{"id":27952,"date":"2026-05-03T14:48:05","date_gmt":"2026-05-03T17:48:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/?p=27952"},"modified":"2026-05-03T14:48:05","modified_gmt":"2026-05-03T17:48:05","slug":"roosevelt-rondon-e-um-pais-em-disputa-critica-nas-selvas-do-brazyl-por-ivana-moura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/roosevelt-rondon-e-um-pais-em-disputa-critica-nas-selvas-do-brazyl-por-ivana-moura\/","title":{"rendered":"Roosevelt, Rondon e um pa\u00eds em disputa <\/br> CR\u00cdTICA: Nas Selvas do Brazyl <\/br> Por Ivana Moura"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_27959\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Gustavo-Gasparani-e-Isio-Ghelman-em-Nas-Selvas-do-Brasil-foto-Nil-Canine_R4A0492-scaled-e1777826148698.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-27959\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-27959\" src=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Gustavo-Gasparani-e-Isio-Ghelman-em-Nas-Selvas-do-Brasil-foto-Nil-Canine_R4A0492-scaled-e1777826148698.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"359\"><\/a><p id=\"caption-attachment-27959\" class=\"wp-caption-text\"><strong>Nas Selvas do Brazyl<\/strong> articula hist\u00f3ria e crise ambiental com densidade cr\u00edtica. Foto: Nil Canin\u00e9_\/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_27956\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Gustavo-Gasparani-e-Isio-Ghelman-em-Nas-Selvas-do-Brasil-foto-Nil-Canine_R4A0240-scaled-e1777819528103.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-27956\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-27956\" src=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Gustavo-Gasparani-e-Isio-Ghelman-em-Nas-Selvas-do-Brasil-foto-Nil-Canine_R4A0240-scaled-e1777819528103.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\"><\/a><p id=\"caption-attachment-27956\" class=\"wp-caption-text\">Gustavo Gasparani e Isio Ghelman em <em><strong>Nas Selvas do Brazyl<\/strong><\/em>. Foto: Nil Canin\u00e9 \/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p><em><strong>Nas Selvas do Brazyl<\/strong> <\/em>afirma perspic\u00e1cia c\u00eanica, rigor dramat\u00fargico e&nbsp; densidade cr\u00edtica que se imp\u00f5e pela maneira como organiza tempo, espa\u00e7o e pensamento. Sob a dire\u00e7\u00e3o de Daniel Herz, com dramaturgia de Pedro Kosovski e atua\u00e7\u00f5es de Gustavo Gasparani e \u00cdsio Ghelman, o espet\u00e1culo n\u00e3o arrebata de imediato. Pede aten\u00e7\u00e3o, escuta e disponibilidade para acompanhar um percurso em que hist\u00f3ria, pol\u00edtica, mem\u00f3ria e crise ambiental se entrela\u00e7am com a experi\u00eancia e o prazer do teatro como forma viva de pensamento.<\/p>\n<p>O ponto de partida \u00e9 uma expedi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica real, realizada entre 1913 e 1914&nbsp; ao longo do chamado Rio da D\u00favida, por Theodore Roosevelt Jr. (1858\u20131919), pol\u00edtico, militar, conservacionista, naturalista, historiador, escritor e 26\u00ba presidente dos Estados Unidos, e por C\u00e2ndido Mariano da Silva Rondon (1865\u20131958), marechal, sertanista, indigenista e engenheiro militar brasileiro. O que a pe\u00e7a imagina \u00e9 o que n\u00e3o foi dito entre essas duas figuras, ligadas a projetos de mundo profundamente distintos. O teatro, aqui, reabre o epis\u00f3dio, interroga seus vest\u00edgios e o devolve ao presente com novas camadas de leitura.<\/p>\n<p>Chamados de \u201ccoronel\u201d um pelo outro ao longo da cena, Roosevelt e Rondon entram em confronto como duas figuras que disputam autoridade, linguagem e lugar no mundo. Em certos momentos, o norte-americano se investe de superioridade e faz quest\u00e3o de exibir, diante do seu anfitri\u00e3o brasileiro, a posi\u00e7\u00e3o de mando que acredita carregar consigo; Rondon responde com ironia, altivez e combatividade, devolvendo ao visitante a marca do colonialismo que ele representa. O embate n\u00e3o se resolve em concilia\u00e7\u00e3o. A cena faz dessa fric\u00e7\u00e3o uma forma de tornar vis\u00edvel o choque entre dois projetos de pa\u00eds, de civiliza\u00e7\u00e3o e de poder. Uma cena que deixa reverberar como \u00edndice de uma assimetria que atravessa o encontro entre os dois \u00e9 quando Roosevelt exalta que foi laureado com o Nobel da Paz em 1906, enquanto Rondon foi indicado ao pr\u00eamio sem jamais receb\u00ea-lo.<\/p>\n<p>O livro <em>Nas selvas do Brasil<\/em>, de Theodore Roosevelt, publicado pelo Senado Federal, Conselho Editorial, em Bras\u00edlia, em 2010, com 363 p\u00e1ginas, na s\u00e9rie Edi\u00e7\u00f5es do Senado Federal, pode ser baixado gratuitamente aqui: <a href=\"https:\/\/www2.senado.leg.br\/bdsf\/handle\/id\/583973\"><strong><em>Nas selvas do Brasil &#8211; Senado Federal<\/em><\/strong><\/a>. O volume aproxima o leitor da base hist\u00f3rica que est\u00e1 na origem da pe\u00e7a e oferece uma chave adicional para quem quiser se aproximar do epis\u00f3dio fora da cena.<\/p>\n<p>No campo audiovisual, a expedi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m foi retomada na miniss\u00e9rie <em>O H\u00f3spede Americano<\/em> (2021), produzida para HBO e HBO Max e dirigida por Bruno Barreto. Em quatro epis\u00f3dios, a obra revisita a travessia amaz\u00f4nica de Theodore Roosevelt e C\u00e2ndido Rondon, com Aidan Quinn como Roosevelt, Chico Diaz como Rondon, Dana Delany como Edith Roosevelt e Chris Mason como Kermit Roosevelt.<\/p>\n<div id=\"attachment_27955\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Gustavo-Gasparani-e-Isio-Ghelman-em-Nas-Selvas-do-Brasil-foto-Nil-Canine_R4A0225-scaled-e1777827306266.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-27955\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-27955\" src=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Gustavo-Gasparani-e-Isio-Ghelman-em-Nas-Selvas-do-Brasil-foto-Nil-Canine_R4A0225-scaled-e1777827306266.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\"><\/a><p id=\"caption-attachment-27955\" class=\"wp-caption-text\">Sob dire\u00e7\u00e3o de Daniel Herz e dramaturgia de Pedro Kosovski, a montagem p\u00f5e a floresta no centro de uma reflex\u00e3o sobre colonialidade, progresso e viol\u00eancia hist\u00f3rica. Foto: Nil Canin\u00e9_\/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>A pe\u00e7a faz essa travessia hist\u00f3rica reverberar no presente. Roosevelt e Rondon deixam de ser figuras do passado e passam a concentrar uma reflex\u00e3o sobre progresso, colonialidade, depend\u00eancia geopol\u00edtica e viol\u00eancia contra a floresta e os povos origin\u00e1rios. A colonialidade e a decolonialidade organizam a pr\u00f3pria composi\u00e7\u00e3o dramat\u00fargica.<\/p>\n<p>O t\u00edtulo j\u00e1 anuncia essa opera\u00e7\u00e3o. O \u201cz\u201d e o \u201cy\u201d de Brazyl deslocam o pa\u00eds para o campo da nomea\u00e7\u00e3o estrangeira, como se o Brasil fosse visto de fora antes de ser plenamente reconhecido por si. Essa fratura entre o pa\u00eds narrado e o pa\u00eds vivido me trouxe, de imediato, a lembran\u00e7a de <em>Querelas do Brasil<\/em>, de Aldir Blanc e Maur\u00edcio Tapaj\u00f3s, na voz de Elis Regina &#8211; uma associa\u00e7\u00e3o pessoal, mas \u00fatil para pensar a dist\u00e2ncia entre o Brasil que se nomeia e o Brasil que permanece oculto nas suas pr\u00f3prias narrativas. A pe\u00e7a entra nessa zona de tens\u00e3o e a transforma em mat\u00e9ria dramat\u00fargica.<\/p>\n<p>H\u00e1 ainda o momento em que Gustavo Gasparani canta <em>Melodia Sentimental<\/em>, da obra <em>A Floresta do Amazonas<\/em>, de Heitor Villa-Lobos, com poema de Dora Vasconcellos. A can\u00e7\u00e3o amplia o horizonte da encena\u00e7\u00e3o e refor\u00e7a a liga\u00e7\u00e3o entre paisagem, m\u00fasica e imagina\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p>A dramaturgia de Pedro Kosovski costura esse encontro hist\u00f3rico \u00e0s feridas ainda abertas do presente. Mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, rela\u00e7\u00e3o entre humanos e natureza, diversidade, ancestralidade e os impasses de um modelo civilizat\u00f3rio fundado na conquista entram em cena como quest\u00f5es importantes. A floresta assume centralidade pol\u00edtica e po\u00e9tica. Ela organiza o olhar, tensiona os corpos e redefine a escala da a\u00e7\u00e3o. O espet\u00e1culo trabalha com isso sem recorrer \u00e0 ilustra\u00e7\u00e3o \u00f3bvia.<\/p>\n<p>O desenho c\u00eanico \u00e9 decisivo nessa constru\u00e7\u00e3o. O cen\u00e1rio-labirinto, feito de fios, linhas, emaranhados e suspens\u00f5es, produz uma imagem precisa da travessia proposta. H\u00e1 ali caminhos e bloqueios, orienta\u00e7\u00e3o e perda, mapa e enigma, linha telegr\u00e1fica e cip\u00f3, engenharia e selva. A sonoplastia atravessa essa constru\u00e7\u00e3o como mat\u00e9ria viva: instaura atmosfera, espessura, tens\u00e3o e desorienta\u00e7\u00e3o. O resultado \u00e9 um espa\u00e7o c\u00eanico que pensa a floresta como for\u00e7a ativa, capaz de devolver ao humano a medida de sua pr\u00f3pria precariedade.<\/p>\n<p>As atua\u00e7\u00f5es seguem na mesma dire\u00e7\u00e3o. Ao evitar a caricatura do estrangeiro, no caso de Roosevelt, a montagem opta por um registro mais complexo. O personagem ganha densidade ao encarnar uma vis\u00e3o de mundo, uma forma de poder, uma gram\u00e1tica de dom\u00ednio. J\u00e1 Rondon surge com uma espessura particular: militar e pacifista, homem de utopias e de contradi\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas, figura que o espet\u00e1culo n\u00e3o suaviza nem simplifica. Essa escolha desloca a cena do retrato de \u00e9poca para uma reflex\u00e3o mais funda sobre hegemonia, representa\u00e7\u00e3o e identidade pol\u00edtica.<\/p>\n<p>O espet\u00e1culo tamb\u00e9m trabalha com sagacidade a fric\u00e7\u00e3o entre humor e confronto. A comicidade aparece como parte da disputa, n\u00e3o como escape. Ela reabre a tens\u00e3o, desloca hierarquias, exp\u00f5e a arrog\u00e2ncia colonial e acentua a instabilidade dos discursos em choque. O encontro entre os dois homens se desenvolve como arena de ideias, de interesses e de vis\u00f5es de mundo, com o Estado-na\u00e7\u00e3o, a floresta e os povos ind\u00edgenas atravessando a cena como quest\u00f5es incontorn\u00e1veis.<\/p>\n<div id=\"attachment_27953\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Gustavo-Gasparani-e-Isio-Ghelman-em-Nas-Selvas-do-Brasil-foto-Nil-Canine_R4A0160-scaled-e1777827555250.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-27953\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-27953\" src=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Gustavo-Gasparani-e-Isio-Ghelman-em-Nas-Selvas-do-Brasil-foto-Nil-Canine_R4A0160-scaled-e1777827555250.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"386\"><\/a><p id=\"caption-attachment-27953\" class=\"wp-caption-text\">Entre o Rio da D\u00favida e as feridas do presente&#8230; Foto: Nil Canin\u00e9_\/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p><strong><em>Nas Selvas do Brazyl<\/em><\/strong> \u00e9 um espet\u00e1culo bonito, importante e intelectualmente estimulante. Ao mesmo tempo, \u00e9 uma pe\u00e7a exigente, que pede do p\u00fablico um gesto de mergulho. N\u00e3o se oferece como narrativa de consumo r\u00e1pido. Vai acumulando densidade a partir de a\u00e7\u00f5es, falas e deslocamentos que se adensam continuamente. \u00c9 teatro para quem se interessa por hist\u00f3ria, pensamento cr\u00edtico, linguagem c\u00eanica e pela pot\u00eancia de uma cena que confia na intelig\u00eancia de quem assiste.<\/p>\n<p>O contexto da apresenta\u00e7\u00e3o no Recife tamb\u00e9m merece registro. No primeiro dia (s\u00e1bado, 02\/05), havia pouca gente na plateia, provavelmente em raz\u00e3o da combina\u00e7\u00e3o entre o feriad\u00e3o de 1\u00ba de maio e as fortes chuvas que atingiram a cidade, com alagamentos em v\u00e1rias regi\u00f5es. Ao fim dessa primeira sess\u00e3o, elenco e dire\u00e7\u00e3o dedicaram a apresenta\u00e7\u00e3o aos trabalhadores do teatro, que garantiram a montagem mesmo sob alerta clim\u00e1tico. O gesto foi justo e necess\u00e1rio, porque lembra algo fundamental: o teatro n\u00e3o se sustenta apenas no palco; ele existe por uma rede inteira de trabalho que o torna poss\u00edvel.<\/p>\n<p>Por fim, <strong><em>Nas selvas do Brazyl<\/em><\/strong> se afirma como um espet\u00e1culo que articula forma c\u00eanica, consci\u00eancia hist\u00f3rica e pertin\u00eancia contempor\u00e2nea. Ele fala da Amaz\u00f4nia e, ao mesmo tempo, do pa\u00eds; fala do que foi imposto como progresso, do que foi silenciado como viol\u00eancia e do que ainda precisa ser compreendido como heran\u00e7a em jogo. Seu alcance maior talvez esteja em transformar o teatro em um lugar de rearticula\u00e7\u00e3o do Brasil. Menos como imagem estabilizada, mais como conflito em curso, mem\u00f3ria ativa e futuro ainda em disputa.<\/p>\n<p>FICHA T\u00c9CNICA<\/p>\n<p>Idealiza\u00e7\u00e3o: Gustavo Gasparani<br \/>\nTexto: Pedro Kosovski<br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Daniel Herz<br \/>\nElenco: Gustavo Gasparani e Isio Ghelman<br \/>\nIlumina\u00e7\u00e3o: Aur\u00e9lio de Simoni<br \/>\nCenografia: Dina Salem Levy<br \/>\nFigurino: Wanderley Gomes<br \/>\nTrilha Sonora: Marcello H<br \/>\nPrepara\u00e7\u00e3o Corporal: M\u00e1rcia Rubin<br \/>\nDesign Gr\u00e1fico: Luciano Cian<br \/>\nFotos de Divulga\u00e7\u00e3o: Nil Canin\u00e9<br \/>\nPesquisa e Assist\u00eancia de Dire\u00e7\u00e3o: Carolina Pucu<br \/>\nAssist\u00eancia de Cenografia: Alice Cruz<br \/>\nCoordena\u00e7\u00e3o Administrativo-financeira: Cacau Gondomar<br \/>\nPerformance e Rede social: Lead Performance<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o Executiva: Luciano Pontes<br \/>\nCoordena\u00e7\u00e3o de Produ\u00e7\u00e3o: \u00c1rtemis<br \/>\nDire\u00e7\u00e3o de Produ\u00e7\u00e3o: Silvio Batistela<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o: Idarte Produ\u00e7\u00f5es Art\u00edsticas<br \/>\nAssessoria de Imprensa: JSPontes Comunica\u00e7\u00e3o \u2013 Jo\u00e3o Pontes e Stella Stephany<br \/>\nPatroc\u00ednio: Banco do Brasil<br \/>\nRealiza\u00e7\u00e3o: Centro Cultural Banco do Brasil<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Nas Selvas do Brazyl afirma perspic\u00e1cia c\u00eanica, rigor dramat\u00fargico e&nbsp; densidade cr\u00edtica que se imp\u00f5e pela maneira como organiza tempo, espa\u00e7o e pensamento. 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