{"id":11896,"date":"2014-03-10T11:34:17","date_gmt":"2014-03-10T14:34:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/?p=11896"},"modified":"2014-03-12T15:28:08","modified_gmt":"2014-03-12T18:28:08","slug":"criticas-sobre-o-conceito-de-rosto-no-filho-de-deus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/criticas-sobre-o-conceito-de-rosto-no-filho-de-deus\/","title":{"rendered":"Cr\u00edticas: Sobre o conceito de rosto no filho de Deus"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_11899\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/2014\/03\/10\/criticas-sobre-o-conceito-de-rosto-no-filho-de-deus\/sobre-conceito-de-rosto-no-filho-de-deus-foto-ligia-jardim-07\/\" rel=\"attachment wp-att-11899\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-11899\" loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/Sobre-conceito-de-rosto-no-filho-de-Deus-foto-ligia-jardim-07.jpg\" alt=\"Espet\u00e1culo de Romeo Castellucci abriu a MITsp. Foto: L\u00edgia Jardim\" width=\"600\" height=\"400\" class=\"size-full wp-image-11899\" srcset=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/Sobre-conceito-de-rosto-no-filho-de-Deus-foto-ligia-jardim-07.jpg 600w, https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/Sobre-conceito-de-rosto-no-filho-de-Deus-foto-ligia-jardim-07-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-11899\" class=\"wp-caption-text\">Espet\u00e1culo de Romeo Castellucci abriu a MITsp. Foto: L\u00edgia Jardim<\/p><\/div>\n<p>Cada espet\u00e1culo da MITsp ser\u00e1 criticado por pelo menos dois dos ve\u00edculos que integram o Coletivo de Cr\u00edticos (<a href=\"http:\/\/teatrojornal.com.br\/\" title=\"Teatro jornal\" target=\"_blank\">Teatrojornal<\/a> (SP), <a href=\"http:\/\/horizontedacena.blogspot.com.br\/\" title=\"Horizonte da cena\" target=\"_blank\">Horizonte da cena<\/a> (MG), <a href=\"http:\/\/www.questaodecritica.com.br\/\" title=\"Quest\u00e3o de cr\u00edtica\" target=\"_blank\">Quest\u00e3o de cr\u00edtica<\/a> (RJ), <a href=\"http:\/\/www.antropositivo.com.br\/\" title=\"Antro Positivo\" target=\"_blank\">Antro Positivo<\/a> (SP) e Satisfeita, Yolanda?). Os textos ser\u00e3o encartados na programa\u00e7\u00e3o distribu\u00edda nos teatros e tamb\u00e9m publicados no Facebook, para que todo mundo possa comentar e repercutir as ideias tra\u00e7adas sobre os espet\u00e1culos.<\/p>\n<p>Para come\u00e7ar, as cr\u00edticas de Daniele Avila Small, da Quest\u00e3o de cr\u00edtica, e de Valmir Santos, do Teatrojornal, para <em> Sobre o conceito de rosto no filho de Deus<\/em>:<\/p>\n<p><strong>Sobre a abertura do olhar nas imagens de arte<\/strong><br \/>\n<em>Por Daniele Avila Small \u2013 Quest\u00e3o de Cr\u00edtica <\/em><\/p>\n<p>O espet\u00e1culo que abriu a programa\u00e7\u00e3o da MIT, <em>Sobre o conceito de rosto no filho de Deus<\/em>, de Romeo Castellucci, oferece uma ampla gama de chaves de leitura. Elaborar um texto cr\u00edtico propositivo sobre esta obra \u2013 em poucas horas e em um espa\u00e7o reduzido \u2013 demanda uma escolha radical. Diante da complexa trama de possibilidades que se abre diante do espectador, a proposta deste breve exerc\u00edcio de reflex\u00e3o \u00e9 puxar um \u00fanico fio e apontar um caminho poss\u00edvel de reflex\u00e3o sobre a pe\u00e7a, sem a inten\u00e7\u00e3o de esgot\u00e1-lo. Trato feito, puxamos o fio: pensar a presen\u00e7a do rosto de Cristo no fundo do palco como a constru\u00e7\u00e3o de uma imagem dial\u00e9tica e como o espet\u00e1culo opera, com isso, uma proposi\u00e7\u00e3o \u00e9tica que nos fisga para dentro da obra. Por imagem dial\u00e9tica, entendo o conceito elaborado por Georges Didi-Huberman a partir de Walter Benjamim em livros como O que vemos, o que nos olha e Ouvrir V\u00e9nus. O que nos convida a trazer \u00e0 tona um conceito para esta tentativa de di\u00e1logo com a obra \u00e9 o pr\u00f3prio t\u00edtulo, uma proposi\u00e7\u00e3o te\u00f3rica estranhamente elaborada. Pelo t\u00edtulo, a pe\u00e7a nos diz que o que est\u00e1 em jogo n\u00e3o \u00e9 uma trama nem um tema, mas um conceito. Assim, nos propomos a jogar com cartas do mesmo baralho.<\/p>\n<p>Em poucas palavras, podemos dizer que uma imagem pode ser pensada como dial\u00e9tica quando h\u00e1 nela algo que se d\u00e1 a ver diante de n\u00f3s ao mesmo tempo que nos escapa, um movi-mento incessante de aus\u00eancia e presen\u00e7a que abre a imagem e faz com que ela se desdobre em constela\u00e7\u00f5es de imagens. O efeito da imagem dial\u00e9tica \u00e9 a sensa\u00e7\u00e3o de que ela nos olha \u2013 uma ideia presente em diversas declara\u00e7\u00f5es de Castellucci. Uma imagem dial\u00e9tica \u00e9 uma imagem aur\u00e1tica, sendo o conceito de aura um aspecto importante da reflex\u00e3o sobre as artes desde o texto de Benjamim A obra de arte na era de sua reprodutibilidade t\u00e9cnica. O rosto de Cristo, como pintado por Antonello Della Messina, projetado e ampliado no fundo do palco, articulado em simultaneidade com a cena do filho que limpa diligentemente as fezes do pai que sofre de incontin\u00eancia, me parece ser uma materializa\u00e7\u00e3o precisa da imagem dial\u00e9tica. Afinal, a imagem de Cristo \u00e9 pura aura: \u00e9 sempre presen\u00e7a e aus\u00eancia ao mesmo tempo, um homem que tamb\u00e9m \u00e9 deus, um corpo ressuscitado, um corpo que se faz h\u00f3stia, um corpo-conceito.<\/p>\n<p>A sua representa\u00e7\u00e3o visual \u00e9, para os crist\u00e3os de f\u00e9, como o pr\u00f3prio Cristo \u2013 da\u00ed a rejei\u00e7\u00e3o visceral que a pe\u00e7a provoca nos mais fervorosos. O que o espet\u00e1culo opera com a representa\u00e7\u00e3o desse rosto \u00e9 algo que dispara o vislumbre da aura: o \u201cfato\u201d de que aquela imagem nos olha, a efic\u00e1cia do seu olhar. O imenso rosto de Cristo no fundo da cena nos oferece uma representa\u00e7\u00e3o literal desse efeito est\u00e9tico. Se somos c\u00e9ticos na lida com a arte, vemos apenas a proje\u00e7\u00e3o de uma pintura como artefato de cenografia, e assim n\u00f3s apenas olhamos. Mas, se nosso olhar est\u00e1 aberto para as imagens de arte na sua intensa complexidade, vemos a imagem do filho de deus \u2013 e essa imagem nos olha.<\/p>\n<p>A presen\u00e7a do olhar do Cristo \u00e9 a presen\u00e7a assombrada de um ju\u00edzo constante. O que eu tenho a dizer sobre o conceito de rosto no filho de deus \u00e9 que ele nos olha. Ao dar a ver a aura na imagem desse rosto, Castellucci alimenta a for\u00e7a para question\u00e1-lo e, com um golpe, infiltra a nega\u00e7\u00e3o no cerne da afirma\u00e7\u00e3o do seu poder sobre n\u00f3s. O \u201cn\u00e3o\u201d que aparece, como um fantasma, na frase \u201co senhor (n\u00e3o) \u00e9 o meu pastor\u201d surge como contraponto desconcertante \u00e0queles piedosos olhos de Cristo, com uma for\u00e7a pl\u00e1stica singular, e nos olha como se nos perguntasse, expondo uma ferida hist\u00f3rica, de que maneira aquela frase faz sentido para n\u00f3s.<\/p>\n<div id=\"attachment_11900\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/2014\/03\/10\/criticas-sobre-o-conceito-de-rosto-no-filho-de-deus\/sobre-conceito-de-rosto-no-filho-de-deus-foto-ligia-jardim-10\/\" rel=\"attachment wp-att-11900\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-11900\" loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/Sobre-conceito-de-rosto-no-filho-de-Deus-foto-ligia-jardim-10.jpg\" alt=\"No Brasil, a montagem s\u00f3 tinha sido vista em Porto Alegre\" width=\"300\" height=\"450\" class=\"size-full wp-image-11900\" srcset=\"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/Sobre-conceito-de-rosto-no-filho-de-Deus-foto-ligia-jardim-10.jpg 300w, https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/Sobre-conceito-de-rosto-no-filho-de-Deus-foto-ligia-jardim-10-200x300.jpg 200w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-11900\" class=\"wp-caption-text\">No Brasil, a montagem s\u00f3 tinha sido vista em Porto Alegre<\/p><\/div>\n<p><strong>A fisionomia do olhar<\/strong><br \/>\n<em>Por Valmir Santos \u2013 Teatrojornal<\/em><\/p>\n<p>A face onisciente de Cristo no p\u00e9-direito do palco, do queixo aos fios de cabelo, justap\u00f5e as escalas do sagrado, do humano e do espa\u00e7o c\u00eanico em <em>Sobre o conceito de rosto no filho de Deus<\/em>. A imagem de forte carga simb\u00f3lica e de constru\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica evidente redundaria o t\u00edtulo da obra n\u00e3o fosse ela mesma convertida em dispositivo seminal da companhia Soc\u00ecetas Raffaello Sanzio. Seu diretor, Romeo Castellucci, enquadra apenas a cabe\u00e7a em vez do gesto e parte do torso da pintura do renascentista Antonello da Messina que o inspira. O enigma dessa fisionomia estabelece um campo aut\u00f4nomo ao observador que para ela desviar\u00e1 em muitas passagens do espet\u00e1culo em busca de significa\u00e7\u00f5es ou ressignifica\u00e7\u00f5es talvez menos exasperantes do que aquela que enreda pai e filho. Em v\u00e3o.<\/p>\n<p>No plano realista, eles acabaram de acordar. O velho interpretado por Gianni Piazzi senta para assistir \u00e0 televis\u00e3o enquanto o filho, por Sergio Scarlatella, j\u00e1 com o figurino do executivo prestes a sair para o trabalho, lhe prepara o caf\u00e9 da manh\u00e3. Esse fragmento de cotidiano sai dos eixos com a prostra\u00e7\u00e3o do pai, sem controle sobre as necessidades fisiol\u00f3gicas, e a consequente impot\u00eancia do filho diante do estado primitivo do ser e da imin\u00eancia da finitude. Alegoria dos embates divino e humano.<\/p>\n<p>Ao retratar a compaix\u00e3o em circunst\u00e2ncias lim\u00edtrofes (a limpeza das fezes e a coloca\u00e7\u00e3o da fralda geri\u00e1trica ocorrem na cad\u00eancia factual), Castellucci cuida em contrapor a presun\u00e7\u00e3o teatral. Ela est\u00e1 dada desde os primeiros longos minutos em que rastreamos a casa de m\u00f3veis ass\u00e9pticos, de sof\u00e1, mesa, cadeiras, carpete e tudo mais tomado pelo branco, exceto o aparelho de TV de costas para o p\u00fablico e uma planta num vaso. Eis o set. Corpo arqueado, andar titubeante, o pai surge carregado por dois contrarregras vestidos de preto, feito manipuladores de bonecos. A partitura do filho que congela o gesto da m\u00e3o estendida nas costas do pai na hora de limp\u00e1-lo ou um gal\u00e3o com o composto que sugere os excrementos em cena s\u00e3o ind\u00edcios do artif\u00edcio da arte ao vivo a sustentar o fio das presen\u00e7as e dos mal-estares.<\/p>\n<p>No segundo movimento do espet\u00e1culo a rela\u00e7\u00e3o pai e filho, at\u00e9 ent\u00e3o permeada pela par\u00e1bola do sagrado, converte-se em instala\u00e7\u00e3o. A casa \u00e9 desmontada aos olhos do espectador, menos a cama em que o pai est\u00e1 sentado, abatido, cabisbaixo, com o rosto entre as m\u00e3os. A narrativa ganha o contorno moral, ou seja, pertence ao dom\u00ednio do esp\u00edrito do homem. Crian\u00e7as atiram objetos contra o Cristo de tra\u00e7os humanizados l\u00e1 na Renascen\u00e7a (Kurt Cobain seria um bom modelo para encarn\u00e1-lo), justamente quando a arte ganha perspectiva, d\u00e1 margem para interpreta\u00e7\u00f5es. A a\u00e7\u00e3o das criaturas imberbes despejando objetos de suas mochilas e atirando-os na dire\u00e7\u00e3o da criatura ic\u00f4nica pode ser lida como um levante, \u00e0 maneira de J\u00f3, ou como uma figura de ret\u00f3rica contra as grada\u00e7\u00f5es do fundamentalismo na ordem global. \u00c9 o futuro confrontando o passado arcaico aqui e agora.<\/p>\n<p>A iconoclastia irrompe de vez no movimento final da apresenta\u00e7\u00e3o, quando a imagem se faz verbo. Entre as raz\u00f5es de conduzir ou se deixar conduzido paira \u201co ser ou n\u00e3o ser\u201d shakespeariano, reafirmando que a teatralidade \u00e9 o que suporta essa aventura do olhar que desde a cultura grega atinava com o pensar e hoje padece do excesso de imagens a ver. Ver \u00e9 passagem. O olhar adere e transforma. \u00c9 sensorial.<br \/>\nAssim como os demais espet\u00e1culos que trouxe ao Brasil, a longeva Soc\u00ecetas Raffaello Sanzio segue impactando nas composi\u00e7\u00f5es pl\u00e1sticas e sonoras dos sentidos vitais.<\/p>\n<p>&#8212;&#8211;<\/p>\n<p>Publicamos uma <a href=\"http:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/2013\/09\/25\/pra-quem-e-ou-nao-de-credo\/\" title=\"cr\u00edtica\" target=\"_blank\">cr\u00edtica<\/a> do espet\u00e1culo na \u00e9poca em que ele foi apresentado no Porto Alegre em Cena. Quem colaborou para o Yolanda foi Nayara Brito, jornalista e mestranda do PPGAC\/UFRGS.<\/p>\n<p>Um trecho de <em>Sobre o conceito de rosto no filho de Deus<\/em>:<\/p>\n<p><object width=\"560\" height=\"315\"><param name=\"movie\" value=\"\/\/www.youtube.com\/v\/JzldOzVho6w?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0\"><\/param><param name=\"allowFullScreen\" value=\"true\"><\/param><param name=\"allowscriptaccess\" value=\"always\"><\/param><embed src=\"\/\/www.youtube.com\/v\/JzldOzVho6w?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0\" type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"560\" height=\"315\" allowscriptaccess=\"always\" allowfullscreen=\"true\"><\/embed><\/object><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cada espet\u00e1culo da MITsp ser\u00e1 criticado por pelo menos dois dos ve\u00edculos que integram o Coletivo de Cr\u00edticos (Teatrojornal (SP), Horizonte da cena (MG), Quest\u00e3o de cr\u00edtica (RJ), Antro Positivo (SP) e Satisfeita, Yolanda?). Os textos ser\u00e3o encartados na programa\u00e7\u00e3o distribu\u00edda nos teatros e tamb\u00e9m publicados no Facebook, para que todo mundo possa comentar e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0},"categories":[1],"tags":[3414,3416,3415,3417],"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11896"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11896"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11896\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11956,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11896\/revisions\/11956"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11896"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11896"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.satisfeitayolanda.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11896"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}