{"id":7389,"date":"2012-11-12T12:40:00","date_gmt":"2012-11-12T15:40:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/?p=7389"},"modified":"2012-11-12T13:05:14","modified_gmt":"2012-11-12T16:05:14","slug":"espetaculo-vencedor-do-premio-bravo-no-festival-recife","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/espetaculo-vencedor-do-premio-bravo-no-festival-recife\/","title":{"rendered":"Espet\u00e1culo vencedor do Pr\u00eamio Bravo no Festival Recife"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_7475\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/issoteinteressa.ciabrasileira.alessandraharo1.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-7475\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-7475 \" title=\"Isso te interessa?\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/issoteinteressa.ciabrasileira.alessandraharo1.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/issoteinteressa.ciabrasileira.alessandraharo1.jpg 600w, https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/issoteinteressa.ciabrasileira.alessandraharo1-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-7475\" class=\"wp-caption-text\"><em>Isso te interessa?<\/em>, da Cia Brasileira, ser\u00e1 encenada no Festival Recife do Teatro Nacional. Foto: Alessandra Haro<\/p><\/div>\n<p>Saiu at\u00e9 na coluna social. Tipo assim: espet\u00e1culo com atores nus vai provocar frisson no Recife. Tudo bem &#8211; toda nudez n\u00e3o \u00e9 mesmo castigada; neste caso leva gente ao teatro. Como o que a gente quer \u00e9 ver o teatro lotado, se for s\u00f3 por causa do elenco nu, tudo bem. Paci\u00eancia! Mas \u00e9 bom avisar logo que <em>Isso te interessa?<\/em>, da Companhia Brasileira de Teatro, vai muito al\u00e9m. A nudez, ali\u00e1s, isso te interessa mesmo?<\/p>\n<p>A montagem, que foi escolhida este m\u00eas o melhor espet\u00e1culo no 8\u00ba Pr\u00eamio BRAVO Bradesco Prime de Cultura 2012, est\u00e1 na grade do Festival Recife do Teatro Nacional, que ser\u00e1 anunciada nesta ter\u00e7a-feira (13). Uma escolha coerente e acertada &#8211; j\u00e1 que ano passado o ent\u00e3o curador Valmir Santos trouxe a companhia curitibana ao Recife pela primeira vez. Aqui eles apresentaram <em>Vida<\/em>, <em>Oxig\u00eanio<\/em> e o exerc\u00edcio c\u00eanico <em>Descartes com lentes<\/em>.<\/p>\n<p><em>Isso te interessa?<\/em> tem texto de uma dramaturga francesa contempor\u00e2nea chamada No\u00eblle Renaud e dire\u00e7\u00e3o de M\u00e1rcio Abreu. O tema \u00e9 bem simples e sempre dif\u00edcil &#8211; as rela\u00e7\u00f5es familiares. \u00c9 a mesma tem\u00e1tica, ali\u00e1s, do novo espet\u00e1culo da Brasileira, que est\u00e1 em cartaz no CCBB do Rio e tem participa\u00e7\u00e3o de Renata Sorrah: <em>Esta crian\u00e7a<\/em>. A pe\u00e7a tem texto de um autor que nunca foi montado no Brasil &#8211; o franc\u00eas Jo\u00ebl Pommerat, que chegou \u00e0s m\u00e3os de Renata por interm\u00e9dio de Ariane Mnouchkine, diretora do Th\u00e9\u00e2tre du Soleil. Por coincid\u00eancia, o grupo curitibano trabalhava o mesmo autor. Quem sabe algum produtor n\u00e3o se anima e traz essa montagem antes mesmo do festival 2013?!<\/p>\n<p>Voltando \u00e0 <em>Isso te interessa?<\/em>, temos uma colabora\u00e7\u00e3o especial da jornalista e mestranda em Artes C\u00eanicas Luciana Romagnolli. Lu \u00e9 curitibana, mora em BH e estuda a Cia Brasileira. Esse texto foi publicado originalmente no Quest\u00e3o de Cr\u00edtica. Ent\u00e3o, antes mesmo do espet\u00e1culo, a cr\u00edtica:<\/p>\n<blockquote><p><em>A fam\u00edlia sob a perspectiva do teatro<\/em><br \/>\n<strong>Por Luciana Romagnolli<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>A Companhia Brasileira de Teatro estreou em setembro de 2011, em Curitiba, <em>Isso te interessa?<\/em>, espet\u00e1culo que coloca em cena os atores Ranieri Gonzalez e Giovana Soar, como pais, e Nadja Naira e Rodrigo Ferrarini, como filhos, explicitando as dif\u00edceis rela\u00e7\u00f5es no microcosmo familiar, em que uma viagem ao balne\u00e1rio franc\u00eas de Saint Cloud \u00e9 sempre aludida como esperan\u00e7a de felicidade. O texto da dramaturga francesa contempor\u00e2nea No\u00eblle Renaud traz uma estrutura peculiar de falas intercaladas a rubricas dentro de uma mesma frase, que prop\u00f5e aos atuantes um desafio constante de tr\u00e2nsito entre diferentes registros \u2013 desde a representa\u00e7\u00e3o de personagem at\u00e9 a indica\u00e7\u00e3o direta das a\u00e7\u00f5es, com grada\u00e7\u00f5es de distanciamento. E esse entrar e sair dos personagens \u00e9 intensificado pelo revezamento dos quatro atores no papel do cachorro da fam\u00edlia, que observamos nos limites de um cen\u00e1rio em perspectiva.<\/p>\n<p>O texto, portanto, se oferece como um problema para atores e diretor, no sentido de como trabalhar a elabora\u00e7\u00e3o de cenas e a movimenta\u00e7\u00e3o corporal em resposta \u00e0s indica\u00e7\u00f5es das rubricas. O diretor Marcio Abreu opta por deixar que a palavra predomine no palco, mas n\u00e3o expresse sozinha: uma s\u00e9rie de estranhamentos determina luz, figurino e cen\u00e1rio. E n\u00e3o basta a a\u00e7\u00e3o verbal. O elenco, coeso, responde a determina\u00e7\u00f5es como \u201ca m\u00e3e desarruma os cabelos\u201d com gestos ora ilustrativos (obedientes), ora contradit\u00f3rios (subvertendo o sugerido), de modo que se cria uma zona de tens\u00e3o entre o que \u00e9 dito e o que \u00e9 visto. No ac\u00famulo de camadas de sentido produzido por esse jogo din\u00e2mico entre o dram\u00e1tico e o \u00e9pico, a encena\u00e7\u00e3o \u00e9 desdramatizada e, ao espectador, se solicita uma frui\u00e7\u00e3o cr\u00edtica mais do que emocional.<\/p>\n<div id=\"attachment_7478\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/issoteinteressa1.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-7478\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-7478\" title=\"Isso te interessa?\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/issoteinteressa1.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/issoteinteressa1.jpg 600w, https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/issoteinteressa1-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-7478\" class=\"wp-caption-text\">Texto \u00e9 de No\u00eblle Renaude e dire\u00e7\u00e3o de M\u00e1rcio Abreu. Foto: site Cia Brasileira<\/p><\/div>\n<p>Ao mesmo tempo que a estrutura lingu\u00edstica se destaca a ponto de transcender a forma e tornar-se tamb\u00e9m conte\u00fado, projetando o teatro como tema para reflex\u00e3o, a matriz familiar \u00e9 que est\u00e1 no centro do universo tem\u00e1tico. As rela\u00e7\u00f5es entretecidas no lar s\u00e3o sintetizadas at\u00e9 que reste o esquematismo de tr\u00eas gera\u00e7\u00f5es de pais e filhos, condensando em menos de 50 minutos uma vis\u00e3o contundente das rela\u00e7\u00f5es parentais. Esta \u00e9 calcada menos nos afetos do que nas implica\u00e7\u00f5es de uma cadeia sucessiva, dentro da qual se assinalam os pap\u00e9is intercambi\u00e1veis (filhos, afinal, se tornam pais); a heran\u00e7a de compet\u00eancias e comportamentos versus os desvios e diferen\u00e7as que rompem expectativas dos pais quanto \u00e0 continuidade de seus descendentes; a obstina\u00e7\u00e3o e a fraqueza como qualidades com as quais se identificar; a vaidade e a inveja entre m\u00e3es e filhas; os incentivos desproporcionalmente distribu\u00eddos e suas consequ\u00eancias na autoestima dos filhos.<\/p>\n<p>Coagulada em poucas frases e em cenas essenciais, a dramaturgia deixa muitas lacunas que demandam do p\u00fablico a sa\u00edda da passividade para relacionar \u00e0quela fam\u00edlia arquet\u00edpica sua viv\u00eancia; e a perspectiva cr\u00edtica sobre a dimens\u00e3o humana apresentada em cena pede um tempo de decanta\u00e7\u00e3o que se prolonga para al\u00e9m da dura\u00e7\u00e3o do espet\u00e1culo, at\u00e9 que o tempo de intensidades condensadas elaborado no palco se concilie com o tempo pessoal do espectador.<\/p>\n<p>Esse desnudamento praticado no campo das ideias \u00e9 seguido pela exposi\u00e7\u00e3o dos corpos nus do elenco. Fora meias e sapatos, signos restantes do contexto de civilidade, os atores n\u00e3o carregam outra vestimenta al\u00e9m da crueza da pele, sem pre\u00e2mbulos, do in\u00edcio ao fim do espet\u00e1culo. Essa escolha radical se legitima pela impossibilidade de se pensar outro figurino igualmente incisivo, em sua quebra de um tabu familiar como a nudez, e que traz \u00e0 superf\u00edcie vis\u00edvel do espet\u00e1culo o estranhamento em rela\u00e7\u00e3o \u00e0quele n\u00facleo de pessoas. N\u00e3o h\u00e1 margem para erotismo \u2013 nem subterf\u00fagios: o que a nudez revela simplesmente \u00e9.<\/p>\n<p>Aos atores, portanto, \u00e9 solicitado que tensionem a atua\u00e7\u00e3o a essa situa\u00e7\u00e3o-limite tanto no trato com a palavra quanto na entrega corp\u00f3rea, not\u00e1vel sobretudo na dignidade com que se confiam \u00e0 imita\u00e7\u00e3o da movimenta\u00e7\u00e3o do cachorro \u2013 ironicamente, o personagem constru\u00eddo mais de acordo com um modelo real e o que mais suscita ternura no seio familiar, embora a vis\u00e3o dos atores em postura de quadr\u00fapede, sem caracteriza\u00e7\u00e3o por maquiagem ou figurino, evidencie o car\u00e1ter anti-ilusionista da montagem.<\/p>\n<p>A explicita\u00e7\u00e3o do mecanismo teatral contamina outras esferas dramat\u00fargicas. O cen\u00e1rio contribui como propulsor de significados, com sua configura\u00e7\u00e3o como espa\u00e7o de encena\u00e7\u00e3o demarcado em perspectiva, numa angula\u00e7\u00e3o sugestiva de uma forma de olhar tanto quanto de uma evolu\u00e7\u00e3o progressiva que dialoga com a din\u00e2mica familiar de cadeia de gera\u00e7\u00f5es que se ampliam. E com o detalhe de que, a seu tempo, objetos c\u00eanicos sofrem um entortamento pelas m\u00e3os dos atores ou sem causa aparente, caindo em perspectiva tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Resta observar que, ao batizar o espet\u00e1culo com uma pergunta direta, a Companhia Brasileira explicita na camada mais evidente o desejo de cumplicidade na rela\u00e7\u00e3o com o espectador, que vem constituindo sua teatrologia. <em>Isso te interessa?<\/em> n\u00e3o traduz <em>Bon, Saint Cloud<\/em>, o t\u00edtulo original da pe\u00e7a de No\u00eblle Renaude, vertida do franc\u00eas por Marcio Abreu sob orienta\u00e7\u00e3o de Giovana Soar e rebatizada com uma frase colhida do meio do texto. O que essa escolha revela, para al\u00e9m da identifica\u00e7\u00e3o entre gera\u00e7\u00f5es distintas, \u00e9 o interesse do grupo curitibano por um n\u00edvel de interpela\u00e7\u00e3o direta do espectador evidenciadora do espa\u00e7o (aqui) e tempo (agora) da encena\u00e7\u00e3o e do pacto de aten\u00e7\u00e3o impl\u00edcito.<\/p>\n<div id=\"attachment_7480\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/issoteinteressa2.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-7480\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-7480\" title=\"Isso te interessa?\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/issoteinteressa2.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/issoteinteressa2.jpg 600w, https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/issoteinteressa2-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-7480\" class=\"wp-caption-text\">Cia Brasileira veio ao festival pela primeira vez ano passado, um convite do ent\u00e3o curador Valmir Santos<\/p><\/div>\n<p>Essa cumplicidade se sustenta numa constru\u00e7\u00e3o sutil e cumulativa, que envolve as diferentes camadas dramat\u00fargicas a tecer o espet\u00e1culo. \u00c9, por exemplo, uma das maneiras poss\u00edveis de se interpretar o apag\u00e3o que demarca o in\u00edcio e o fim da encena\u00e7\u00e3o, destituindo o espectador de qualquer possibilidade de vis\u00e3o e, consequentemente, devolvendo-lhe a percep\u00e7\u00e3o do ser e do estar ali. Vale lembrar que, ainda que de modo diferente, a luz de Nadja Naira tamb\u00e9m propunha em Vida a escurid\u00e3o como quebra da fronteira entre palco e plateia restituindo ambas ao mesmo cruzamento tempo-espacial. A cumplicidade vem tamb\u00e9m, enfim, dos olhares direcionados ao espectador, seja na entrada dos atores ou quando uma das atrizes toma o p\u00fablico como espelho, indagando na frontalidade com a plateia uma rea\u00e7\u00e3o \u00e0 sua apar\u00eancia.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a pr\u00f3pria estrutura que traz as rubricas \u00e0 superf\u00edcie da fala, confundindo fala e a\u00e7\u00e3o, ativa a consci\u00eancia e a cumplicidade do espectador (duas categorias vinculadas, afinal) de que est\u00e1 diante de um espet\u00e1culo teatral. Se, na dilui\u00e7\u00e3o de fronteiras entre acontecimento teatral e vida social (com sua cota de representa\u00e7\u00e3o, \u00e9 claro) \u00e9 sobretudo o ponto de vista do observador e do realizador o que ainda distingue um e outro, em <em>Isso te interessa?<\/em> o teatro \u00e9 reiterado enquanto constru\u00e7\u00e3o a partir da realidade, perspectiva de olhar e rela\u00e7\u00e3o entre ator e espectador.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Saiu at\u00e9 na coluna social. Tipo assim: espet\u00e1culo com atores nus vai provocar frisson no Recife. Tudo bem &#8211; toda nudez n\u00e3o \u00e9 mesmo castigada; neste caso leva gente ao teatro. Como o que a gente quer \u00e9 ver o teatro lotado, se for s\u00f3 por causa do elenco nu, tudo bem. Paci\u00eancia! 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