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Agenda 3ª semana de DEZEMBRO

O ECO DO SILÊNCIO E CONVERSA COM EUGENIO BARBA

Eugenio Barba e Julia Foto:

Eugenio Barba e Julia Varley, do Odin Teatret. Foto: Marcelo Dischinger / Divulgação

Com Júlia Varley, do Odin Teatret, O eco do silêncio é uma demonstração de trabalho que descreve as vicissitudes da voz de uma atriz e os estratagemas que ela cria para ‘interpretar’ um texto.
A voz da atriz e o texto apresentado aos espectadores compõem a música de um espetáculo. No teatro, que aparentemente é livre dos códigos que conhecemos na música, a atriz precisa criar um labirinto de regras, referências e resistências para seguir ou não, de modo a atingir uma expressão pessoal e reconhecer sua própria voz.
O eco do silêncio toca em alguns momentos desse processo permitindo à percepção do espectador deslizar através da disciplina técnica revelando a pessoa por traz do ator e o silêncio por traz da voz. Trabalho integra programação do grupo pernambucano O Poste junto ao Odin Teatret  da Dinamarca. 
SERVIÇO
Quando: Dia 13 de dezembro de 2016 (terça-feira), às 16h
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho.
Quanto:R$ 30,00 (inteira) R$ 15,00 (meia)
Conversa com Eugenio Barba sobre o tema Antropologia Teatral, o que é?
Quando: Dia 13 de dezembro de 2016 (terça-feira), às 17h
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho.

 A RECEITA 

Naná Sodré em A Receita. Foto: Thais Lima /Divulgação

Naná Sodré em A Receita. Foto: Thais Lima /Divulgação

A receita foi gestada na VI Masters-in-Residence com Eugenio Barba e Julia Varley -Edição Comemorativa – O Diálogo das Técnicas 2013, em Brasília. A atriz pernambucana Naná Sodré exibiu o embrião do espetáculo numa cena de cinco minutos. Nessa apresentação a interprete terá na plateia os mentores do Teatro Antropológico – Barba e Julia.
Na peça, Naná compõe uma mulher comum transforma em alimentos suas ilusões. Entre rezas, e cânticos tempera os alimentos com sal, alho, coentro e cebolinha enquanto prepara sua libertação. A dramaturgia e direção são de Samuel Santos. Espetáculo integra programação do grupo pernambucano O Poste junto ao Odin Teatret  da Dinamarca. 
SERVIÇO
Quando: Dia 12 de dezembro de 2016 (segunda-feira), às 20h
Onde: Espaço O Poste Soluções Luminosas
Quanto: R$ 30,00 (inteira) R$ 15,00 (meia);
Ficha técnica
Direção, autoria, adereços, sonoplastia e iluminação: Samuel Santos
Atuação, figurino e maquiagem:
Naná Sodré
Técnica em rolamento:
Mestre Sifu Manoel

OMBELA

Naná Sodré e Agrinês Melo. Foto: Lucas Emanuel/Divulgação

Naná Sodré e Agrinês Melo. Foto: Lucas Emanuel/Divulgação

Inspirada no poema épico Ombela (chuva em português), do escritor africano Manuel Rui, a peça transforma as atrizes Agrinez Melo e Naná Sodré em duas gotas de chuva que se transformam em entidades. A direção é de Samuel Santos e realização do grupo O Poste Soluções Luminosas. Espetáculo integra programação do grupo pernambucano O Poste junto ao Odin Teatret  da Dinamarca. 
Quando: Dia 13 e dezembro, terça-feira, às 20h.
Onde: Espaço O Poste (Rua da Aurora, 529, Boa Vista).
Quanto: R$ 30 e R$ 15 (meia).
Informações: 99594-0626.

AVE MARIA

avemaria

A atriz Julia Varley. Foto: /Rina Skeel / Divulgação

A atriz inglesa Julia Varley, mulher do diretor teatral Eugenio Barba, do grupo de teatro Odin Teatret da Dinamarca, evoca o encontro e a amizade com a atriz chilena María Cánepa no espetáculo Ave Maria. Na peça é a Morte que celebra a fantasia criativa e a devoção de María, que soube deixar um rastro após sua partida. A morte aparece como um personagem que narra a vida e suas transformações. Espetáculo integra programação do grupo pernambucano O Poste junto ao Odin Teatret  da Dinamarca. 
SERVIÇO 
Quando: Dia 14 de dezembro de 2016 (quarta-feira), às 20h
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho.
Ficha técnica
Atriz: Julia Varley
Direção: Eugenio Barba
Assistente de Direção: Pierangelo Pompa
Texto: Improvisações e citações de Gonzalo Rojas e Pablo Neruda

RETOMADA

Grupo Totem em Retomada. Foto Fernando Figueredo

Grupo Totem em Retomada. Foto Fernando Figuerôa

A performance Retomada leva para a cena as vozes que ecoam sobre a terra arrasada. Da persistência dessas vozes, o Grupo Totem corporifica a sacralidade das terras indígenas. O espaço sagrado pelo qual esses povos lutam é a inspiração desse trabalho, uma ode à mãe geradora e mantenedora de tudo. O Totem manifesta sua identificação com o sentimento de resistência dos povos primordiais. Para erguer o espetáculo, a trupe realizou pesquisa em aldeias localizadas em Pernambuco entre as etnias Xucuru, Pankararu e Kapinawá, dentro do projeto Rito Ancestral, Corpo Contemporâneo.
SERVIÇO
Retomada, com o Grupo Totem
Quando: 12 de dezembro de 2016, segunda-feira, 20h
Onde: Escola Municipal de Arte João Pernambuco/PCR (Av. Barão de Muribeca, 216 – Várzea – Recife – fone: 3355-4092 / 93 / 94)
Quanto: Grátis.
FICHA TÉCNICA
Encenação: Fred Nascimento
Atrizes-performers: Gabi Cabral, Gabriela Holanda, Inaê Veríssimo, Juliana Nardin, Lau Veríssimo e Taína Veríssimo
Música original: Cauê Nascimento, Fred Nascimento e Gustavo Vilar
Direção de palco: Tatiana Pedrosa
Cenografia: grupo Totem
Figurino: grupo Totem
Maquiagem: grupo Totem
Designer de luz:Natalie Revorêdo
Vj: bio Quirino
Pintura corporal: Airton Cardin
Assistente técnico: Ronaldo Pereira
Fotografia: Fernando Figueirôa
Designer gráfico: Iara Sales
Preparador vocal: Conrado Falbo

KATASTROPHÈ

DIG se apresenta no projeto Dança de Algibeira. Foto: Aline Rodrigues / Divulgação

DIG se apresenta no projeto Dança de Algibeira. Foto: Aline Rodrigues / Divulgação

Katastrophè, com a Companhia de Teatro e Dança Pós-Contemporânea d’Improvizzo Gang, conhecida por DIG, dentro do projeto Dança de Algibeira da Compassos Cia de Dança. Baseado livremente no texto de Samuel Beckett, o espetáculo fala sobre a relação de poder, preconceito e intolerância, e aproveita na dramaturgia das experiências dos integrantes do grupo em situações de opressões – como oprimidos ou opressores. Pollyana Monteiro assina a coreografia e direção geral. Nos dias 12 e 13 de dezembro, às 19h. No 13 de dezembro é oferecido Chá com arte e conversa, com o grupo DIG, às 20h
A entrada é gratuita.
Serviço
Katastrophè, com a Companhia de Teatro e Dança Pós-Contemporânea d’Improvizzo Gang, dentro do projeto Dança de Algibeira
Onde: Espaço Compassos (Rua da Moeda, 93, Bairro do Recife)
Quando: Segunda (12/12) e terça (13/12) às 19h
Gratuito
Ficha técnica
Espetáculo Katastrophè
Texto: Samuel Beckett
Tradução: Paulo Michelotto
Dançarinos- intérpretes- criadores: Bob Silveira, Edcarlos Rodrigues, Gardênia Coleto, Higor Tenório, Lili Guedes, Paulo Michelotto, Pollyanna Monteiro e Will Siquenas.
Iluminação: Cleison Ramos
Figurino e trilha musical: Pollyanna Monteiro
Sonoplastia: Cynthya Dias
Cenário, pesquisa e direção: Paulo Michelotto
Adaptação, coreografia e direção geral: Pollyanna Monteiro
Créditos de fotografias: Toni Rodrigues
Classificação: 16 anos
Duração: 40′
Realização: Cia. De Teatro e Dança Pós- Contemporânea d’Improvizzo Gang

TIJOLOS DE ESQUECIMENTO

Acupe Grupo de Dança. Foto: Rogerio Alves / Sobrado 423

Acupe Grupo de Dança. Foto: Rogerio Alves / Sobrado 423

Espetáculo faz uma imersão no imaginário urbano, a partir da obra do escritor italiano Ítalo Calvino, onde a cidade deixa de ser um conceito geográfico para se tornar o símbolo complexo e inesgotável da existência humana. Tijolos de Esquecimento busca mostrar os diversos focos da cidade: da que sufoca, a que dá liberdade, a da memória, a do afeto e do abandono, da transgressão e das contradições, das disputas. Reinventada pelo olhar do humor e do amor de quem lhe dá forma.
Quando: 2 a 17 de dezembro. Sextas e sábados, às 20h.
Onde: Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457, Boa Vista).
Quanto: R$ 20 e R$ 10 (meia).
Informações: 3184-3057.
Classificação: 16 anos.
FICHA TÉCNICA
Direção: Paulo Henrique Ferreira
Coreografias: O grupo em processo colaborativo
Direção de Arte: Marcondes Lima
Dramaturgia e texto: Flávia Gomes
Intérpretes criadores: Anne Costa, Henrique Braz, Jadson Mendes, Silas Samarky e Valeria Barros.
VJ e criação de vídeos: Alberto Saulo
Sonoplastia: Rodrigo Porto Cavalcanti
Iluminação: Luciana Raposo

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Agenda de Dezembro no Recife

ESPECIAL

AVE MARIA

avemaria

A atriz Julia Varley. Foto: /Rina Skeel / Divulgação

A atriz inglesa Julia Varley, que se juntou ao grupo de teatro Odin Teatret em 1976, na Dinamarca, evoca o encontro e a amizade com a atriz chilena María Cánepa no espetáculo Ave Maria. Na peça é a Morte que celebra a fantasia criativa e a devoção de María, que soube deixar um rastro após sua partida. A morte aparece como um personagem que narra a vida e suas transformações.
SERVIÇO
Quando: Dia 14 de dezembro de 2016 (quarta-feira), às 20h
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho.
Ficha técnica
Atriz: Julia Varley
Direção: Eugenio Barba
Assistente de Direção: Pierangelo Pompa
Texto: Improvisações e citações de Gonzalo Rojas e Pablo Neruda

Eugenio Barba e Julia Varley. Foto: Marcelo Dischinger.

Eugenio Barba e Julia Varley. Foto: Marcelo Dischinger.

O diretor teatral Eugenio Barba e a atriz Julia Varley, do grupo dinamarquês ODIN TEATRET RECIFE realizam no Recife um workshop de voz inédito intitulado O Eco do Silêncio, uma demonstração de trabalho da atriz Julia Varley, uma conversa com o diretor Eugenio Barba sobre o tema Antropologia Teatral e a apresentação do espetáculo Ave Maria, dirigido por Eugenio e interpretado por Julia. A vinda do Odin está diretamente ligada ao trabalho continuado do grupo pernambucano “O Poste Soluções Luminosas. Mais informações: oposte.oposte@gmail.com
PROGRAMAÇÃO
Dia 12 de dezembro de 2016 (segunda) – credenciamento de participantes e abertura do ODIN TEATRET RECIFE. Apresentação do espetáculo “A RECEITA” do grupo O Poste Soluções Luminosas, 20h. Local: Espaço O Poste Soluções Luminosas.
Dia 13 de dezembro de 2016 (terça) – Primeiro dia da oficina “O Eco do Silêncio” ministrada por Julia Varley (9h as 12h). Local: Teatro Hermilo Borba Filho;
– Demonstração de trabalho “O Eco do Silêncio” de Julia Varley (16h). Local: Teatro Hermilo Borba Filho.
– Conversa com Eugenio Barba sobre o tema “Antropologia Teatral, o que é?” (17). Local Teatro Hermilo Borba Filho;
– Apresentação do espetáculo Ombela do grupo O Poste Soluções Luminosas (20h). Local Espaço O Poste Soluções Luminosas;
Dia 14 de dezembro de 2016 (quarta) – Segundo e último dia da oficina “ O Eco do Silêncio” ministrada por Julia Varley (9h as 12h). Local: Teatro Hermilo Borba Filho;
– Apresentação do espetáculo Ave Maria do grupo Odin Teatret (Monólogo de Julia Varley com direção de Eugenio Barba (20h). Local: Teatro Hermilo Borba Filho.
Quando:
* Espetáculo A Receita R$ 30,00 (inteira) R$ 15,00 (meia);
* Demonstração de trabalho O Eco do Silêncio R$30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia);
* Espetáculo  Ave Maria R$ 30,00(inteira) e R$ 15,00 (meia);
* Espetáculo Ombela R$30,00 (inteira) e R$15,00(meia).

EM CARTAZ

COMO MANTER-SE VIVO?

Flávia Pinheiro. foto: Danilo Galvao

Flávia Pinheiro. Foto: Danilo Galvao

Como manter-se vivo? É a terceira parte da pesquisa Diafragma, desenvolvida por Flávia Pinheiro. O primeiro, Diafragma: versão beta, centrou-se nos dispositivos analógicos. No segundo, Ensaio sobre a impermanência, a artista usava um sensor para captar o movimento em tempo real e que produzia uma série de visualizações gráficas. Como manter-se vivo? trata da existência em tempos de crise em todos os campos. Seja macro, da política global e conflitos brasileiros. Ou das micro estratégias de poder nos relacionamentos humanos. Como resistir ao desequilíbrio e a instabilidade da existência? Como persistir no tempo? O trabalho investiga a relação do corpo com a tecnologia e a urgência de permanecer em movimento como um procedimento de sobrevivência.
SERVIÇO
Quando: 9, 10 e 11 de dezembro; sextas, sábados e domingos, às 19h.
Onde: Tulasi Mercado Orgânico (Rua das Graças, 178, Graças).
Quanto: R$ 10 e R$ 5 (meia).
Mais informações: fpinheiro86@gmail.com.
FICHA TÉCNICA
Criação e Performance: Flavia Pinheiro
Direção de Arte: Flavia Pinheiro
Coaching: Peter Michael Dietz
Desenho sonoro: Leandro Oliván
Desenho de luz: Pedro Vilela
Designer gráfico: Guilherme Luigi
Produção: Flavia Pinheiro, Pedro Vilela e Mariana Holanda

DOMITILA

soprano-carioca-neti-szpilmann

Soprano carioca Neti Szpilmann se reveza com a pernambucana Tarcyla Perboire no pepel da Marquesa de Santos

Personagem fascinante que desperta desde o Império comentários críticas e admiração. Domitila de Castro Canto e Melo, conhecida como a Marquesa de Santos canta suas próprias memórias. Composta pelo músico carioca João Guilherme Ripper, a peça mostra os momentos em que a marquesa passou ao lado do primeiro imperador do Brasil, Dom Pedro I, de quem foi amante durante sete anos. A ópera de câmara para soprano, piano, violoncelo e clarinete conta o último dia da Marquesa de Santos na corte – o dia em que ela escreve sua última carta a Pedro I, pois as regras da Casa dos Bragança impuseram ao jovem imperador e viúvo uma nova esposa, não a que ele desejava e sim outra escolhida, D. Amélia, de estirpe real. A direção cênica e idealização são de Luiz Kleber Queiroz e a direção musical de Antônio Nigro. A soprano carioca Neti Szpilmann se reveza com a pernambucana Tarcyla Perboire nas récitas. O escritor Paulo Rezzutti, autor de “Domitila: a verdadeira história da Marquesa de Santos”, percebe a marquesa foi um exemplo de mulher emancipada, que rompeu com a moralidade corrupta de uma época de falsos pudores para viver a vida conforme ditava sua consciência.
Elenco / músicos
Neti Szpilmann – Domitila, a marquesa de Santos (dias 09 / 11)
Tarcyla Perboire – Domitila, a marquesa de Santos (dias 08 / 10)
Antônio Nigro – piano
Gueber Santos – Clarinete
PedroHuff – Violoncelo
*A cantora Neti Szpilmann foi gentilmente cedida pela Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
Ficha Técnica
Idealização: Luiz Kleber Queiroz
Elaboração do Projeto e Coordenação Geral: Maria Aída Barroso
Direção Musical: Antonio Nigro
Direção Cênica: Luiz Kleber Queiroz
Direção de Movimento: Marisa Avellar
Cenário: Thiago Luna
Figurino: Marcondes Lima
Direção de Arte: Marcondes Lima
Iluminação: João Guilherme de Paula
Maquiagem: Geraílton Sales
Audiodescrição: Acessibilidade Comunicacional – Liliana Tavares
Assessoria de Imprensa: Mila Portela/VERBO Assessoria
Designer Gráfico: Letícia Matos / Azul Pavão
Produção: Aymara Almeida e Alice Alves
SERVIÇO
Ópera Domitila, de Guilherme Ripper
Quando: Dias 8, 9, 10 e 11 de dezembro
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho (R. do Apolo, 121 – Recife)
Informações: 3355-3220.
Quanto: Entrada franca

ANDARTE ANDARILHO

Márcio Fecher. foto-caio-tiburtino

Márcio Fecher. Foto-Caio Tiburtino

O autor abandona a personagem no início de sua criação. Surpreendido com a atitude do criador e sem saber o que fazer, o personagem resolver tomar as rédeas de sua própria história, ser senhor do seu destino e decidir os caminhos a tomar. Com isso, o personagem atravessa várias situações, inventa um passado para si mesmo, cria um futuro, e através da imaginação e da criatividade edifica sua personalidade. Há anos o ator Márcio Fecher articula esse espetáculo, que traduz um pouco de sua labuta cênica.
Ficha técnica
Criação Cênica, Atuação – Márcio Fecher
Cenários, Figurino e Adereços – Rebeka Barros e Danilo Mota
Plano De Luz, Operador De Luz E Sonoplastia – Felipe Silva
Preparação Corporal – Alan Jones – Professor Pezão e Dalvan Ferreira
Pesquisa Sonora – Felipe Silva e Márcio Fecher
Identidade Visual – Danilo Mota e Márcio Fecher
Assesoria De Comunicação – ABBC por Fernando Fagundes
Apoios/Parcerias – ABBC COmunicação, FUAH ATELIÊ, ART HUNTER, GRUPO CAPOEIRA POSITIVA
Colaboradores – Junior Sampaio, Otiba e Júnior Aguiar
Realização – GOTA SERENA PRODUÇÕES

SERVIÇO
Quando: 10 e 11 de dezembro; sábados, às 20h e domingos, às 19h.
Onde: Teatro Apolo (Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife).
Quanto: R$ 20 e R$ 10 (meia).
Informações: 3355-3320.

KATASTROPHÈ

DIG se apresenta no projeto Dança de Algibeira. Foto: Aline Rodrigues / Divulgação

DIG se apresenta no projeto Dança de Algibeira. Foto: Aline Rodrigues / Divulgação

Katastrophè, com a Companhia de Teatro e Dança Pós-Contemporânea d’Improvizzo Gang, conhecida por DIG, dentro do projeto Dança de Algibeira da Compassos Cia de Dança. Baseado livremente no texto de Samuel Beckett, o espetáculo fala sobre a relação de poder, preconceito e intolerância, e aproveita na dramaturgia das experiências dos integrantes do grupo em situações de opressões – como oprimidos ou opressores. Pollyana Monteiro assina a coreografia e direção geral. Nos dias 12 e 13 de dezembro, às 19h. No 13 de dezembro é oferecido Chá com arte e conversa, com o grupo DIG, às 20h
A entrada é gratuita.
Serviço
Katastrophè, com a Companhia de Teatro e Dança Pós-Contemporânea d’Improvizzo Gang, dentro do projeto Dança de Algibeira
Onde: Espaço Compassos (Rua da Moeda, 93, Bairro do Recife)
Quando: Segunda (05/12) e terça (06/12) às 19h
Gratuito
Ficha técnica
Espetáculo Katastrophè
Texto: Samuel Beckett
Tradução: Paulo Michelotto
Dançarinos- intérpretes- criadores: Bob Silveira, Edcarlos Rodrigues, Gardênia Coleto, Higor Tenório, Lili Guedes, Paulo Michelotto, Pollyanna Monteiro e Will Siquenas.
Iluminação: Cleison Ramos
Figurino e trilha musical: Pollyanna Monteiro
Sonoplastia: Cynthya Dias
Cenário, pesquisa e direção: Paulo Michelotto
Adaptação, coreografia e direção geral: Pollyanna Monteiro
Créditos de fotografias: Toni Rodrigues
Classificação: 16 anos
Duração: 40′
Realização: Cia. De Teatro e Dança Pós- Contemporânea d’Improvizzo Gang

TIJOLOS DE ESQUECIMENTO

Acupe Grupo de Dança. Foto: Rogerio Alves / Sobrado 423

Acupe Grupo de Dança. Foto: Rogerio Alves / Sobrado 423

Espetáculo faz uma imersão no imaginário urbano, a partir da obra do escritor italiano Ítalo Calvino, onde a cidade deixa de ser um conceito geográfico para se tornar o símbolo complexo e inesgotável da existência humana. Tijolos de Esquecimento busca mostrar os diversos focos da cidade: da que sufoca, a que dá liberdade, a da memória, a do afeto e do abandono, da transgressão e das contradições, das disputas. Reinventada pelo olhar do humor e do amor de quem lhe dá forma.
Quando: 2 a 17 de dezembro. Sextas e sábados, às 20h.
Onde: Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457, Boa Vista).
Quanto: R$ 20 e R$ 10 (meia).
Informações: 3184-3057.
Classificação: 16 anos.
FICHA TÉCNICA
Direção: Paulo Henrique Ferreira
Coreografias: O grupo em processo colaborativo
Direção de Arte: Marcondes Lima
Dramaturgia e texto: Flávia Gomes
Intérpretes criadores: Anne Costa, Henrique Braz, Jadson Mendes, Silas Samarky e Valeria Barros.
VJ e criação de vídeos: Alberto Saulo
Sonoplastia: Rodrigo Porto Cavalcanti
Iluminação: Luciana Raposo

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Agenda: Fim de Novembro, início de Dezembro

EM CARTAZ

LUZIR É NEGRO

Marconi Bispo. Foto: Divulgação

Marconi Bispo. Foto: Ricardo Maciel / Divulgação

Luzir é negro é solo autobiográfico do performer Marconi Bispo, que, a partir de memórias pessoais e familiares, investiga o racismo e suas manifestações na vida de um homem negro, gay, candomblecista e periférico. “Entendi que eu era negro quando uma chefe minha me chamou à sala dela e disse que eu não podia mais usar camisas que deixassem as minhas guias de orixás aparentes. Eu lembro que, do lado de cá da mesa dela, entendi que eu era negro”, reflete o ator. A dramaturgia também faz referência aos textos Os negros, de Jean Genet; Arena conta Zumbi, de Guarnieri e Boal; e Gota d’água, de Chico Buarque e Paulo Pontes – e em outras matrizes documentais, como as redes sociais, matérias e artigos de jornal e documentos históricos. A direção é de Rodrigo Dourado e a montagem do Teatro de Fronteira.

FICHA TÉCNICA
Atuação: Marconi Bispo.
Direção: Rodrigo Dourado.
Dramaturgia: Marconi Bispo e Rodrigo Dourado.
Preparação Corporal: Pollyanna Monteiro.
Direção de Arte: Marcondes Lima (figurinos) e Plínio Maciel (elementos cenográficos e adereços).
Coreografias: Edson Vogue.
Iluminação: João Guilherme de Paula.
Edição de trilha: Rodrigo Porto.
Assessoria de Imprensa: Cleyton Cabral.
Músicos: Kiko Santana (guitarra e direção musical) e Basílio Queiroz (contrabaixo).
Fotos e vídeos: Ricardo Maciel.
Identidade Visual: Arthur Canavarro.
Assistência de Produção: Rodrigo Cavalcanti.
Realização: Teatro de Fronteira.

SERVIÇO
Luzir é Negro, do Teatro de Fronteira
Quando: Sessão especial neste domingo (04/12), às 17h.
Onde: Espaço O Poste (rua da Aurora, 529, Boa Vista)
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia)

ILHADA EM MIM

Atriz Djin Sganzerla. Foto: Kleyton Guilherme

Atriz Djin Sganzerla. Foto: Kleyton Guilherme

Ilhada em Mim, Sylvia Plath materializa experiências reais e imaginárias da poetisa norte-americana, regida pela força destrutiva e lírica que orientou sua vida. Vagando entre um tipo de loucura que se acerca da sabedoria e uma lucidez só possível em mentes geniais, o espetáculo revela a complexidade do universo interior dessa artista. Com dramaturgia de Gabriela Mellão, a peça explora as depressões da escritora Sylvia Plath (1932-1963) e sua relação tumultuada com o poeta inglês Ted Hughes (1930-1998). A atriz Djin Sganzerla protagoniza o drama e divide o palco com seu marido na vida real, André Guerreiro Lopes, também diretor da montagem. Plath fez de suas vivências material literário, tendo as principais obras somente aparecido para o mundo após sua trágica morte por suicídio. 
SERVIÇO
Onde: CAIXA Cultural Recife 
Quando: De 1º a 3 de dezembro de 2016, às 20h
Quanto: R$ 20 e R$ 10. Os ingressos serão vendidos a partir do dia 1º de dezembro (para as apresentações de 1º a 3/12), a partir das 10h, exclusivamente na bilheteria do espaço.
Classificação indicativa: 12 anos.
Duração: 60 minutos

FICHA TÉCNICA
Dramaturgia: Gabriela Mellão.
Direção: André Guerreiro Lopes.
Elenco: Djin Sganzerla e André Guerreiro Lopes.
Figurinos: Fause Haten.
Iluminação: Marcelo Lazzaratto.
Concepção Sonora: Gregory Slivar.
Assistente de Direção e Direção de Palco: Rafael Bicudo.
Vozes em off: Sylvia Plath e Ted Hughes.
Produção Executiva: Joyce Nogueira.
Direção de Produção: Djin Sganzerla/Estúdio Lusco-fusco.

MEMÓRIAS DE QUINTAL

Foto: cia bololo

Montagem da Bololô Cia Cênica, do Rio Grande do Norte. Foto: Paulo Fuga

Nos dias 2 e 3 de dezembro, a Bololô Cia. Cênica (RN) apresenta pela primeira vez no Recife o espetáculo Memórias de Quintal. A montagem é inspirada nas lembranças de infância dos atores. A peça provoca o público a co-memorar e refletir acerca de suas próprias experiências de vida, colocando o tempo em jogo no espetáculo. A encenação tem sabor de saudade e é enviesada por cenas que revelam dores e delícias do crescimento. O elenco vai em busca das crianças que foram e se confrontam como adultos no espaço sagrado do teatro.
SERVIÇO
Quando: 2 e 3 Dezembro, 20h,
Onde: Edf. Texas. (Rua Rosário da Boa Vista, 163. 3º andar
Ingressos: R$20 (inteira) e R$10 (meia)
Produção: Bobox Produções
Apoio: Grupo Magiluth e Edf. Texas

Ficha Técnica
Direção: Alex Cordeiro e Silbat Rodrigo
Dramaturgia: Paulinha Medeiros
Elenco: Arlindo Bezerra, Paulinha Medeiros e Lulu Albuquerque
Preparação corporal e direção de movimento: Rodrigo Silbat
Direção de arte: Paula Vanina e Bololô Cia.
Cênica Consultoria de direção e desenho de luz: Pedro Vilela (PE)
Consultoria de dramaturgia: Giordano Castro (Grupo Magiluth/PE)
Operação de luz: Marcos da Câmara
Comunicação e operação de áudio: Joanisa Prates
Registro Fotográfico: Paulo Fuga
Registro de vídeo: Johann Jean
Designer gráfico: Daniel Torres
Realização: Bololô Cia Cênica
Produção: Bobox Produções

NA MANCHA NINGUÉM ME PEGA

Cidadania. Foto: Gustavo Bettini/Divulgação

Montagem da Em Cena Arte e Cidadania. Foto: Gustavo Bettini/Divulgação

As brincadeiras infantis divertidas e inclusivas estão no centro da montagem Na Mancha Ninguém Me Pega, da Em Cena Arte e Cidadania. A alegria desse encontro lúdico é explorada pela diretora Maria Paula Costa Rêgo, do Grupo Grial de Dança, que comanda as coreografias das 19 bailarinas crianças e adolescentes que fazem parte da Associação sediada no bairro dos Coelhos. Na montagem, parlendas, charadas e brincadeiras de rua se entrelaçam aos movimentos da dança.

Serviço
Espetáculo infantil Na Mancha Ninguém Me Pega
Onde: Teatro Marco Camarotti, no Sesc Santo Amaro (r. Treze de Maio, 455, Santo Amaro – Recife)
Quando: Sábado, Dia 4 de dezembro, Domingo, às 10h e 16h
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)
Informações: (81) 3216-1728

OBSESSÃO

Nilza Lisboa e Simone Figueiredo em primeiro plano. Foto: João Rogério Filho/ Divulgação

Nilza Lisboa e Simone Figueiredo em primeiro plano. Foto: João Rogério Filho/ Divulgação

Comédia pernambucana expõe as fragilidades na relação de duas amigas que se tornam rivais no amor. Com dramaturgia de Carla Faour e direção de Henrique Tavares, a montagem trilha o universo feminino e amoroso de uma obsessiva relação de contenda entre duas ex-confidentes. O público pode acompanhar do que uma ex-amiga é capaz para se vingar de uma traição. Livia e Marina são amigas inseparáveis, até que Livia se apaixona por Marcelo e passam a viver felizes por um tempo. Mas Lívia conta tantas maravilhas do rapaz que que Marina se apaixona pelo ouvido e vai à luta. A montagem recifense de Obsessão foi o maior público de teatro do último festival Janeiro de Grandes Espetáculo. Com Nilza Lisboa e Simone Figueiredo, Silvio Pinto, Diógenes Lima e Tarcísio Vieira.
Serviço
Quando: 2 de dezembro, às 20h
Onde: Teatro de Santa Isabel (Praça da República, s/n – Santo Antônio)
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada).
Informações: 81 3355.3323 / 81 3355.3324

RETRATOS DE UMA LEMBRANÇA INTERROMPIDA

Foto: Jonas Araújo

Atores do Grupo Bela Idade, do Sesc de Santa Rita. Foto: Jonas Araújo

Com elenco formado por alunos-atores de 58 a 91 anos do Grupo Bela Idade, do Sesc Santa Rita, o espetáculo Retratos de uma lembrança interrompida resgata a memória da ditadura civil-militar no Brasil pela ótica do grupo, suas emoções e vivências.  Período de opressão, perda de direitos, ausência de liberdade são algumas das experiências levadas à cena por oito intérpretes, que se revezam no palco durante 50 minutos. Na peça, quatro personagens que se revoltam com a imposição do regime implantado no Brasil na década de 1960. O espetáculo explora o confronto deles com família, amigos, sociedade e até conflitos pessoais. A entrada é gratuita.

Serviço:
Retratos de uma Lembrança Interrompida
Onde: Teatro Marco Camarotti (Sesc Santo Amaro)
Quando: 29/11 e 1º12, às 16h
Informações: 3216.1616

Ficha técnica
Texto: Marcos Medeiros/Anderson Damião/ Luís Magalhães
Direção: Anderson Damião e Marcos Medeiros
Orientação Pedagógica: Emanuella de Jesus
Elenco: Cici Clessan, Elpídia Fernandes, Francisca Eurídes, Helena Santana, Lucimar Muhlert, Luís Magalhães, Maria de Socorro, Verônica Amorim. 
Confecçãodefigurino: Ciçone Maria e Maria Madalena (Dalena)
Concepção de Luz: Anderson Damião
Operação de luz: Emanuella de Jesus
Sonoplastia: Marcos Medeiros
Operação de Som: Marcos Medeiros
Fotografia: Jonas Araújo
Produção Executiva: Núcleo de Cultura – Sesc Santa Rita

DANÇA

COMO MANTER-SE VIVO?

Flávia Pinheiro. Foto: Peter Michael Dietz

Flávia Pinheiro. Foto: Peter Michael Dietz

A performer Flávia Pinheiro explora os limites da dança como conceito de arte e a sobrevivência do artista no atual estágio do capitalismo e mais especificamente no momento que o Brasil atravessa. Ela transita no espaço com seu corpo pensante e convoca a tecnologia como um procedimento para repensar os próprios códigos de programação.
Quando: 2, 3, 4, 9, 10 e 11 de dezembro; sextas, sábados e domingos, às 19h.
Onde: Tulasi Mercado Orgânico (Rua das Graças, 178, Graças).
Quanto: R$ 10 e R$ 5 (meia).

TIJOLOS DE ESQUECIMENTO

Acupe Grupo de Dança. Foto: Rogerio Alves / Sobrado 423

Acupe Grupo de Dança. Foto: Rogerio Alves / Sobrado 423

Espetáculo faz uma imersão no imaginário urbano, a partir da obra do escritor italiano Ítalo Calvino, onde a cidade deixa de ser um conceito geográfico para se tornar o símbolo complexo e inesgotável da existência humana. Tijolos de Esquecimento busca mostrar os diversos focos da cidade: da que sufoca, a que dá liberdade, a da memória, a do afeto e do abandono, da transgressão e das contradições, das disputas. Reinventada pelo olhar do humor e do amor de quem lhe dá forma.
Quando: 2 a 17 de dezembro. Sextas e sábados, às 20h.
Onde: Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457, Boa Vista).
Quanto: R$ 20 e R$ 10 (meia).
Informações: 3184-3057.
Classificação: 16 anos.

Ficha Técnica
Direção: Paulo Henrique Ferreira
Coreografias: O grupo em processo colaborativo
Direção de Arte: Marcondes Lima
Dramaturgia e texto: Flávia Gomes
Intérpretes criadores: Anne Costa, Henrique Braz, Jadson Mendes, Silas Samarky e Valeria Barros.
VJ e criação de vídeos: Alberto Saulo
Sonoplastia: Rodrigo Porto Cavalcanti
Iluminação: Luciana Raposo

PEBA

Iara Sales em PEBA. Foto: Lara Perl / Labfoto

Iara Sales em PEBA. Foto: Lara Perl / Labfoto

Com dramaturgia assinada por Iara Sales e Sérgio Andrade, o espetáculo PEBA brinca com o encontro das siglas de Pernambuco e Bahia, com seus folguedos, suas ruas e festas. Em tupi, “peba” (péua, nhapeua) também remete a chato, baixo, nanico, anão, curto das pernas; e ainda, na gíria popular, exerce uma função adjetiva chula para aquilo que é precário e de baixa qualidade. Misturando essas referências, PEBA propõe um diálogo entre dança e elementos da montagem como gambiarras e outros objetos rearranjáveis em cena. As músicas executada ao vivo por … são compostas por experimentações eletroacústicas, batidas, samplers e citações incidentais de charangas, tecnobregas, sambas, axé, MPB, dentre outras.

SERVIÇO:
Espetáculo PEBA
Quando: 29 de novembro, 19h.
Onde: Espaço Compassos (Rua da Moeda, 93 – Recife Antigo).
Programação livre e gratuita.
Duração: 40 min aprox.

FICHA TÉCNICA
Concepção e performance: Iara Sales.
Trilha sonora original, arquitetura e performance: Tonlin Cheng.
Direção Artística: Sérgio Andrade.
Dramaturgia: Iara Sales e Sérgio Andrade.
Gambiarras, instalações e objetos cênicos: Tonlin Cheng.
Figurino: Iara Sales e Maria Agrelli.

CIRCO

CÍRCULOS QUE NÃO SE FECHAM

circulos-que-nao-se-fecham
A juventude com seus sonhos, rotinas, dramas e conflitos. Este é leque do espetáculo Círculos que não se Fecham…Fragmentos, que a Trupe Circus, da Escola Pernambucana de Circo, apresenta em sua sede, no bairro da Macaxeira, no dia 2 de dezembro, às 19h30, com entrada gratuita. A encenação toca em questões delicadas como a agressão juvenil, assassinatos e autodestruição e as emoções fortes que atingem os adolescentes. A coordenadora da Escola Pernambucana de Circo, Fátima Pontes, aposta nesses jovens como agentes transformadores na sua comunidade, cidade, mundo.
SERVIÇO
Quando: 2 de dezembro. Sexta, às 19h30. 
Onde: Rua José Américo de Almeida, 5, Macaxeira. 
Quanto: Entrada gratuita. 
Informações: 3266-0050.

Ficha Técnica
Produção – Escola Pernambucana de Circo
Encenação e direção: Fátima Pontes
Assistência de direção: Alexsandro Silva
Sonoplastia (arranjos das músicas): Agnaldo Menezes
Execução de sonoplastia: Blau Lima
Iluminação – Designer de luz e execução: Sávio Uchôa
Produção executiva: Alexandre Menezes
Assessoria de comunicação e Fotografias :Patrícia Monteiro
Elenco – Trupe Circus – Anne Gomes, Pablo Carlos, Thiago Oliveira, Ítalo Feitosa, Hosani Gomes, Ariel de Assis Lima, Mateus Silva, Maria Karolaine, Vanessa Cassiane, Maicon Francisco Torres, Michele Melo, Juan Paulino, Barbara Carréra

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Agenda 4ª semana de Novembro

FESTIVAL RECIFE DO TEATRO NACIONAL

O PÃO E A PEDRA – Cia. do Latão – SP

Foto: Sérgio de Carvalho

Foto: Sérgio de Carvalho

Pulsa em O pão e a pedra a crise política brasileira, mas sem paralelos explícitos com a atualidade. O novo espetáculo da Companhia do Latão trata dos impasses e esperanças de um grupo de trabalhadores durante a greve do ABC paulista, em 1979. O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, na época metalúrgico ganhava protagonista naquele momento da pré-fundação do Partido dos Trabalhadores. A encenação acompanha várias personagens do mundo trabalho – esquerdista intelectual, o padre comunista, o jovem militante e o fura-greve, com destaque para uma mulher operária que se disfarça de homem para melhorar de vida. O pão e a pedra leva para o palco discussões sobre religião, poder, sindicalismo e direitos trabalhistas. A direção é de Sérgio de Carvalho.
FICHA TÉCNICA:
DIREÇÃO E DRAMATURGIA: Sérgio de Carvalho.
DIREÇÃO MUSICAL: Lincoln Antonio.
ELENCO: Beatriz Bittencourt / Beto Matos/ Érika Rocha/ Helena Albergaria/ João Filho/ Ney Piacentini / Rogério Bandeira / Sol Faganello / Thiago França
Duração: 170 minutos/ Ato I: 95 min – Intervalo: 15 min – Ato II: 60 min
Quando: 23, 24, 25 e 26/11 (de quarta a domingo), às 19h
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Duração: 2h50, com intervalo / Indicado para maiores de 16 anos

NÓS – Grupo Galpão – MG

Júlio Maciel, Antonio Edson e Teuda Bara. Foto: Guto Muniz / Divulgação

Júlio Maciel, Antonio Edson e Teuda Bara. Foto: Guto Muniz / Divulgação

O Galpão é um dos mais admiráveis grupos teatrais do Brasil e aos 34 anos não tem medo de se reinventar. O espetáculo de teatro contemporâneo Nós fricciona situações públicas e privadas e encara questões da democracia em tempos de intolerância. A peça trata da ambiguidade em extensão coletiva, que acolhe com festa, mas também exerce o poder de excluir, de rejeitar. A montagem, que leva a assinatura do dramaturgo, diretor e ator Marcio Abreu, expõe amarras dos pertencimentos na celebração de uma última sopa coletiva. Teuda Bara está maravilhosa e já prepara os acordes da emoção no início da peça com os versos “comendo a mesma comida, bebendo a mesma bebida, respirando o mesmo ar”, do samba Lama, antigo sucesso de Paulo Marques e Ailce Chaves. É imperdível.
FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO
Elenco: Antonio Edson, Chico Pelúcio, Eduardo Moreira, Júlio Maciel, Lydia Del Picchia, Paulo André, Teuda Bara
Equipe de criação
Direção: Marcio Abreu
Dramaturgia: Marcio Abreu e Eduardo Moreira
Cenografia: Play Arquitetura – Marcelo Alvarenga
Figurino: Paulo André
Iluminação: Nadja Naira
Trilha e Efeitos Sonoros: Felipe Storino
Assistência de Direção: Martim Dinis e Simone Ordones
Preparação musical e arranjos vocais/instrumentais: Ernani Maletta
Preparação vocal e direção de texto: Babaya
Colaboração artística: Nadja Naira e João Santos
Assistência de Figurino: Gilma Oliveira
Assistência de Cenografia: Thays Canuto
Cenotécnica e construção de objetos: Joaquim Pereira e Helvécio Izabel
Operação e assistência de luz: Rodrigo Marçal
Operação de som: Fábio Santos
Assistente técnico: William Teles
Assistente de produção: Cleo Magalhães
Confecção de figurino: Brenda Vaz
Técnica de Pilates: Waneska Torres
Fotos de divulgação: Guto Muniz
Fotos do programa: Fernando Lara, Gustavo Pessoa e Guto Muniz
Imagens escaneadas: Tibério França e Lápis Raro
Registro e cobertura audiovisual: Alicate
Projeto gráfico: Lápis Raro
Design web: Laranjo Design (Igor Farah)
Direção de produção: Gilma Oliveira
Produção executiva: Beatriz Radicchi
Produção: Grupo Galpão
Classificação indicativa: 16 anos
18º Festival Recife do Teatro Nacional de Artes Cênicas
Quando: 23 e 24 de novembro, Quarta e quinta – 20h30
Onde : Teatro Luiz Mendonça- Parque Dona Lindu (Av. Boa Viagem, s/nº – Boa Viagem)
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Informações: (81) 3355-9821
Duração: 1h30 / Indicado para maiores de 14 anos

Saudosear – A noite insone de um Palhaço – Walmir Chagas – PE

Walmir Chagas. Foto Pedro Portugal / Divulgação

Walmir Chagas. Foto Pedro Portugal / Divulgação

O multiartista Walmir Chagas, famoso em Pernambuco por seu personagem Véio Mangaba, comemora 40 anos de carreira com o espetáculo Saudosiar… A Noite Insone de Um Palhaço… A montagem é fruto de um intercâmbio entre o artista e o projeto Fafe Cidade das Artes, liderado pelo espanhol radicado em Portugal Moncho Rodriguez. Walmir leva sua experiência como palhaço e artista popular para a cena. Na peça, um velho palhaço que não consegue dormir revê sua vida como num filme. O espetáculo conta com um repertório música que inclui antigas modinhas, de marchas-de-bloco e duas canções compostas por Beto do Bandolim.
Quando: 24/11 (quinta-feira), às 19h
Onde: Teatro Apolo
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Duração: 1h10 / Indicado para maiores de 14 anos

Dois idiotas sentados cada qual em seu barril – Borbolina Prod. – SP

Giuliano Caratori e Paulo de Pontes. Foto: Bruno Lemos/ Divulgação

Giuliano Caratori e Paulo de Pontes. Foto: Bruno Lemos/ Divulgação

Um é teimosinho. O outro é mandão. Com Paulo de Pontes e Giuliano Caratori. Essa peça inspirada na obra de Ruth Rocha, mostra dois combatentes de guerra, que carregam cada qual um barril cheio de pólvora e que usam como forma de poder e intimidação do outro. O que pode acontecer quando esses dois idiotas tentam provar sua valentia? Egoístas e autoritários, não conseguem dialogar pacificamente. São personagens que beiram o ridículo e o texto chama a atenção para o fato de que alguns conflitos poderiam ser evitados se o orgulho e o egoísmo fossem freiados nas relações.
Com Paulo de Pontes e Giuliano Caratori.
Dramaturgia: Dario Uzan.
Direção artística: Stella Tobar.
Quando: 25/11 (sexta-feira), às 20h
Onde: Teatro Barreto Jr, no Pina
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Duração: 50 min – Indicado para todos os públicos

O menino e a cerejeira – Borbolina Produções – SP

Montagem é baseada na obra do escritor humanista Daisaku Ikeda. Foto: Eduardo Petrini

Montagem é baseada na obra do escritor humanista Daisaku Ikeda. Foto: Eduardo Petrini

Baseado na obra do escritor pacifista Daisaku Ikeda, o espetáculo infantil conta a história de sobrevivência de uma árvore. A amizade, carinho e coragem unem o garoto Taiti e a cerejeira. O menino vive em meio aos destroços deixados pela Segunda Guerra Mundial e luta para sobreviver superando os sofrimentos causados pela devastação bélica.
Quando: 26/11 (sábado-feira),  às 16h30
Onde: Teatro Barreto Jr. , no Pina
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Duração: 60 min / Livre para todos os públicos

Medida por medida – Teatro Popular de Ilhéus – BA

Medida por medida. Foto: Karoline Vital

Medida por medida. Foto: Karoline Vital

Inspirada na obra homônima de William Shakespeare, a comédia Medida Por Medida, do grupo Teatro Popular de Ilhéus (TPI) aborda temas como o poder, a corrupção e os dilemas éticos e morais da vida pública e privada. Na peça as ações se desdobram a partir das decisões de Ângelo, juiz implacável que substitui o Duque de Viena, cumprindo à risca as leis contra a fornicação. A adaptação é dos diretores Romualdo Lisboa (TPI) e Fernando Yamamoto (Clows de Shakespeare), com figurinos e adereços de Shicó do Mamulengo e Justino Vianna ( também responsável pela criação da maquiagem). A direção musical é de Elielton Cabeça (TPI) e Marco França (Clows).
Onde: Teatro Luiz Mendonça, Recife
Quando: 26/11 (sábado-feira), às 20h30
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Classificação Indicativa: 12 anos
Duração: 1h30h – Indicado para maiores de 12 anos

Vento Forte para Água e Sabão

Vento forte

Montagem do Grupo de Teatro Fiandeiros. Foto: Rogério Alves /Divulgação

Musical mostra a incrível amizade entre uma bolha de sabão chamada Bolonhesa e Arlindo, uma rajada de vento. Os riscos são grandes, mas as recompensas também. É a segunda montagem da Companhia Fiandeiros dedicada ao público infanto-juvenil. O texto é de Giordano Castro, do grupo Magiluth e de Amanda Torres.
Onde: Teatro de Santa Isabel, às 16h
Quando: Dia 27/11 (domingo)
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Duração: 55 min – Livre para todos os públicos

Sebastiana e Severina – Kamio Kaze – PE

Foto: Pedro Portugal

Foto: Pedro Portugal

Baseado no livro homônimo do pernambucano André Neves, o espetáculo Sebastiana e Severina, conta a história das rendeiras Sebastiana e Severina que, na meia idade acalentam o sonho de se casar. A chegada do forasteiro Chico, na cidade de Umbuzeiro (PB), reacende a chama nas duas. Moço bonito e inteligente e ainda cantador. A paixão estremece a amizade. A peça tem adaptação dramatúrgica e encenação de Claudio Lira. A montagem foi contemplada com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2013.
Quando: Dia 27/11 (domingo)
Onde: Teatro Barreto Junior, às 16h30
Quanto: R$ 10 e R$ 5 (meia).
Duração 1h10 – Indicado para todos os públicos

Fishman – Grupo Bagaceira – CE

Rogerio . foto Lina Sumizonc

Rogerio . foto Lina Sumizonc

Dois homens estão em um pequeno bote sobre as águas de um lago, frente a frente, sem saber o que dizer, sem conseguir fisgar qualquer assunto, qualquer coisa que valha a pena ser dita entre dois seres humanos. Fishman é o o mais recente espetáculo do Bagaceira,
Com texto de Rafael Martins e direção de Yuri Yamamoto. A ação do tempo, as escolhas, a relação com o outro e consigo mesmo, as possibilidades de reinventar-se são tematizados em Fishman.
Ficha Técnica
Texto: Rafael Martins
Direção: Yuri Yamamoto
Assistência de direção: Rafael Martins
Elenco: Ricardo Tabosa e Rogério Mesquita
Colaboração artística: Juliana Galdino
Cenário e figurinos: Yuri Yamamoto
Iluminação: Tatiana Amorim
Técnica: Rafael Martins e Yuri Yamamoto
Interlocução artística: Georgette Fadel e Grace Passô
Produção: Rogério Mesquita
Produção executiva: Mikaelly Damasceno
Onde: Teatro Apolo, 
Quando: Dia 27/11 (domingo), às 19h
Duração: 1h10 – Indicado para maiores de 14 anos
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)

Teodorico Majestade – Teatro Popular de Ilhéus – BA

Foto: Larissa Paixão

Foto: Larissa Paixão

A sátira em cordel Teodorico Majestade – as últimas horas de um prefeito é, segundo a produção, um protesto bem-humorado, que amplifica o lado ridículo dos bastidores da política. O prefeito beberrão e corrupto está prestes a ser expulso do seu cargo pela população da cidade fictícia Ilha Bela. acuado em seu gabinete, cercado pela população revoltada com suas trapaças, abandonado por seus comparsas ele tenta negociar com o povo para se manter no poder. Escrita e dirigida por Romualdo Lisboa, a peça surgiu como um posicionamento do Teatro Popular de Ilhéus diante dos escândalos vividos em Ilhéus, em 2006.
Texto e direção: Romualdo Lisboa
Direção musical: Elielton Cabeça
Elenco: Ely Izidro, Tânia Barbosa, Takaro Vítor, Aldenor Garcia, Elielton Cabeça
Quando: Dia 27/11 (domingo)
Onde: Teatro Luiz Mendonça, às 20h30
Duração: 1h30 / Indicado para todos os públicos

MEDEAponto – Grupo Pharcas Sertanejas – PE

Augusta Ferraz em MEDEAponto. Foto: Alcides Ferraz/Divulgação

Augusta Ferraz em MEDEAponto. Foto: Alcides Ferraz/Divulgação

Adaptação da tragédia grega de Eurípedes, com texto da portuguesa Sophia Andersen e atuação de Augusta Ferraz no papel de Medea. O solo expõe a trajetória de uma mulher honrada e respeitada em sua comunidade, filha do rei da Cólquida, que foge para Corinto com Jasão. Esse homem trai Medea ao desposar a filha de Creonte, rei de Corinto. Medea se vinga e chega a matar os próprios filhos para atingir o ex-marido. Na montagem dirigida por Marcondes Lima são utilizadas vozes radiofônicas, celular, televisão e fados interpretados ao vivo por Augusta, com arranjos de Henrique Macedo.
Quando: 21 de novembro, segunda-feira, às 19h
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho (Cais do Apolo, s/n, Bairro do Recife)
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Informações: (81) 3355-3320
Duração: 1h10 / Indicado para maiores de 14 anos

SEVERINOS, VIRGULINOS E VITALINOS – Dispersos Cia. de Teatro – PE

 SEVERINOS, VIRGULINOS E VITALINOS Foto: Ivana Moura

Lívia Lins e Madson de Paula, na peça dirigida por Samuel Santos. Foto: Ivana Moura

O segundo musical da Dispersos Cia de Teatro mergulha no universo do circo. Dois filhos de artistas tentam encontrar seus pais: um palhaço e uma atriz mambembe que fugiram com o Circo e a Carroça da Divina Inspiração. Eles seguem rumo ao Sertão e encontram no caminho a morte (Severina), a violência (Virgulino) e com o sonho (Vitalino). O texto e a direção são de Samuel Santos. O espetáculo conta com Lívia Lins (Abraço) e Madson de Paula (Cordel do Amor sem Fim) no elenco e Victor Chitunda (Vento Forte Para Água e Sabão; Abraço), Leila Chaves (Abraço), Danielle Sena (Abraço) e Tiago Nunes (A Terra dos Meninos Pelados) executando a trilha sonora ao vivo.
Quando: Dias 20 e 21 de novembro (domingo e segunda-feira), às 19h
Onde: Teatro Apolo.
Quanto: R$ 10 e R$ 5 (meia).
Duração: 1h20 – Livre para todos os públicos
FICHA TÉCNICA
ELENCO
Lívia Lins (Muriquêta /Severina)
Madson de Paula (Tramboêta/ Virgulino)
BANDINHA
Leila Chaves (violão, banjo, zabumba, caixa, kazoo, efeitos)
Victor Chitunda (violão, congas, kazoo, efeitos)
Tiago Nunes (pandeiro, cajón, alfaia, kazoo, efeitos)
Danielle Sena (claves, triângulo, agogô, alfaia, kazoo, efeitos )
EQUIPE DE CRIAÇÃO
Texto e Direção: Samuel Santos
Direção Musical: Leila Chaves e Victor Chitunda
Direção de arte: Álcio Lins
Figurino e adereços: Álcio Lins
Cenário: Samuel Santos e Álcio Lins
Luz: Cleison Ramos
Consultoria de mágicas: Raphael Santacruz
Preparação vocal: Leila Chaves
Fotos: Nathalia Timba e Fernanda Acioly
Produção executiva: Duda Martins
Coordenação de produção: Lívia Lins
Produção: Dispersos Produções Criativas
Duração: 1h10 – Livre para todos os públicos

H(EU)stória – O tempo em transe

Foto Arthur

Júnior Aguiar e Márcio Fecher. Foto Arthur

O cineasta baiano Glauber Rocha alimentou seu cinema com discursos políticos ácidos e uma violenta inquietação social. Seu cinema que começava  com “uma câmera na mão e uma ideia na cabeça!” desafiou o poder da época e as barbáries. H(EU)stória – O tempo em transe apresenta a trajetória de Glauber na vida brasileira. Júnior Aguiar e Márcio Fecher interpretam o polêmico e incansável Glauber Rocha, um personagem denso, artífice de uma dos mais importantes movimentos de ruptura estética, ideológica e discursiva na produção audiovisual brasileira: o Cinema Novo. No palco, um homem que pensava o seu país, a sua produção cultural, e que pensava a si mesmo como parte dessa história. As cartas trocadas por Glauber Rocha e Jomard Muniz de Britto são a inspiração do texto da peça do Coletivo Grão Comum e da produtora Gota Serena, a que deu início à Trilogia Vermelha.
Ficha técnica
ATORES – Márcio Fecher e Júnior Aguiar
PESQUISA, ENCENAÇÃO, ROTEIRO e ILUMINAÇÃO – Júnior Aguiar
OPERADOR DE LUZ e ÁUDIO – Daniel Barros
PREPARAÇÃO DE ATOR – Quiercles Santana MÚSICA ORIGINAL – Geraldo Maia (Palavra), Juliano Muta (Brisa) e Leonardo Villa Nova (DiAngola)
ÁUDIOS – Glauber Rocha (programa Abertura), Marisa Santanafessa (italiano) e Manuela Ripane (espanhol) e Darcy Ribeiro (enterro de Glauber – Òlme Glauber o Òlme – Labirinto do Brasil). Trecho dos Òlmes Deus e o diabo na terra do Sol e Terra
AUDIOVISUAL – Gê Carvalho
DESENHO DOS FIGURINOS – Asaías Lira
FOTOGRAFIAS – Arthur Canavarro
PROGRAMAÇÃO VISUAL – Arthur Canavarro
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO – Rebeka Barros
PESQUISA SONORA – Lambarena (mamoudou), Heitor Villa
Lobos (Bachiana brasileiras nº1), Nativi Americana Eagle Dance,
Leo Artese (caboclo curador – Santo Daime)
PRODUÇÃO e REALIZAÇÃO – Gota Serena e Coletivo Grão
Comum
SERVIÇO
Quando: 22/11 (terça-feira), às 20h 
Onde: Teatro Barreto Jr, às 20h
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Duração: 1h30 / Indicado para maiores de 14 anos

O MASCATE, A PÉ-RAPADA E OS FORASTEIROS

o mascate. foto: Toni Rodrigues

O mascate. Foto: Toni Rodrigues

Recife e Olinda têm histórias divertidas que o ator Diógenes D. Lima leva à cena com linguagem do teatro de objetos. O espetáculo utiliza fatos históricos das duas cidades para tratar das mazelas e desmandos políticos para criar uma ficção picante, criativa e despudorada.
Quando: 22 de novembro. Terça-feira, às 19h
Onde: Teatro Apolo (Rua do Apolo, Bairro do Recife)
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Informações: (81) 3355-3320
Duração: 60 min – Indicado para maiores de 14 anos
FICHA TÉCNICA
Texto e Atuação: Diógenes D. Lima
Supervisão Artística: Marcondes Lima e Jaime Santos
Coreografias: Jorge Kildery
Adereços: Triell Andrade e Bernardo Júnior
Iluminação: Jathyles Miranda
Execução de Iluminação: Rodrigo Oliveira
Execução de sonoplastia: Júnior Melo
Programação Visual: Arthur Canavarro
Fotografia: Ítalo Lima
Gerente de Produção: Luciana Barbosa
Produção: AGM Produções

EM CARTAZ

Flávia Pinheiro. Foto: Peter Michael Dietz

Flávia Pinheiro. Foto: Peter Michael Dietz

COMO MANTER-SE VIVO?
A performer Flávia Pinheiro explora os limites da dança como conceito de arte e a sobrevivência do artista no atual estágio do capitalismo e mais especificamente no momento que o Brasil atravessa. Ela transita no espaço com seu corpo pensante e convoca a tecnologia como um procedimento para repensar os próprios códigos de programação.
Quando: 25 ,26, 27 de novembro e 2, 3, 4, 9, 10 e 11 de dezembro; sextas, sábados e domingos, às 19h.
Onde: Tulasi Mercado Orgânico (Rua das Graças, 178, Graças).
Quanto: R$ 10 e R$ 5 (meia).

Marcondes Bispo. Foto: Ricardo Maciel / Divulgação

Marcondes Bispo. Foto: Ricardo Maciel / Divulgação

LUZIR É NEGRO!
Solo autobiográfico do ator e cantor Marconi Bispo investiga o racismo homofobia e intolerância religiosa. A direção é de Rodrigo Dourado.
Quando: 19, 20, 26 e 27 de novembro. Sábados, às 19h e domingos, às 18h.
Onde: Espaço O Poste (Rua da Aurora, 529, Boa Vista.
Quanto: R$ 30 e R$ 15 (meia).
Informações: 99594-0626.
FICHA TÉCNICA:
Realização: Teatro de Fronteira.
Atuação: Marconi Bispo.
Direção: Rodrigo Dourado.
Dramaturgia: Marconi Bispo e Rodrigo Dourado.
Preparação Corporal: Pollyanna Monteiro.
Direção de Arte: Marcondes Lima (figurinos) e Plínio Maciel (elementos cenográficos e adereços).
Coreografias: Edson Vogue.
Iluminação: João Guilherme de Paula.
Edição de trilha: Rodrigo Porto.
Assessoria de Imprensa: Cleyton Cabral.
Músicos: Kiko Santana (guitarra e direção musical) e Basílio Queiroz (contrabaixo).
Fotos e vídeos: Ricardo Maciel.
Identidade Visual: Arthur Canavarro.
Assistência de Produção: Rodrigo Cavalcanti.

Naná Sodré e Agrinês Melo. Foto: Lucas Emanuel/Divulgação

Naná Sodré e Agrinês Melo. Foto: Lucas Emanuel/Divulgação

OMBELA
Inspirada no poema épico Ombela (chuva em português), do escritor africano Manuel Rui, a peça transforma as atrizes Agrinez Melo e Naná Sodré em duas gotas de chuva que se transformam em entidades. A direção é de Samuel Santos. O espetáculo terá audiodescrição e tradução em LIBRAS.
Quando: 18 e 25 de novembro, às 20h.
Onde: Espaço O Poste (Rua da Aurora, 529, Boa Vista.
Quanto: R$ 20 e R$ 10 (meia).
Informações: 99594-0626.

Daniel Barros e Júnior Aguiar. Foto: Léo Caldas/ Divulgação

Daniel Barros e Júnior Aguiar. Foto: Léo Caldas/ Divulgação

pa(IDEIA) – pedagogia da libertação
A peça narra a trajetória do educador pernambucano Paulo Freire, o exílio por 16 anos pela América Latina, Europa e África. A montagem destaca a educação como um instrumento essencial na transformação da humanidade. Com os atores Daniel Barros e Júnior Aguiar. O espetáculo, que integra a Trilogia Vermelha.
Quando: 11 a 26 de novembro. Sextas e aos sábados, às 20h.
Onde: Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457, Boa Vista).
Quanto: R$ 30 e R$ 15 (meia).
Informações: 3184-3057.
Classificação: livre.

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Agenda 3ª semana de Novembro

FESTIVAL RECIFE DO TEATRO NACIONAL

Coletivo Alfenim tem direção de Márcio Marciano. Foto: Arthur Chagas

Coletivo Alfenim tem direção de Márcio Marciano. Foto: Arthur Chagas

MEMÓRIAS DE UM CÃO – Coletivo Alfenim – PB
Um professor recebe herança na época da abolição da escravatura e se muda para a Corte. Mas para usufruir a fortuna, ele terá que cuidar do cão deixado por Quincas Borba. A partir de estudos sobre o livro “Quincas Borba”, o Coletivo Alfenim expõe as contradições de uma sociedade que ainda produz graças à exploração da mão de obra escrava. Com direção de Márcio Marciano. No elenco: Adriano Cabral, Lara Torrezan, Paula Coelho, Ricardo Canella, Verônica Sousa, Vítor Blam e Zezita Matos.
Quando: 19 de novembro, às 20h.
Onde: Teatro de Santa Isabel (Praça da República, s/n, Santo Antônio)
Quanto: R$ 10 e R$ 5 (meia).
Informações: 99594-0626.
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia)
Duração: 1h20 – indicado para maiores de 14 anos

Foto: Samuel Santos

Madson de Paula e Livia Lins. Foto: Samuel Santos

SEVERINOS, VIRGULINOS E VITALINOS – Dispersos Cia. de Teatro – PE
O segundo musical da Dispersos Cia de Teatro mergulha no universo do circo. Dois filhos de artistas tentam encontrar seus pais: um palhaço e uma atriz mambembe que fugiram com o Circo e a Carroça da Divina Inspiração. Eles seguem rumo ao Sertão e encontram no caminho a morte (Severina), a violência (Virgulino) e com o sonho (Vitalino). O texto e a direção são de Samuel Santos. O espetáculo conta com Lívia Lins (Abraço) e Madson de Paula (Cordel do Amor sem Fim) no elenco e Victor Chitunda (Vento Forte Para Água e Sabão; Abraço), Leila Chaves (Abraço), Danielle Sena (Abraço) e Tiago Nunes (A Terra dos Meninos Pelados) executando a trilha sonora ao vivo.
Quando: dias 20 e 21 de novembro (domingo e segunda-feira), às 19h
Onde: Teatro Apolo.
Quanto: R$ 10 e R$ 5 (meia).
Duração: 1h20 – Livre para todos os públicos
FICHA TÉCNICA
ELENCO
Lívia Lins (Muriquêta /Severina)
Madson de Paula (Tramboêta/ Virgulino)
BANDINHA
Leila Chaves (violão, banjo, zabumba, caixa, kazoo, efeitos)
Victor Chitunda (violão, congas, kazoo, efeitos)
Tiago Nunes (pandeiro, cajón, alfaia, kazoo, efeitos)
Danielle Sena (claves, triângulo, agogô, alfaia, kazoo, efeitos )
EQUIPE DE CRIAÇÃO
Texto e Direção: Samuel Santos
Direção Musical: Leila Chaves e Victor Chitunda
Diração de arte: Álcio Lins
Figurino e adereços: Álcio Lins
Cenário: Samuel Santos e Álcio Lins
Luz: Cleison Ramos
Consultoria de mágicas: Raphael Santacruz
Preparação vocal: Leila Chaves
Fotos: Nathalia Timba e Fernanda Acioly
Produção executiva: Duda Martins
Coordenação de produção: Lívia Lins
Produção: Dispersos Produções Criativas
Duração: 1h10 – Livre para todos os públicos

Raphael Santa Cruz. Foto: Divulgação

Raphael Santa Cruz. Foto: Divulgação

HARU – A primavera do Aprendiz – Rapha Santacruz Produções – PE
Um jovem aprendiz procura orientação de um mestre para aperfeiçoar seus truques de ilusionismo. O mestre também está em busca de um sucessor. O aprendizado ocorre numa tenda colorida, inspirada na feira de Caruaru, cidade-natal do mágico Rapha Santacruz, e foi enriquecida com referências de feiras do Oriente Médio, Japão e Marrocos. Do Japão vem o nome do espetáculo. Haru significa primavera e simboliza o momento em que o aprendiz ganha o reconhecimento do mestre.
Com: Rapha Santacruz.
Duração: 50 minutos
Onde: Teatro Barreto Júnior
Quando: Dia 20 de novembro, Às 16h30
Quanto: R$ 10 e R$ 5 (meia).
Duração: 60 min – Livre para todos os públicos

O diretor Marcondes Lima interpreta Estrela no espetáculo. Foto: Divulgação

O diretor Marcondes Lima interpreta Estrela no espetáculo. Foto: Divulgação

OSSOS – Coletivo Angu de Teatro – PE
O amor moveu Heleno de Gusmão para o exílio e lá ele encontrou o prazer fortuito, o sucesso e a morte. O espetáculo Ossos explora essa viagem do protagonista as suas lembranças e origens, a pretexto de entregar os restos mortais do seu amante aos familiares, em Sertânia, no interior de Pernambuco. A montagem do Coletivo Angu de Teatro faz uma curta temporada no Teatro Barreto Júnior. Um coro de Urubus pontua os fatos embaralhados entre passado e presente. A peça tem dramaturgia de Marcelino e direção de Marcondes Lima. A montagem é patrocinada pelo prêmio Myriam Muniz da FUNARTE – Ministério da Cultura – Governo Federal. Com Arilson Lopes, Ivo Barreto, André Brasileiro, Marcondes Lima, Daniel Barros e Robério Lucado. A trilha sonora é assinada por Juliano Holanda.
Quando: Dia 20 de novembro, às 19h
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Duração: 1h20 – Indicado para maiores de 14 anos

EM CARTAZ

Flávia Pinheiro. Foto: Peter Michael Dietz

Flávia Pinheiro. Foto: Peter Michael Dietz

COMO MANTER-SE VIVO?
A performer Flávia Pinheiro explora os limites da dança como conceito de arte e a sobrevivência do artista no atual estágio do capitalismo e mais especificamente no momento que o Brasil atravessa. Ela transita no espaço com seu corpo pensante e convoca a tecnologia como um procedimento para repensar os próprios códigos de programação.
Quando: 25 ,26, 27 de novembro e 2, 3, 4, 9, 10 e 11 de dezembro; sextas, sábados e domingos, às 19h.
Onde: Tulasi Mercado Orgânico (Rua das Graças, 178, Graças).
Quanto: R$ 10 e R$ 5 (meia).

Marcondes Bispo. Foto: Ricardo Maciel / Divulgação

Marcondes Bispo. Foto: Ricardo Maciel / Divulgação

LUZIR É NEGRO!
Solo autobiográfico do ator e cantor Marconi Bispo investiga o racismo homofobia e intolerância religiosa. A direção é de Rodrigo Dourado.
Quando: 19, 20, 26 e 27 de novembro. Sábados, às 19h e domingos, às 18h.
Onde: Espaço O Poste (Rua da Aurora, 529, Boa Vista.
Quanto: R$ 30 e R$ 15 (meia).
Informações: 99594-0626.
FICHA TÉCNICA:
Realização: Teatro de Fronteira.
Atuação: Marconi Bispo.
Direção: Rodrigo Dourado.
Dramaturgia: Marconi Bispo e Rodrigo Dourado.
Preparação Corporal: Pollyanna Monteiro.
Direção de Arte: Marcondes Lima (figurinos) e Plínio Maciel (elementos cenográficos e adereços).
Coreografias: Edson Vogue.
Iluminação: João Guilherme de Paula.
Edição de trilha: Rodrigo Porto.
Assessoria de Imprensa: Cleyton Cabral.
Músicos: Kiko Santana (guitarra e direção musical) e Basílio Queiroz (contrabaixo).
Fotos e vídeos: Ricardo Maciel.
Identidade Visual: Arthur Canavarro.
Assistência de Produção: Rodrigo Cavalcanti.

Naná Sodré e Agrinês Melo. Foto: Lucas Emanuel/Divulgação

Naná Sodré e Agrinês Melo. Foto: Lucas Emanuel/Divulgação

OMBELA
Inspirada no poema épico Ombela (chuva em português), do escritor africano Manuel Rui, a peça transforma as atrizes Agrinez Melo e Naná Sodré em duas gotas de chuva que se transformam em entidades. A direção é de Samuel Santos. O espetáculo terá audiodescrição e tradução em LIBRAS.
Quando: 18 e 25 de novembro, às 20h.
Onde: Espaço O Poste (Rua da Aurora, 529, Boa Vista.
Quanto: R$ 20 e R$ 10 (meia).
Informações: 99594-0626.

Daniel Barros e Júnior Aguiar. Foto: Léo Caldas/ Divulgação

Daniel Barros e Júnior Aguiar. Foto: Léo Caldas/ Divulgação

pa(IDEIA) – pedagogia da libertação
A peça narra a trajetória do educador pernambucano Paulo Freire, o exílio por 16 anos pela América Latina, Europa e África. A montagem destaca a educação como um instrumento essencial na transformação da humanidade. Com os atores Daniel Barros e Júnior Aguiar. O espetáculo, que integra a Trilogia Vermelha.
Quando: 11 a 26 de novembro. Sextas e aos sábados, às 20h.
Onde: Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457, Boa Vista).
Quanto: R$ 30 e R$ 15 (meia).
Informações: 3184-3057.
Classificação: livre.

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