{"id":9980,"date":"2013-05-22T16:10:32","date_gmt":"2013-05-22T19:10:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/?p=9980"},"modified":"2015-10-28T02:56:29","modified_gmt":"2015-10-28T05:56:29","slug":"porque-tradicao-e-reinvencao-nao-se-opoem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/porque-tradicao-e-reinvencao-nao-se-opoem\/","title":{"rendered":"Porque tradi\u00e7\u00e3o e reinven\u00e7\u00e3o n\u00e3o se op\u00f5em*"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_9988\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/2013\/05\/22\/porque-tradicao-e-reinvencao-nao-se-opoem\/tu-sois-de-onde_renata_pires_2\/\" rel=\"attachment wp-att-9988\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-9988\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-9988\" title=\"Tu sois de onde?\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/Tu-sois-de-onde_Renata_Pires_2.jpg\" width=\"600\" height=\"397\" srcset=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/Tu-sois-de-onde_Renata_Pires_2.jpg 600w, https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/Tu-sois-de-onde_Renata_Pires_2-300x198.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-9988\" class=\"wp-caption-text\">Tu sois de onde?, solo do grupo Peleja. Foto: Renata Pires<\/p><\/div>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-9778\" alt=\"Satisfeita, Yolanda? no Palco Girat\u00f3rio\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/PalcoGiratorioYolandaslogo1.jpg\" width=\"200\" height=\"172\" \/><\/p>\n<p><strong>*Valmir Santos<\/strong><br \/>\njornalista, cr\u00edtico, pesquisador, curador<\/p>\n<p>O ator-dan\u00e7arino Lineu Gabriel, do Grupo Peleja, reflete sobre as formas e conte\u00fados que o mobilizaram na cria\u00e7\u00e3o de <em>Tu sois de onde?<\/em>. \u00c9 seu primeiro trabalho solo, tendo convidado para a dire\u00e7\u00e3o a atriz Ana Cristina Colla, do Grupo Lume (SP).<\/p>\n<p>A obra estreou em novembro de 2012, passou pelo Janeiro de Grandes Espet\u00e1culos e participa do Festival Palco Girat\u00f3rio Recife em sess\u00e3o \u00fanica nesta quinta-feira (23), \u00e0s 19h, no Teatro Hermilo Borba Filho, seguida de bate-papo mediado por Leandro Regueira.<\/p>\n<p>Ao buscar conex\u00f5es com sua subjetividade, Lineu, que estudou em Campinas (SP) \u2013 graduado em antropologia e mestre em artes pela mesma institui\u00e7\u00e3o, a Unicamp \u2013, foi prospectar o campo f\u00e9rtil, complexo e sofisticado das manifesta\u00e7\u00f5es tradicionais da Zona da Mata Norte de Pernambuco.<\/p>\n<p><em>Tu sois de onde?<\/em> \u00e9 atravessado pela quest\u00e3o da identidade a partir das corporeidades e sonoridades do maracatu de baque solto, resultado de resid\u00eancia art\u00edstica apoiada pelo Funcultura e realizada entre 2011 e 2012 no munic\u00edpio de Condado, junto aos artistas populares do Le\u00e3o de Ouro, sobretudo os cabe\u00e7as de lan\u00e7a.<\/p>\n<p>A seguir, a \u00edntegra das quest\u00f5es enviadas pelo Jornal Ponte Girat\u00f3ria, publica\u00e7\u00e3o semanal que circula durante o Palco Girat\u00f3rio (a vers\u00e3o impressa foi editada no formato de reportagem).<\/p>\n<p>Confiram <a href=\"http:\/\/www.sesc-pe.com.br\/hotsites\/2013\/palcogiratorio\/ponte-giratoria.php\" title=\"aqui\" target=\"_blank\">aqui<\/a> o Jornal Ponte Girat\u00f3ria.<\/p>\n<p><strong>ENTREVISTA \/\/ Lineu Gabriel<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jornal Ponte Girat\u00f3ria &#8211;<\/strong> O solo <em>Tu sois de onde?<\/em> sugere conte\u00fados em torno da identidade e do depoimento pessoal. \u00c9 desafio para o int\u00e9rprete-criador tocar ra\u00edzes sem ensimesmar-se numa \u00e9poca, a nossa, em que a figura do eu \u00e9 ostensiva?<\/p>\n<p><strong>Lineu Gabriel &#8211;<\/strong> Antes de responder objetivamente sua pergunta, creio que seja v\u00e1lido abordar brevemente o processo criativo do espet\u00e1culo. O solo surgiu de necessidades pessoais, todo o repert\u00f3rio do Grupo Peleja \u00e9 autoral, ou seja, nossas cria\u00e7\u00f5es sempre partem (ao menos at\u00e9 aqui) da necessidade de suprir anseios como artistas. No caso das cria\u00e7\u00f5es solo eu acredito que elas precisam encontrar conex\u00f5es com a subjetividade do criador, ao contr\u00e1rio, a obra fica sem estofo, sem for\u00e7a.<\/p>\n<p>Outro ponto que tem de ser considerado \u00e9 que este \u00e9 meu primeiro trabalho solo, ent\u00e3o, al\u00e9m do tema em si, existia uma necessidade de estar sozinho em cena para tratar de algumas defici\u00eancias que sinto em rela\u00e7\u00e3o a minha forma\u00e7\u00e3o. Assim, o solo tamb\u00e9m \u00e9 um lugar para que eu possa me desenvolver enquanto artista em um n\u00edvel muito diferenciado do que acontece em uma cria\u00e7\u00e3o coletiva.<\/p>\n<p>Bom, dito isto, eu acho que \u00e9, sim, um desafio o n\u00e3o ensimesmamento. Ali\u00e1s, diante do que acredito que seja a fun\u00e7\u00e3o social do artista: sempre foi um desafio, uma doa\u00e7\u00e3o. A contemporaneidade em que vivemos \u00e9 sim marcada pelo o que voc\u00ea chamou de &#8220;figura ostensiva do eu&#8221;, por\u00e9m, paradoxalmente minha forma\u00e7\u00e3o como artista me leva a encarar a quest\u00e3o sob outro \u00e2ngulo: a obra \u00e9 muito maior do que a pessoa, ou seja, eu estou ali no palco apenas em fun\u00e7\u00e3o de algo maior, que pretende, atrav\u00e9s de mim, tocar as pessoas. Trato de quest\u00f5es que s\u00e3o minhas, mas ao mesmo tempo j\u00e1 existiam quando nasci, de modo que essas quest\u00f5es me atravessam, podendo reverberar (ou n\u00e3o) no p\u00fablico. Meu espet\u00e1culo parte do desejo de compartilhar quest\u00f5es universais por meio de uma costura de fragmentos (e reinven\u00e7\u00f5es destes fragmentos, j\u00e1 que estamos falando de arte) de minha hist\u00f3ria pessoal, afetiva.<\/p>\n<p>Entendo quando menciona a \u201costensividade\u201d, mas tenho certeza de que, apesar de ser um solo, o espet\u00e1culo parte de outras necessidades&#8230; Na realidade, \u00e9 preciso confessar que, apesar da escolha profissional, sou t\u00edmido, n\u00e3o gosto de me expor.<\/p>\n<div id=\"attachment_9984\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/2013\/05\/22\/porque-tradicao-e-reinvencao-nao-se-opoem\/tu-sois-de-onde_renata_pires_1\/\" rel=\"attachment wp-att-9984\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-9984\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-9984\" alt=\"Lineu Gabriel\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/Tu-sois-de-onde_Renata_Pires_1.jpg\" width=\"300\" height=\"453\" srcset=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/Tu-sois-de-onde_Renata_Pires_1.jpg 300w, https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/Tu-sois-de-onde_Renata_Pires_1-198x300.jpg 198w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-9984\" class=\"wp-caption-text\">Lineu Gabriel<\/p><\/div>\n<p><strong>JPG &#8211;<\/strong> Como voc\u00ea percebe o di\u00e1logo com a tradi\u00e7\u00e3o popular sem abdicar do rigor da inven\u00e7\u00e3o art\u00edstica ou sucumbir ao lugar-comum?<\/p>\n<p><strong>Lineu &#8211;<\/strong> A abordagem que realizo das express\u00f5es art\u00edsticas tradicionais n\u00e3o \u00e9 superficial, assim, \u00e9 imposs\u00edvel n\u00e3o relacionar tradi\u00e7\u00e3o com reinven\u00e7\u00e3o, atualiza\u00e7\u00e3o. Ou seja, essas express\u00f5es art\u00edsticas s\u00e3o extremamente din\u00e2micas, s\u00e3o reinventadas, atualizadas cada vez em que seus atores a realizam. At\u00e9 ouso dizer que em muitos casos o &#8220;rigor da inven\u00e7\u00e3o&#8221; \u00e9 muito mais latente neste &#8220;lugar&#8221; do que no teatro ou na dan\u00e7a contempor\u00e2nea. Eu acredito muito no potencial art\u00edstico das express\u00f5es tradicionais, acho que ainda \u00e9 poss\u00edvel encontrar nelas uma for\u00e7a que nem sempre vemos em cria\u00e7\u00f5es que seguem caminhos mais formais. Acho uma pena que ainda hoje exista uma prerrogativa de que estas manifesta\u00e7\u00f5es s\u00e3o &#8220;menores&#8221;, menos importantes que as demais&#8230; A\u00ed entramos em outro ponto de sua pergunta: o &#8220;lugar-comum&#8221; em que se encontram as cria\u00e7\u00f5es que abordam o &#8220;popular&#8221;.<\/p>\n<p>Existe uma coisa que acho que \u00e9 fundamental para que possamos compreender o &#8220;popular&#8221; de forma mais generosa: precisamos derrubar esta classifica\u00e7\u00e3o que divide o &#8220;popular&#8221; e o &#8220;contempor\u00e2neo&#8221;. \u00c9 uma quest\u00e3o complexa para a qual ainda sinto que tenho muito para desenvolver. Por\u00e9m, na minha interpreta\u00e7\u00e3o o que vejo nas manifesta\u00e7\u00f5es que tive a oportunidade de conhecer de perto \u00e9 que elas s\u00e3o extremamente contempor\u00e2neas. Se ousarmos questionar esta classifica\u00e7\u00e3o parcial e hierarquizada onde o popular encontra-se em desvantagem, vamos encontrar muitos pontos de di\u00e1logo, ou seja, existem muitas contribui\u00e7\u00f5es que um lado tem para ofertar ao outro (isto insistindo neste equ\u00edvoco de separar em dois lados, dois lugares).<\/p>\n<p>Sobre a quest\u00e3o do &#8220;lugar-comum&#8221;, n\u00e3o acredito que exista risco do <em>Tu sois de onde?<\/em> somar a isto. N\u00e3o digo isso por vaidade ou prepot\u00eancia, mas apenas por que existe um caminho trilhado. Existe uma pesquisa de nove anos, que passou por momentos diferentes, uma pesquisa que envolve viv\u00eancia, conviv\u00eancia, la\u00e7os afetivos. No meu caso o &#8220;popular&#8221; n\u00e3o \u00e9 um tema, ele entra como ferramenta. Como conte\u00fado que faz parte de minha forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Atualmente, quando brinco carnaval com caboclo de lan\u00e7a (no Maracatu de Baque Solto Estrela de Ouro de Condado), n\u00e3o me preocupo com o que vou fazer com aquilo tudo&#8230; Eu simplesmente sou mais um ali brincando, vivenciando esta contradi\u00e7\u00e3o que \u00e9 brincar carnaval. Assim, todas essas informa\u00e7\u00f5es ficam gravadas em mim e podem, ou n\u00e3o, ser acessadas quando entro em um processo criativo. S\u00e3o viv\u00eancias que fazem parte de mim, mesmo n\u00e3o sendo originalmente daquele contexto.<\/p>\n<p><strong>JPG &#8211; <\/strong>A assimila\u00e7\u00e3o das t\u00e9cnicas de treinamento de ator no Lume, dada sua conviv\u00eancia e estudos na Unicamp, foram reprocessadas aqui, no Recife ou na Zona da Marta Norte, como um terceiro caminho, de singularidade pr\u00f3pria?<\/p>\n<p><strong>Lineu &#8211;<\/strong> O trabalho do Lume leva a esta singularidade por si s\u00f3. Na minha interpreta\u00e7\u00e3o o foco do que eles edificaram \u00e9 justamente este empoderamento do artista em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s suas possibilidades criativas. O que me encanta nesta metodologia (ou no que consegui acessar do que eles desenvolvem) \u00e9 justamente esta conex\u00e3o com a subjetividade. Como disse anteriormente, n\u00e3o como um processo egoc\u00eantrico (sim, existe certo risco de cair nisto tamb\u00e9m), mas como uma explora\u00e7\u00e3o sistematizada da subjetividade.<\/p>\n<p>Acho que a vinda para Recife, dentro de minha hist\u00f3ria, inclui muitas coisas. A dist\u00e2ncia da fam\u00edlia, do primeiro &#8220;lar&#8221; \u00e9 carregada de processos.<\/p>\n<p>Profissionalmente foi tamb\u00e9m o momento de aprender a me situar e me posicionar diante de outros profissionais. Acho que este deslocamento nos obriga a organizar nosso discurso, nossa pr\u00e1tica. Eu vivenciei muitas crises (e com certeza outras vir\u00e3o) at\u00e9 come\u00e7ar a tra\u00e7ar um esbo\u00e7o de meu caminho profissional dentro das artes.<\/p>\n<p>Voltando a sua pergunta, eu acho que tanto a conviv\u00eancia em Recife como na Zona da Mata Norte tem peso igual para este processo de forma\u00e7\u00e3o profissional. S\u00e3o lugares diferentes de certo ponto de vista, pois o di\u00e1logo com os artistas acontecem de modo muito distinto em cada um desses lugares. Por\u00e9m, busco respostas para minhas inquieta\u00e7\u00f5es transitando nesses lugares. Acredito muito no fluxo, no deslocamento. Portanto, acho que o que realmente ressignifica meu fazer art\u00edstico \u00e9 transitar entre lugares diferentes. Talvez seja esta uma das poucas heran\u00e7as que permaneceram de minha forma\u00e7\u00e3o em antropologia, a capacidade de enxergar a beleza na diferen\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7o:<\/strong><br \/>\n<em>Tu sois de onde?<\/em>, grupo Peleja (PE)<br \/>\n<strong>Quando:<\/strong> Quinta-feira (23), \u00e0s 19h<br \/>\n<strong>Onde:<\/strong> Teatro Hermilo Borba Filho<br \/>\n<strong>Quanto:<\/strong> R$ 12 e R$ 6 (meia-entrada)<\/p>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;-<\/p>\n<p>O grupo Peleja apresenta ainda, dentro do Palco Girat\u00f3rio, <em>Gaiola de moscas<\/em>. J\u00e1 escrevemos sobre o espet\u00e1culo, que participou da Mostra Capiba ano passado. <a title=\"Leiam\" href=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/2012\/12\/20\/mia-couto-na-zona-da-mata\/\" target=\"_blank\">Leiam<\/a> e confiram o trabalho. As Yolandas indicam!<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7o:<\/strong><br \/>\n<em>Gaiola de moscas<\/em>, grupo Peleja (PE)<br \/>\n<strong>Quando:<\/strong> Sexta-feira (24), \u00e0s 19h<br \/>\n<strong>Onde: <\/strong>Teatro Hermilo Borba Filho<br \/>\n<strong>Quanto:<\/strong> R$ 12 e R$ 6 (meia-entrada)<\/p>\n<div id=\"attachment_9993\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/2013\/05\/22\/porque-tradicao-e-reinvencao-nao-se-opoem\/gaiola1-2\/\" rel=\"attachment wp-att-9993\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-9993\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-9993\" alt=\"Gaiola de moscas. Foto: Pollyanna Diniz\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/Gaiola1.jpg\" width=\"600\" height=\"404\" srcset=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/Gaiola1.jpg 600w, https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/Gaiola1-300x202.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-9993\" class=\"wp-caption-text\">Gaiola de moscas. Foto: Pollyanna Diniz<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>*Valmir Santos jornalista, cr\u00edtico, pesquisador, curador O ator-dan\u00e7arino Lineu Gabriel, do Grupo Peleja, reflete sobre as formas e conte\u00fados que o mobilizaram na cria\u00e7\u00e3o de Tu sois de onde?. \u00c9 seu primeiro trabalho solo, tendo convidado para a dire\u00e7\u00e3o a atriz Ana Cristina Colla, do Grupo Lume (SP). 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