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Na garra é feito o Festival Estudantil

Haverá um Maldito Aqui Dentro,com o ator Joselito Veríssimo, abre programação do FETD. Foto Alex Chagas

Haverá um Maldito Aqui Dentro,com o ator Joselito Veríssimo, abre programação do FETED. Foto Alex Chagas

Promover cultura no Brasil é ato de resistência. E quando se trata dos segmentos de formação, beira à teimosia. Que o diga o produtor Pedro Portugal, que chega à 15ª edição do Festival Estudantil de Teatro e Dança (FETED), o mais significativo lançador de talentos na área de artes cênicas no estado de Pernambuco. A programação inclui peças adultas, para a infância, de formas animadas e dança. Nada está muito bem neste país de confiscos de direito amparados por interpretações jurídicas e pela política do golpe. Mas o FETED teve que demonstrar mais tenacidade para não parar. Portugal expõe que apenas em seis vezes o evento teve incentivo de algum edital público, “três vezes aprovados no Funcultura (Fundo de Cultura do Estado de Pernambuco) e três vezes no saudoso Sistema de Incentivo à Cultura da Prefeitura do Recife. Ou seja, a batalha sempre foi enorme!”. O festival ocorre por conta da garra dos artistas e técnicos participantes.

A variedade é o lema, que junta produções do Recife, Olinda, Camaragibe e Paulista. A temática do amor é explorada nas peças de formas animadas para maiores de 14 anos. E tem também montagens de cunho político e 22 peças coreográficas, do balé clássico ao contemporâneo e popular.

Haverá Um Maldito Aqui Dentro, do Laboratório de Aprofundamento Cênico da Escola Municipal de Arte João Pernambuco, abre a programação na próxima quarta-feira (23/08), às 19h. A encenação foi articulada pelo diretor Fred Nascimento, com assistência de direção de Lau Veríssimo, e tem por base em 22 poemas e dois contos de Charles Bukowski. Participam da cena os atores-alunos Ronaldo Pereira, Hugo Peixoto, Joselito Veríssimo e Pablo Batista. O velho Buk dessa cena fala de sua descrença na humanidade, da luta contra o sistema, da hipocrisia, da violência e demonstra simpatia pelos excluídos e perdedores.

Os homenageados desta edição são a arte-educadora, diretora teatral e atriz Lúcia Machado e Alexandre Macedo, professor, coreógrafo e bailarino.

Alexandre Macedo é uma dos homenageados. Foto Pedro Portugal

Alexandre Macedo é uma dos homenageados. Foto Pedro Portugal

15º FESTIVAL ESTUDANTIL DE TEATRO E DANÇA 
Todas as apresentações no Teatro Apolo (Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife. Fone: 3355 3320).
Ingressos: R$ 10 (preço único promocional)

PROGRAMAÇÃO TEATRAL

Dia 23 de agosto de 2017 (quarta-feira), às 19h
Haverá Um Maldito Aqui Dentro(Escola Municipal de Arte João Pernambuco – Recife). Texto: Fred Nascimento, a partir do universo de Charles Bukowski. Direção: Fred Nascimento.

Dia 24 de agosto de 2017 (quinta-feira), às 19h
De Quem é a Culpa Se Nunca Chegamos?(Grupo Arte em Movimento e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco – Recife). Texto: criação coletiva do Grupo Arte em Movimento. Direção: Eduardo Bringel.

Dia 25 de agosto de 2017 (sexta-feira), às 19h
Homens e Caranguejos(Grupo Arte em Movimento e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco – Recife). Texto: criação coletiva, sob coordenação de Higor Tenório. Direção: Higor Tenório.

Dia 26 de agosto de 2017 (sábado), às 16h
Edifício Máximus(Academia Santa Gertrudes – Olinda). Texto e direção: Gabi Cabral.

Isadora, Um Espetáculo de Plagiocombinação,com os alunos da UFPE

Isadora, Um Espetáculo de Plagiocombinação,com os alunos da UFPE

Dia 26 de agosto de 2017 (sábado), às 20h
Isadora, Um Espetáculo de Plagiocombinação (Curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Federal de Pernambuco – Recife). Criação coletiva. Direção: Marianne Consentino, com assistência de Rafael Dayon e Rosa Amorim.

Dia 27 de agosto de 2017 (domingo), às 16h
Willy na Terra dos Meninos Invisíveis (Grupo Pedra Polida e CEAEC – Centro de Artes, Educação e Cultura – Olinda). Texto e direção: Anderson Abreu.

Dia 27 de agosto de 2017 (domingo), às 20h
O Mar do Sertão (Colégio Marista São Luís – Recife). Texto e direção: Emmanuel Matheus.

Ritos de Vingança, Amor e Sangue. Foto: Toni Rodrigues

Ritos de Vingança, Amor e Sangue. Foto: Toni Rodrigues

Dia 30 de agosto de 2017 (quarta-feira), às 19h
Ritos de Vingança, Amor e Sangue (Cênicas Cia. de Repertório – Recife). Texto: livre adaptação da obra de William Shakespeare. Direção: Antônio Rodrigues.

Ascensão e Queda da Cidade, dos alunos do Sesc Santo Amaro. Foto: Felipe Prado

Ascensão e Queda da Cidade, dos alunos do Sesc Santo Amaro. Foto: Felipe Prado

Dia 31 de agosto de 2017 (quinta-feira), às 19h
Ascensão e Queda da Cidade (Curso Avançado de Teatro do SESC Santo Amaro – Recife). Texto baseado na obra Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny, de Bertolt Brecht. Direção: Pedro Rodrigues, com assistência de Alcione Aquino.

Dia 1º de setembro de 2017 (sexta-feira), às 19h
VudéjàVu (Academia Santa Gertrudes – Olinda). Texto: Gabi Cabral e Valentina Lima. Direção: Gabi Cabral.

Dia 2 de setembro de 2017 (sábado), às 16h
Espetáculo de formas animadas, indicado para maiores de 14 anos
Retratos de Amor (Curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Federal de Pernambuco – Recife). Criação coletiva. Direção: Izabel Concessa.

Dia 2 de setembro de 2017 (sábado), às 20h
Os Sobreviventes (Coletivo Em Duo e Curso de História da Universidade Federal de Pernambuco – Recife). Texto: Camila Mendes, livremente inspirada em conto de Caio Fernando Abreu. Direção: Camila Mendes e Fábio Alves.

PROGRAMAÇÃO COREOGRAFIAS

Dia 3 de setembro de 2017 (domingo), às 17h

Aurora (Battu Grupo de Dança e Colégio Virgem Imaculada – Paulista). Coreografia e direção: Thuan César Nascimento.

Eita! Nordeste da Peste !Pré-Grupo de Dança e Colégio Virgem Imaculada – Paulista). Coreografia e direção: Thuan César Nascimento.

Amigas (Stúdio de Danças – Recife). Coreografia e direção: Viviane Luz.

Aquela Coisa Toda (Grupo NAP de Dança e Colégio NAP – Recife). Coreografia e direção: Viviane Lira.

Bandolins (Grupo NAP de Dança e Colégio NAP – Recife). Coreografia e direção: Viviane Lira.

Bonecas Francesas (Stúdio de Danças – Recife). Coreografia e direção: Brenda Schettini e Lúcia Roberta Dumaresq Valle. Direção: Brenda Schettini.

Elo (Grupo Equipe de Dança e Colégio Equipe – Recife). Coreografia e direção: Taynanda Carvalho e Viviane Lira.

Sangrando (Grupo NAP de Dança e Colégio NAP – Recife). Coreografia e direção: Viviane Lira.

Paysant (Stúdio de Danças – Recife). Coreografia: Jules Perrot Jean Coralli. Adaptação e direção: Brenda Schettini.

Princesa Florine (Stúdio de Danças – Recife). Coreografia: Marius Petipa. Adaptação e direção: Brenda Schettini.

Dia 3 de setembro de 2017 (domingo), às 19h

Louvação Bandeira de São João e Acorda Povo (Grupo Artístico e Cultural Boi Ta Ta Tá – Recife) Coreografia e direção: Grupo Artístico e Cultural Boi Ta Ta Tá.

Brinquedos Populares (Academia Santa Gertrudes – Olinda). Coreografia e direção: Gigi Albuquerque.

Cartomantes (Escola Gesttus – Recife). Coreografia e direção: Mayara Mesquita

Dandara (Escola Gesttus – Recife). Coreografia e direção: Larissa Porto

 (Escola Gesttus – Recife). Coreografia e direção: Mayara Mesquita

No Passo do Frevo (Centro Comunitário Vivendo e Aprendendo – Camaragibe). Coreografia: criação coletiva. Direção: Anderson Henry.

Nós Duas (Escola Gesttus – Recife). Coreografia e direção: Mayara Mesquita

O Grito da Liberdade (Grupo Cultural Faceta Cia. de Dança – Recife). Coreografia e direção: Conceição Silva.

Quando o Tempo Para (Escola Gesttus – Recife). Coreografia e direção: Mayara Mesquita

Tempos Modernos (Escola Gesttus – Recife). Coreografia e direção: Vannina Porto

Sobre Sonhos e Balões (Escola Gesttus – Recife). Coreografia e direção: Larissa Porto

Dançar da Alegria (Centro Comunitário Vivendo e Aprendendo – Camaragibe). Coreografia e direção: Anderson Henry.

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Viva la Vida encerra Festival Estudantil

Viva la Vida tem direção de Fred Nascimento. Foto: Fernando Figueiroa.

Viva la Vida tem direção de Fred Nascimento. Foto: Fernando Figueiroa.

O 14º Festival Estudantil de Teatro e Dança apresenta as derradeiras atrações desta edição neste fim de semana, no Teatro Apolo, no Recife. Viva La Vida, interpretado por alunos do Curso Básico de Teatro da Escola Municipal de Arte João Pernambuco, do Recife; O Labirinto, da Academia Santa Gertrudes, de Olinda; Central Park West da Hipérion Escola de Artes, do Recife e Era Uma Vez no Fundo do Mar, do Espaço Criança Esperança de Jaboatão, de Jaboatão dos Guararapes são as atrações. A programação reuniu 37 grupos, sendo cinco de teatro infanto-juvenil, sete de teatro adulto e 25 grupos de dança e coreografia.

As encenações de O Labirinto e Viva La Vida contam com a presença de intérpretes de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), como participação da Semana Estadual da Pessoa com Deficiência.

Viva La Vida é um espetáculo/ritual guiado por textos de Eduardo Galeano, Pablo Neruda, Vladimir Maiakovski, Victoria Santa Cruz, Antonin Artaud, com direção de Fred Nascimento. Esses fragmentos tensionam as noções de vida e morte. A obra investe na projeção da luta pela liberdade e pela democracia, as guerras travadas pelos povos indígenas, contra o preconceito. Alguns desses artistas latino-americanos afrontaram os ditadores desses países na busca por libertação.

A obra de Frida Kahlo e a festa de Los Muertos são inspirações da montagem, que lança mão do surrealismo e ressalta um ditado popular mexicano que diz: “Não deixem nossos mortos morrerem”. E busca com essa ideia reverenciar a vida.

O Festival tem como meta a difusão das artes cênicas entre alunos das escolas públicas e privadas de todo o Brasil, possibilitando o intercâmbio e o incentivo da produção cultural no âmbito escolar, bem como a formação de plateias e de artistas para os palcos profissionais.
Como incentivo aos grupos participantes do festival, será selecionado uma peça para compor a programação do Janeiro de Grandes Espetáculos, 2017, no Recife. O grupo que vai fazer essa escolha é formado pelo produtor Pedro Portugal; pelo ator, diretor e dramaturgo Albemar Araújo; e pelo ator e diretor Célio Pontes.

Central Park West, da Hipérion Escola de Artes. Foto: Divulgação

Central Park West, da Hipérion Escola de Artes. Foto: Divulgação

SERVIÇO
14º Festival Estudantil de Teatro e Dança
Onde: Teatro Apolo, Rua do Apolo, 121 – Recife.
Ingresso: R$10 (preço promocional).

Dia 27 de agosto de 2016 (sábado), 16h
O Labirinto – Academia Santa Gertrudes – Olinda
Texto e direção: Gabi Cabral

Dia 27 de agosto de 2016 (sábado), 20h
Central Park West – Hipérion Escola de Artes – Recife.
Texto: Wood Alen
Direção: Edson Aranha

Dia 28 de agosto de 2016 (domingo), 16h
Era Uma Vez no Fundo do Mar – Espaço Criança Esperança de Jaboatão- Jaboatão dos Guararapes.
Texto: Elis Costa
Direção: Altino Francisco

Dia 28 de agosto de 2016 (domingo), 20h
Viva La Vida – Escola Municipal de Arte João Pernambuco – EMAJPE – Recife.
Preparação corporal: Juliana Nardin
Direção de elenco: Lau Veríssimo
Iluminação: Ronaldo Pereira
Maquiagem e Figurino: Samuel Siebra
Fotografia: Fernando Figueirôa
Dramaturgia e direção: Fred Nascimento
Elenco: Damyeres Barbosa, Lucas De Valois, Caio Rique, Robson Thiago,Leonardo Mello, Sueli Do Arte, Bruna Luiza Barros, Marcelo M. Barros,Elaine Cristina e El Maria.

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Festival Estudantil chega à 14ª edição

Estresse noCallcenter, do Grupo ArtDom abre a programação. Foto: Fernando Figueiroa / Divulgação

Estresse noCallcenter, do Grupo ArtDom abre a programação. Foto: Fernando Figueiroa / Divulgação

Um laboratório de talentos amadores das artes cênicas em pleno exercício de desenvolvimento. O Festival Estudantil de Teatro e Dança (FETED) funciona como vitrine das habilidades artísticas e chega 14ª edição cumprindo essa importante incumbência. Começa nesta quarta-feira (17/08) e segue até o dia 28 de agosto. Reúne neste ano 37 grupos, sendo cinco de teatro infanto-juvenil, sete de teatro adulto e 25 grupos de dança e coreografia. As apresentações ocorrem de quarta a domingo, às 16h, 19h e 20h, no Teatro Apolo, no centro do Recife.

“É uma mostra não competitiva que há 14 anos tem como objetivo a difusão das artes cênicas entre alunos de escolas públicas e privadas, permitindo o incentivo da produção cultural no âmbito escolar, bem como a formação de plateias e de artistas para os palcos profissionais”, conta o produtor cultural Pedro Portugal, idealizador e realizador do evento.

A diversidade da programação permite que sejam exibidas leituras de William Shakespeare como as montagens A Megera Domada, do Grupo de Teatro Dose Humana e Colégio Marista São Luís e Mulheres de Shakespeare, da Academia Santa Gertrudes passando por encenações de dramaturgos pernambucanos como Adriano Marcena, Luiz Felipe Botelho, em Bote a Mão que Ainda tá Quentinha, do Grupo Teatral o Tempo Não Para – SESC Santo Amaro e Os Sacos Vermelhos, da Oficina de Atores do Recife, respectivamente.

A dança também reflete a multiplicidade contemporânea e as coreografias também são marcadas pela variedade de ritmos, que vão do jazz ao xaxado.

A peça Estresse no Call Center, do grupo teatral Artedom, de Olinda, abre a programação do festival. O fechamento fica a cargo da encenação Viva La Vida, com os alunos do Curso Básico de Teatro da Escola Municipal de Arte João Pernambuco, do Recife.

Os homenageados deste ano são o coreógrafo André Madureira e a atriz Fátima Aguiar. A cerimônia de abertura acontece às 18h40 desta quarta, no Apolo.

Coreógrafo André Madureira, homenageado do festival. Foto: Divulgação

Coreógrafo André Madureira, homenageado do festival. Foto: Divulgação

André Madureira é fundador do Balé Popular do Recife, grupo que nasceu em 20 de maio de 1977, e desde lá recriou autos e folguedos populares de Pernambuco. Ganhou fama e partiu para o mundo na na década de 1980, com a turnê do espetáculo Prosopopeia – um auto de guerreiro.

Além do resgate de dança, o BPR permutou passos e ritmos, ao inventar a dança Brasílica, um método com linguagem própria e movimentos diferenciados.

O percurso do BPR é assinalado por altos e baixos. Da glória de circular por três meses pela Europa ao desespero do incêndio de 2009, que destruiu centenas de figurinos e das pesquisas feitas pelo grupo.

O Balé se levantou, sacudiu a poeria e montou As andanças do divino. E agora prepara as comemorações dos 40 anos da associação, que mantém dois subgrupos: Forrobodó e Balé Brasílico. Se ficou interessado, entrar em contato com os responsáveis na sede da instituição Rua do Sossego, n° 52, bairro de Santo Amaro ou ligar no (81)3266-8392 ou pelo e-mail: bale.popular@hotmail.com .

Atriz e diretora Fátima Aguiar, homenageada do festival

Atriz e diretora Fátima Aguiar, homenageada do festival

Fátima Aguiar é uma atriz e educadora com uma folha artística de muitas montagens, como intérprete ou diretora. Desenvolve atividades de formação de plateia e de novos criadores na área de arte-educação. Por sua atuação na peça Agnes de Deus, da Companhia das Artes, recebeu prêmios de melhor atriz e melhor espetáculo no projeto Janeiro de Grandes Espetáculos (2002 e 2004).

O Festival recebe o incentivo do Funcultura, da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).

PROGRAMAÇÃO

Dia 17 de agosto (quarta-feira), 19h.
Estresse no Call Center (Grupo Teatral Artedom – Olinda/PE)
Texto e direção: Thina Neves

Dia 18 de agosto (quinta-feira), 19h
Bote a Mão que Ainda tá Quentinha (Grupo Teatral o Tempo Não Para SESC Santo Amaro) – Recife/PE
Texto: Adriano Marcena; Direção: Flavio Santos

Dia 19 de agosto (sexta-feira), 19h
Mulheres de Shakespeare (Academia Santa Gertrudes – Olinda/PE)
Texto: William Shakespeare; Adaptação e Direção: Gabi Cabral

Dia 20 de agosto (sábado), 16h
As Reticências da Minha Pré-adolescência (Centro Comunitário Vivendo e Aprendendo – Camaragibe/PE)
Texto e Direção: Cláudia Alves

Dia 20 de agosto (sábado), 20h
A Megera Domada (Grupo de Teatro Dose Humana e Colégio Marista São Luís – Recife/PE)
Texto: William Shakespeare; Direção: Fátima Aguiar

Dia 21 de agosto (domingo), 16h
Os Sacos Vermelhos (Oficina de Atores – Recife)
Texto: Luiz Felipe Botelho; Direção: Pollyanna Cabral

Dia 21 de agosto (domingo), 20h
A Mais Forte (Colégio Grande Passo – Recife/PE)
Texto: August Strindberg; Direção: Edinaldo Ribeiro

Dia 24 de agosto (quarta-feira), 19h
A Podridão que Há em Mim (Associação Cultural Boi Menino – Recife/PE)
Texto e Direção: Anderson Leite

Mostra de Dança e Coreografia (dias 25 e 26 de agosto)
Dia 25 de agosto de 2016 (quinta-feira), 19h

Fadas das Estações – Arte Ballet/Colégio Dom – Olinda. Coreografia: Thamara Moreira

Fada Lilás – Espaço de Dança Thamara Moreira – Olinda. Thamara Moreira

Harlequinade – Espaço de Dança Thamara Moreira – Olinda. Thamara Moreira

Paysant – Espaço de Dança Thamara Moreira – Olinda. Thamara Moreira

Amigas de Clara – Espaço de Dança Thamara Moreira – Olinda. Thamara Moreira

Valsa das Flores – Espaço de Dança Thamara Moreira – Olinda. Thamara Moreira

Fayre Doll – Espaço de Dança Thamara Moreira – Olinda. Thamara Moreira

Chão Batido – Colégio Marista São Luís/Grupo Andança – Recife. Julcelio Nobrega Santos

Pássaro Azul – UM HIATO – Luará Espaço de Arte e Dança Cabo de Santo Agostinho. Silas Samarky

Alice, De Maravilha A Maravilha – Luará Espaço de Arte e Dança- Cabo de Santo Agostinho. Coreografia Leide Dornelas

Entre e Elas – Colégio Equipe de Dança – Recife. Coreografia Taynanda Carvalho e Viviane Lira

Baque – Colégio NAP/Grupo NAP de Dança – Recife. Coreografia: Viviane Lira.

Dia 26 de agosto (sexta-feira), 19h

Caranguejo Esperto – Criativo Espaço de Arte – Recife. Coreografia Gigi Albuquerque

África – Colégio Virgem Imaculada – Janga – Paulista. Coreografia Thuan Cesar Nascimento Batista

Xaxado, A dança de Lampião – Escola de Referência Luiz Rodolfo de Araujo Jr – Abreus e Lima. Coreografia: Katyucia Lima

Lampião: Amor Crença e Dança – Cia de Dança Teatro Luardat – Recife. Coreografia: Claudineide Rodrigues.

Morte e Ressurreição do Boi Ta Tá Tá – Grupo Artístico e Cultural Boi Ta Ta Tá – Recife. Coreografia: Coletivo OBS.

Gigi – Escola Gesttus de Dança – Recife. Coreografia: Mayara Mesquita

Por falta d’água – Escola Gesttus de Dança – Recife. Coreografia: Mayara Mesquita

Maiouy – Escola Gesttus de Dança – Recife. Coreografia: Vannina Porto

Shílí – Escola Gesttus de Dança – Recife. Coreografia: Vannina Porto

Coração Confuso – Jazz Heloisa Duque – Recife. Coreografia: Heloisa Duque

Xaxateado – Grupo de Sapateado do Colégio Motivo– Recife. Coreografia: Bianca Morais

Jazz com Groove – Grupo de Jazz do Colégio Motivo– Recife. Coreografia: Bianca Morais

Mistura de Ritmos – Grupo Contemporâneo do Colégio Motivo – Recife. Coreografia: Cristiane Barbosa

Dia 27 de agosto (sábado), 16h
O Labirinto – Academia Santa Gertrudes – Olinda
Texto e direção: Gabi Cabral

Hipérion Escola de Artes apresenta Central Park West Foto: Divulgação

Hipérion Escola de Artes apresenta Central Park West Foto: Divulgação

Dia 27 de agosto (sábado), 20h
Central Park West – Hipérion Escola de Artes – Recife.
Texto: Wood Allen; Direção: Edson Aranha

Dia 28 de agosto (domingo), 16h
Era Uma Vez no Fundo do Mar – Espaço Criança Esperança de Jaboatão- Jaboatão dos Guararapes.
Texto: Elis Costa; Direção: Altino Francisco

Viva La Vida, da Escola de Arte Joao Pernambuco, encerra a mostra. Foto: Fernando Figueiroa /Divulgação

Viva La Vida, da Escola de Arte Joao Pernambuco, encerra a mostra. Foto: Fernando Figueiroa /Divulgação

Dia 28 de agosto (domingo), 20h
Viva La Vida – Escola Municipal de Arte João Pernambuco – EMAJPE – Recife.
Dramaturgia: Fred Nascimento a partir de recorte de textos de Antonin Artaud, Eduardo Galeano, Pablo Neruda, Vladimir Maiakóvski, Victória Santa Cruz e outros autores. Direção: Fred Nascimento.

Serviço
14º Festival Estudantil de Teatro e Dança
Onde: Teatro Apolo, Rua do Apolo, 121 – Recife.
Quando: De 17 a 28 de agosto de 2016
Ingresso: R$ 10 (preço promocional).
Mais informações: (81) 99146-2402 / 99842-1521
E-mail: festivalestudantil@gmail.com
Facebook: festivalestudantil
Instagrma:@festivalestudantil

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Os Três Porquinhos vão ao Barreto

Os Três Porquinhos. Foto: Pedro Portugal

Os Três Porquinhos. Foto: Pedro Portugal

A produção de Os Três Porquinhos, de Pedro Portugal e Paulo de Castro, é uma das mais longevas e resistentes do Recife. Ficou anos em cartaz no Teatro do Horto de Dois Irmãos. A estreia oficial da peça ocorreu há 24 anos, em 16 de maio de 1992, no antigo Teatro José Carlos Cavalcanti Borges, da Fundaj (agora só cinema da Fundação). A encenação já viajou para outros estados como Sergipe, Alagoas, Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, Maranhão, Piauí e Pará; além de quatro cidades portuguesas: Fafe, Valongo, Póvoa do Lanhoso e Ilha dos Açores. E agora faz mais uma curta temporada no Teatro Barreto Junior.

Os três porquinhos é um musical infantil que mostra as aventuras dos irmãos Prático, Cícero e Heitor que devem enfrentar um terrível e faminto Lobo Mau, mestre em disfarces. Versão de Joseph Jacobs da clássica fábula dos irmãos Grimm é adaptada por Reginaldo Silva e tem direção de Cleusson Vieira. Estão no elenco Com Cleusson Vieira, Mário Miranda e Sóstenes Vidal.

Com a presença desse predador, a floresta se torna um local perigoso. Os suínos buscam se proteger. Prático, o mais sensato do trio, constrói sua casa com tijolos e cimento. Já Cícero e Heitor, abraçados à preguiça, erguem suas casas de palha e madeira, respectivamente.

A encenação tem aquela moral da história, condenando a preguiça inimiga da segurança e defendendo a ideia de se pensar no futuro. Não deixa de ser uma simplificação. Mas mesmo assim, a montagem já sofreu, em 2013, com a anulação da temporada no Teatro Eva Herz, palco da Livraria Cultura na unidade do Shopping RioMar, no Pina. O quiproquó deveu-se às supostas reclamações do público quanto o conteúdo do espetáculo.

Em uma das cenas da peça, o Lobo, com trajes de professor, pede para a criança apagar a lousa com a mão. Um Porquinho questiona: “Cadê o apagador? ” O Lobo retruca: “É escola da prefeitura. Vai melhorar”. Outro momento é sobre a derrubada da casa, quando um deles diz que vai virar mais “um sem teto”. O outro responde: “vai para o movimento MPST, o Movimento dos Porquinhos Sem Teto, o governo vai gostar muito”. E outras piadas de improviso, que se referem à atual realidade. Que são as melhores tiradas.

SERVIÇO
Os Três Porquinhos
Quando: Sábado e domingo, às 16h30
Onde: Teatro Barreto Junior (Pina)

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Festival para revelar talentos

Clássicos da dramaturgia mundial são ingredientes da peça A mesa, com direção de  Samuel Santos. Foto: Samuel Santos.

Clássicos da dramaturgia mundial são ingredientes de A mesa. Foto: Samuel Santos.

A intérprete Fabiana Karla – hoje uma celebridade com passagens pela TV, teatro e cinema – foi revelada em um festival de teatro amador, promovido pela professora e artista Lourdes Rossiter. Fabiana adolescente apresentou um quadro com a personagem Lucicreide. O papel da faxineira desbocada lhe rendeu o prêmio de melhor atriz do Festival Arte Viva Elo, em 1991, no Recife. Nesse mesmo festival, o cineasta Pablo Polo também teve uma atuação de destaque. Iniciativas como essa são importantes e dessas ações saem os futuros artistas profissionais.

O Festival Estudantil de Teatro e Dança, que chega à 13ª edição, tem exatamente esse objetivo: revelar talentos.   A programação vai de 19 a 30 de agosto, no Teatro Apolo (confira calendário abaixo). De caráter não competitivo, a programação completa reúne produções estudantis de algumas cidades pernambucanas. O festival é realizado sem nenhum edital para bancar os custos e este ano acontece graças à obstinação do produtor Pedro Portugal, que dirige o evento.

O ator Jeison Wallace (intérprete da personagem Cinderela), que começou sua carreira participando do extinto Tebo – Festival de Teatro de Bolso, é um dos homenageados da mostra. O Tebo foi um programa com características semelhantes, que reunia produções do teatro amador e estudantil. Na área de dança, as honras vão para a dançarina do ventre e coreógrafa Hannah Costa.

O 13º Festival Estudantil de Teatro e Dança conta com apoio do Centro de Formação das Artes Cênicas Apolo-Hermilo.

Programação 2015 TEATRO

Homenagem ao malandro. Foto: Leila Freitas

Homenagem ao malandro. Foto: Leila Freitas

Quarta-feira, 19 de agosto de 2015, 19h
Homenagem ao Malandro (Curso de Interpretação Para Teatro do SESC Piedade – Jaboatão dos Guararapes/PE)
Texto: livre adaptação da obra Ópera do Malandro, de Chico Buarque de Holanda. Direção: Winy Mattos e codireção coletiva do grupo.

Meados dos anos 1940. Um cafetão enfrenta problemas com sua filha, apaixonada por um malandro que, junto a um grupo de capangas, vive de golpes e conchavos com a polícia. Com canções icônicas e tom burlesco, a montagem brinca com arquétipos sociais.

Quinta-feira, dia 20 de agosto de 2015, 19h
Estação Vida (Curso Básico de Teatro – Escola Municipal de Arte João Pernambuco – Recife/PE)
Texto: Fred Nascimento, a partir do universo de Eduardo Galeano. Direção: Fred Nascimento.

Uma mulher fala de pessoas que conheceu no passado, mas todas já podem estar mortas. À medida que a narrativa acontece, as referidas personagens vão tomando vida numa sequência de cenas que remetem aos ambientes que viveram e em meio a acontecimentos importantes de suas histórias.

Sexta-feira, 21 de agosto de 2015 ), 19h
A Mesa (Curso de Interpretação Para Teatro do SESC Piedade – Jaboatão dos Guararapes/PE)
Texto: recorte de textos teatrais clássicos. Adaptação e direção: Samuel Santos.

Tudo se passa durante uma refeição numa mesa, onde personagens de peças como A Gaivota, Entre Quatro Paredes, Um Bonde Chamado Desejo e Eles Não Usam Black-Tie, entre outras obras, vão se revelando. Bem próximo, o público é convidado a acompanhar as sensações propostas e o desenrolar de cada trama.

Sábado, 22 de agosto de 2015, 16h
A Mulher Que Subiu ao Céu Pelos Olhos do Sertão e Pela Boca do Milagre (Cia. Experimental de Teatro – Vitória de Santo Antão/PE)
Texto: Raphael Gustavo, a partir da inspiração livre do cordel A Mulher Que Subiu ao Céu, de Célia Cris Silva. Direção: Raphael Gustavo.

Tereza recebe um milagre de Nossa Senhora ao ficar grávida. Dois anos depois, o seu filho fica muito doente e ela decide sair de casa à procura de um posto de saúde distante centenas de léguas. Nesta jornada, muitas surpresas do mundo fantástico deste grandioso Sertão.

Domingo, 23 de agosto de 2015, 16h
O Cavalinho Azul (Grupo Muvuca de Teatro e Grupo Magiluth/Oficina de Iniciação Teatral Arte do Presente – Limoeiro e Recife/PE)
Texto: Maria Clara Machado. Direção: Lucas Torres.

João de Deus é o narrador desta fábula que conta a história de Vicente, um garoto pobre e sonhador, encantado por um pangaré que acredita ser um belo cavalo azul capaz de cantar, dançar e voar. Quando seus pais vendem o animal, o menino decide sair pelo mundo à sua procura numa viagem cheia de emoções.

The Celio Cruz show tem texto de Newton Moreno. Foto: Luciana Lemos

The Celio Cruz show tem texto de Newton Moreno. Foto: Luciana Lemos

Domingo, 23 de agosto de 2015, 20h
The Célio Cruz Show (Máquina de Sonhos Cia. de Teatro e Ateliê do Ator – Recife/PE)
Texto: Newton Moreno. Direção: Wellington Júnior.

A história cômica se passa em um programa de auditório cujo tema do debate é a homossexualidade. Durante a gravação, surgem as mais diferentes formas de sexualidade e, no fim, há uma grande surpresa. Além de refletir sobre os direitos humanos, a montagem investiga o processo de jogo no trabalho do ator.

(não há programação na segunda-feira, dia 24 de agosto de 2015)

Terça-feira, 25 de agosto de 2015, 19h
DEBACOABETE (Grupo de Teatro Dose Humana e Colégio Marista São Luís – Recife/PE)
Texto: César Amorim. Direção: Fátima Aguiar.

No gênero da farsa, esta obra transforma a plateia numa imensa sala de aula onde a proposta é apresentar a história do teatro pelo próprio teatro, desde os gregos até o nossos dias, utilizando o gênero drama como metalinguagem de forma muito bem humorada.

Quarta-feira, 26 de agosto de 2015, 19h
Homens de Pedra e Osso (Grupo Arte Em Movimento e Núcleo de Arte e Cultura do Instituto Federal de Pernambuco – Campus Recife – Recife/PE)
Texto: Criação coletiva. Direção: Adilson Di Carvalho.

Se as estátuas de personalidades espalhadas pelo Recife, como Clarice Lispector, Manuel Bandeira e João Cabral de Melo Neto, ganhassem vida, o que nos diriam sobre os dias atuais? Este espetáculo propõe uma narrativa onírica pela ótica destas estátuas, revelando os encantos e mazelas sociais da “Veneza Brasileira”.

Quinta-feira, 27 de agosto de 2015 , 19h
Memórias Sobreviventes (Coletivo Loucura Roubada e Laboratório de Aprofundamento Cênico – Escola Municipal de Arte João Pernambuco – Recife/PE)
Texto: criação coletiva. Direção: Fred Nascimento.

O espetáculo mostra seis personagens que tiveram suas vidas marcadas pela ditadura militar, entre elas, uma ex-presa política, um ex-carteiro, uma negra militante e uma atriz feminista. São monólogos em sequência, com histórias que correm em paralelo tendo a repressão e suas consequências como fio condutor.

Sexta-feira, 28 de agosto de 2015, 19h
Gota d’Água – Fragmentos e Outras Canções (VI Turma de Iniciação Teatral Cênicas Cia. de Repertório – Recife/PE)
Texto: livre adaptação da obra de Chico Buarque. Adaptação e direção: Antônio Rodrigues.

Adaptação da tragédia grega “Medéia”, a protagonista aqui se transforma na sofrida e vingativa Joana, abandonada por um Jasão prestes a se casar com a filha do dono dos imóveis do conjunto habitacional onde a história se passa. Com trilha sonora ao vivo, a peça une ao mito o samba e os ritos das religiões africanas.

Sábado, 29 de agosto de 2015, 16h
A Menina Que Buscava o Sol (Núcleo de Pesquisa Cênica de Pernambuco e Conselho Escolar Professora Amélia Coelho – Vitória de Santo Antão)
Texto: Maria Helena Kühner. Direção: Thamiris Mendes e Wedson Garcia.

A história de Putz, uma menina que não quer ter sua cor imposta e para escolher as cores que quiser, atravessa os reinos da terra, do ar, do fogo e das águas em busca do Sol, que possui todas as cores juntas. No caminho, vai se deparar com estranhos habitantes e suas escolhas de vida.

Sábado, 29 de agosto de 2015, 20h
Um Carnaval do Princípio ao Fim (Oficina de Atores – Recife/PE)
Texto: releitura da obra de Millôr Fernandes. Direção: Rodrigo Cunha.

A peça, uma releitura da obra O Homem do Princípio ao Fim, aponta vários aspectos do ser humano e sua trajetória ao longo dos tempos, numa colagem de textos de diversos outros autores, como Bertolt Brecht e Molière, entre outros, com viés carnavalizado, pois tudo se passa no período momesco.

Programação 2015 DANÇA
Reunindo coreografias de diversos estilos, que vão do afro ao moderno e contemporâneo, do ballet clássico ao tango e o frevo rasgado.

Dia 30 de agosto de 2015 (domingo), 17h

Banzomotriz (Cia. de Dança e Teatro Luardat – Recife/PE)
Coreografia: Claudineide Rodrigues. Direção: Erick Pinto (8 min.)

Beatles (Elo Grupo de Dança – Recife/PE)
Coreografia e direção: Mayara Mesquita (4’31”)

Carmen (Aria Social – Jaboatão dos Guararapes/PE)
Coreografia e direção: Ana Emília Freire. Direção geral: Cecília Brennand (3’45”)

Amor Solitário (Pantomima Grupo de Dança – Recife/PE)
Coreografia e direção: Taynanda Carvalho e Viviane Lira (3 min.)

Dançando Tom (Grupo NAP de Dança – Recife/PE)
Coreografia e direção: Viviane Lira (7 minutos)

O Que Restou (Elo Grupo de Dança – Recife/PE)
Coreografia e direção: Mayara Mesquita (4’10”)

Amor Submisso (Pantomima Grupo de Dança – Recife/PE)
Coreografia e direção: Taynanda Carvalho e Viviane Lira (5 min.)

Ubanco? (Aria Social – Jaboatão dos Guararapes/PE)
Coreografia e direção: Ana Emília Freire. Direção geral: Cecília Brennand (6’30”)

Epifania (Grupo Arte em Movimento. Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) – Campos Recife – Recife/PE)
Coreografia e direção: Roberto Silveira (10 min.)

(intervalo)

Vermelho – Várias Formas de Amar (Pantomima Grupo de Dança – Recife/PE)
Coreografia e direção: Taynanda Carvalho e Viviane Lira (9 min.)

Em Nossas Mãos (Elo Grupo de Dança – Recife/PE)
Coreografia e direção: Mayara Mesquita (3’36”)

Último tango, com o aria social. Foto: Fernando Azevedo

Último tango, com o aria social. Foto: Fernando Azevedo

Último Tango (Aria Social – Jaboatão dos Guararapes/PE)
Coreografia e direção: Ana Emília Freire. Direção geral: Cecília Brennand (7’48”)

Amores Em Encontros (Pantomima Grupo de Dança – Recife/PE)
Coreografia e direção: Taynanda Carvalho e Viviane Lira (4 min.)

Encontro e Desencontro (Equipe de Dança e Colégio Equipe – Recife/PE)
Coreografia e direção: Taynanda Carvalho e Viviane Lira (5 min.)

Dúvido (Aria Social – Jaboatão dos Guararapes/PE)
Coreografia e direção: Ana Emília Freire. Direção geral: Cecília Brennand (10 min.)

Entre Passos e Sombrinhas (Studio Viégas de Dança – Recife/PE)
Coreografia: Bhrunno Henrique. Direção: Jorge Viégas (10 min.)

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