{"id":20351,"date":"2019-02-13T10:33:16","date_gmt":"2019-02-13T13:33:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/?p=20351"},"modified":"2019-02-13T10:33:16","modified_gmt":"2019-02-13T13:33:16","slug":"soledad-faz-passagem-relampago-por-sao-paulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/soledad-faz-passagem-relampago-por-sao-paulo\/","title":{"rendered":"Soledad faz passagem rel\u00e2mpago por S\u00e3o Paulo"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-15442\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/soledad1-e1453142663153.jpg\" alt=\"Hilda Torres no espet\u00e1culo Soledad\" width=\"600\" height=\"450\"><p class=\"wp-caption-text\">Hilda Torres no espet\u00e1culo Soledad, a Vida \u00e9 Fogo Sob os Nossos P\u00e9s. Foto: Rick de E\u00e7a \/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>Dignidade e coragem s\u00e3o palavras preciosas para \u00e0 militante pol\u00edtica paraguaia Soledad Barrett Viedma (1945-1973). Ela teve uma passagem luminosa pelo planeta Terra. Percurso de luta. Foi assassinada \u00e0 trai\u00e7\u00e3o pela ditadura militar brasileira, por emboscada do pai da crian\u00e7a que ela carregava no ventre.<\/p>\n<p>Muito da vida dessa mulher, m\u00e3e, guerrilheira est\u00e3o no mon\u00f3logo <em><strong>Soledad \u2013 A Terra \u00c9 Fogo Sob Nossos P\u00e9s<\/strong><\/em>.&nbsp;O espet\u00e1culo faz duas apresenta\u00e7\u00f5es especiais, nestes 13 e 14 de fevereiro, como parte da Circula\u00e7\u00e3o Nacional &#8211; Etapa S\u00e3o Paulo, no Galp\u00e3o do Folias, \u00e0s 20h. Na quarta-feira (13\/02) , a militante Damaris Oliveira Lucena \u00e9 homenageada pela produ\u00e7\u00e3o do espet\u00e1culo. E tamb\u00e9m est\u00e1 agendado um breve debate.<\/p>\n<p>Conhecer Soledad, reencontrar Soledad \u00e9 um b\u00e1lsamo, um est\u00edmulo de bravura para esses tempos t\u00e3o covardes. Ela morreu pela liberdade. Muitos morreram. Sua vida foi confiscada pela ditadura militar do Brasil (1964-1985).<\/p>\n<blockquote><p><span style=\"color: #800000;\">\u201cO projeto contou, desde o in\u00edcio, com a ajuda de muitas pessoas, como ex-prisioneiros pol\u00edticos, militantes da \u00e9poca que tiveram contato com Soledad, ou n\u00e3o, al\u00e9m de parentes e compatriotas paraguaios. Tamb\u00e9m recebeu o apoio de militantes contempor\u00e2neos, que entenderam a relev\u00e2ncia do projeto como contribui\u00e7\u00e3o importante para diversas lutas sociais, como as de g\u00eanero, direitos humanos e a do entendimento da arte como instrumento de forma\u00e7\u00e3o e empoderamento sociopol\u00edtico e cultural\u201d, <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #800000;\">Mal\u00fa Baz\u00e1n, encenadora<\/span><\/p><\/blockquote>\n<div id=\"attachment_17579\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-17579\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-17579\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/Soledad-02-Foto-Fl\u00e1via-Gomes-e1476883480350.jpg\" alt=\"Foto: Fl\u00e1via Gomes \/ Divulga\u00e7\u00e3o\" width=\"600\" height=\"450\"><p id=\"caption-attachment-17579\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #808080;\">A dire\u00e7\u00e3o \u00e9 assinada por Mal\u00fa Baz\u00e1n. Foto: Fl\u00e1via Gomes \/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/span><\/p><\/div>\n<p>Em 2015, a atriz pernambucana Hilda Torres, a diretora argentina Mal\u00fa Baz\u00e1n e a pr\u00f3pria filha da militante, \u00d1asaindy Barrett, se juntaram para montar o espet\u00e1culo<strong><em> Soledad \u2013 A terra \u00e9 fogo sob nossos p\u00e9s.<\/em><\/strong><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"color: #800000;\">Desde 2015 viemos resistentes, expandindo os horizontes do amor, da luta e da entrega; ampliando o alcance do conhecimento do que foi o per\u00edodo das ditaduras em nossa Am\u00e9rica nas d\u00e9cadas de 1950, 1960, 1970,1980&#8230;Ao contar a hist\u00f3ria de uma mulher como Soledad Barrett Viedma, militante internacionalista, mulher, poetisa, companheira, m\u00e3e, filha; contamos tamb\u00e9m a hist\u00f3ria de muitos outros e muitas outras. Pessoas que se entregaram plenamente ao destino de serem s\u00edmbolo de transforma\u00e7\u00e3o do mundo pelo exemplo de vida. movidos pelo amor e pela esperan\u00e7a em uma sociedade mais justa e igualit\u00e1ria.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #800000;\">Mal\u00fa Baz\u00e1n &#8211; dramaturgista e diretora<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p>Soledad viveu na Argentina, no Uruguai, em Cuba e no Brasil, fugindo das repress\u00f5es. Ao ser sequestrada por um bando de neonazistas em Montevid\u00e9u, ela adotou a guerrilha. Ao se recusar dizer a frase \u201cviva Hitler!\u201d, ela foi marcada nas coxas com a su\u00e1stica nazista. Em Cuba, onde aprendeu a luta armada, conheceu Z\u00e9 Maria, pai de sua filha \u00d1asaindy.&nbsp;No Brasil se apaixonou por Jos\u00e9 Anselmo dos Santos.<\/p>\n<p><em><strong>Soledad \u2013 A Terra \u00c9 Fogo Sob Nossos P\u00e9s <\/strong><\/em>\u00e9&nbsp;a primeira encena\u00e7\u00e3o da vida da guerrilheira paraguaia&nbsp; para palcos brasileiros. Ela foi caluniada como terrorista e ficou conhecida como a mulher do Cabo Anselmo, o policial infiltrado na guerrilha que entregou&nbsp;Soledad e mais cinco militantes contra&nbsp;\u00e0 ditadura ao delegado S\u00e9rgio Fleury,&nbsp;em 1973. Eles foram executados no chamado \u201cO massacre da granja S\u00e3o Bento\u201d,&nbsp;em Abreu e Lima, Pernambuco.&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p><span style=\"color: #800000;\">Nasceu com sua m\u00e3e e ela apenas, por isso Soledad \u2013 Solid\u00e3o; crian\u00e7a que cresceu entre sons de bombas e brincadeiras, levando recados codificados em suas saias para dirigentes comunistas, indo visitar seu pai na cadeia, quando n\u00e3o, ele estava clandestino, presente pelos ideais, mas ausente na lida di\u00e1ria. Exilada com sua fam\u00edlia com menos de 1 ano de idade. Com 16 anos, no Uruguai, no seu segundo ex\u00edlio, come\u00e7a a realizar apresenta\u00e7\u00f5es de dan\u00e7as folcl\u00f3ricas em eventos solid\u00e1rios ao Paraguai. Sequestrada aos 17 por um grupo neonazista que marca com uma navalha o s\u00edmbolo do nazismo. Vai pra URSS estudar teorias comunistas, em seguida vai para alguns pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina na tentativa de invadir o Paraguai. Em 1967, vai para Cuba treinar para luta armada, casa-se e tem uma filha: \u00d1asaindy Barrett de Ara\u00fajo, fruto do seu relacionamento com Jos\u00e9 Maria de Ferreira de Ara\u00fajo. Em 1970, vem para o Brasil numa miss\u00e3o pela VPR; Mas aqui \u00e9 entregue pelo \u201cCabo Anselmo\u201d, at\u00e9 ent\u00e3o o seu companheiro de quem estava gr\u00e1vida. Mulher, jovem, sonhadora, leal aos ideais, m\u00e3e, filha, companheira, dan\u00e7arina, poetisa, militante aguerrida, d\u00f3cil, serena, dedicada, destemida, empoderada\u2026 Soledad Barrett Viedma. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #800000;\">Hilda Torres &#8211; atriz<\/span><\/p><\/blockquote>\n<div id=\"attachment_17032\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-17032\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-17032\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/14115546_10207248312920729_3374414366155470547_o-e1472750986572.jpg\" alt=\"Soledad\" width=\"600\" height=\"308\"><p id=\"caption-attachment-17032\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #800000;\">Uma interpreta\u00e7\u00e3o de f\u00f4lego da atriz Hilda Torres.<\/span><\/p><\/div>\n<p><em><strong>Soledad no Recife<\/strong><\/em>, livro do escritor pernambucano Urariano Mota, foi o ponto de partida do processo de encena\u00e7\u00e3o, em janeiro de 2015. A pe\u00e7a alumia pontos nebulosos da hist\u00f3ria do Brasil e acompanha Soledad Barret Viedma, desde seu nascimento, passando por v\u00e1rios pa\u00edses, at\u00e9 sua morte. O discurso \u00e9 veemente.<\/p>\n<p>Sozinha em cena, Hilda Torres acende o esp\u00edrito da guerrilheira da Vanguarda Popular Revolucion\u00e1ria, a VPR. O mon\u00f3logo faz refer\u00eancias \u00e0 uma s\u00e9rie de entrevistas e pesquisa documental realizadas&nbsp;pela atriz e pela diretora, \u00e0 publica\u00e7\u00e3o <strong><em>68, a gera\u00e7\u00e3o que queria mudar o mundo<\/em><\/strong>, compila\u00e7\u00e3o de relatos de uma centena de ex-militantes pol\u00edticos, organizados e sistematizados por Eliete Ferrer, do grupo Os Amigos de 68. Al\u00e9m de consultas ao tijola\u00e7o da <em><strong>Comiss\u00e3o da Verdade<\/strong> e<\/em> registros do <em><strong>Tortura Nunca Mais<\/strong><\/em>. E poemas de Marco Albertim e da artista pl\u00e1stica \u00d1asaindy de Ara\u00fajo Barrett, filha de Soledad, que assina composi\u00e7\u00f5es e empresta sua voz de cantora ao espet\u00e1culo.<\/p>\n<blockquote><p><span style=\"color: #800000;\">A raz\u00e3o por que mando um sorriso e n\u00e3o corro, \u00e9 que andei levando a vida quase morto. Quero fechar a ferida, quero estancar o sangue, e sepultar bem longe o que restou da camisa colorida que cobria minha dor. Meu amor, eu n\u00e3o esque\u00e7o, n\u00e3o se esque\u00e7a, por favor, que voltarei depressa, t\u00e3o logo acabe a noite, t\u00e3o logo este tempo passe, para beijar voc\u00ea\u2019 \u201c.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #800000;\"><strong>Para um amor no Recife<\/strong>, de Paulinho da Viola, que cantava na cadeia.<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><strong>CONTRA \u00c0 COVARDIA<\/strong><\/p>\n<p>A montagem se expressa generosa e caudalosa para recuperar a vida e a luta de uma mulher entregue \u00e0 repress\u00e3o pelo marido, numa farsa encenada pelo Estado de terror e trai\u00e7\u00e3o no Recife da ditadura militar. A pe\u00e7a manifesta o poder da arte, de promover a repara\u00e7\u00e3o \u2013 pelo menos da imagem p\u00fabica \u2013 das viola\u00e7\u00f5es a direitos fundamentais. Para reescrever a Hist\u00f3ria e subverter a ordem do esquecimento.<\/p>\n<p>O mon\u00f3logo po\u00e9tico, que tamb\u00e9m faz alus\u00f5es ao per\u00edodo atual da pol\u00edtica brasileira, tra\u00e7a os conflitos como mulher, m\u00e3e, filha, militante perseguida. E recupera as facetas dessa musa pol\u00edtica das esquerdas da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p>Os epis\u00f3dios de dor s\u00e3o exibidos, num cen\u00e1rio de poucos elementos, com uma luz que convida para a intimidade dessa exist\u00eancia e na altern\u00e2ncia da representa\u00e7\u00e3o do trajeto de Soledad e a explora\u00e7\u00e3o do metateatro desvelado em seu processo de cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<blockquote><p><span style=\"color: #800000;\"><em>Soledad Barrett Viedma \u00e9 um dos casos mais eloquentes da guerra suja da ditadura no Brasil. A pe\u00e7a \u00e9 uma vit\u00f3ria pelo resgate da mem\u00f3ria, da verdade e da justi\u00e7a.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #800000;\">Urariano Mota, escritor<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p>A encena\u00e7\u00e3o exalta os mitos e ritos ancestrais e evoca os povos origin\u00e1rios. E incorpora esses dados na passagem do banho na \u00e1gua com os seios \u00e0 mostra; na celebra\u00e7\u00e3o de orix\u00e1s como Nan\u00e3, do candombl\u00e9. E cenas fortes como das cruzes gamadas, as su\u00e1sticas, riscadas a a\u00e7o em suas pernas pelos militantes neonazistas.<\/p>\n<p>Cabo Anselmo \u00e9 apontado como um dos l\u00edderes do protesto dos marinheiros em 1964. Integrou o movimento de resist\u00eancia \u00e0 ditadura nos anos 1960 e, na d\u00e9cada de 1970, atuou como colaborador do regime militar. A suspeita \u00e9 que em todos os epis\u00f3dios ele atuava como um agente policial infiltrado.<\/p>\n<p>Foi Anselmo quem entregou o esconderijo dos membros do VPR em Pernambuco, uma ch\u00e1cara no loteamento S\u00e3o Bento, no munic\u00edpio de Paulista. Junto com outros companheiros, Eudaldo Gomes da Silva, Pauline Reichstul, Evaldo Lu\u00eds Ferreira de Souza, Jarbas Pereira Marques e Jos\u00e9 Manoel da Silva, estava Soledad.<\/p>\n<p>Segundo a vers\u00e3o oficial, os militantes foram mortos numa troca de tiros na ch\u00e1cara. O jornalista Elio Gaspari, em<strong><em> A ditadura escancarada<\/em><\/strong>, classifica o epis\u00f3dio como \u201cuma das maiores e mais cru\u00e9is chacinas da ditadura\u201d.<\/p>\n<blockquote><p><span style=\"color: #ff6600;\"><span style=\"color: #800000;\">\u201c<em>Uma coisa aprendi junto a Soledad: que deve-se empunhar o pranto, deix\u00e1-lo cantar. Outra coisa aprendi com Soledad: que a p\u00e1tria n\u00e3o \u00e9 um s\u00f3 lugar. Uma terceira coisa nos ensinou: que o que um n\u00e3o consiga, o far\u00e3o dois<\/em>\u201d,<\/span> <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #800000;\">Da m\u00fasica&nbsp;<strong><em>Soledad Barret<\/em><\/strong>, do cantor, compositor e instrumentista uruguaio Daniel Viglietti.<\/span><\/p><\/blockquote>\n<h3><strong>Ficha t\u00e9cnica<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Atriz e idealizadora:<\/strong>&nbsp;Hilda Torres<br \/>\n<strong>Dire\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Mal\u00fa Baz\u00e1n<br \/>\n<strong>Dramaturgia:<\/strong>&nbsp;Hilda Torres e Mal\u00fa Baz\u00e1n<br \/>\n<strong>Pesquisa hist\u00f3rica:<\/strong>&nbsp;Hilda Torres, M\u00e1rcio Santos e Mal\u00fa Baz\u00e1n<strong><br \/>\nPesquisa c\u00eanica:&nbsp;<\/strong>Hilda Torres e Mal\u00fa Baz\u00e1n<strong><br \/>\nConcep\u00e7\u00e3o de cen\u00e1rio e figurino:&nbsp;<\/strong>Mal\u00fa B\u00e1zan<strong><br \/>\nExecu\u00e7\u00e3o de cen\u00e1rio e figurino:&nbsp;<\/strong>Felipe Lopes e Maria Jos\u00e9 Lopes<strong><br \/>\nLuz:&nbsp;<\/strong>Eron Villar<strong><br \/>\nOpera\u00e7\u00e3o de Luz:&nbsp;<\/strong>Eron Villar e Gabriel F\u00e9lix<strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o musical:&nbsp;<\/strong>Lucas Notaro<strong><br \/>\nArte visual:&nbsp;<\/strong>\u00d1asaindy Lua<strong><br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o:&nbsp;<\/strong>Hilda Torres, M\u00e1rcio Santos e Mal\u00fa Baz\u00e1n<strong><br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o executiva:&nbsp;<\/strong>Renato Barros<br \/>\n<strong>Produ\u00e7\u00e3o geral:<\/strong>&nbsp;M\u00e1rcio Santos<br \/>\n<strong>Realiza\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Cria do Palco<br \/>\n<strong>Fotografias:<\/strong>&nbsp;Rick de E\u00e7a<\/p>\n<h3><strong>SERVI\u00c7O<\/strong><\/h3>\n<p><strong><em>Soledad \u2013 A Terra \u00c9 Fogo Sob Nossos P\u00e9s \u2013 Circula\u00e7\u00e3o Nacional &#8211; Etapa S\u00e3o Paulo<\/em><\/strong><br \/>\n<strong>Onde<\/strong>: teatro Galp\u00e3o do Folias (Rua Ana Cintra (ao lado do metr\u00f4 Santa Cec\u00edlia)<br \/>\n<strong>Quando<\/strong>: 13 E 14 de fevereiro \u00e0s 20h<br \/>\n<strong>Ingressos<\/strong>: Pre\u00e7os: R$ 30,00 (inteira);&nbsp; R$ 15,00 (meia); R$ 10 (moradores da Santa Cec\u00edlia com comprovante)<br \/>\n<strong>Informa\u00e7\u00f5es e Reservas<\/strong> &#8211; Galp\u00e3o do Folias: (11) 3361-2223<br \/>\n<strong>site de venda<\/strong>: https:\/\/www.eventbrite.com.br\/e\/soledad-a-terra-e-fogo-sob-\u2026<br \/>\n<strong>Dura\u00e7\u00e3o<\/strong>: 1h10<br \/>\n<strong>Classifica\u00e7\u00e3o<\/strong>: 14 anos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Dignidade e coragem s\u00e3o palavras preciosas para \u00e0 militante pol\u00edtica paraguaia Soledad Barrett Viedma (1945-1973). 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