Prometemos nos amar

Em nome do Pai. Foto Zé Barbosa

Samuel Lira e Jorge de Paula no espetáculo Em nome do Pai. Foto Zé Barbosa / Divulgação

São profundas as motivações humanas. Insondáveis às vezes. Irreveláveis, outras. Os impulsos emotivos podem ficar presos, guardados em sótãos da memória, sem querer intercambiar para abrir outras veredas mais luminosas. O espetáculo Em nome do Pai promove o encontro mais verdadeiro entre o genitor e seu filho para um acerto de contas afetivas, depois da morte da mãe. Sem a presença física da mulher, mediadora e juíza desse contato, esses dois homens precisam reinventar essa relação, esses laços. Desatar nós.

A montagem, com texto de Alcione Araújo e direção de Cira Ramos, cumpre curta temporada no Teatro Arraial, até o dia 17 de junho, sempre às sextas e sábados, às 20h. O projeto foi contemplado com o edital de ocupação 2017, promovido pela Fundarpe / Governo do Estado de Pernambuco.

Interpretados pelos atores pernambucanos Samuel Lira e Jorge de Paula, os personagens abrem suas comportas de emoções num terreno árido de comunicação. A relação amorosa está nas mãos dos dois, na habilidade que cada um tem de ceder e valorizar o outro. Nesse processo de vasculhar o passado, remexer em lembranças doloridas, ambos terão que aprender a conjugar o verbo perdoar.

Em nome do Pai chega ao seu terceiro ano de existência, com produção geral da Rec Produtores Associados e a produção executiva de Karla Martins, Nando Lobo e Cira Ramos. A encenação já participou de festivais como o Aldeia Yapoatan, realizado pelo SESC Piedade (2015); Janeiro de Grandes Espetáculos (2016); e o XXIII Festival Internacional Porto Alegre em Cena (2016).
FICHA TÉCNICA:
Texto: Alcione Araújo
Encenação: Cira Ramos
Elenco: Jorge de Paula e Samuel Lira
Preparação de atores e assistência de direção: Sandra Possani
Direção de arte: Marcondes Lima
Música original, direção musical e execução: Fernando Lobo
Músicos: Edson Rodrigues (SAX) e Fábio Valois (teclado)
Designer de luz e execução: Dado Sodi
Designer gráfico e registro fotográfico: Zé Barbosa
Produção Executiva: Karla Martins, Fernando Lobo e Cira Ramos.
Realização REC Produtores Associados

SERVIÇO
Em nome do Pai
Onde: Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457, Boa Vista)
Quando: de 02 a 17 de junho (sextas e sábados), 20h
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada)
Informações: 3184.3057 / 996195396
Duração: 70 minutos
Classificação: 14 anos

Postado com as tags: , , , , , ,

Uma Sereia no teatro de sombras

Iara - O encanto das águas, da Cia. Lumiato (DF), explora várias técnicas de sombras, deslizando entre as escalas entre o grande e pequeno Foto: Diego Bresani Os dois manipuladores desvendam a construção da manipulação diante da plateia. Foto: Diego Bresani

Iara – O encanto das águas, da Cia. Lumiato (DF), desliza nas escalas entre o grande e pequeno 

Os dois manipuladores desvendam a construção da manipulação diante da plateia. Foto: Diego Bresani

E trabalha com várias técnicas de sombras, como  foco e desfocado. Fotos: Diego Bresani

Conta a lenda que Iara ou Uiara (do tupi y-îara, “senhora das águas”) é uma sedutora sereia que encanta pescadores. Mais que isso, acalenta nossa imaginação com imagens de moços fascinados que acabaram afogados de paixão. Essa narrativa dos povos indígenas do Brasil se funde com outras referências estrangeiras no espetáculo de teatro de sombras Iara – O encanto das águas, da Cia Lumiato de Formas Animadas/DF, dirigida pelo sombrista Alexandre Fávero. A peça faz curta temporada na CAIXA Cultural Recife, de 9 a 11 e de 16 a 18 de junho de 2017.

O grupo utiliza linguagem milenar do teatro de sombras, da arte tradicional às técnicas contemporâneas, híbridas e performáticas como a da “bolha de sombra”, que possibilita um efeito cinematográfico. Dois manipuladores – Thiago Bresani e Soledad Garcia – executam a ação quase sem palavras, amparados por uma trilha sonora.

Os mitos fantásticos sobre a origem do mundo e da natureza estão nessa dramaturgia que trata de um índio que sonha com uma mulher sobrenatural. Para descortinar os mistérios dessa figura ele se entende com o Pajé. E mergulha com Iara nas profundezas do seu próprio destino.Vários personagens de cores e tamanhos divrsos são apresentados ao público, num jogo mágico de luz e sombra.

Iara - O encanto das águas, da Cia. Lumiato (DF), explora várias técnicas de sombras, deslizando entre as escalas entre o grande e pequeno Foto: Diego Bresani Os dois manipuladores desvendam a construção da manipulação diante da plateia.

Os dois artistas desvendam a construção da manipulação diante da plateia.

E os manipuladores invertem o sentido da manipulação e expõe os segredos e técnicas para produzir as imagens. A trupe também defende que a montagem toca nas questões de preconceitos étnicos e culturais.

Uma oficina de teatro de sombras também integra essa passagem da Cia Lumiato pelo Recife. Thiago Bresani e Soledad Garcia vão ministrar o curso nos dias 16 e 17 de junho, das 9h às 13h. Serão abordados diferentes estilos de teatro de sombras, desde a tradição oriental até os nossos dias, com exercícios práticos. São 20 vagas e as inscrições podem ser feitas até 12 de junho de 2017, pelo email gentearteirape@gmail.com

FICHA TÉCNICA
Direção, dramaturgia e cenografia: Alexandre Fávero
Atores-sombristas: Thiago Bresani e Soledad Garcia
Trilha sonora original: Mateus Ferrari
Designer de Som: Marcelo Da Col
Iluminação: Alexandre Fávero
Criação figuras e cenários: Alexandre Fávero e Soledad Garcia
Pesquisa, recortes, pinturas, cenotécnica e produção executiva: Thiago Bresani e Soledad Garcia
Fotografia: Diego Bresani
Arte gráfica: Jana Ferreira
Produção: Thiago Bresani
Produção Local: Tadeu Gondim – Atos Produções Artísticas
Assessoria de imprensa: Moinho Conteúdos Criativos (André Brasileiro e Tiago Montenegro)

SERVIÇO
IARA – O ENCANTO DAS ÁGUAS
Onde: CAIXA Cultural Recife (Avenida Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife, Recife)
Telefone: (81) 3425-1915
Quando: 09, 10, 11, 16, 17 e 18 de junho de 2017
Horário: 09 e 16/06 às 19h | 10 e 17/06 às 16h e 19h | 11 e 18/06 às 10h30
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia para estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA e pessoas acima de 60 anos) – a partir das 10h do dia 8/06, para as apresentações de 9 a 11/05, e do dia 15/06, para as apresentações de 16 a 18/06/2017
Classificação indicativa:Livre

OFICINA DE TEATRO DE SOMBRAS
Local: CAIXA Cultural Recife
Instrutores: Thiago Bresani e Soledad Garcia
Período: 16 e 17 de junho de 2017, das 9h às 13h
Vagas: 20 pessoas
Período de inscrições: 29 de maio a 12 de junho de 2017
Seleção por ordem de inscrição pelo email  gentearteirape@gmail.com

Postado com as tags: , , , ,

Fantásticas figuras de Osman Lins

Mistério das Figuras de Barro. Foto: Rodrigo Silva Santos

Mistério das Figuras de Barro. Foto: Rodrigo Silva Santos

O dramaturgo Osman Lins problematiza o papel do artista no mundo na peça Mistério das Figuras de Barro, que Cia Máscaras de Teatro apresenta nesta sexta-feira, às 20h, no Espaço Cultural O Poste, na Rua da Aurora, no Recife. A montagem, agora em formato solo com Sebastião Simão Filho, expõe uma fábula imaginosa, fantástica para criticar a realidade política nordestina.

O protagonista anuncia: “Sabem quem sou: O esposo de Jerônima. Pertence ao povo e trabalho em cerâmica. Faço bonecos de barro; gente, bichos, os mandões os governados que montam, os que sangram, os que são cavalgados e os sangrados. Certos acontecimentos na história que ireis assistir, ameaçaram a minha vida. Mas prestai atenção: Isto não é o mais grave – e sim o que está disperso, escondido nos fatos.”

Coronéis, jagunços de aluguel, beatos fraudulentos são alguns personagens que nosso herói enfrenta, enquanto não sabe da traição amorosa de Jerônima e Claraval.

Seguindo as orientações do autor, Simão Filho trabalha com manipulação de bonecos. O artista-atuante se veste de personagem-vendedor de artesanato em feira popular e, entre pregões e canções, narra/vivencia os acontecidos da fábula. A banca é o cenário que abriga dispositivos de iluminação e instrumentos sonoros manipulados ao vivo.

Sebastião Simão Filho mergulha na pesquisa de borramento de fronteiras

Sebastião Simão Filho mergulha na pesquisa de borramento de fronteiras

As cenas são rápidas, cinematográficas. A ação se passa numa cidade chamada Arcoverde e explora a religiosidade popular. O ator-manipulador-menestrel produz sons, ruídos e cantos de feiras populares e religiosos, entonações inusitadas, prolongamentos e onomatopeias vocais e o próprio texto falado/articulado.

“É um espetáculo em que estou levando às últimas consequências a dissolução da fronteira entre Teatro de Ator X Teatro de Bonecos. Não quer dizer: ator-boneco, boneco-ator, mistura. As especificidades desses dois tipos de teatros se mantém. Não é algo que já sei definir a priori. Não sou kantiano. Não acredito em ideias a priori. É algo mais prático do que teórico. Aqui a teoria vem depois”, pontua o intérprete-encenador.

SERVIÇO
Mistério das Figuras de Barro
Onde: Espaço Cultural O Poste – Rua da Aurora, 555 – Recife
Quando: Sexta-feira (02/06) às 20h
Quanto: R$ 10 (meia) 20 (inteira)

Autor: Osman Lins
Criação/atuação:Sebastião Simão Filho
Produção: Cia Máscaras de Teatro

Postado com as tags: , , ,

A dança do Cão sem Pluma

O Cão sem Plumas. Foto: Cafi / Divulgação

Dança inspirada na obra de João Cabral de Melo Neto. Foto: Cafi / Divulgação

João Cabral de Melo Neto (1920–2000) admitiu que escreveu O Cão Sem Plumas sob o impacto de uma notícia que leu numa revista de que a expectativa de vida no Recife era de 28 anos, e, na Índia, de 29. Na obra composta entre 1949 e 1950, o escritor ergueu suas imagens poéticas à distância, da sua memória do rio, pois nessa época, como diplomata, morava em Barcelona.

O Recife que a lente do rio revela é uma cidade sem cuidado, sem enfeites. A lama, a água quase estagnada do Capibaribe transforma o homem também em paisagem. O movimento moroso, quase estancado contagia o ser.

O poema de João Cabral de Melo Neto é a inspiração do espetáculo Cão sem Plumas, da Cia. de Dança Deborah Colker, que estreia neste sábado e é reapresentado no domingo, no Teatro Guararapes. Para erguer a montagem, a coreógrafa veio a Pernambuco em 2015, quando percorreu o Capibaribe da nascente à foz. E no ano passado, quando acompanhada por seus bailarinos, realizou uma residência artística em várias cidades do estado – entre Sertão, Agreste e Recife. E exibiu trecho da encenação no Marco Zero.

Mas o processo criativo começou há quatro anos, quando Colker releu a obra de Cabral e se entusiasmou por levá-la ao palco.

Foto Cafi: Divulgação

Foto Cafi: Divulgação

O primeiro espetáculo assinado por Deborah com temática explicitamente brasileira traça o percurso do Rio Capibaribe, expõe a pobreza da população ribeirinha, a destruição da natureza, a ganância das elites, a vida no mangue.

O tom é de crítica, de coisas inconcebíveis que acontecem pelo descaso dos governos. A vida Severina desse bicho-homem que segue pulsante na paisagem caudalosa, ganha os passos de uma coreografia que evoca a movimentação dos caranguejos. O geógrafo Josué de Castro (1908-1973), autor de Geografia da fome e Homens e caranguejos, investigou essas mutações. E o cantor e compositor Chico Science (1966-1997), principal nome do manguebeat, levou para a música pop os conceitos de Castro, para miscigenar uma das criações musicais brasileiras mais potentes dos últimos tempos.

Foto: Cafi

Foto: Cafi

Dramaturgia e direção do filme são de Cláudio Assis. Foto: Cafi: Divulgação

Dramaturgia e direção do filme exibido ao fundo são de Cláudio Assis. Foto: Cafi: Divulgação

Cobertos e lama os bailarinos misturam na dança o maracatu e o coco, e também o samba, o jongo e kuduro. A trilha sonora original é assinada pelos pernambucanos Jorge Du Peixe, da banda Nação Zumbi e Lirinha (ex-cantor do Cordel do Fogo Encantado, poeta e ator), além do carioca Berna Ceppas, que integra a equipe de Deborah desde Vulcão (1994).

O cinema amplifica o poder da obra, com cenas de um filme feitas por Deborah e pelo cineasta pernambucano Cláudio Assis (diretor de Amarelo Manga, Febre do Rato e Big Jato). As imagens são projetadas no fundo do palco e produzem outras camadas nos corpos dos 13 bailarinos. Além do registro fotográfico feito por Cafi.

No repertório do grupo estão montagens mais pop como Velox (1995), Rota (1997) e Casa (1999). E os de apelo mais subjetivos, dos afetos como (2005), Cruel (2008), Tatyana (2011) e Belle (2014). Em 2009 Deborah elaborou Ovo, para o Cirque de Soleil. E no ano passado foi a diretora de movimento da cerimônia de abertura das Olimpíadas do Rio de Janeiro.

Ficha técnica
Criação, Coreografia e Direção: Deborah Colker
Direção Executiva: João Elias
Direção Cinematográfica e Dramaturgia: Claudio Assis
Direção De Arte e Cenografia: Gringo Cardia
Direção Musical: Jorge Du Peixe e Berna Ceppas Participação Especial Lirinha
Desenho De Luz: Jorginho De Carvalho
Figurinos: Cláudia Kopke
Patrocínio: Petrobras

SERVIÇO
Cão sem Plumas, da Cia. de Dança Deborah Colker
Quando: 3 de junho (sábado), às 21h e 4 de junho (domingo), às 20h
Onde: Teatro Guararapes – Centro de Convenções, s/n, Olinda
Ingresso: Plateia: R$ 120 e R$ 60 (meia) para o setor 1, R$ 100 e R$ 50 (meia) para o setor 2 e R$ 80 e R$ 40 (meia) para o setor 3; Balcão: R$ 50 e R$ 25 (meia), à venda na bilheteria, nas lojas Chili Beans e no site Bilheteria Digital
Duração: 1h10 minutos
Classificação: Livre
Informações: 3182-8020

Postado com as tags: , , ,

Marilyn Monroe, a mulher por trás do mito CANCELADO

depoisdoamor_credito_divulgacao

André Gonçalves e  Danielle Winits em Depois do amor. Foto: 

Marilyn Monroe e Margot Taylor são duas ex-amigas, separadas por uma paixão pelo mesmo homem. Dez anos depois do rompimento, essas mulheres se encontram num golpe do destino e travam um acerto de contas emocional no espetáculo Depois do amor. Com o casal Danielle Winits e André Gonçalves, a última direção de Marília Pêra ((1943-2015, que faleceu no mesmo dia em que a peça estreou no Teatro Amazonas, em Manaus), Depois do Amor, faz duas sessões no Recife, nos dias 3 e 4 de junho, no Teatro de Santa Isabel.

A peça recua ao ano de 1962 e o cenário são os bastidores de Something’s got to give, filme estrelada por Marilyn Monroe (1926-1962) e interrompido devido à morte da diva aos 36 anos, no mês de agosto do mesmo ano.

Marilyn é uma figura real, apontada como a mais absoluta encarnação do glamour, da feminilidade e da carência afetiva. Margot Taylor, a personagem fictícia, é uma assistente de figurino da obra cinematográfica que ficou incompleta.

Escrita por Fernando Duarte, a peça articula fatos reais e outros ficcionais ou conspiratórios. Something’s got to give era uma produção anunciada como a salvadora da pátria da empresa Fox, atolada em dívidas desde Cleópatra.

Mas a estrela do filme não apareceu no set de filmagem, nos primeiros 16 dias, alegando uma sucessão de enfermidades. Quando deu o ar de sua graça ela estava dez quilos mais magra, o que exigiu a remodelagem de todos os seus figurinos do famoso estilista Jean Louis. Margot Taylor, a assistente do estilista, foi designada para a tarefa. Ela era uma antiga conhecida da sexy symbol .

As duas se tornaram amigas em 1952, nos bastidores de outra filmagem. Na ocasião, Margot era namorada de Joe DiMaggio, que que se apaixonou perdidamente pela loura platinada, rompeu com noiva e manteve um casamento de nove meses com a atriz.

As fragilidades de Marilyn são exploradas na peça. Foto: Divulgação

As fragilidades de Marilyn são exploradas na peça. Foto: Divulgação

Na vida real, o jogador de baseball Joe DiMaggio (1914-1999) conheceu Marilyn em 1952. Mundialmente célebre por suas carreiras no esporte e no cinema, eles se casaram em janeiro de 1954 e se separaram em outubro. DiMaggio, que era um católico conservador, desejava que Marilyn largasse a profissão, como aconteceu com a primeira esposa, a atriz Dorothy Arnald (1917-1984). Marilyn não se submeteu a esse capricho.

Na ficção, Margot tem a chance de um acerto de contas por ter sido abandonada por DiMaggio. Entre trocas de roupas e ajustes de vestidos, as duas mulheres falam sobre o passado, mágoas antigas as dores e alegrias e sobre o futuro.

O título da peça Depois do amor remete à Depois da queda, peça escrita pelo dramaturgo Arthur Miller (1915-2015), terceiro marido de Marilyn Monroe, e lançada dois anos depois da morte da estrela. No texto de Miller, os personagens Quentin e Maggie são álter ego do casal. O protagonista Quentin faz um exame de seu passado, do seu comportamento púbico e na intimidade, dos seus dois casamentos fracassados e das responsabilidades de cada um com a sociedade e com as pessoas que ama.

depois do amor

Winits interpreta a atriz mais glamourosa do cinema norte-americano

No início dos anos 1960, Monroe estava apaixonada pelo então presidente John F. Kennedy (1917-1963). Em 5 de agosto de 1962 Marilyn foi encontrada morta em sua casa e a informação oficial é a de que a deusa do cinema cometera suicídio a partir da ingestão de barbitúricos.
A peça abraça a tese de que a estrela foi assassinada, uma hipótese defendida pelos dos jornalistas Jay Margolis e Richard Buskin no livro O assassinado de Marilyn Monroe: caso concluído.

Depois do amor mostra ficcionalmente um dos seus momentos mais complexos diva do cinema americano. 


Ficha Técnica

Autor – Fernando Duarte
Direção – Marília Pêra
Diretor Assistente – Fernando Philbert
Elenco – Danielle Winits e André Gonçalves
Figurinos – Sônia Soares
Cenário – Natalia Lana
Iluminação – Vilmar Olos
Trilha sonora – Paula Leal
Ass. de Direção – Mayara Travassos
Projeções – Anibal Diniz
Visagismo – Max Lira e Chico Toscano
Fotos material gráfico – Lucio Luna
Fotos de cena – Guga Melgar
Direção de produção – Cássia Vilasbôas e Fernando Duarte
Realização – NOVE PRODUÇÕES Culturais
Produção local – Art Rec Produções.

SERVIÇO
Depois do Amor, um encontro com Marilyn Monroe
Quando: Dia 3 de junho (sábado), às 21h e Dia 4 de junho (domingo), às 19h
Onde: Teatro de Santa Isabel – Praça da República, s/n, Santo Antônio
Informações: 3355.3323

Gênero: comédia biográfica
Classificação: 12 anos
Duração: 60 min

Ingressos:
Plateia R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia)
Frisas: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia)
Camarotes A e B: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia)
À venda na bilheteria do teatro e no site Compre Ingressos

Postado com as tags: , ,