{"id":25526,"date":"2024-07-22T12:41:20","date_gmt":"2024-07-22T15:41:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/?p=25526"},"modified":"2024-07-22T12:48:51","modified_gmt":"2024-07-22T15:48:51","slug":"atrizes-orquestras-e-teatralidade-exposta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/atrizes-orquestras-e-teatralidade-exposta\/","title":{"rendered":"Atrizes orquestras e teatralidade exposta*<\/br>Cr\u00edtica de Ana L\u00edvia"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_25527\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/atrizes-orquestras-e-teatralidade-exposta\/ana-livia-annelize-tozetto-3\/\" rel=\"attachment wp-att-25527\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-25527\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-25527 size-full\" src=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/ANA-LIVIA-ANNELIZE-TOZETTO-3-e1721661017697.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\"><\/a><p id=\"caption-attachment-25527\" class=\"wp-caption-text\">Ana L\u00edvia, espet\u00e1culo da Cia. BR116, tem texto de Caetano W.Galindo<\/p><\/div>\n<p><a href=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/atrizes-orquestras-e-teatralidade-exposta\/whatsapp-image-2024-07-11-at-13-17-28\/\" rel=\"attachment wp-att-25534\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-25534 alignleft\" src=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/WhatsApp-Image-2024-07-11-at-13.17.28-e1721662527897.jpeg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\"><\/a>At\u00e9 <em>Ana L\u00edvia<\/em>, pe\u00e7a da Cia. BR116 com texto de Caetano W. Galindo, que estreou no ano passado em S\u00e3o Paulo e agora participou do Festival de Curitiba, Bete Coelho e Georgette Fadel nunca haviam trabalhado juntas. V\u00ea-las em cena, interagindo afiad\u00edssimas, como se s\u00f3 elas duas \u2013 e cen\u00e1rio, m\u00fasica, ilumina\u00e7\u00e3o \u2013 fossem uma orquestra inteira com arranjos estranhos e belos, \u00e9 um dos primeiros impactos do espet\u00e1culo.<\/p>\n<p>Quando a pe\u00e7a vai acontecendo, quem se permite embarcar na encena\u00e7\u00e3o pode ter o corpo impactado pela vibra\u00e7\u00e3o e experimenta\u00e7\u00e3o das linguagens liter\u00e1ria e teatral e descobre, por fim, que \u00e9 o pr\u00f3prio teatro, desnudo, que se d\u00e1 a ver ali, de modo febril e pulsante, desejoso de intera\u00e7\u00e3o, solicitando que estejamos juntos a cada nova partitura dessa m\u00fasica.<\/p>\n<p>Nessa encena\u00e7\u00e3o, na qual respiramos no mesmo ritmo das atua\u00e7\u00f5es, pode-se considerar ir\u00f4nico que a incomunicabilidade seja uma das quest\u00f5es latentes no di\u00e1logo entre as atrizes. Como em muitas rela\u00e7\u00f5es que se desdobram no tempo, essas duas est\u00e3o naquele espa\u00e7o n\u00e3o se sabe desde quando, talvez desde crian\u00e7as, talvez sejam duas personagens, ou uma s\u00f3. Mas o que se estabelece entre elas vai al\u00e9m da apreens\u00e3o formal de sentidos e, apesar disso, a escuta e, consequentemente, o di\u00e1logo, n\u00e3o se torna efetivamente vi\u00e1vel. Uma delas quer muito contar algo \u00e0 outra, ler o texto que acabou de receber, a outra sente que n\u00e3o tem oportunidade de falar, que mesmo quando fala n\u00e3o \u00e9 ouvida.<\/p>\n<p>Ainda assim, \u00e9 como se respondendo n\u00e3o necessariamente, ou pelo menos n\u00e3o unicamente, ao que uma diz \u00e0 outra, os corpos reagissem aos est\u00edmulos numa sincronia cronometrada. As duas se sucedem, at\u00e9 se interrompem, falam a mesma frase ao mesmo tempo numa intimidade desconcertante, disputam como se estivessem numa batalha, mas n\u00e3o se borram.<\/p>\n<div id=\"attachment_25529\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/atrizes-orquestras-e-teatralidade-exposta\/ana-livia-annelize-tozetto-7\/\" rel=\"attachment wp-att-25529\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-25529\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-25529 size-full\" src=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/ANA-LIVIA-ANNELIZE-TOZETTO-7-e1721661833748.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\"><\/a><p id=\"caption-attachment-25529\" class=\"wp-caption-text\">Bete Coelho est\u00e1 em cena e tamb\u00e9m assina codire\u00e7\u00e3o. Foto: Annelize Toledo<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_25530\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/atrizes-orquestras-e-teatralidade-exposta\/ana-livia-annelize-tozetto-5\/\" rel=\"attachment wp-att-25530\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-25530\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-25530 size-full\" src=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/ANA-LIVIA-ANNELIZE-TOZETTO-5-e1721661956904.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\"><\/a><p id=\"caption-attachment-25530\" class=\"wp-caption-text\">Georgette Fadel. Foto: Annelize Toledo<\/p><\/div>\n<p>Ao mesmo tempo em que cada uma possui caracter\u00edsticas bastante espec\u00edficas na encena\u00e7\u00e3o, ao ponto de um dos melhores momentos do espet\u00e1culo ser justamente a cena em que uma imita a outra, elas tamb\u00e9m est\u00e3o imbricadas como se pudessem ser uma s\u00f3. H\u00e1 um espelhamento potencializado pela experimenta\u00e7\u00e3o da linguagem c\u00eanica e da linguagem liter\u00e1ria, al\u00e9m do apuro t\u00e9cnico, do dom\u00ednio de cada palavra, de cada suspiro e sil\u00eancio, de cada gesto colocado no momento exato pelas atrizes.<\/p>\n<p>Se cen\u00e1rio, ilumina\u00e7\u00e3o, figurino e muitas vezes at\u00e9 o texto sugerem uma sisudez, h\u00e1 cenas de humor escancarado, nas quais os ensaios das atrizes se estabelecem como espet\u00e1culo pronto \u00e0 intera\u00e7\u00e3o com a plateia, aos aplausos do p\u00fablico. As mudan\u00e7as de registro, saindo muitas vezes radicalmente, sem escalas, do gesto contido ao exagero, ajudam na composi\u00e7\u00e3o do humor nessa tragicom\u00e9dia. \u00c9 um corpo disposto ao risco do jogo e do caricatural em suas possibilidades de express\u00e3o, um risco teatral sabidamente calculado em suas filigranas.<\/p>\n<p>Nesse sentido, a cenografia de Daniela Thomas, parceira de trabalho de Bete Coelho h\u00e1 mais de tr\u00eas d\u00e9cadas, deixa a caixa do teatro exposta ao p\u00fablico, nessa reitera\u00e7\u00e3o de que o que estamos acompanhando \u00e9 teatro, uma configura\u00e7\u00e3o completamente diversa das \u00faltimas montagens da companhia, que tiveram cenografias assinadas por Thomas e Felipe Tassara. Em <em>M\u00e3e Coragem<\/em> (2019), um espet\u00e1culo grandioso, o gin\u00e1sio do Sesc Pompeia foi transformado para receber a encena\u00e7\u00e3o que era tamb\u00e9m uma instala\u00e7\u00e3o cenogr\u00e1fica, um campo de batalha, uma arena, planos distintos, p\u00fablico dividido em v\u00e1rios locais no espa\u00e7o. Em <em>Molly Bloom<\/em> (2022), o cen\u00e1rio era uma cama, disposta num plano mais alto, mas que incorporava possibilidades de difus\u00e3o das imagens dos atores: o reflexo no espelho, as proje\u00e7\u00f5es ao vivo em v\u00e1rias telas.<\/p>\n<p>Em <em>Ana L\u00edvia<\/em>, o principal elemento cenogr\u00e1fico \u00e9 uma longa mesa formada por pratic\u00e1veis de teatro e tr\u00eas cadeiras e, nesse refor\u00e7o do local em que estamos todos juntos, as atrizes no palco, n\u00f3s na plateia, vemos os refletores da ilumina\u00e7\u00e3o de Beto Bruel expostos, al\u00e9m de todo o ambiente do palco, as laterais, o fundo.<\/p>\n<p><strong>Quais as nossas expectativas quando vamos ao teatro?<\/strong> A todo tempo, <em>Ana L\u00edvia<\/em> faz quest\u00e3o de lembrar que o que estamos acompanhando ali \u00e9 teatro, apontando para um caminho que reconhece e explora a pr\u00f3pria natureza da linguagem.<\/p>\n<p>O espet\u00e1culo \u00e9 estruturado a partir de uma teatralidade acentuada pela reitera\u00e7\u00e3o da linguagem teatral. Mesmo que n\u00e3o que precisasse, a teatralidade est\u00e1 posta, mas o que essa opera\u00e7\u00e3o propicia aos espectadores?<\/p>\n<p>Ao insistir na exposi\u00e7\u00e3o da teatralidade, o espet\u00e1culo fricciona as expectativas convencionais em rela\u00e7\u00e3o ao que um espet\u00e1culo de teatro pode ser. Esse constante lembrete da artificialidade da representa\u00e7\u00e3o talvez funcione como um mecanismo de distanciamento, convidando os espectadores a uma postura mais anal\u00edtica e menos absorvida emocionalmente pelo drama.<\/p>\n<p>Caetano W. Galindo, professor curitibano, tradutor especialista em James Joyce, em sua primeira incurs\u00e3o como dramaturgo (mas em seu segundo trabalho com Bete Coelho, j\u00e1 que assinou a tradu\u00e7\u00e3o e a consultoria dramat\u00fargica de <em>Molly Bloom<\/em>), oferece ao p\u00fablico a possibilidade de enveredar por m\u00faltiplas interpreta\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de propor um exerc\u00edcio formal de linguagem. A estrutura n\u00e3o linear supera a tradi\u00e7\u00e3o do teatro dram\u00e1tico, questionando a expectativa de uma narrativa coesa e fechada. Essa estrutura aberta estimula os espectadores a participarem ativamente na constru\u00e7\u00e3o desses significados, o que pode tanto desafiar quanto expandir o horizonte.<\/p>\n<p>\u00c9 um texto que envereda por polos duais: ao tratar de teatro e de fic\u00e7\u00e3o, faz pulsar a realidade; ao falar de morte, questiona o que fazemos e como encaramos a vida. Qual a vers\u00e3o real da hist\u00f3ria do quase afogamento de um cachorro? Existe verdade? A imagem da \u00e1gua est\u00e1 sempre presente, seja pelo barulho de mar que se faz ouvir insistente na mente das atrizes, seja o cen\u00e1rio de um lago ou o rio.<\/p>\n<p>O texto e aquelas atrizes nos fazem questionar como lidar com a inquietude, o desassossego, a imin\u00eancia de que tudo pode mudar a qualquer momento. O que podemos controlar? No texto de Caetano W. Galindo, quase nada. E essa \u00e9 uma caracter\u00edstica que o potencializa, porque \u00e9 como se escapasse das nossas m\u00e3os, mas permanecesse ecoando no ouvido e no corpo inteiro pelo modo como foram concatenadas as palavras.<\/p>\n<p>A constru\u00e7\u00e3o do texto privilegia a sonoridade, o encontro entre as palavras, a habilidade na constru\u00e7\u00e3o do di\u00e1logo que n\u00e3o necessariamente tem como inten\u00e7\u00e3o possibilitar a comunica\u00e7\u00e3o. A experimenta\u00e7\u00e3o do que um som promove no corpo das atrizes e na plateia. H\u00e1, por exemplo, um jogo de troca de palavras com sonoridades parecidas, mas sentidos completamente diferentes, que enriquece e deixa os di\u00e1logos ainda mais interessantes e curiosos.<\/p>\n<div id=\"attachment_25531\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/atrizes-orquestras-e-teatralidade-exposta\/ana-livia-annelize-tozetto-6\/\" rel=\"attachment wp-att-25531\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-25531\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-25531 size-full\" src=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/ANA-LIVIA-ANNELIZE-TOZETTO-6-e1721662244644.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\"><\/a><p id=\"caption-attachment-25531\" class=\"wp-caption-text\">Espet\u00e1culo faz exerc\u00edcio de linguagem. Foto: Annelize Toledo<\/p><\/div>\n<p>Na primeira sess\u00e3o do espet\u00e1culo no Festival de Curitiba, no \u00faltimo dia 26, o Teatro da Reitoria estava lotado e, dependendo do lugar em que voc\u00ea estivesse sentado, o \u00e1udio das atrizes parecia baixo, de modo que n\u00e3o foi f\u00e1cil acompanhar o que elas diziam em todos os momentos da pe\u00e7a. Mas o texto, mesmo que n\u00e3o ouvido em sua integralidade, proporciona saltos \u00e0s cenas quando reverbera no corpo das atrizes numa expans\u00e3o deliberada da oralidade ao corpo.<\/p>\n<p>As atrizes est\u00e3o sempre se referindo ao autor do texto que elas est\u00e3o ensaiando, um \u201cele\u201d indeterminado. A terceira cadeira na mesa permanece desocupada, discreta, quase impercept\u00edvel. As palavras desse autor, escritas a pedido delas, est\u00e3o grafadas no caderno azul ou chegam pelo celular. E talvez nessa opera\u00e7\u00e3o que, mais uma vez, refor\u00e7a a teatralidade, a autoria desse texto para aquelas atrizes n\u00e3o est\u00e1 circunscrita apenas ao que elas querem dizer, mas em como elas podem dizer. Voltamos ent\u00e3o nesse circuito, que \u00e9 c\u00edclico e parece n\u00e3o ter fim, um ensaio que \u00e9 vida representada, que pode se suceder indeterminadamente, \u00e0 qualidade de presen\u00e7a e ao jogo entre essas atrizes. Atrizes-orquestras-inteiras ocupando o palco.<\/p>\n<p><strong>O espet\u00e1culo <em>Ana L\u00edvia<\/em> foi apresentado nos dias 26 e 27 de mar\u00e7o de 2024 no Festival de Curitiba.<\/strong><\/p>\n<p><strong>* Pollyanna Diniz escreveu cr\u00edticas de espet\u00e1culos que participaram do Festival de Curitiba a convite do Festival. A cr\u00edtica foi originalmente publicada no <a href=\"https:\/\/festivaldecuritiba.com.br\/noticias\/critica-atrizes-orquestras-e-teatralidade-exposta\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">site do Festival de Curitiba<\/a>. <\/strong><\/p>\n<p><strong>O grupo de cr\u00edticos que trabalhou no festival incluiu ainda Annelise Schwarcz, Guilherme Diniz (<a href=\"https:\/\/www.horizontedacena.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Horizonte da Cena<\/a>) e Kil Abreu (<a href=\"https:\/\/cenaaberta.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Cena Aberta<\/a>).<\/strong><\/p>\n<div id=\"attachment_25532\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/atrizes-orquestras-e-teatralidade-exposta\/ana-livia-annelize-tozetto\/\" rel=\"attachment wp-att-25532\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-25532\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-25532 size-full\" src=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/ANA-LIVIA-ANNELIZE-TOZETTO-e1721662304709.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\"><\/a><p id=\"caption-attachment-25532\" class=\"wp-caption-text\">A sonoridade \u00e9 um dos elementos importantes na pe\u00e7a. Foto: Annelize Toledo<\/p><\/div>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>Ficha t\u00e9cnica:<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Texto:<\/strong> Caetano W. Galindo<br \/>\n<strong>Dire\u00e7\u00e3o:<\/strong> Daniela Thomas<br \/>\n<strong>Codire\u00e7\u00e3o:<\/strong> Bete Coelho e Gabriel Fernandes<br \/>\n<strong>Elenco 1:<\/strong> Bete Coelho e Georgette Fadel | Elenco 2: Bete Coelho e Iara Jamra<br \/>\n<strong>Cen\u00e1rio:<\/strong> Daniela Thomas e Felipe Tassara<br \/>\n<strong>Assistente de dire\u00e7\u00e3o:<\/strong> Theo Moraes<br \/>\n<strong>Dire\u00e7\u00e3o musical:<\/strong> Felipe Antunes<br \/>\n<strong>Assistente de dire\u00e7\u00e3o musical:<\/strong> F\u00e1bio S\u00e1<br \/>\n<strong>Figurino:<\/strong> Bete Coelho e Daniela Thomas<br \/>\n<strong>Diretor t\u00e9cnico:<\/strong> Rodrigo Gava<br \/>\n<strong>Desenho de luz:<\/strong> Beto Bruel<br \/>\n<strong>Assistente de luz:<\/strong> Sarah Salgado e Pamola Cidrack<br \/>\n<strong>Operadora de luz:<\/strong> Patricia Savoy<br \/>\n<strong>Operador de som:<\/strong> Rodrigo Gava<br \/>\n<strong>Contrarregra:<\/strong> Theo Moraes<br \/>\n<strong>Designer gr\u00e1fico:<\/strong> Celso Longo + Daniel Trench<br \/>\n<strong>Diretor de comunica\u00e7\u00e3o:<\/strong> Maur\u00edcio Magalh\u00e3es<br \/>\n<strong>Assessoria de imprensa:<\/strong> Fernando Sant&#8217;Ana<br \/>\n<strong>Design de m\u00eddia social:<\/strong> Let\u00edcia Genesini<br \/>\n<strong>Assessoria jur\u00eddica:<\/strong> Olivieri e Associados<br \/>\n<strong>Dramaturgista da Cia.BR116:<\/strong> Marcos Renaux<br \/>\n<strong>Local de ensaio:<\/strong> CASAVACA<br \/>\n<strong>Produtora executiva:<\/strong> Mariana Mantovani<br \/>\n<strong>Dire\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o:<\/strong> Lindsay Castro Lima<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>At\u00e9 Ana L\u00edvia, pe\u00e7a da Cia. BR116 com texto de Caetano W. Galindo, que estreou no ano passado em S\u00e3o Paulo e agora participou do Festival de Curitiba, Bete Coelho e Georgette Fadel nunca haviam trabalhado juntas. V\u00ea-las em cena, interagindo afiad\u00edssimas, como se s\u00f3 elas duas \u2013 e cen\u00e1rio, m\u00fasica, ilumina\u00e7\u00e3o \u2013 fossem uma [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0},"categories":[1],"tags":[7705,5586,7706,7707,468,5651,213,5649,5524],"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25526"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25526"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25526\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":25538,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25526\/revisions\/25538"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25526"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25526"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25526"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}