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As aventuras de Aladim no Recife

Victor Leal é o protagonista do musical

Victor Leal é o protagonista do musical que tem sessões no Teatro Guararapes, nos dias 12 e 13 de outubro

O menino pobre que tem sua vida transformada num passe de mágica instiga a imaginação há milhares de anos.  O conto de Aladim, da coletânea árabe As Mil e Uma Noites, ganhou muitas versões no teatro, no cinema e em outras mídias. Aladim o Musical Recife é a nova versão de Aladim e a Lâmpada Maravilhosa, uma produção pernambucana, com apresentações nesta quinta (12) e sexta-feira (13), no palco do Teatro Guararapes, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, em duas sessões, 16h e às 20h.

Elementos da cultura pernambucana são misturados à fabula de origem árabe. A produtora pernambucana Nível 241 promete surpresas e e efeitos encantadores, seja do tapete mágico que voa, das coreografias e aventuras. O musical conta com 19 canções interpretadas por uma orquestra ao vivo. O pernambucano Israel de França, maestro da Sinfonieta de Granada, na Espanha, vai reger a orquestra.

Ao todo, 39 artistas fazem parte do elenco do musical. Os atores Victor Leal e Camila Bastos interpretam Aladim e a Princesa Jasmine. Aladim é dirigido pelos também produtores Ana Letícia Lopes e Gabriel Lopes. A direção artística é assinada por Emmanuel Matheus, com assistência de Thiago Ambrieel; direção coreográfica de Stepson Smith e assistência de Jorge Kildery. Valdetaim do Monte e Hugo Leonardo, assinam a direção musical.

SERVIÇO:
Musical Aladim Recife
Onde: Teatro Guararapes (Avenida Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho, Olinda)
Quando: 12 e 13 de outubro de 2017, em duas sessões: Às 16h e às 20h
Ingressos: Plateia VIP: R$ 165,00 e R$ 82,50 (meia). Plateia A: R$145,00, meia R$72,50, enquanto plateia B custa R$120,00, meia R$ 60,00. Os valores do balcão variam entre R$100,00 (inteira) e R$50,00 (meia). Os bilhetes podem ser adquiridos na internet (http://www.eventim.com.br/aladdin-o-musical-recife-ingressos.html?affiliate=BR1&doc=artistPages%2Ftickets&fun=artist&action=tickets&erid=1990466),nas lojas do Ticket Folia e na bilheteria do Teatro Guararapes.
Mais informações: (81) 3132.4477
Classificação Indicativa: Livre

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Zoe mostra a ameaça dos animais racionais

Foto: Breno César

Foto: Breno César / Divulgação

Forte espetáculo de dança contemporânea. Imagem: Breno César / Divulgação

Uma rápida performance no início espetáculo de dança contemporânea Zoe provocou polêmica durante a curta temporada em junho deste ano. Um bailarino nu desenvolvia a ação de puxar uma corda na entrada do Teatro Apolo. A produção do espetáculo disse que a Secretaria de Cultura do Recife censurou a cena. A direção do Centro de Formação e Pesquisa das Artes Cênicas Apolo e Hermilo alegou uma lei que configura que se alguém aparece sem roupa em via pública é atentado ao pudor. Zoe faz uma apresentação hoje dentro da programação da Mostra de Dança e uma circular determinou que expressões artísticas com nudez só dentro da caixa cênica, ou seja no palco.

Essa discussão é séria, sobre os limites da arte e a capacidade de órgãos públicos de determinar até onde pode ir uma experiência, evento ou obra dessa categoria. E o que uma Secretaria de Cultura vem fazendo pelo setor para que mereça ser respeitada. São muitas questões, mas o brasileiro sente seus direitos serem retirados na cara dura, criminosos serem absorvidos e o judiciário aplaudir até os “assassinos” da natureza. Tempos sombrios.

A polêmica de Zoe desviou a atenção para a força estética da peça coreográfica. E a nudez está intrinsecamente ligada à criação, ao tema e aos propósitos do espetáculo. Investiga os limites de humanidade hoje e o contato com os instintos primitivos. A montagem é dirigida por Francini Barros e conta com os intérpretes-criadores Adelmo do Vale, Jorge Kildery, Maria Agrelli, Orun Santana, Rafael FX e Victor Lima.

A moldura da realidade, do mundo civilizatório com atos de barbárie naturalizados e o avanço dos espaços de setores mais conservadores, alimenta a reflexão da cena.

No palco, os bailarinos compõem um arco temporal de uma noite. A escuridão faz aflorar inseguranças. Vão se transformando em animais na selva, que tem códigos de instintos e afetos. O trabalho traz como inspiração teórica o livro Homo sacer, o poder soberano e a vida nua, do filósofo italiano Giorgio Agamben.

Mas o que desejo salientar, por ora, são as figuras que os bailarinos conseguem elaborar, formando quadros de potência e grandeza. É impactante o que os artistas compõem e decompõem com o corpo. Além dos jogos de poder, de medo, de suspense da espreita, dos processos de domesticação que os humanos fazem com os animais.

Os instintos transitam com algo cruel e / ou libertador (ressaltando contradições), materializados em gestos de articulação de sentidos. Os bailarinos desenvolvem imagens impressionantes, se metamorfoseando em animais. E a atuação do elenco, e a Jorge Kildery em especial, tem a capacidade de transportar para outro lugar, onde a arte tem um poder de surpreender e arrebatar. 

Ficha Técnica
Concepção e direção: Francini Barros
Intérpretes criadores: Adelmo do Vale, Jorge Kildery, Maria Agrelli, Orun Santana, Rafael FX, Victor Lima
Produção: Igor Travassos
Iluminação: Eron Villar
Trilha sonora e operação de som: Johann Brehmer
Cenografia e vídeo mapping: André Calado e Petró
Programação visual: Bruno Amorim
Fotografia e vídeo: Breno César

SERVIÇO
14° Mostra Brasileira de Dança
Terça-feira, 8 de agosto de 2017
Cinzas ao Solo
Alexandre Américo – RN
Teatro Hermilo Borba Filho, 19h
Ingressos: R$20 e R$ 10
+
ZOE (PE)
Teatro Apolo, 20h
Ingressos: R$20 e R$10

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Humor de Pés-rapados

Diogenes D. Lima em Mascate, pé-Rapada e os forasteiros

Diógenes D. Lima em Mascate, Pé-Rapada e os forasteiros

Pernambuco imortal é o país da grandiloquência. E a partir de idiossincrasias isso pode ser muito engraçado. A comédia da personagem que enche o peito para dizer que é o melhor. Ou o maior. Ora, direis, muitos outros são assim. No Brasil, no mundo. Essas manias de grandeza não são exclusividades de Pernambuco. Sim, sim! Mas por enquanto, meu foco é o qualidefeito dessa gente que vive nesse pedaço de terra tomada lá atrás por portugueses, desejada por holandeses e outros bandoleiros.

Os bravos guerreiros contemporâneos negociam o ar que respiram e a self nas redes sociais para garantir dignidade e sobrevivência. O nosso cinema vai longe cravando sua bandeira em paragens longínquas. A nossa música embala sensibilidades em vários ritmos e tons. E o nosso teatro? Resiste, insiste… E tem sua pegada.

O espetáculo O Mascate, a Pé Rapada e os Forasteiros junta política, crítica feroz, deboche, ludicidade sacana na atuação de Diogenes D. Lima com teatro de objetos. Afronta poderosos de ontem e hoje e multiplica seu discurso em pequenos grupos.

A peça faz única sessão nesta quarta-feira (8 de março), às 20h, no Teatro de Santa Isabel, com ator e a plateia no palco.

As personagens dessa reflexão satírica são Olinda, uma fogosa mulher; Recife, um camelô astuto, mas tosco para as experiências amorosas; o velho tarado e explorador Portugal e o forasteiro traficante gay Holanda. O casal Recife/Olinda é vítima de tramas novelescas, degenerado pela ação dos estrangeiros e seus próprios sentimentos de cobiça e poder. Essa versão histórica/fictícia traz pitadas de libertinagem no discurso. E um humor com acento pernambucano.

A montagem traça uma panorâmica, sem aprofundamento de temas ou personagens e zoons em algumas situações satíricas. Explora a superfície, exerce a função piadista. Mas a exposição do ridículo das personagens do passado é certeira para atingir as figuras públicas do presente. Ninguém sai do teatro sem pensar nas mazelas das cidades vizinhas, que sofrem com a incompetência dos políticos.

Luís da Câmara Cascudo já nos ensinou que a expressão pé-rapado significa o pobretão, sobretudo da zona rural, que andava descalço e por isso era obrigado a raspar (ou rapar) os pés para lhes tirar a lama. Na Guerra dos Mascates, aqui em Pernambuco, os mascates do Recife chamavam a nobreza de Olinda pelo depreciativo apelido de Pés-rapados. Essa aristocracia rural combatia sem sapatos contra a cavalaria de botas. Todos tão longe da nobreza, mas com a empáfia que não saiu da agenda positiva.

Teatro de objeto com humor e política

Teatro de objeto com humor e política

Sozinho na cena, Diógenes D. Lima se vira nas figuras de Portugal, Holanda, Recife, Olinda, dele mesmo e de seus pares que não são convidados para protagonizar os filmes do novo cinema pernambucano e que fazem a gozação politica/econômica/social do outro lado da rua do Bar Central.

Um jeito de corpo, um olhar, um adereço, uma mudança de voz, um trejeito. Hábil na construção dos colonizadores, ele brinca das imagens estereotipadas. Uma sombrinha frevo representa Olinda, um pedaço de madeira roliça, Recife. E alguns assessórios colaboram na composição.

O texto satírico levanta pontos sobre a identidade cultural, as políticas públicas e a ação dos gestores. É uma sacada a transfiguração de alguns objetos que apontam para questões graves, como o projeto Novo Recife, a ação do Ocupe Estelita.

O ator manipula os artefatos com picardia e articula sentidos visuais e sonoros que provoquem leituras ambíguas. A dubiedade também pode ser uma tentação para o espectador a reduzir o humor da peça ao teor machista ou misógino de algumas colocações. Faz parte do jogo perigoso da comédia. Mas é bom lembrar que ali, nas dobraduras da cena nenhum personagem é inocente. A perversidade uns com os outros é o disparo do trabalho, que nesse campo se aproxima dos mamulengos tradicionais com o alto teor de violência verbal e física (entre os bonecos).

Diógenes D. Lima ganhou o prêmio de Melhor Ator de Teatro Adulto na edição deste ano do festival Janeiro de Grandes Espetáculos (além de Prêmio Especial do Júri pela Dramaturgia e Melhor Cenário) e quando foi receber o troféu gritou “Fora Paulo Câmara”, se referindo ao governador de Pernambuco, mas sem muito eco no Teatro Apolo. Seguiu a linha política irreverente do espetáculo e deixou o representante do governo no evento, o secretário de cultura do estado, numa breve saia justa.

SERVIÇO
O Mascate, a Pé rapada e os Forasteiros 
Onde: Teatro de Santa Isabel
Quando: Nesta quarta-feira, às 20h
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada)
Duração: 60 min
Classificação: 16 anos

FICHA TÉCNICA
Texto e Atuação:Diógenes D. Lima
Supervisão Artística:Marcondes Lima e Jaime Santos
Coreografias:Jorge Kildery
Adereços:Triell Andrade e Bernardo Júnior
Iluminação:Jathyles Miranda
Execução de Iluminação:Rodrigo Oliveira
Execução de sonoplastia:Júnior Melo
Programação Visual:Arthur Canavarro
Fotografia:Ítalo Lima
Gerente de Produção:Luciana Barbosa
Produção:Cia. de Artes Cínicas Com Objetos, do município do Paulista.

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Grupo Experimental celebra Chico Science

Foto: Wellington Dantas

Zambo lembra 20 anos sem o líder do movimento manguebeat. Foto: Wellington Dantas

No seu Monólogo Ao Pé De Ouvido, Chico Science entoa: “Modernizar o passado / É uma evolução musical / Cadê as notas que estavam aqui? / Não preciso delas! / Basta deixar tudo soando bem aos ouvidos…” Do Recife, ele fez uma revolução musical com o Movimento Manguebeat, que irradia até agora. Neste 2 de fevereiro faz 20 anos que Chico Science partiu para outras galáxias, para o desconhecido sono. Parece que foi ontem, com toda aquela comoção da morte do jovem artista.

Nesta quinta-feira, às 20h, em sua sede, o Grupo Experimental apresenta Zambo, criado há duas décadas para celebrar a memória de Chico Science. A peça coreográfica, concebida e dirigida pela bailarina e coreógrafa Mônica Lira em parceria com Sonaly Macedo, ganhou nova versão exibida em 2016, no evento que reuniu quatro gerações que dançaram o espetáculo.

Nessa configuração participam os bailarinos do grupo Lilli Rocha, Gardênia Coleto, Jorge Kildery, Márcio Filho, Rafaella Trindade e Rebeca Gondim, com participação de Daniel Silva e parte da trilha executada ao vivo por Tarcísio Resende, Paula Caal e Jennyfer Caldas.

A apresentação batizada de Uma dança para Chico é o último elo da corrente Amigos do Experimental. Essa campanha de arrecadação de verba visa manter o coletivo, que não tem apoio regular de nenhum órgão ou instituição. Os que participaram da cruzada compõem o mosaico de patrocinadores da noite. Para o público geral os ingressos custam R$40 (inteira), R$20 (meia) e estarão disponíveis na bilheteria do espaço, uma hora antes da sessão.

Zambo lembra 20 anos sem o líder do movimento manguebeat. Foto: Wellington Dantas

Montagem original foi criada há duas décadas. Foto: Wellington Dantas

Ficha Técnica
Concepção: Mônica Lira e Sonaly Macedo
Direção: Mônica Lira
Músicas: Nusrat Fateh Ali Khan, DJ Spooky, Geoffrey Oryema e Antúlio Madureira
Elenco: Lilli Rocha, Jorge Kildery, Rebeca Gondim, Rafaella Trindade, Gardênia Coleto e Márcio Filho
Artista convidado: Daniel Silva
Músicos convidados: Paula Caal , Tarcísio Resende e Jennyfer Caldas
Concepção maquiagem e penteado: Ivan Dantas
Figurino: Período Fértil
Iluminação: Beto Trindade
Design Gráfico: Carlos Moura
Assessoria de comunicação: Paula Caal
Produção: Emeline Soledade
Colaborador: Danilo Carias
Sonoplasta: Adelmo do Vale

SERVIÇO
Zambo – Uma dança para Chico
Quando: Nesta quinta-feira (02/02), às 20h,
Onde: Espaço Experimental, sede do Grupo Experimental
Ingressos: R$40 (inteira), R$20 (meia), na bilheteria do espaço, uma hora antes do espetáculo

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Sátira ao poder das cidades-irmãs

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Diógenes D. Lima em O Mascate, a Pé rapada e os Forasteiros

A produção de O Mascate, a Pé rapada e os Forasteiros apregoa que é um “espetáculo teatral que conta uma história real baseada em fatos fictícios sobre Olinda e Recife, usando a linguagem do Teatro de Objetos”. É pouco para definir essa encenação simples, mas potente, que navega de forma divertidíssima por questões políticas, históricas e sociais dessas duas cidades. É uma sátira com sotaque bem pernambucano do começo ao fim.

Despretensiosa, a montagem pega o espectador pelos pequenos detalhes. E são muitos. É uma narrativa sobre o poder, mas sem pompas, desde o português que se encantou com Olinda, à astúcia do holandês, que ficou com a garota. Mas também pontua as investidas do inglês e da espanhola. Entre tapas e beijos, a disputa é proposta entre a formosura e sinuosidade de Olinda e a bronquice do Recife, que soube fazer dinheiro, mas apesar de todo o verniz da riqueza permanece um vendilhão.

Uma e outra cidade sofrem com mandos e desmandos. Desde o século 16.

A montagem com o ator Diógenes D. Lima traça um diálogo estreito com os brincantes populares e os códigos dos mamulengos. O intérprete pesquisa a linguagem do Teatro de Objetos desde 2011. Com as técnicas do TO utiliza utensílios prontos, como brinquedos, instrumentos, esculturas e outros que transforma.

Diógenes D. Lima é hábil na construção dos colonizadores com imagens estereotipadas e na manipulação dos objetos. Ele vai se desdobrando em vários personagens com fluidez e graça. Uma sombrinha frevo representa Olinda, um pedaço de madeira roliça, Recife. E alguns assessórios colaboram na composição.

O texto satírico levanta pontos sobre a identidade cultural, as políticas públicas e a ação dos gestores nos dias atuais. É muito inteligente a transfiguração de alguns objetivos e a problemática mais profunda que suscita, como o projeto Novo Recife, a ação do Ocupe Estelita e o Empatando sua vista.

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Sobre o tabuleiro a disputa das novas terras por holandês, português, espanhola e inglês 

No livro Locuções tradicionais no Brasil, Luís da Câmara Cascudo registra que pé-rapado é o mesmo que “descalço, de pés nus, pé no chão”. Por metonímia é uma denominação que se refere à “mais humilde categoria social”. A montagem trabalha de forma bem engraçada com o termo.

Entre os anos de 1710 e 1711 Olinda e Recife protagonizaram a Guerra dos Mascates. Os holandeses tinham sido expulsos, vivia-se uma crise açucareira, mas a pé-rapada Olinda com sua aristocracia rural decadente prosseguia no controle político da capitania de Pernambuco.

O Recife com dinheiro do bolso, fruto das atividades do comércio dos mascates e os empréstimos, a juros altos, aos olindenses, já estava cansado da empáfia da vizinha e partiu para luta. Olinda alimentava um forte sentimento antilusitano e a coroa portuguesa favorecia os comerciantes do Recife.

Mas toda essa guerra é desenhada com poucos elementos, historinha bem diluída e a contundência do humor subversivo. Diógenes sabe tirar o melhor proveito do universo lúdico dos objetos, articulando com destreza os signos visuais e sonoros.

O ator faz questão de frisar, ao final do espetáculo, que apesar de estar sozinho no palco ele é acompanhado por muita gente nos bastidores. O encenador Marcondes Lima assina a supervisão artística de O Mascate, a Pé Rapada e os Forasteiros juntamente com o ator e diretor Jaime Santos, do grupo La Chana da Espanha. Jathyles Miranda é o responsável pelo plano de Iluminação. As coreografias são do bailarino Jorge Kildery e Arthur Canavarro cuida da programação visual. Triell Andrade e Bernardo Júnior se ocupam da direção de arte e Luciana Barbosa da coordenação de produção.

Diogenes

Diógenes faz uma crítica contunde e com muito humor ao destino das duas cidades

SERVIÇO
O Mascate, a Pé Rapada e os Forasteiros
Última apresentação nesta quarta-feira, 31/08, 20h
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho, Bairro do Recife (Recife Antigo)
Ingresso: R$ 30 inteira e R$ 15, meia-entrada.
Capacidade 100 espectadores (plateia limitada)

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