{"id":25360,"date":"2024-03-03T13:31:40","date_gmt":"2024-03-03T16:31:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/?p=25360"},"modified":"2024-03-03T14:51:00","modified_gmt":"2024-03-03T17:51:00","slug":"os-movimentos-constantes-da-farofa-a-produtora-gabi-goncalves-fala-alguma-coisa-sobre-o-evento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/os-movimentos-constantes-da-farofa-a-produtora-gabi-goncalves-fala-alguma-coisa-sobre-o-evento\/","title":{"rendered":"O valor dos processos nas artes da cena"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_25361\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/WhatsApp-Image-2024-03-02-at-14.18.42-e1709479831952.jpeg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-25361\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-25361 size-full\" src=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/WhatsApp-Image-2024-03-02-at-14.18.42-e1709479831952.jpeg\" alt=\"Gabi Gon\u00e7alves, produtora da Corpo Rastreado. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\" width=\"600\" height=\"800\"><\/a><p id=\"caption-attachment-25361\" class=\"wp-caption-text\">Gabi Gon\u00e7alves, produtora da Corpo Rastreado. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>Enviei umas perguntas para Gabi Gon\u00e7alves, da produtora Corpo Rastreado, na perspectiva de postar aqui no <em>Yolanda<\/em>, no formato perguntas e respostas, sobre a <strong>Farofa<\/strong>.<\/p>\n<p>As quest\u00f5es seguiram por zap. A comunica\u00e7\u00e3o por um tipo de aplicativo desse, n\u00e3o totalmente direta, deixa d\u00favidas e achei interessante expor essas d\u00favidas, pensando que estamos falando do projeto <strong>Farofa do processo<\/strong>.<\/p>\n<p>No 29 de fevereiro, a&nbsp; produtora estava em Bogot\u00e1 e eu em S\u00e3o Paulo, trancada num quarto durante uma noite insone para terminar um trabalho.<\/p>\n<p>Recebi as respostas no dia 1 de mar\u00e7o, por volta de 1h da manh\u00e3, mas s\u00f3 consegui ouvir os \u00e1udios no final da tarde. Achei interessante registrar essa troca praticamente na \u00edntegra a partir desses breves di\u00e1logos por \u00e1udio e texto que criam uma rasura, um tro\u00e7o meio performativo, por suas condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>ENTREVISTA || GABI GON\u00c7ALVES<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ivana &#8211; A Corpo n\u00e3o escolhe, a Corpo aceita?!!!! Como funciona essa l\u00f3gica de quem entra na Farofa?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Gabi <\/strong>&#8211; A Corpo n\u00e3o escolhe, a Corpo aceita, eu n\u00e3o entendi se \u00e9 uma pergunta ou se \u00e9 uma afirma\u00e7\u00e3o, n\u00e9? Mas a Corpo escolhe e a Corpo aceita. Imaginar essa possibilidade de uma curadoria, que n\u00e3o \u00e9 exatamente isso que a gente faz, mas \u00e9 uma aproxima\u00e7\u00e3o desses artistas e desses agentes, como os produtores, porque muitas vezes a gente vai atr\u00e1s dos produtores tamb\u00e9m, principalmente quando n\u00e3o s\u00e3o projetos que est\u00e3o pr\u00f3ximos de n\u00f3s. A gente se aproxima deles para entender o quanto eles se interessam ou n\u00e3o de estar nesse movimento, que \u00e9 a Farofa, que eu tenho gostado de chamar de movimento. Eu sei que \u00e9 sempre necess\u00e1rio colocar em caixas mais organizadoras, como festival, como um movimento conjunto e poderos\u00edssimo entre artistas e produtores, encontrando outros espa\u00e7os e outros modos de fazer. Ent\u00e3o, a nossa l\u00f3gica n\u00e3o tem a ver com quem eu vou escolher, quem \u00e9 bom, quem \u00e9 ruim, o que eu quero, o que eu n\u00e3o quero. N\u00e3o, a gente olha para o cen\u00e1rio, a gente conhece as pessoas, conhece os artistas, sabe em que momento eles est\u00e3o e pergunta se eles t\u00eam desejo de fazer parte desse movimento nesse momento, se n\u00e3o, num outro momento, porque j\u00e1 fizemos v\u00e1rias. Ent\u00e3o, \u00e9 isso, a Corpo escolhe, a Corpo aceita, a Corpo n\u00e3o escolhe, a Corpo aceita, a Corpo observa. Na verdade, somos pessoas. Quando a gente est\u00e1 falando da Corpo, \u00e9 esse coletivo de 26 pessoas que trazem ideias, que trazem propostas, que trocam com os artistas, os artistas indicam outras pessoas. Ent\u00e3o, \u00e9 um movimento bastante coletivo que resulta nesse formato que a gente est\u00e1 apresentando agora, nesse recorte dessa Farofa de 2024, pelo menos at\u00e9 agora, \u00e9 essa.<\/p>\n<p><strong>(Era uma pergunta!)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ivana &#8211; Que tipo de trabalho interessa \u00e0 Corpo? E o que n\u00e3o interessa?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Gabi<\/strong> &#8211; Eu n\u00e3o consigo te responder essa pergunta desse jeito, de forma t\u00e3o direta, porque eu n\u00e3o construo interesse de uma maneira t\u00e3o r\u00e1pida. N\u00e3o \u00e9 assim, isso me interessa e n\u00e3o me interessa. Eu preciso de tempo, eu preciso estar junto, eu preciso conhecer, eu preciso trocar, eu preciso compreender, eu preciso brigar, eu preciso fazer as pazes. Ent\u00e3o, assim, eu me interesso por ideias, por posicionamentos, mais que tudo. Eu acho que \u00e9 isso, \u00e9 como essas pessoas, esses artistas se posicionam diante da arte que fazem, diante dos trabalhos que fazem, o qu\u00e3o essas ideias e esses trabalhos s\u00e3o vitais para essas pessoas. Porque \u00e9 isso, eu acompanho a trajet\u00f3ria desses artistas.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, numa trajet\u00f3ria, qui\u00e7\u00e1 bastante longa, que \u00e9 o que desejo para todos, todas e todes. Em alguns momentos n\u00f3s vamos fazer coisas interessantes, noutros n\u00e3o vamos fazer coisas interessantes. Vamos acertar, errar e tudo isso junto. Isso que \u00e9 a beleza de voc\u00ea poder passar um tempo prolongado vendo o desenvolvimento dos artistas, aprendendo pra caramba com eles. E o que n\u00e3o me interessa, talvez&#8230; N\u00e3o me interesso por teatro musical, tem muita gente maravilhosa fazendo, fazendo bem. Eu jamais conseguiria fazer bem. Eu n\u00e3o me interesso em trabalhar com artistas globais, pessoas famosas, porque \u00e9 um jeito muito peculiar de fazer, que eu respeito, mas eu n\u00e3o acredito muito, n\u00e3o me faz brilhar os olhos, mas eu realmente respeito bastante. Ent\u00e3o \u00e9 isso, se eu tivesse que dizer o que me interessa, o que n\u00e3o me interessa. Todo o resto que tiver desejo de investigar e de gastar tempo, eu me interesso. A\u00ed eu posso te dizer que me interesso.<\/p>\n<p><strong>Ivana &#8211; Por que a produ\u00e7\u00e3o resolveu trabalhar nesse formato?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Gabi<\/strong> &#8211; Por que a produ\u00e7\u00e3o resolveu trabalhar nesse formato? Eu n\u00e3o sei se eu entendi essa pergunta. Por que a produ\u00e7\u00e3o resolveu trabalhar em que formato exatamente? Acho que essa pergunta talvez eu gostaria que voc\u00ea me explicasse um pouco melhor. Por que a Farofa \u00e9 nesse formato? \u00c9 isso? Porque a gente est\u00e1 dando luz mais \u00e0 produ\u00e7\u00e3o do que se \u00e9 dado normalmente, \u00e9 isso. Eu fiquei confusa com essa, estou com medo de responder errado.<\/p>\n<p><strong>Ivana &#8211; Em tantos anos de festival \u00e9 poss\u00edvel mapear mudan\u00e7as ou tend\u00eancias de uma cena brasileira a partir da Farofa?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Gabi<\/strong> &#8211; Bom, essa pergunta eu te diria, eu come\u00e7aria te respondendo que n\u00e3o, eu n\u00e3o vejo mudan\u00e7a nenhuma, porque eu acho que seria muita pretens\u00e3o da minha parte te responder que sim, assim de imediato, at\u00e9 porque a gente s\u00f3 existe h\u00e1 quatro anos, a gente fez muitas edi\u00e7\u00f5es, essa \u00e9 a nossa oitava edi\u00e7\u00e3o, se eu n\u00e3o me engano, que eu tamb\u00e9m n\u00e3o fiquei contando, mas foram muitas j\u00e1 para quatro anos, ent\u00e3o, no m\u00ednimo, fiz duas ou tr\u00eas por ano. O que acho \u00e9 que a gente da Corpo Rastreado, como produtor, a nossa ideia \u00e9 abrir espa\u00e7o.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, a gente vai ca\u00e7ando meios e modos de abrir mais espa\u00e7o para que os artistas tenham condi\u00e7\u00e3o de mostrar os seus trabalhos. E eu venho percebendo ao longo do tempo que o processo est\u00e1 definhando em termos de import\u00e2ncia dentro do todo. Ent\u00e3o, o que eu poderia te dizer \u00e9 que eu acho que as pessoas hoje em dia, de alguma maneira, j\u00e1 esperam a oportunidade de poder ou n\u00e3o participar da Farofa e sabem que ali elas podem experimentar livremente.<\/p>\n<p>\u00c9 \u00f3bvio que quatro anos n\u00e3o \u00e9 nada para isso, ent\u00e3o o que eu imagino \u00e9 que ao longo de mais pelo menos quatro anos a gente vai ter que ir mostrando para os artistas, mostrando para o mercado, mostrando para o p\u00fablico que o processo \u00e9 uma coisa linda, divina, que vale a pena ser compartilhado. Ent\u00e3o, o que a gente est\u00e1 fazendo \u00e9 abrir espa\u00e7o de compartilhamento. E esse compartilhamento mais genu\u00edno, onde o artista mostra como ele est\u00e1 organizando as ideias, mas ainda inseguro, sem saber, e abrindo isso para uma troca. E eu acho isso lindo, eu acho incr\u00edvel. A gente n\u00e3o precisa mostrar s\u00f3 produtos incr\u00edveis que morrem depois de um m\u00eas. A gente precisa mostrar que existe muita coisa por tr\u00e1s disso. Ent\u00e3o, se eu tiver algum desejo nos pr\u00f3ximos quatro anos, \u00e9 que a gente entenda o valor do processo.<\/p>\n<p><strong>Ivana &#8211; Voc\u00ea acha que expor o trabalho em processo aproxima-se da cr\u00edtica gen\u00e9tica no aspecto de \u201crevelar os segredos da fabrica\u00e7\u00e3o da obra\u201d?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Gabi &#8211;<\/strong> Eu acho que sim, eu acho que se aproxima sim, e eu acho bonito voc\u00ea revelar segredos, eu acho que n\u00f3s n\u00e3o somos m\u00e1gicos nem ilusionistas que precisam tanto desses segredos, a magia t\u00e1 tamb\u00e9m na feitura. Eu s\u00f3 acho que n\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o de exposi\u00e7\u00e3o, sabe? \u00c9 uma quest\u00e3o de compartilhamento mesmo. Compartilhar o trabalho em processo. Trazer as suas ideias e as suas incertezas e as suas d\u00favidas genuinamente para trocar com outros. Por isso que, esse ano, a gente perguntou para cada um dos artistas com quem voc\u00ea quer conversar, com quem voc\u00ea gostaria de conversar, para quem voc\u00ea gostaria de mostrar o seu processo. E a\u00ed n\u00f3s convidamos essas pessoas para que elas estejam l\u00e1 para essa troca. E essa troca \u00e9 muito aberta. Como ela vai acontecer, a gente n\u00e3o sabe, s\u00f3 vai acontecer em algum momento ali, entendeu?<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, v\u00e3o ser trinta e tantas trocas diferentes. A gente t\u00e1 bem, assim, eu t\u00f4 bem curiosa para ver como \u00e9 que vai ser isso, porque eu tenho certeza absoluta que, por exemplo, para um aluno que est\u00e1 estudando teatro e tudo mais, poder se aproximar desse tipo de a\u00e7\u00e3o, se aproximar do trabalho do artista t\u00e3o genuinamente, eu s\u00f3 vejo ganhos e possibilidades de futuro. Ent\u00e3o, acho que revelar os segredos de como a gente faz uma obra \u00e9 muito foda, porque as camadas de aprendizado s\u00e3o infinitas.<\/p>\n<p><strong>Ivana &#8211; Penso em colocar como pergunta e resposta, se voc\u00ea concordar em responder. Pode ser por \u00e1udio, se achar melhor.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Gabi<\/strong> &#8211; Ivana, eu n\u00e3o tenho certeza do que voc\u00ea est\u00e1 pensando em fazer com essas perguntas, porque voc\u00ea me fala se pode ser uma entrevista ou n\u00e3o. Eu acredito que sim, se voc\u00ea achar que d\u00e1 para ser como uma entrevista, se precisar editar alguma coisa, eu poder te responder a partir do que eu entender, porque eu acho que pode ser que seja uma pergunta-chave, sabe? Do que n\u00f3s estamos fazendo, o que exatamente \u00e9 a <em><strong>Farofa<\/strong><\/em>, porque eu fiquei na d\u00favida se nessa entrevista a gente estava falando da Corpo ou da <strong><em>Farofa<\/em><\/strong>, porque muitas vezes voc\u00ea fala a Corpo aceita, Corpo isso, \u00e9 a Corpo \u00f3bvio, mas essa a\u00e7\u00e3o da <strong><em>Farofa<\/em> <\/strong>ela \u00e9 muito maior do que a Corpo, \u00e9 um movimento que parte de todos e todas e todes n\u00f3s, mas ele \u00e9, ele fica muito maior que a gente.<\/p>\n<p>E eu gosto disso, eu gosto desse lugar. Eu gosto de imaginar que eu t\u00f4 come\u00e7ando de uma maneira e eu n\u00e3o tenho a menor ideia como vai terminar. \u00c9 desse jeito que eu gosto de pensar em curadoria. Por isso que eu n\u00e3o assino como curadoria, porque o curador poderia ficar chateado comigo. Ent\u00e3o, eu prefiro assinar como produtora e ser essa pessoa que est\u00e1 testando outros paradigmas, porque \u00e9 isso que a gente est\u00e1 fazendo. A gente est\u00e1 testando outros paradigmas para encontrar mais sa\u00eddas, mais possibilidades. A <em><strong>Farofa<\/strong> <\/em>n\u00e3o deixa de ser um espa\u00e7o onde eu estou tentando criar mais possibilidades de trabalho para os artistas. No fundo, \u00e9 isso. Estou buscando mais possibilidades de trabalho. Organizo isso em um movimento que \u00e9 a Farofa. Mas sei qual \u00e9 o objetivo todo o tempo, sabe? Que, obviamente, \u00e9 em cima de muitos erros, alguns acertos e continuidade. Sigo sempre com essa possibilidade, fazendo, refazendo, avaliando e refazendo, e fazendo de novo, errando, acertando um pouco, enfim, a gente t\u00e1 a\u00ed nesse movimento bem vivo, sabe? \u00c9 um organismo bem vivo. O que a gente sabe que o que a gente tem, a gente divide. Isso pra mim \u00e9 muito importante. Ent\u00e3o a gente n\u00e3o perde, a gente divide pra multiplicar. Ent\u00e3o esse \u00e9 o nosso, digamos, o nosso lema, o nosso canto pra subir.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enviei umas perguntas para Gabi Gon\u00e7alves, da produtora Corpo Rastreado, na perspectiva de postar aqui no Yolanda, no formato perguntas e respostas, sobre a Farofa. As quest\u00f5es seguiram por zap. 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