
  • 16 e 17/07 – Os Saltimbancos (Roberto Costa Produções – Paulista-PE)
  • 23 e 24/07 – Ogroleto (Pavilhão da Magnólia – Fortaleza-CE)
  • R$ 60 e R$ 30 (meia)

Teatro do Parque – Rua do Hospício, 81, Boa Vista – Recife

  • 16 e 17/07 – Haru – A Primavera do Aprendiz (Rapha Santa Cruz Produções Artísticas – Recife – PE)
  • 23 e 24/07 – Meu Reino Por Um Drama – O Musical das Abelhinhas (Métron Produções – Recife – PE)
  • 30 e 31/07 – Palhaçadas – Histórias de Um Circo Sem Lona (Cia. 2 Em Cena – Recife – PE)

Teatro Marco Camarotti (Sesc Santo Amaro – Rua Treze de Maio, 455, Santo Amaro – Recife – PE

  • 9 e 10/07 – Bailarina – Teatro para Bebês (Grupo Sobrevento – São Paulo – SP)
  • 16 e 17/07 – Seu Rei Mandou (Cia. Meias Palavras – Recife – PE). O ingresso para este espetáculo custa R$ 40 e R$ 20 (meia)
  • 23 e 24/07 – Mundo em Busca do Coração da Terra (Tropa do Balacobaco – Arcoverde – PE)
  • 30 e 31/07– A Batalha da Vírgula Contra o Ponto Final (Omoiós Companhia de Teatro – Recife – PE)
  • R$ 30 e R$ 15 (meia)

Teatro Barreto Júnior – Rua Jeremias Bastos, s/n, Pina – Recife – PE

  • 9/07 – Mateus, o Sonhador (Cia. Tanto de Teatro – Recife – PE)
  • 10/07 – Histórias Para Voar (Centro de Criação Galpão das Artes – Limoeiro – PE)
  • 16 e 17/07 – Um Menino Num Rio Chamado Tempo (Nupeti – Núcleo de Pesquisa de Teatro para Infância – Recife – PE)
  • 23/07 – Folclore – Será Que é História? (Q-Riso Teatro de Bonecos – Igarassu – PE)
  • 24/07 – Grande Circo das Maravilhas (Companhia Maravilhas de Teatro – Recife – PE)
  • 30 e 31/07 – João e Maria (Ditirambos Produções – Camaragibe – PE)
  • R$ 30 e R$ 15 (meia)

Teatro Luiz Mendonça – Parque Dona Lindu – Av. Boa Viagem, s/n, Boa Viagem – Recife – PE

  • 9 e 10/07 – Chapeuzinho Vermelho ( Roberto Costa Produções – Paulista – PE)
  • 16 e 17/07 – O Soldadinho de Chumbo (Capibaribe Produções – Recife – PE)
  • 23 e 24/07 – O Segredo da Arca de Trancoso (Cênicas Cia. de Repertório – Recife – PE). O ingresso para este espetáculo custa R$ 30 e R$ 15 (meia)
  • 30 e 31/07 – Pluft, o Fantasminha (Cênicas Cia. de Repertório – Recife – PE)
  • R$ 50 e R$ 25 (meia)

Serviço

18º Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco

Sábados e domingos, de 2 a 31 de julho

Ingressos: De 15 a 60 à venda na Sympla e na bilheteria do teatro. Meia-entrada para crianças a partir de 2 anos, estudantes, professores e idosos, mediante a apresentação da carteira.

A meia entrada é para crianças a partir de 2 anos, estudantes, professores e idosos
com apresentação da carteira.
Mais informações: www.teatroparacrianca.com.br | 81.98859.0777 | 81.99418.0025

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