{"id":18330,"date":"2017-01-29T23:05:28","date_gmt":"2017-01-30T02:05:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/?p=18330"},"modified":"2017-02-01T11:01:28","modified_gmt":"2017-02-01T14:01:28","slug":"ossos-articula-discurso-bruto-e-libertador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/ossos-articula-discurso-bruto-e-libertador\/","title":{"rendered":"Ossos articula discurso bruto e libertador *"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_18319\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-18319\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-18319\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/13517386_1090162247712255_6117003274893271_o-1-e1485737408866.jpg\" alt=\"Elenco de Ossos\" width=\"600\" height=\"399\"><p id=\"caption-attachment-18319\" class=\"wp-caption-text\">Elenco de Ossos: Daniel Barros, Arilson Lopes, Marcondes Lima, Andr\u00e9 Brasileiro, Ivo Barreto, Rob\u00e9rio Lucado<\/p><\/div>\n<h4>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Sidney Rocha <span style=\"color: #999999;\">*<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #999999;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Especial para o Satisfeita, Yolanda?<\/span><\/h4>\n<h2>&nbsp;<\/h2>\n<h2>ATO I<\/h2>\n<p>Querida Yolanda:<\/p>\n<p><em>Grosso modo<\/em>, literatura que se parece com teatro n\u00e3o \u00e9 literatura.<\/p>\n<p>Dizem que a prosa de Marcelino Freire parece teatro. Lamento dizer: n\u00e3o parece. N\u00e3o parece porque <em>\u00e9<\/em> literatura. Literatura e teatro t\u00eam linguagem distinta. Necessariamente. O discurso c\u00eanico tem outra fun\u00e7\u00e3o. H\u00e1 certa natureza \u00e9tica, que transcende a natureza est\u00e9tica, de modo que teatro n\u00e3o \u00e9 divers\u00e3o pura e simples, n\u00e3o est\u00e1 ali para entreter, mas para dizer <em>certa verdade<\/em>: a condi\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria do homem no universo. Nisso o teatro se aparenta mais \u00e0 filosofia que \u00e0 literatura. Mas \u00e0 filosofia que n\u00e3o se rende ao poder, nem ao exagero das interpreta\u00e7\u00f5es, viol\u00eancia contra a qual Susana Sontag lutou violentamente naquele ensaio: <em>Contra a interpreta\u00e7\u00e3o<\/em>.<\/p>\n<p>A busca dessa verdade: tem sido assim desde a Gr\u00e9cia, quando sequer havia distin\u00e7\u00e3o entre arte e t\u00e9cnica. \u00c9 assim na arte dram\u00e1tica de Brecht, de Camus, ou de Beckett e Ionesco, todos interessados somente em expor o homem em sua condi\u00e7\u00e3o miser\u00e1vel e <em>absurda<\/em> perante a vida.<\/p>\n<p>Marcelino Freire adaptou seu romance (<em>Nossos ossos<\/em>, 2013) para entregar ao coletivo Angu de Teatro um texto vigoroso. Um texto, repito. Logo no come\u00e7o, \u00e0 direita da cena, o ator, na pele do autor sob a pele de Heleno de Gusm\u00e3o \u2013 ali numa litania <em>\u00e0 capella,<\/em> durante todo o espet\u00e1culo \u2013 ali na primeira das mil ossaturas, exp\u00f5e a transconfiss\u00e3o do metaescritor:<br \/>\n\u201cO que eu poderia fazer mais, se j\u00e1 escrevi o romance?\u201d<br \/>\n\u00c9 verdade, Marcelino, mas verdade-s\u00f3-literariamente.<\/p>\n<p>O discurso c\u00eanico termina mostrando a verdade-verdade: o autor se esgota, brocha, acata porque, no teatro, o coito \u00e9 s\u00f3 dos atores. S\u00f3 eles podem. Com ph.<\/p>\n<p>Marcelino descobriu cedo que as palavras em estado-de-literatura s\u00e3o uma coisa. Outra coisa s\u00e3o as palavras em estado-de-teatro. A palavra de fato. A palavra-ato.<\/p>\n<p>Em <em>Ossos<\/em>, reina sobretudo a linguagem n\u00e3o-liter\u00e1ria, mas teatral. A met\u00e1fora liter\u00e1ria enfim perde para discurso do teatro que busca a linguagem ordin\u00e1ria, para suplant\u00e1-la. <em>Ossos<\/em> era para ser um tipo de \u201cteatro de texto\u201d que faz falta ao teatro contempor\u00e2neo no Brasil, e isso j\u00e1 bastaria \u2013 embora o textocentrismo seja outro tipo de exagero. Mas no teatro as teorias s\u00e3o uma tolice e se perdem no momento exato em que um ator pise o palco. \u00c9 o que ocorre nessa adapta\u00e7\u00e3o. Os atores de <em>Ossos<\/em> sabem bem as margens mim\u00e9ticas do que vem a ser a <em>encena\u00e7\u00e3o<\/em>&#8211;<em>atua\u00e7\u00e3o. <\/em>Mas isso seria outro papo.<\/p>\n<p>Eu dizia, Yolanda: uma coisa \u00e9 texto. Outra, \u00e9 fala. E outra coisa \u00e9 voz. Essa pressup\u00f5e corpo e sangue. Porque o teatro, diferente do cinema, da literatura, da pintura, nos d\u00e1 um corpo, de verdade: o do ator. Essa diferen\u00e7a \u00e9 a ess\u00eancia da m\u00edmese do texto dram\u00e1tico. <em>Ossos <\/em>\u00e9 tamb\u00e9m sobre esse corpo, que se tenta conduzir, enterrar, carregar, livr\u00e1-lo de uma alma e d\u00e1-lo a outra. Por isso o texto \u00e9 pouco \u2013 e a fala n\u00e3o diz tudo. \u00c9 a voz do ator que transmite o que n\u00e3o est\u00e1 no texto. \u00c9 massa viva control\u00e1vel somente pela t\u00e9cnica, no palco. \u00c9 a \u00fanica voz que interessa.<\/p>\n<p>Ah, pobre literatura que n\u00e3o pode com essa for\u00e7a.<\/p>\n<div id=\"attachment_18318\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-18318\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-18318\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/ossos-andre-daniel-e1485736661196.jpg\" alt=\"Andr\u00e9 Brasileiro e Daniel Barros numa cena de Ossos. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\" width=\"600\" height=\"400\"><p id=\"caption-attachment-18318\" class=\"wp-caption-text\">Andr\u00e9 Brasileiro e Daniel Barros interpretam o escritor Heleno de Gusm\u00e3o e o mich\u00ea. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<h2>ATO II<\/h2>\n<p>\u201cN\u00e3o sou dramaturgo\u201d, diz o o autor no personagem central de <em>Ossos<\/em>, vivido com exatid\u00e3o por Andr\u00e9 Brasileiro, quando se abre uma das <em>camadas<\/em> da adapta\u00e7\u00e3o \u2013 que s\u00e3o como atos dentro de atos, <em>insight<\/em> ou intui\u00e7\u00f5es de Marcondes Lima na busca de uma dic\u00e7\u00e3o ou linguagem ou lugar que realizasse o autor-adaptador, mas que contemplasse sua fala [repito: fala] como criador experiente que \u00e9.<\/p>\n<p>A dire\u00e7\u00e3o \u00e9 conduzida de modo a todos dividirem a cena, a luz, o figurino, deixando clara a voz j\u00e1 reconhec\u00edvel do coletivo, mas com o pensamento, fala e a\u00e7\u00e3o rigorosos do diretor de <em>Ossos<\/em>. Uma dire\u00e7\u00e3o n\u00e3o-natural, porque o teatro \u00e9 mesmo contra a natureza, e nisso consiste a arte \u2013 supor certo dom\u00ednio, e controle, e dire\u00e7\u00e3o sobre os atos, e omiss\u00f5es.<\/p>\n<p>Por isso, querida Yolanda, n\u00e3o h\u00e1 personagem mais carne-e-osso do que aquele na pele de um ator, todo feito de intui\u00e7\u00e3o, e t\u00e9cnica, e erro. Sobretudo erros, Yolanda, porque n\u00e3o existe maria-concebida-[sem-erro]-sem-pecado, no teatro. Ao somar tudo, Marcondes Lima criou a fantasmagoria necess\u00e1ria para transformar <em>Ossos<\/em> em discurso bruto e libertador. <em>Ossos<\/em> \u00e9 carnavaliza\u00e7\u00e3o, riso e grito. O para\u00edso do baixo-corporal, do prazer e da dor que se assume. A ridicularia da morte sobre a vida. E da vida sobre si mesma.<\/p>\n<p>Ta\u00ed a verdade desse teatro angular, coletivo.<\/p>\n<h2>&nbsp;<\/h2>\n<div id=\"attachment_18325\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-18325\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-18325 size-full\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/13475046_1353057958042362_8737234060067690956_o-e1485738097302.jpg\" alt=\"13475046_1353057958042362_8737234060067690956_o\" width=\"600\" height=\"900\"><p id=\"caption-attachment-18325\" class=\"wp-caption-text\">Marcondes Lima no papel de Estrela. Foto Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<h2>ATO III<\/h2>\n<p>O que realmente importa: Andr\u00e9 Brasileiro trocou a paix\u00e3o daquela vez da estreia, naquele 11 junho do ano passado, pela exatid\u00e3o que vi ontem, no mesmo Teatro Apolo, e comp\u00f4s um Heleno de Gusm\u00e3o que se p\u00f5e em p\u00e9, sem pedir favor ou pacto de compreens\u00e3o \u00e0 plateia.<br \/>\nMarcondes Lima desaparece e faz surgir algumas v\u00eanus singulares: Estrela, Carmen Miranda, Faf\u00e1 de Bel\u00e9m, todas com cor e cora\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m exatos.<\/p>\n<div id=\"attachment_18326\" style=\"width: 970px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-18326\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-18326\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/13413628_1087038601357953_2469018813614238082_n.jpg\" alt=\"Arilson Lopes faz o motorista do rabec\u00e3o. Foto Divulga\u00e7\u00e3o\" width=\"960\" height=\"640\" srcset=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/13413628_1087038601357953_2469018813614238082_n.jpg 960w, https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/13413628_1087038601357953_2469018813614238082_n-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/13413628_1087038601357953_2469018813614238082_n-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/13413628_1087038601357953_2469018813614238082_n-624x416.jpg 624w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><p id=\"caption-attachment-18326\" class=\"wp-caption-text\">Arilson Lopes faz o motorista do rabec\u00e3o. Foto Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>O Caronte mais real que j\u00e1 vi, o motorista Louren\u00e7o \u2013 o personagem tr\u00e1gico por excel\u00eancia em <em>Ossos<\/em>: vale mesmo v\u00ea-lo saltando de dentro de Arilson Lopes, que faz tamb\u00e9m o interesseiro Carlos.<\/p>\n<p>A trilha sonora de Juliano Holanda. A trilha sonora de Juliano Holanda. A trilha sonora de Juliano Holanda.<\/p>\n<p>Ceronha Pontes preparou urubus, travestis e mich\u00eas para o banquete claro-escuro e multicor de cada cena.<br \/>\n<em>Ossos<\/em> \u00e9 como a vida. E como a morte: Funciona.<br \/>\nConvenhamos, querida: no teatro, isso n\u00e3o \u00e9 pouco.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o ficamos assim, Yolanda:<em> Ossos<\/em>: texto de Marcelino Freire. Fala de Marcondes Lima. Mas a voz \u00e9 do Angu de Teatro.<br \/>\nE que beleza.<br \/>\nN\u00e3o perca.<\/p>\n<p><strong>* &nbsp;Sidney Rocha&nbsp;<\/strong> \u00e9 escritor. Escreveu <em>Matriuska<\/em> (contos, 2009), <em>Fernanflor<\/em> (romance, 2015) e <em>Guerra de ningu\u00e9m<\/em> (contos, 2016). Com <em>O destino das met\u00e1foras venceu<\/em> o Pr\u00eamio Jabuti, em 2012, na categoria contos e cr\u00f4nicas e com o romance <em>Sofia<\/em>, o Pr\u00eamio Osman Lins; todos pela Iluminuras.<\/p>\n<div id=\"attachment_16757\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-16757\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-16757\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/ossos.jpg\" alt=\"Daniel Barros e Rob\u00e9rio Lucado interpretam garotos de programa em Ossos. Foto: Ivana Moura\" width=\"600\" height=\"338\" srcset=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/ossos.jpg 600w, https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/ossos-300x169.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><p id=\"caption-attachment-16757\" class=\"wp-caption-text\">Daniel Barros e Rob\u00e9rio Lucado interpretam garotos de programa em Ossos. Foto: Ivana Moura<\/p><\/div>\n<p><strong>FICHA T\u00c9CNICA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Texto:<\/strong> Marcelino Freire<br \/>\n<strong>Dire\u00e7\u00e3o:<\/strong> Marcondes Lima<br \/>\n<strong>Dire\u00e7\u00e3o de arte, cen\u00e1rios e figurinos:<\/strong> Marcondes Lima<br \/>\n<strong>Assist\u00eancia de dire\u00e7\u00e3o:<\/strong> Ceronha Pontes<br \/>\n<strong>Elenco:<\/strong> Andr\u00e9 Brasileiro, Arilson Lopes, Daniel Barros, Ivo Barreto, Marcondes Lima, Ryan Leivas (Ator stand in) e Rob\u00e9rio Lucado<br \/>\n<strong>Trilha sonora original \u2013 composi\u00e7\u00e3o, arranjos e produ\u00e7\u00e3o:<\/strong> Juliano Holanda<br \/>\n<strong>Cria\u00e7\u00e3o de plano de luz:<\/strong> Jathyles Miranda<br \/>\n<strong>Opera\u00e7\u00e3o de Som:<\/strong> S\u00e1vio Uch\u00f4a<br \/>\n<strong>Prepara\u00e7\u00e3o corporal:<\/strong> Arilson Lopes<br \/>\n<strong>Prepara\u00e7\u00e3o de elenco:<\/strong> Ceronha Pontes, Arilson Lopes<br \/>\n<strong>Coreografia:<\/strong> Lilli Rocha e Paulo Henrique Ferreira<br \/>\n<strong>Coordena\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o:<\/strong> Tadeu Gondim<br \/>\n<strong>Produ\u00e7\u00e3o executiva:<\/strong> Andr\u00e9 Brasileiro, Fausto Paiva, Arquimedes Amaro, Gheuza Sena e N\u00ednive Caldas<br \/>\n<strong>Designer gr\u00e1fico:<\/strong> Dani Borel<br \/>\n<strong>Fotos divulga\u00e7\u00e3o:<\/strong> Joanna Sultanum<br \/>\n<strong>Visagismo:<\/strong> Jades Sales<br \/>\n<strong>Assessoria de imprensa:&nbsp;<\/strong>Rabixco Assessoria<br \/>\n<strong>T\u00e9cnico de som<\/strong> Muzak \u2013 Andr\u00e9 Oliveira<br \/>\n<strong>Confec\u00e7\u00e3o de figurinos:<\/strong> Maria Lima<br \/>\n<strong>Confec\u00e7\u00e3o de cen\u00e1rio e elementos de cena:<\/strong> Fl\u00e1vio Santos, Jorge Batista de Oliveira.<br \/>\n<strong>Operador de som e luz:<\/strong> Fausto Paiva \/ Tadeu Gondim<br \/>\n<strong>Camareira:<\/strong> Irani Galdino<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Sidney Rocha * [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0},"categories":[1],"tags":[232,39,126,2204,2265,127,40,4718,4357,5016],"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18330"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18330"}],"version-history":[{"count":10,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18330\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18354,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18330\/revisions\/18354"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18330"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18330"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18330"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}