{"id":28054,"date":"2026-07-21T15:33:04","date_gmt":"2026-07-21T18:33:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/?p=28054"},"modified":"2026-07-21T15:33:04","modified_gmt":"2026-07-21T18:33:04","slug":"a-luz-brilhante-de-helena-ignez-na-ocupacao-itau-cultural","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/a-luz-brilhante-de-helena-ignez-na-ocupacao-itau-cultural\/","title":{"rendered":"A luz brilhante de Helena Ignez <\/br> na Ocupa\u00e7\u00e3o Ita\u00fa Cultural"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_28059\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Helena-Ignez-e-Jarda-Icone-em-A-alegria-e-a-prova-dos-nove.-Still.-Reproducaox-e1784657887427.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-28059\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-28059\" src=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Helena-Ignez-e-Jarda-Icone-em-A-alegria-e-a-prova-dos-nove.-Still.-Reproducaox-e1784657887427.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"338\"><\/a><p id=\"caption-attachment-28059\" class=\"wp-caption-text\">Aos 87 anos, Helena Ignez se torna a primeira cineasta mulher homenageada pela s\u00e9rie <strong>Ocupa\u00e7\u00e3o do Ita\u00fa Cultural<\/strong>. Foto: filme <strong><em>A alegria \u00e9 prova dos nove<\/em><\/strong> \/ Reprodu\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>Helena Ignez n\u00e3o cabe em uma defini\u00e7\u00e3o. Atriz, diretora, cineasta, antimusa &#8211; talvez o termo mais preciso seja for\u00e7a em movimento. Desde que ingressou na Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia em 1956, ainda nos anos de forma\u00e7\u00e3o que a levariam ao encontro com Glauber Rocha e o Cinema Novo, Helena construiu uma trajet\u00f3ria que desafia qualquer tentativa de enquadramento. A <em><strong>Ocupa\u00e7\u00e3o que o Ita\u00fa Cultural<\/strong><\/em> inaugura neste 22 de julho, na Avenida Paulista, busca entregar a narrativa em primeira pessoa para a pr\u00f3pria artista, deixando que sua voz, seu corpo e sua pr\u00e1tica experimental guiem o visitante.<\/p>\n<p>\u00c9 a 74\u00aa edi\u00e7\u00e3o da s\u00e9rie <em><strong>Ocupa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/em>, e a primeira a homenagear uma cineasta mulher. Mas a exposi\u00e7\u00e3o, que fica em cartaz at\u00e9 18 de outubro com entrada gratuita, faz quest\u00e3o de escavar um territ\u00f3rio da produ\u00e7\u00e3o de Helena que o grande p\u00fablico conhece menos: o teatro. N\u00e3o por acaso. Foi nos palcos que ela aprendeu a ocupar o espa\u00e7o com a inteireza de quem entende o gesto como linguagem e a cena como campo de batalha pol\u00edtica.<\/p>\n<div id=\"attachment_28058\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Editedimage_1784654620777-e1784654689948.png\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-28058\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-28058\" src=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Editedimage_1784654620777-e1784654689948.png\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\"><\/a><p id=\"caption-attachment-28058\" class=\"wp-caption-text\">Helena est\u00e1 no elenco do espet\u00e1culo teatral <strong>Fim de partida, <\/strong>que circula pelo Brasil . Foto: <span class=\"font-semibold\">Fernando Young<\/span>&nbsp;<\/p><\/div>\n<h2><strong>O teatro como raiz e retorno<\/strong><\/h2>\n<p>A mostra dedica um n\u00facleo significativo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o teatral de Helena, reunindo programas de espet\u00e1culos, cr\u00edticas hist\u00f3ricas &#8211; incluindo uma de Nelson Rodrigues &#8211; e documentos de processo de trabalho que revelam d\u00e9cadas de dedica\u00e7\u00e3o aos palcos. \u00c9 um aspecto que a pr\u00f3pria artista faz quest\u00e3o de sublinhar: o teatro sempre teve import\u00e2ncia absoluta em sua vida, mesmo que sua imagem p\u00fablica tenha sido forjada sobretudo pelas telas.<\/p>\n<p>Neste momento, Helena est\u00e1 em plena atividade teatral. Integra o elenco de <strong><em>Fim de Partida<\/em><\/strong>, o cl\u00e1ssico de Samuel Beckett dirigido por Rodrigo Portella, ao lado de Marco Nanini, Guilherme Weber e Ary Fran\u00e7a. A pe\u00e7a &#8211; que esteve em cartaz em S\u00e3o Paulo e no Rio de Janeiro e faz apresenta\u00e7\u00f5es no Recife (de 23 a 26 de julho, no Teatro Luiz Mendon\u00e7a) e Porto Alegre (17 e 18 de outubro, no Teatro Sim\u00f5es Lopes Neto) &#8211; coloca Helena no centro de um dos textos mais contundentes do teatro moderno, marcado por humor \u00e1cido, sil\u00eancios dilacerantes e a espera por um fim que nunca chega.<\/p>\n<p>Em entrevista recente ao portal <a href=\"https:\/\/bahia.ba\/entretenimento\/marco-nanini-e-helena-ignez-apresentam-o-classico-fim-de-partida-em-salvador2\/\"><em>bahia.ba<\/em><\/a>, Helena colocou Beckett no mesmo patamar de Shakespeare. Para ela, ambos s\u00e3o escritores cuja intelig\u00eancia se manifesta em cada camada da obra e atravessam o tempo com a mesma pot\u00eancia. Shakespeare segue atual porque fala das paix\u00f5es humanas, dessa imprevisibilidade que n\u00f3s somos. Beckett, por sua vez, fala do absurdo &#8211; da exist\u00eancia sem sentido, da espera que nunca se completa, de personagens presas em ciclos dos quais n\u00e3o conseguem escapar.<\/p>\n<p>Sobre a personagem que interpreta em <strong><em>Fim de Partida<\/em><\/strong>, Nell, a atriz destaca o paradoxo que a torna t\u00e3o fascinante: moradora de uma lata de lixo, \u00e9 ao mesmo tempo a \u00fanica mulher da pe\u00e7a e a \u00fanica que efetivamente rompe com o outro personagem. &#8220;Ela fala o que quer, expressa sua loucura, mas \u00e9 livre dentro disso&#8221;, disse Helena. &#8220;Acho uma pe\u00e7a maravilhosa para refletirmos. E continuar\u00e1 sendo atual.&#8221;<\/p>\n<div id=\"attachment_28055\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/19.HelenaIgnezEmAMulherDeTodos_Filme_1969_Frame-e1784655038277.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-28055\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-28055\" src=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/19.HelenaIgnezEmAMulherDeTodos_Filme_1969_Frame-e1784655038277.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"338\"><\/a><p id=\"caption-attachment-28055\" class=\"wp-caption-text\">A atriz no filme <strong>A Mulher de Todos<\/strong>, de 1969, dirigido por Rog\u00e9rio Sganzerla<\/p><\/div>\n<h2><strong>Antimusa: o gesto de recusar o lugar de objeto<\/strong><\/h2>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o n\u00e3o se furta a enfrentar a imagem que a sociedade tentou colar em Helena. Um dos eixos mais potentes da curadoria \u00e9 dedicado ao conceito de antimusa &#8211; termo que a pr\u00f3pria artista mobiliza para recusar o papel de musa inspiradora e afirmar seu lugar como sujeito criador. O visitante encontra ali um conjunto impactante de manchetes hist\u00f3ricas, imagens e v\u00eddeos que mostram como Helena subverteu os pap\u00e9is de g\u00eanero impostos \u00e0s atrizes, especialmente durante os anos de chumbo da ditadura militar.<\/p>\n<p>Desse n\u00facleo, emerge com for\u00e7a <strong><em>A Mulher de Todos<\/em><\/strong> (1969), dirigido por Rog\u00e9rio Sganzerla, frame central da exposi\u00e7\u00e3o. O filme, exibido em c\u00f3pia restaurada, apresenta \u00c2ngela Carne e Osso &#8211; personagem que Helena encarnou com uma irrever\u00eancia que atravessou o tempo. Ninfoman\u00edaca que faz os homens de gato e sapato, \u00c2ngela foi uma interpreta\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria no cinema brasileiro justamente por recusar a passividade feminina em plena repress\u00e3o.<\/p>\n<p>J\u00e1 o espa\u00e7o dedicado \u00e0 produtora Belair mergulha em 1970, ano em que Helena, ao lado de Rog\u00e9rio Sganzerla e J\u00falio Bressane, realizou seis longas-metragens em poucos meses &#8211; uma explos\u00e3o criativa que a ditadura tratou de interromper. A exposi\u00e7\u00e3o re\u00fane frames, v\u00eddeos, materiais de bastidores e, especialmente, um documento em que Helena se posiciona contra a censura. \u00c9 ali que a resist\u00eancia se materializa em papel e pel\u00edcula.<\/p>\n<div id=\"attachment_28056\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/13.HelenaIgnezEmOBandidoDaLuzVermelha_Filme_1968_Frame-scaled-e1784656811682.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-28056\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-28056\" src=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/13.HelenaIgnezEmOBandidoDaLuzVermelha_Filme_1968_Frame-scaled-e1784656811682.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"439\"><\/a><p id=\"caption-attachment-28056\" class=\"wp-caption-text\"><strong>O Bandido da Luz Vermelha<\/strong><\/p><\/div>\n<p>Em parceria com a Cinemateca Brasileira, o projeto tamb\u00e9m realizou a\u00e7\u00f5es de preserva\u00e7\u00e3o fundamentais, como a captura fotogr\u00e1fica digital de pel\u00edculas de t\u00edtulos emblem\u00e1ticos. Tr\u00eas desses filmes merecem destaque: <strong><em>O Bandido da Luz Vermelha<\/em><\/strong> (1968), de Sganzerla, um cl\u00e1ssico do cinema marginal que at\u00e9 hoje influencia gera\u00e7\u00f5es, com Helena no papel de Janete Jane; <strong><em>O Padre e a Mo\u00e7a<\/em><\/strong> (1966), de Joaquim Pedro de Andrade, um drama inspirado no poema hom\u00f4nimo de Carlos Drummond de Andrade, com Helena no papel de Mariana e <strong><em>O Grito da Terra<\/em><\/strong> (1964), de Olney S\u00e3o Paulo, uma raridade do per\u00edodo pr\u00e9-Cinema Novo, drama sertanejo que ganhou uma nova c\u00f3pia digital e volta a ser apresentado ao p\u00fablico.&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>A cineasta por tr\u00e1s da c\u00e2mera<\/strong><\/h2>\n<p>A Ocupa\u00e7\u00e3o evidencia ainda o trabalho de Helena como diretora. Roteiros, cadernos de processo, v\u00eddeos e bastidores de filmes como <em><strong>A Alegria \u00e9 a Prova dos Nove<\/strong><\/em> (2023), <strong><em>Luz nas Trevas &#8211; A Volta do Bandido da Luz Vermelha<\/em><\/strong> (2010) e o document\u00e1rio <strong><em>Fakir<\/em> <\/strong>(2019) est\u00e3o acess\u00edveis ao p\u00fablico. Como atriz, a mostra dialoga com sua produ\u00e7\u00e3o mais recente, incluindo o longa Nosferatu (2025).<\/p>\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m um mural de fotos que \u00e9, por si s\u00f3, uma aula de hist\u00f3ria cultural brasileira: as imagens registram parcerias longevas com Sganzerla, Ant\u00f4nio Pitanga, Paulo Villa\u00e7a, Cristiano Burlan e Jean-Claude Bernardet, al\u00e9m de encontros com J\u00f4 Soares, Maria Gladys, Z\u00e9 Celso Martinez Corr\u00eaa e Ney Matogrosso.<\/p>\n<h2><strong>Programa\u00e7\u00e3o paralela: uma temporada inteira dedicada a Helena<\/strong><\/h2>\n<p>Fora do espa\u00e7o expositivo, a programa\u00e7\u00e3o \u00e9 igualmente ambiciosa. A Ita\u00fa Cultural Play disponibiliza uma retrospectiva gratuita com 23 filmes &#8211; entre obras dirigidas e estreladas por Helena &#8211; que fica no ar durante todo o per\u00edodo da exposi\u00e7\u00e3o, de 22 de julho a 18 de outubro de 2026. O acesso \u00e9 gratuito pelo site itauculturalplay.com.br e pelos aplicativos para smart TVs, dispositivos m\u00f3veis (Android e iOS) e Chromecast.<\/p>\n<p>A plataforma tamb\u00e9m ser\u00e1 o destino final do curta-metragem in\u00e9dito <em><strong>Des-cria\u00e7\u00e3o<\/strong><\/em>, codirigido por Helena e Andr\u00e9 Guerreiro Lopes em formato h\u00edbrido que dialoga com a videoarte e o cinema de inven\u00e7\u00e3o; uma imers\u00e3o no universo interior da artista, suas reflex\u00f5es sobre arte, tempo, vida e morte.<\/p>\n<p>Haver\u00e1 exibi\u00e7\u00f5es presenciais em setembro no Cine Glauber Rocha (Salvador) e em outubro na sede do Ita\u00fa Cultural (S\u00e3o Paulo). E, coroando a programa\u00e7\u00e3o teatral, o teatro do Ita\u00fa Cultural recebe em outubro a remontagem de <em><strong>Savannah Bay<\/strong><\/em>, de Marguerite Duras, com dire\u00e7\u00e3o de Andr\u00e9 Guerreiro Lopes e Helena no elenco; revisitando o texto que ela j\u00e1 havia interpretado em 1999 e 2001 sob a dire\u00e7\u00e3o de Rog\u00e9rio Sganzerla.<\/p>\n<h2>Ficha t\u00e9cnica<\/h2>\n<p><strong>Helena Ignez &#8211; 74\u00aa edi\u00e7\u00e3o da s\u00e9rie Ocupa\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\n<strong>Concep\u00e7\u00e3o e realiza\u00e7\u00e3o<\/strong>: Ita\u00fa Cultural<br \/>\n<strong>Curadoria<\/strong>: Equipe Ita\u00fa Cultural<br \/>\n<strong>Consultoria de conte\u00fado<\/strong>: Djin Sganzerla<br \/>\nProjeto expogr\u00e1fico: Renata Mota<br \/>\n<strong>Assist\u00eancia de expografia<\/strong>: Lanussi Pasquali, Livia Fauaze e Louise Braga<br \/>\n<strong>Abertura<\/strong>: 22 de julho de 2026, \u00e0s 19h30<br \/>\n<strong>Visita\u00e7\u00e3o<\/strong>: De 23 de julho a 18 de outubro de 2026. Ter\u00e7a a s\u00e1bado, 11h \u00e0s 20h. Domingos e feriados, 11h \u00e0s 19h<br \/>\n<strong>Local<\/strong>: Ita\u00fa Cultural &#8211; Avenida Paulista, 149, S\u00e3o Paulo (pr\u00f3ximo ao metr\u00f4 Brigadeiro)<br \/>\n<strong>Entrada<\/strong>: Gratuita<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Helena Ignez n\u00e3o cabe em uma defini\u00e7\u00e3o. Atriz, diretora, cineasta, antimusa &#8211; talvez o termo mais preciso seja for\u00e7a em movimento. Desde que ingressou na Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia em 1956, ainda nos anos de forma\u00e7\u00e3o que a levariam ao encontro com Glauber Rocha e o Cinema Novo, Helena construiu [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0},"categories":[4248,4250,4663],"tags":[9318,4695,9323,9316,569,6051,1314,9324,4588,472,9320,9322,9315,9319,7429,9317,1260,9321],"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28054"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28054"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28054\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":28063,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28054\/revisions\/28063"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28054"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28054"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28054"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}