{"id":16674,"date":"2016-08-13T12:29:19","date_gmt":"2016-08-13T15:29:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/?p=16674"},"modified":"2016-09-04T16:06:11","modified_gmt":"2016-09-04T19:06:11","slug":"desbunde-tragressao-e-poesia-do-vivencial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/desbunde-tragressao-e-poesia-do-vivencial\/","title":{"rendered":"Desbunde, transgress\u00e3o e poesia do Vivencial"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_16675\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/13920567_948927925233389_9072718928419356300_o-e1471097043108.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-16675\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-16675\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/13920567_948927925233389_9072718928419356300_o-e1471097043108.jpg\" alt=\"Puro lixo, o espet\u00e1culo mais vibrante da cidade. foto: Ana Ara\u00fajo\" width=\"600\" height=\"398\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-16675\" class=\"wp-caption-text\">Puro lixo, o espet\u00e1culo mais vibrante da cidade. Foto: Ana Ara\u00fajo<\/p><\/div>\n<p>A trajet\u00f3ria do grupo de teatro Vivencial \u00e9 um caleidosc\u00f3pio de m\u00faltiplas vozes. \u00c9 uma hist\u00f3ria contada por muitos. Nasceu mambembe, marginal, transgressor, pol\u00edtico-an\u00e1rquico, com marcas tropicalismo e sede de liberdade. Neste s\u00e1bado (13\/08) estreia <em>Puro Lixo, o espet\u00e1culo mais vibrante da cidade,<\/em> no Teatro Hermilo Borba Filho. A trupe come\u00e7ou como um trabalho da pastoral com a juventude, ligado \u00e0 Arquidiocese de Olinda e Recife. Mas se superou e chega ao presente com aquela aura m\u00edtica dos times que desafiaram seu tempo.<\/p>\n<p>Escrita por Lu\u00eds Reis e dirigida por Ant\u00f4nio Cadengue, a pe\u00e7a celebra o Vivencial, que de 1974 a 1983 alimentou os anseios de\u00a0soberania\u00a0e\u00a0emancipa\u00e7\u00e3o. No seu quadro conviviam artistas marginalizados por suas op\u00e7\u00f5es sexuais, pol\u00edticas, est\u00e9ticas. \u00a0Em meio \u00e0\u00a0precariedade, as vivecas\u00a0erguiam coletivamente montagens \u00a0desbundantes para criticar as repress\u00f5es pol\u00edtica e sexual da \u00e9poca.<\/p>\n<p>O tempo tratou de criar e alimentar os mitos. De Guilherme Coelho, menino prod\u00edgio que um dia quis ser abade \u00e0 teatraliza\u00e7\u00e3o de viv\u00eancias desses jovens. Transexuais, homossexuais, bissexuais, que sofriam de viol\u00eancia, v\u00edtimas de drogas, massifica\u00e7\u00e3o e da ignor\u00e2ncia. A proposta era tirar essas criaturas do lugar de invisibilidade, permitindo que eles assumissem o protagonismo de suas cenas, na vida e no palco.<\/p>\n<p>\u201cO grupo deixou de ser mambembeiro para se instalar numa casa de taipa de taipa que adquiriu em Salgadinho, numa \u00e1rea alagada e desvalorizada, por um pre\u00e7o insignificante de Cr$ 20 mil, em 1978. Ali, instalou sua oficina de trabalho e foi levantando as paredes da casinha, adaptando-a a um sal\u00e3o de fun\u00e7\u00f5es teatrais. Os integrantes do conjunto passaram, Inclusive,a residir no local, temporariamente, at\u00e9 quando estivesse pronto seu trabalho\u201d, escreveu o jornalista e cr\u00edtico teatral Valdi Coutinho, para o Diario de Pernambuco, no artigo <em>O Teatro Pernambucano \u00e0 procura de caminhos alternativos em 1980<\/em>.<\/p>\n<p>Com elenco formado por Eduardo Filho, Gilson Paz, Marinho Falc\u00e3o, Paulo Castelo Branco, Samuel Lira e Stella Maris Saldanha, o espet\u00e1culo encerra a trilogia Transgress\u00e3o em 3 atos, iniciada em 2008. O projeto cultural, desenvolvido pelos jornalistas e professores Alexandre Figueir\u00f4a, Claudio Bezerra e Stella Maris (tamb\u00e9m produtora e atriz), debru\u00e7ou-se sobre tr\u00eas importantes grupos pernambucanos que atuaram nos anos 1960, 1970 e in\u00edcio dos 1980: o Teatro Popular do Nordeste (TPN), o Teatro Hermilo Borba Filho (THBF) e, por fim, o Vivencial.<\/p>\n<p>Renderam as montagens <em>Os fuzis da Senhora Carrar<\/em>, de Bertolt Brecht (2010), com dire\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o Denys; <em>Auto do sal\u00e3o do autom\u00f3vel<\/em>, de Osman Lins (2012), com dire\u00e7\u00e3o de Kleber Louren\u00e7o.<\/p>\n<div id=\"attachment_16676\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/13908842_948902108569304_7243625373687086869_o-e1471097137458.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-16676\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-16676\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/13908842_948902108569304_7243625373687086869_o-e1471097137458.jpg\" alt=\"Montagem faz 10 apresenta\u00e7\u00f5es no Teatro Hermilo Borba Filho\" width=\"600\" height=\"375\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-16676\" class=\"wp-caption-text\">Montagem faz 10 apresenta\u00e7\u00f5es no Teatro Hermilo Borba Filho<\/p><\/div>\n<p><em>Puro Lixo, o espet\u00e1culo mais vibrante da cidade<\/em> estreia neste\u00a0s\u00e1bado e ter\u00e1 apresenta\u00e7\u00f5es todos os s\u00e1bados e domingos, \u00e0s 18h, at\u00e9 o dia 4 de setembro, no Teatro Hermilo Borba Filho. E, no \u00faltimo final de semana, com sess\u00f5es \u00e0s 18h e 20h. Os ingressos custam R$ 10 (meia) e R$ 20 (inteira).<\/p>\n<div id=\"attachment_16677\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/13975393_948912098568305_4791850043452444641_o-e1471097226940.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-16677\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-16677\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/13975393_948912098568305_4791850043452444641_o-e1471097226940.jpg\" alt=\"ator Gilson Paz distribui manifesto contra o racismo\" width=\"600\" height=\"422\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-16677\" class=\"wp-caption-text\">Ator Gilson Paz distribui manifesto contra o racismo<\/p><\/div>\n<p>&#8220;Esbo\u00e7amos uma encena\u00e7\u00e3o em que relampejam, aqui e ali, pequenos flashes de cenas que, de alguma forma, trazem de volta figuras do Grupo de Teatro Vivencial. Por exemplo: em determinado momento, temos uma &#8220;estranha&#8217;\u00a0Marlene Dietrich, do filme <em>Anjo azul,<\/em> quase extra\u00edda dos <em>Ensaios espont\u00e2neos<\/em>, uma realiza\u00e7\u00e3o de Beto Diniz; em outro momento uma Janis Joplim drogada e b\u00eabada, que vai deixando seringas pelo ch\u00e3o, fisgada do espet\u00e1culo <em>Bonecas falando para o mundo<\/em>, que vai \u00e0 cena pelas m\u00e3os de Guilherme Coelho&#8221;, discorre Antonio Cadengue no progrma da pe\u00e7a.<\/p>\n<p>&#8220;Tamb\u00e9m se pode presentificar, de maneira fantasmal, figuras arquet\u00edpicas como a do ator Petr\u00f4nio de Sena, que disputava com a Marquesa (o ator Marcos Quenza) a primazia de apresentar o show de variedades <em>Bonecas&#8230; ou Frangos falando para o mundo<\/em>, assim como esparsas men\u00e7\u00f5es a Lara Paulina, Paulete Godard, Luciana Luciene e at\u00e9 mesmo Lee Marjories. Mas \u00e9 Henrique Celibi que, por meio de <em>Cinderela, a hist\u00f3ria que sua m\u00e3e n\u00e3o contou<\/em>, da Trupe do Barulho, fornece-nos um di\u00e1logo transverso com sua ineg\u00e1vel heran\u00e7a do Vivencial&#8221;, prossegue Cadengue.<\/p>\n<p>O texto-roteiro de Lu\u00eds Augusto Reis, foi escrito a partir do artigo de Jo\u00e3o Silv\u00e9rio Trevisan, <em>Vivencial Diversiones apresenta: frangos falando para o mundo<\/em>, publicado pelo jornal <em>Lampi\u00e3o da Esquina<\/em>, em novembro de 1979, quando o conjunto inaugurara espa\u00e7o pr\u00f3prio nos limites entre Recife e Olinda, o Vivencial Diversiones.<\/p>\n<p>Trevisan constata que a experi\u00eancia mais fascinante de tomar a homossexualidade como alavanca para uma cria\u00e7\u00e3o transgressora ocorreu no Vivencial.&#8221;Os personagens e situa\u00e7\u00f5es evocados s\u00e3o narrados, comentados, representados, sobretudo tratados com jocosidade e, ao mesmo tempo, pertin\u00eancia, no que concerne \u00e0 sexualidade e \u00e0 realidade brasileira&#8221;, explica Cadengue.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio \u00e9 um caf\u00e9-concerto. Com cores, as plumas\u00a0e\u00a0seus alegres travestis. Mas al\u00e9m da purpurina, <em>Puro lixo<\/em> tamb\u00e9m toca em quest\u00f5es urgentes. O ator Gilson Paz, por exemplo, protagoniza um manifesto contra o racismo dentro da pe\u00e7a. O espet\u00e1culo insere problem\u00e1tica como o preconceito contra homossexuais, contra a mulher e o abuso de poder.<\/p>\n<p><em>Puro lixo<\/em>\u00a0segue os passos das montagens do Vivencial que utilizava de cr\u00f4nicas, reportagens, contos, textos escritos n\u00e3o especificamente para o palco como mat\u00e9ria-prima, para recriar livremente em cena. Na encena\u00e7\u00e3o, a \u201creportagem\u201d de Trevisan \u00e9 tomada como leitmotiv do espet\u00e1culo, posiciona Cadengue no programa do espet\u00e1culo. O tratamento c\u00eanico do texto vai dando voz n\u00e3o dram\u00e1tica aos personagens que, hoje, ganham o nome dos pr\u00f3prios atores que interpretam a pe\u00e7a.<\/p>\n<div id=\"attachment_16687\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/13923497_948891435237038_3960999519210158097_o-e1471113712721.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-16687\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-16687 size-full\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/13923497_948891435237038_3960999519210158097_o-e1471113712721.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-16687\" class=\"wp-caption-text\">Alegria e debohe s\u00e3o ingredientes da montagem. Foto: Ana Ara\u00fajo<\/p><\/div>\n<p><strong>Servi\u00e7o<\/strong><br \/>\n<em>Puro lixo, o espet\u00e1culo mais vibrante da cidade<\/em><br \/>\n<strong>Quando:<\/strong> De 13 de agosto a 4 de setembro, sempre aos s\u00e1bados a partir \u00e0s 18h<br \/>\n<strong>Onde:<\/strong> Teatro Hermilo Borba Filho<br \/>\n<strong>Quanto:<\/strong> R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00<br \/>\n<strong>Indica\u00e7\u00e3o:<\/strong> Para maiores de 16 anos<br \/>\n<strong>Recursos de \u00e1udio-descri\u00e7\u00e3o:<\/strong> espet\u00e1culos encenados nos dias 20 e 21<\/p>\n<p><strong>Ficha T\u00e9cnica<\/strong><br \/>\n<strong>Elenco:<\/strong> Eduardo Filho, Gil Paz, Marinho Falc\u00e3o, Paulo Castelo Branco, Samuel Lira, Stella Maris Saldanha<br \/>\n<strong>Texto:<\/strong> Lu\u00eds Augusto Reis<br \/>\n<strong>Consultoria:<\/strong> Jo\u00e3o Silv\u00e9rio Trevisan<br \/>\n<strong>Encena\u00e7\u00e3o:<\/strong> Antonio Cadengue<br \/>\n<strong>Dramaturgismo e Assist\u00eancia de Dire\u00e7\u00e3o:<\/strong> Igor de Almeida Silva<br \/>\n<strong>Figurinos, Adere\u00e7os e Maquiagem:<\/strong> Manuel Carlos de Ara\u00fajo<br \/>\n<strong>Consultoria de Figurinos:<\/strong> Anibal Santiago<br \/>\n<strong>Cenografia:<\/strong> Otto Neuenschwander<br \/>\n<strong>Trilha Sonora Original e Grava\u00e7\u00e3o:<\/strong> Eli-Eri Moura<br \/>\n<strong>M\u00fasica ao vivo (acorde\u00e3o):<\/strong> Samuel Lira<br \/>\n<strong>Voz Off 1:<\/strong> Valdir Oliveira<br \/>\n<strong>Voz Off 2: <\/strong>C\u00e1ssio Uch\u00f4a<br \/>\n<strong>Voz Off 3:<\/strong> Jos\u00e9 M\u00e1rio Austreg\u00e9silo<br \/>\n<strong>T\u00e9cnico de som (grava\u00e7\u00e3o e edi\u00e7\u00e3o): <\/strong>Francisco Rocha<br \/>\n<strong>Ilumina\u00e7\u00e3o:<\/strong> Luciana Raposo (Coletivo Lugar Comum)<br \/>\n<strong>Coreografias, Dire\u00e7\u00e3o de Movimentos e Prepara\u00e7\u00e3o Corporal:<\/strong> Paulo Henrique Ferreira&gt;<br \/>\n<strong>Prepara\u00e7\u00e3o Vocal:<\/strong> Leila Freitas<br \/>\n<strong>Programa\u00e7\u00e3o Visual:<\/strong> Claudio Lira<br \/>\n<strong>Fotos para o Programa: <\/strong>Y\u00eada Bezerra de Mello<br \/>\n<strong>Fotos para Registro e Divulga\u00e7\u00e3o:<\/strong> Ana Ara\u00fajo<br \/>\n<strong>Filmagem e Fotografias (Registro):<\/strong> Ant\u00f4nio Rodrigo Moreira<br \/>\n<strong>Cenot\u00e9cnica: <\/strong>Israel Marinho e Ernandes Ferreira<br \/>\n<strong>Confec\u00e7\u00e3o dos Figurinos: <\/strong>Helena Beltr\u00e3o<br \/>\n<strong>Confec\u00e7\u00e3o de Adere\u00e7os:<\/strong> Jer\u00f4nimo Barbosa, Charly Jadson e Tarc\u00edsio Andrade<br \/>\n<strong>Opera\u00e7\u00e3o de Som:<\/strong> Igor de Almeida Silva<br \/>\n<strong>Opera\u00e7\u00e3o de Luz:<\/strong> Luciana Raposo e Sueides Leal<br \/>\n<strong>Contrarregra e Camareira: <\/strong>Madelaine Eltz<br \/>\n<strong>Maquinaria:<\/strong> Gaguinho<br \/>\n<strong>Audiodescri\u00e7\u00e3o:<\/strong> COM Acessibilidade Comunicacional<br \/>\n<strong>Roteiro:<\/strong> Liliana Tavares e T\u00falio Rodrigues<br \/>\n<strong>Narra\u00e7\u00e3o:<\/strong> Liliana Tavares<br \/>\n<strong>Consultoria:<\/strong> Roberto Cabral<br \/>\n<strong>T\u00e9cnico dos aparelhos de AD: <\/strong>Eduardo Eug\u00eanio<br \/>\n<strong>Assist\u00eancia de Produ\u00e7\u00e3o Executiva:<\/strong> Antonio Cadengue, Manuel Carlos de Ara\u00fajo<br \/>\n<strong>Produ\u00e7\u00e3o Executiva:<\/strong> Clara Ang\u00e9lica e J\u00f4 Concei\u00e7\u00e3o<br \/>\n<strong>Produ\u00e7\u00e3o:<\/strong> Stella Maris Saldanha<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A trajet\u00f3ria do grupo de teatro Vivencial \u00e9 um caleidosc\u00f3pio de m\u00faltiplas vozes. \u00c9 uma hist\u00f3ria contada por muitos. 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