{"id":21379,"date":"2020-04-14T17:19:41","date_gmt":"2020-04-14T20:19:41","guid":{"rendered":"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/?p=21379"},"modified":"2020-05-04T15:19:29","modified_gmt":"2020-05-04T18:19:29","slug":"valdi-coutinho-vai-atuar-em-outros-palcos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/valdi-coutinho-vai-atuar-em-outros-palcos\/","title":{"rendered":"Valdi Coutinho vai atuar em outros palcos"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_21383\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-21383\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-21383\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/valdi3-e1586894626309.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"386\"><p id=\"caption-attachment-21383\" class=\"wp-caption-text\">Valdi Coutinho, animador cultural no Recife, incentivador principalmente do teatro, morreu nesta ter\u00e7a-feira<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_21386\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-21386\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-21386 size-full\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/477246_473626245997434_78359729_o-e1586895081631.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"671\"><p id=\"caption-attachment-21386\" class=\"wp-caption-text\">Durante as filmagens do document\u00e1rio M\u00faltiplo Valdi, de Rafael Coelho<\/p><\/div>\n<p>De esp\u00edrito inquieto, Valdi Coutinho se pluralizou. Jornalista esportivo, cr\u00edtico de teatro, dramaturgo, ator, escritor, professor, pintor, carnavalesco e religioso. No in\u00edcio deste ano foi lan\u00e7ado seu biodocument\u00e1rio <em>M\u00faltiplo Valdir<\/em>, dirigido, roteirizado e montado por Rafael Coelho, com produ\u00e7\u00e3o de Cl\u00e1udia Moraes, e de Amaro Filho, da P\u00e1gina 21, projeto aprovado pelo Funcultura.<\/p>\n<p>Aos 77 anos, Valdi Coutinho morreu no come\u00e7o da tarde desta ter\u00e7a-feira (14), no seu apartamento, no bairro de Santo Amaro, no Recife.<\/p>\n<p>V\u00edtima de tr\u00eas AVCs, Valdi se locomovia nos \u00faltimos tempos com dificuldade, mas mantinha sua conex\u00e3o com o mundo atrav\u00e9s da redes sociais, onde deixava sua posi\u00e7\u00e3o pol\u00edtica mais conservadora ou treinava sua verve c\u00f4mica.<\/p>\n<p>Em 2015 foi o homenageado do 17\u00ba Festival Recife do Teatro Nacional e n\u00e3o perdeu a ironia para atestar que quase n\u00e3o acreditou, pois \u201cas pessoas sempre lembram de quem est\u00e1 no poder (da m\u00eddia, do sucesso, da gest\u00e3o p\u00fablica, das finan\u00e7as, etc) e eu estou t\u00e3o apagadinho, h\u00e1 sete anos, depois que fiquei semiparapl\u00e9gico em fun\u00e7\u00e3o das sequelas de dois AVCs que tive em 2009\u201d, comentou na ocasi\u00e3o.<\/p>\n<p>Valdi manteve uma coluna di\u00e1ria sobre artes c\u00eanicas no Diario de Pernambuco, <em>Cena Aberta<\/em>,&nbsp; um espa\u00e7o de prest\u00edgio que muito contribuiu para a difus\u00e3o e o fortalecimento do teatro em Pernambuco. Sempre que falava dos 30 anos de labuta no Diario n\u00e3o deixava de agradecer \u00e0s pessoas que lhe deram apoio: \u201cquero dividir este m\u00e9rito e reconhecimento com a jornalista L\u00eada Rivas, minha editora do Caderno Viver por duas d\u00e9cadas, os jornalistas Ant\u00f4nio Camelo, Adonias de Moura e Jos\u00e9 Maria, este \u00faltimo quem me entregou a miss\u00e3o de fazer a coluna de artes c\u00eanicas (substituindo Adeth Leite, quando ele faleceu), todos os tr\u00eas de saudosa mem\u00f3ria\u201d.<\/p>\n<p>Por pouco, ele n\u00e3o foi padre. Duas tias investiram para que seguisse a carreira eclesi\u00e1stica, mas faltou talento para o destino clerical, o que sobrava para as atividades art\u00edsticas e de comunica\u00e7\u00e3o. Come\u00e7ou a fazer teatro aos 10 anos no Semin\u00e1rio de Nazar\u00e9 da Mata, depois, no Semin\u00e1rio de S\u00e3o Pedro, em Natal, e v\u00e1rios musicais na cidade de Gurupi, Goi\u00e1s.<\/p>\n<p>No Recife, estreou com o elenco dos aspirantes ao TAP, na pe\u00e7a <em>A Falecida<\/em>, de Nelson Rodrigues, com dire\u00e7\u00e3o de Valter de Oliveira. Depois vieram <em>Hoje \u00c9 Dia de Rock<\/em>, dire\u00e7\u00e3o de Marcus Siqueira; <em>Os Mist\u00e9rios do Sexo<\/em>, de Coelho Neto, com dire\u00e7\u00f5es de Alex Gomes e Carlos Bartolomeu; <em>Natal na Pra\u00e7a<\/em>, dire\u00e7\u00e3o de Cl\u00eanio Wanderley; <em>Jogos na Hora da Sesta<\/em>, dire\u00e7\u00e3o de Geninha Rosa Borges; <em>As Tias<\/em>, dire\u00e7\u00e3o de Guilherme Coelho; <em>O Beijo da Mulher Aranha<\/em>, dire\u00e7\u00e3o de Jos\u00e9 Francisco Filho; <em>A Louca do Jardim<\/em>, dire\u00e7\u00e3o de Romildo Moreira; <em>Cabar\u00e9 Brazil\u00b8<\/em> dire\u00e7\u00e3o de Carlos Bartolomeu; <em>O Buraco \u00c9 Mais Embaixo<\/em>, dire\u00e7\u00e3o de F\u00e1bio Costa e Am\u00e9rico Barreto, entre outros.<\/p>\n<p>Dirigiu dezenas de montagens entre elas, <em>Pluft, o Fantasminha<\/em>, de Maria Clara Machado, com George Meireles, Feliciano Felix; <em>Os Mist\u00e9rios do Sexo<\/em>, de Coelho Neto, com Sharlene Esser. Tamb\u00e9m escreveu textos dram\u00e1ticos tais como <em>Os Coron\u00e9is Morrem Tarde<\/em>; <em>Paulete, Dana\u00e7\u00e3o<\/em> e <em>Anjo Azul<\/em> (inspirado num conto de C\u00edcero Belmar)<\/p>\n<p>Protagonizou dois curtas, um de Fernando Spencer, <em>O \u00daltimo Bolero<\/em> no Recife, e outro de Ricardo Spencer, <em>For\u00e7a Brasil<\/em>.<\/p>\n<p>Como carnavalesco, assumiu o Baile dos Artistas depois de dois anos de assessoria de imprensa. No jornalismo esportivo, Valdi registra a fa\u00e7anha de cobrir quatro Copas do Mundo e uma Olimp\u00edada.&nbsp;<\/p>\n<p>A jornalista L\u00eada Rivas, escreveu nas redes sociais: \u201cNosso companheiro estava, h\u00e1 muito tempo, afastado do dia a dia da reda\u00e7\u00e3o. Acometido de problemas de sa\u00fade (sofreu tr\u00eas AVCs e tinha dificuldades de mobilidade) n\u00e3o foi esquecido pelos companheiros, os quais, eventualmente o cercavam de aten\u00e7\u00f5es e tentavam minimizar a crise financeira que enfrentava. Faz poucos anos, contei com a participa\u00e7\u00e3o dele na confraterniza\u00e7\u00e3o em prol do Natal da APAE, que promovo junto com os coleguinhas. Ocasi\u00e3o em que partilhamos gratas e divertidas mem\u00f3rias e em que, ele, emocionado, agradeceu-nos o carinho demonstrado nas horas dif\u00edceis. Chorou: &#8216;Obrigado por se importarem.&#8217; N\u00e3o sei as circunst\u00e2ncias da sua morte. E, nestes tempos cru\u00e9is de pandemia, lastimo que n\u00e3o possamos lhe prestar as \u00faltimas homenagens e dizer-lhe o quanto o seu esp\u00edrito inquieto e os seus arrebatamentos nos ensinaram. Vai na paz de Deus, amigo. Qualquer dia, a gente vai se encontrar\u201d.<\/p>\n<p>Em novembro de 2015, postamos aqui no <em>Satisfeita, Yolanda?<\/em> essa entrevista com Valdi Coutinho, que reproduzimos aqui.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ENTREVISTA \/\/ VALDI COUTINHO<\/strong><\/p>\n<p><strong>Valdi, voc\u00ea trabalhou muito anos no Diario de Pernambuco. Voc\u00ea fez parte da editoria de Esportes tamb\u00e9m? Como eram divididas suas tarefas?<\/strong><br \/>\nPassei quase 30 anos no DP e durante algum tempo me dividi entre Esportes, com o editor Adonias de Moura, e Viver &#8211; artes c\u00eanicas &#8211; com a editora Leda Rivas, o que n\u00e3o criava problema nenhum, pois os dois editores compreendiam minha simbiose entre o futebol e o teatro. Quando viajava, &#8211; e viajei muito, conheci toda a Am\u00e9rica do Sul, Estados Unidos, e fiz quatro Copas do Mundo (Argentina, Espanha, M\u00e9xico e It\u00e1lia), passando dois meses em cada um desses pa\u00edses,- era substitu\u00eddo na coluna di\u00e1ria de artes c\u00eanicas por jornalistas-colegas maravilhosos, tais como Sanelvo Cabral, In\u00eas Cunha, Marilourdes Ferraz, entre outros, e nunca houve problemas. Grato, ent\u00e3o a Leda Rivas e ao saudoso Adonias de Moura. Jos\u00e9 Maria, esse \u00faltimo foi quem me entregou&nbsp; a miss\u00e3o de fazer a coluna de artes c\u00eanicas (substituindo Adeth Leite, quando ele faleceu), todos os&nbsp;dois de saudosa mem\u00f3ria.<\/p>\n<p><strong>No per\u00edodo em que voc\u00ea atuou, o teatro pernambucano era mais vibrante? Tinha mais proje\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o, quando eu comecei a escrever sobre artes c\u00eanicas s\u00f3 havia o TAP, chamado de Jardim dos Oliveiras, o Tucap, Leandro Filho e seu teatro infantil. A\u00ed eu fui incentivando, abrindo espa\u00e7o, dando not\u00edcias sobre outras produ\u00e7\u00f5es e come\u00e7ou o rebuli\u00e7o, e passamos a ter um movimento teatral, chegando o Recife a ser o 3\u00ba polo de produ\u00e7\u00e3o teatral. Enfim, sem falsa mod\u00e9stia, o Recife come\u00e7ou a ter proje\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n<p><strong>Como foi o seu encontro com o teatro? Como ator, diretor, cr\u00edtico?<\/strong><br \/>\nNaquela \u00e9poca n\u00e3o existia Internet nem redes sociais. O jornalista tinha que estar por dentro de tudo, bem informado sobre o que ia escrever, e eu estava at\u00e9 demais, s\u00f3 assim tinha informa\u00e7\u00f5es, cr\u00edticas e resenhas para escrever sobre teatro, diariamente. Aos 10 anos j\u00e1 fazia teatro interpretando <em>Tarc\u00edsio, o m\u00e1rtir da Eucaristia,<\/em> no Semin\u00e1rio de Nazar\u00e9 da Mata, sob&nbsp;a dire\u00e7\u00e3o do professor Higino. Depois, no Semin\u00e1rio de S\u00e3o Pedro, em Natal, comandava o show <em>X\u00f4 Arara, Arara Show<\/em>, aos domingos, para fugirmos da sala de estudos, \u00e0 noite. Aos 16 anos, na cidade de Gurupi, Goi\u00e1s, dirigi v\u00e1rios espet\u00e1culos musicais apresentados no Cine Boa Sorte, de sr. Mois\u00e9s, com coreografias, esquetes dram\u00e1ticos e c\u00f4micos, etc, que lotavam a casa. Quando jornalista, no Recife, fiz estreia na pe\u00e7a <em>A Falecida<strong>,<\/strong><\/em> de Nelson Rodrigues, pelo elenco dos aspirantes ao TAP, dire\u00e7\u00e3o de Valter de Oliveira. Depois fui presidente do Teatro Ambiente, do MAC, substituindo Petr\u00facio Nazareno, fundei o Teatro Experimental de Olinda, TEO, onde despontaram in\u00fameros talentos, como o hoje famoso Jos\u00e9 Manoel.E n\u00e3o parei mais, fazendo e escrevendo sobre teatro.<\/p>\n<p><strong>Uma cr\u00edtica de teatro ainda tem alguma serventia?<\/strong><br \/>\nUma cr\u00edtica de teatro ainda tem incomensur\u00e1vel valor n\u00e3o s\u00f3 para o p\u00fablico mas especialmente para os que fazem teatro.<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea ainda escreve cr\u00edticas? O que voc\u00ea acha importante analisar?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o escrevo mais cr\u00edticas. Mas, acho tudo muito importante na cr\u00edtica, desde a an\u00e1lise do texto at\u00e9 da contrarregragem.<\/p>\n<p><strong>Como se forma um bom cr\u00edtico de teatro?<\/strong><br \/>\nUm bom cr\u00edtico, ao meu ver tem que compreender tudo, desde os bastidores at\u00e9 o produto final de uma encena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Uma das grandes pol\u00eamicas da produ\u00e7\u00e3o pernambucana foi a estreia, e a curta temporada, da montagem <em>Um Bonde chamado desejo<\/em>, da qual voc\u00ea era assessor de imprensa. A cr\u00edtica, num caso rar\u00edssimo, foi publicada duas vezes em p\u00e1gina inteira no JC, porque trocaram a assinatura do autor da mat\u00e9ria. E n\u00e3o era uma cr\u00edtica favor\u00e1vel ao espet\u00e1culo. O que diria sobre isso? <\/strong><br \/>\nNaquela \u00e9poca existia uma guerra demolidora, amarga, azeda, de bastidores. Conhe\u00e7o produtores que ligavam para os teatros a fim de saber quantas pessoas tinham ido ver o outro espet\u00e1culo em cartaz para compar\u00e1-lo com o seu.&nbsp;<em>Um Bonde Chamado Desejo<\/em> foi v\u00edtima dessa disc\u00f3rdia, sobrou at\u00e9 pra mim, foram pedir minha cabe\u00e7a no jornal porque eu fiz assessoria de imprensa do espet\u00e1culo. Sofri muito na \u00e9poca. Foi uma baixaria. Sa\u00edmos inc\u00f3lumes dessa viol\u00eancia, o espet\u00e1culo fez sucesso e eu permaneci escrevendo sobre artes c\u00eanicas. N\u00e3o mexe comigo, eu n\u00e3o ando s\u00f3&#8230;<\/p>\n<p><strong>O que acha da cena teatral brasileira contempor\u00e2nea? Estamos mais ricos ou mais pobres artisticamente <\/strong><br \/>\nAcho que estamos mais pobres. O valor comercial do espet\u00e1culo prevalece, o p\u00fablico adora ver pintas no palco. Mas isso est\u00e1 passando gra\u00e7as a uma nova gera\u00e7\u00e3o que est\u00e1 chegando com excelentes espet\u00e1culos<\/p>\n<p><strong>Na sua carreira de cr\u00edtico tem algum texto que voc\u00ea se arrependeu de ter escrito. Por qu\u00ea? Ou alguma cr\u00edtica que voc\u00ea lamentou n\u00e3o ter escrito. Por qu\u00ea?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o, n\u00e3o. Quando eu achava que o espet\u00e1culo era pobre demais eu simplesmente n\u00e3o fazia cr\u00edtica para n\u00e3o prejudic\u00e1-lo.<\/p>\n<p><strong>Quais as melhores pe\u00e7as que voc\u00ea j\u00e1 conferiu?<\/strong><br \/>\nAs melhores que conferi s\u00e3o muitas, mas eu destacaria as dirigidas por Antonio Cadengue, Carlos Bartolomeu, Jos\u00e9 Pimentel, Guilherme Coelho, Jos\u00e9 Francisco Filho, Geninha Rosa Borges,&nbsp;entre outros, os citados s\u00e3o os melhores encenadores para mim.<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea tem alguma m\u00e1goa do teatro ou do jornalismo pernambucanos?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o tenho. M\u00e1goas e ressentimentos provocam c\u00e2ncer, infarto, depress\u00e3o, j\u00e1 n\u00e3o sei o que s\u00e3o esses sentimentos. Se houve, passaram, hoje eu vivo o presente e cada dia como se fosse o \u00faltimo.<\/p>\n<p><strong>O que voc\u00ea faz do seu tempo?<\/strong><br \/>\nAmo. A Deus, \u00e0 vida, ao mundo, antenado e animado pelas redes socais, pela Internet.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De esp\u00edrito inquieto, Valdi Coutinho se pluralizou. Jornalista esportivo, cr\u00edtico de teatro, dramaturgo, ator, escritor, professor, pintor, carnavalesco e religioso. No in\u00edcio deste ano foi lan\u00e7ado seu biodocument\u00e1rio M\u00faltiplo Valdir, dirigido, roteirizado e montado por Rafael Coelho, com produ\u00e7\u00e3o de Cl\u00e1udia Moraes, e de Amaro Filho, da P\u00e1gina 21, projeto aprovado pelo Funcultura. 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