{"id":27166,"date":"2025-10-16T19:18:19","date_gmt":"2025-10-16T22:18:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/?p=27166"},"modified":"2025-10-17T12:55:34","modified_gmt":"2025-10-17T15:55:34","slug":"o-contagio-de-bailemos-que-se-acaba-el-mundo-na-abertura-do-feteag-em-caruaru","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/o-contagio-de-bailemos-que-se-acaba-el-mundo-na-abertura-do-feteag-em-caruaru\/","title":{"rendered":"O cont\u00e1gio de \u00a1Bailemos\u2026 que se acaba el mundo! <\/br> na abertura do Feteag em Caruaru"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_27177\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_1110-e1760651629426.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-27177\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-27177\" src=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_1110-e1760651629426.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\"><\/a><p id=\"caption-attachment-27177\" class=\"wp-caption-text\">Dancemos&#8230; Que o mundo se acaba&nbsp; em Caruaru. Foto: Kari Carvalho<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_27170\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_1235-e1760638634586.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-27170\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-27170\" src=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_1235-e1760638634586.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\"><\/a><p id=\"caption-attachment-27170\" class=\"wp-caption-text\">Muitos ritmos e intera\u00e7\u00e3o entre os participantes . Foto: Kari Carvalho<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_27168\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_1211-e1760638232991.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-27168\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-27168\" src=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_1211-e1760638232991.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\"><\/a><p id=\"caption-attachment-27168\" class=\"wp-caption-text\">Florencia Baigorr\u00ed e Maximiliano Carrasco Garrido, comandam as coreografias. Foto: Kari Carvalho \/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>No cen\u00e1rio carregado de mem\u00f3rias da Esta\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria de Caruaru, bandeirinhas coloridas e luzes desenham um convite fugaz, mas irresist\u00edvel. Ali, a companhia argentina BiNeural-MonoKultur apresentou <strong><em>\u00a1Bailemos\u2026 que se acaba el mundo! <\/em><\/strong>(<strong><em>Dancemos&#8230; Que o mundo se acaba<\/em><\/strong>), uma experi\u00eancia perform\u00e1tica interativa que exige presen\u00e7a e movimento. Quarta-feira, 15 de outubro de 2025. Come\u00e7ando a programa\u00e7\u00e3o do <em><strong>Festival de Teatro do Agreste<\/strong><\/em> (<em><strong>Feteag<\/strong><\/em>) em Caruaru \u2013 ap\u00f3s uma abertura no Recife com o espet\u00e1culo franc\u00eas <strong><em>\u00c0 Mon Seul D\u00e9sir<\/em><\/strong> \u2013 a pe\u00e7a impulsiona o p\u00fablico a uma jornada de dan\u00e7a, reflex\u00e3o e descoberta. Utilizando um audiotour imersivo, o espet\u00e1culo confere ao p\u00fablico a condi\u00e7\u00e3o de protagonista na constru\u00e7\u00e3o da coreografia coletiva. Cada comando e cada batida sonora s\u00e3o convites diretos para que o participante siga, interprete e manifeste a obra com seu pr\u00f3prio corpo, como parte pulsante do bailado.<\/p>\n<p>A mec\u00e2nica dessa experi\u00eancia singular se revela atrav\u00e9s dos fones de ouvido: cada espectador ativo mergulha em uma bolha sonora composta por m\u00fasicas, narra\u00e7\u00f5es e instru\u00e7\u00f5es. Contudo, essa bolha individual se expande e integra-se a uma dimens\u00e3o grupal a partir dos comandos que chegam pelos fones, ligando os corpos em movimentos que tra\u00e7am uma corrente coletiva e compartilhada.<\/p>\n<p>Para orientar essa dan\u00e7a coletiva, em cena, como \u00e2ncoras visuais e facilitadores da coreografia, est\u00e3o Florencia Baigorr\u00ed e Maximiliano Carrasco Garrido, posicionados em um tablado. Eles comandam as dan\u00e7as, fazendo gestos e movimentos que s\u00e3o seguidos pelos espectadores atuantes, que respondem aos est\u00edmulos do ambiente e \u00e0s intera\u00e7\u00f5es do grupo. Assim, os participantes s\u00e3o levados a diferentes ritmos e estados, enquanto o mundo exterior observa, curioso, a movimenta\u00e7\u00e3o intensa que se desenrola como um bal\u00e9 urbano inesperado, uma interven\u00e7\u00e3o art\u00edstica que ressignifica o uso e a percep\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o.<\/p>\n<div id=\"attachment_27169\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_1203-e1760639510395.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-27169\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-27169 size-full\" src=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_1203-e1760639510395.jpg\" alt=\"Dancemos... Que o mundo se acaba Foto: Kari Carvalho\" width=\"600\" height=\"400\"><\/a><p id=\"caption-attachment-27169\" class=\"wp-caption-text\">Plateia empolgada Foto: Kari Carvalho<\/p><\/div>\n<p>A obra investe nessa experi\u00eancia que dialoga com fen\u00f4menos hist\u00f3ricos e sociais. O espet\u00e1culo ganha resson\u00e2ncia ao se inspirar nas coreomanias, surtos de dan\u00e7a incontrol\u00e1vel que assolaram comunidades na Europa medieval e renascentista, muitas vezes tomados como surtos psicog\u00eanicos \u2013 fen\u00f4menos de histeria em massa ou rea\u00e7\u00f5es psicol\u00f3gicas coletivas que afetam o comportamento f\u00edsico em um grupo de pessoas \u2013 ou at\u00e9 mesmo rea\u00e7\u00f5es a toxinas como o ergot, um fungo que cresce em cereais como o centeio e pode causar uma condi\u00e7\u00e3o conhecida como ergotismo, com sintomas que incluem alucina\u00e7\u00f5es, convuls\u00f5es e espasmos musculares.<\/p>\n<p>O caso mais c\u00e9lebre \u00e9 a intrigante <em>Epidemia de Baile de Estrasburgo<\/em>&nbsp;de 1518, quando Madame Troffea come\u00e7ou a dan\u00e7ar incessantemente nas ruas e, em poucas semanas, centenas de pessoas se juntaram a ela, movendo-se ininterruptamente por dias e noites, at\u00e9 a exaust\u00e3o, com relatos de mortes por ataque card\u00edaco, derrame ou exaust\u00e3o f\u00edsica.<\/p>\n<p>A BiNeural-MonoKultur habilmente relaciona esse evento hist\u00f3rico com a pulsante necessidade de encontro, express\u00e3o f\u00edsica e catarse no mundo contempor\u00e2neo. Gestado durante o per\u00edodo da pandemia de COVID-19, o espet\u00e1culo reflete a priva\u00e7\u00e3o do contato f\u00edsico, a sensa\u00e7\u00e3o de isolamento e a urg\u00eancia de conex\u00e3o humana que marcaram aquele per\u00edodo. O espet\u00e1culo&nbsp; &nbsp;evoca a mem\u00f3ria de um passado distante, recontextualizando e subvertendo a ideia de um &#8220;cont\u00e1gio&#8221; perigoso e incontrol\u00e1vel em um &#8220;cont\u00e1gio&#8221; de gozo, de movimento consciente e de liberta\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<h2>Di\u00e1logos Filos\u00f3ficos<\/h2>\n<p><em><strong>\u00a1Bailemos\u2026 que se acaba el mundo!<\/strong><\/em> convida a subverter as conven\u00e7\u00f5es sociais da dan\u00e7a e a refletir sobre o corpo que tamb\u00e9m \u00e9 mente, bem longe de dicotomias reducionistas. A dramaturgia entrela\u00e7a quest\u00f5es filos\u00f3ficas ao desenho coreogr\u00e1fico, evocando a ideia cartesiana do corpo como m\u00e1quina que converte energia em movimento, a analogia entre cora\u00e7\u00e3o e rel\u00f3gio como mola propulsora deste corpo-m\u00e1quina. E solta a inquieta\u00e7\u00e3o: quando a corda do rel\u00f3gio acabar, quando a corda acabar para n\u00f3s? Essas indaga\u00e7\u00f5es sobre nossa poss\u00edvel condi\u00e7\u00e3o de aut\u00f4matos, sobre a plaus\u00edvel mecanicidade de nossa exist\u00eancia, atravessam a experi\u00eancia perform\u00e1tica, instaurando outras camadas para interpreta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Essa perspectiva se aprofunda com refer\u00eancias, sem citar nomes, \u00e0s investiga\u00e7\u00f5es de Michel Foucault sobre como os corpos s\u00e3o disciplinados desde muito cedo atrav\u00e9s de institui\u00e7\u00f5es e pr\u00e1ticas sociais, como uma forma de poder que molda os corpos para torn\u00e1-los d\u00f3ceis e \u00fateis. A dramaturgia ainda instiga com perguntas sobre o que somos: androides, ciborgues ou simplesmente humanos, buscando a autenticidade do movimento em um mundo cada vez mais mediado pela tecnologia.<\/p>\n<p>Durante a apresenta\u00e7\u00e3o, outras a\u00e7\u00f5es aconteciam simultaneamente na Esta\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria: um grupo de jovens ensaiava seus passos com uma caixa de som em volume consider\u00e1vel, curiosos transitavam, e o burburinho natural do espa\u00e7o p\u00fablico pulsava.&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_27172\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_0974-e1760641180705.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-27172\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-27172\" src=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/IMG_0974-e1760641180705.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\"><\/a><p id=\"caption-attachment-27172\" class=\"wp-caption-text\">Uma &#8220;danceteria&#8221; na rua para a para atua\u00e7\u00e3o de 45 pessoas do p\u00fablico. Foto: Kari Carvalho<\/p><\/div>\n<h2>Tempo e Profundidade na Experi\u00eancia: Uma Reflex\u00e3o Cr\u00edtica<\/h2>\n<p>Os participantes chegam \u00e0 &#8220;boate&#8221; da BiNeural-MonoKultur j\u00e1 com uma abertura para a entrega e uma disponibilidade para se jogar na dan\u00e7a. Em Caruaru, havia um grupo diversificado, mas predominantemente jovem, desimpedido, engajado e festivo. Essa motiva\u00e7\u00e3o preliminar \u00e9 crucial para a performance, pois o \u00eaxito da experi\u00eancia depende diretamente dessa entrega. O experimento, com uma dura\u00e7\u00e3o aproximada uma hora e a r\u00e1pida sucess\u00e3o de provoca\u00e7\u00f5es e transi\u00e7\u00f5es entre estados corporais, levanta uma instigante quest\u00e3o cr\u00edtica: embora a inten\u00e7\u00e3o do grupo de investigar a resposta a comandos e a disponibilidade dos participantes seja plenamente contemplada, seria o tempo suficiente para uma imers\u00e3o verdadeiramente profunda nas muitas indaga\u00e7\u00f5es e prova\u00e7\u00f5es que o trabalho prop\u00f5e?<\/p>\n<p>Por outro, \u00e9 poss\u00edvel que essa combina\u00e7\u00e3o \u2013 a dura\u00e7\u00e3o concisa, a total disponibilidade e baixa resist\u00eancia dos participantes, e as transi\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas entre estados corporais \u2013 seja exatamente o que o grupo busca investigar norteados pelo esp\u00edrito deste tempo. <em><strong>\u00a1Bailemos\u2026 que se acaba el mundo!<\/strong><\/em>, nesse sentido, funcionaria como um laborat\u00f3rio social que, por meio de dan\u00e7a, m\u00fasica, palavras, hist\u00f3ria, reflex\u00f5es e direcionamentos diretos, testa o &#8220;efeito de manada&#8221; e a capacidade humana de responder a impulsos e comandos em um curto espa\u00e7o de tempo, explorando a psicologia das massas e a conformidade social. Assim, a &#8220;fantasia da dan\u00e7a&#8221; mira apontar como a coletividade reage e se transforma sob est\u00edmulos espec\u00edficos e controlados, explorando a for\u00e7a do impulso e da resposta imediata, e a maleabilidade da identidade individual dentro de um coletivo guiado, questionando os limites da autonomia e da influ\u00eancia externa.<\/p>\n<p>A BiNeural-MonoKultur, fundada em 2004 por Christina Ruf (Alemanha) e Ariel D\u00e1vila (Argentina), se dedica \u00e0 pesquisa em formatos que transformam o ato c\u00eanico em travessia imersiva. Seja em espa\u00e7os teatrais convencionais ou ambientes site-specific, a interatividade \u00e9 a espinha dorsal de seu trabalho, direcionando um p\u00fablico que se torna cocriador da narrativa.<\/p>\n<h2>Ficha art\u00edstica<\/h2>\n<p><strong>Conceito, dramaturgia, dire\u00e7\u00e3o, edi\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o geral:<\/strong> Christina Ruf + Ariel D\u00e1vila (BiNeuralMonoKultur)<br \/>\n<strong>Tradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas:<\/strong> Iara Roccha<br \/>\n<strong>Coreografias<\/strong>: Florencia Baigorri + Adri\u00e1n Andrada<br \/>\n<strong>Em cena no Brasil:<\/strong> Florencia Baigorr\u00ed + Maximiliano Carrasco Garrido<br \/>\n<strong>Vozes em portugu\u00eas:<\/strong> Ana Luiza Le\u00e3o + Thomas Huszer<br \/>\n<strong>Design sonoro:<\/strong> Guillermo Ceballos<br \/>\n<strong>Design e realiza\u00e7\u00e3o de palco, equipamentos e ilumina\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Agustina Marquez<br \/>\n<strong>Design gr\u00e1fico:<\/strong> Natalia Rojo<\/p>\n<p><iframe title=\"Trailer Dancemos que o mundo se acaba! portugues.\" width=\"625\" height=\"352\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/8N4mIaQwA9M?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No cen\u00e1rio carregado de mem\u00f3rias da Esta\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria de Caruaru, bandeirinhas coloridas e luzes desenham um convite fugaz, mas irresist\u00edvel. 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